FAQ Overview

O que é Projeto Espiral do Livro

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 18-03-2015 04:03


Sou Terapeuta Holístico, e quero saber mais sobre a Campanha

A Campanha HoloCARD foi lançada em julho/99 com suporte publicitário (02 programas televisivos semanais e página inteira nas principais revistas femininas) e imprensa, a um custo reduzido para o público: R$ 21,00. O usuário terá direito a um preço único por sessão de R$ 25,00 dentre os Terapeutas Holísticos credenciados. O Terapeuta Holístico que quiser se credenciar, também terá um custo de investimento pequeno que o define como Credenciado. O cliente pagará a consulta diretamente em nosso site ou por telefone e o valor será creditado na conta do Terapeuta Holístico, descontadas as taxas administrativas de 10%. Isto evita constrangimentos entre a diferença de valores pagos entre o conveniado e os clientes particulares, à semelhança de como ocorre nos consultórios médicos, com as guias dos conveniados… Enfim, o Terapeuta Holístico credenciado somará 2 mercados: o de particulares e o de conveniados. Que tal atender os conveniados em grupos de terapia? Outro ponto interessante: toda a renda será revertida ao atendimento às comunidades carentes! Isto garantirá a simpatia da sociedade, divulgação pela imprensa e, ainda por cima, estaremos divulgando o bom nome e a eficácia da Terapia Holística. Este é o verdadeiro e legítimo Marketing Social, onde todos saem ganhando, inclusive a comunidade.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:41


Manual HoloCARD Cliente

Leia com atenção e saiba como utilizar seu HoloCARD corretamenteMuito além da satisfação pessoal de co-patrocinar este trabalho social, como titular do HOLOCARD (extensivo à sua família), você também adquiriu o direito especial de investir tão somente o Preço de Tabela (R$ 25,00/atendimento) junto aos melhores Terapeutas Holísticos do Brasil, ou seja, aqueles que possuem CRT e que estão credenciados ao sistema HoloCARD.
Como funciona o sistema de indicador profissional e pagamento de consultas:
Você entra em contato conosco, por meio telefônico DDG 0800-117810 (ligação gratuita) ou
(02111) 3171-1913
ou pela Internet www.sinte.com.br ou pessoalmente ou por carta (Al Santos, 211 - cj 1403 - São Paulo - SP - CEP 01419-000), etc., fornecendo dados do tipo seu endereço e técnicas com as quais gostaria de ser tratado.
Nossos computadores localizam os filiados credenciados ao HoloCARD que preencham estes requisitos e que estejam localizados próximos ao endereço que você nos forneceu e elaboramos uma listagem, com os telefones para contato. Quando você quiser passar por um atendimento, marca com o Terapeuta Holístico que escolheu, e, antes de ir, quita o valor de R$ 25,00 diretamente ao SINTE (boleto bancário, depósito identificado, cartão de crédito, pessoalmente ou pela Internet e, também, por telefone), e recebe um número que identifica a transação. Quando for ao consultório, deve fornecer este número ao profissional que nos telefonará confirmando se as informações estão corretas. Pronto!
Quitar diretamente à nossa organização é sua garantia de que parte do valor da consulta irá para o atendimento com Terapia Holística à comunidade carente: cada consulta quitada pelo sistema HoloCARD, você co-patrocina mais um atendimento gratuito com Terapia Holística no Serviço Público de Saúde.
Acompanhe a evolução deste trabalho pela televisão, e por reportagens em nossos informativos
Novamente, nosso muito obrigado por aderir à Campanha HoloCARD e nossos maiores votos para que se democratize a Qualidade de Vida, tornando a Terapia Holística cada vez mais acessível para todos.

Resumo

Cliente Credenciado ao HoloCARD Valor AnualContata o SINTE, que indica Terapeuta Holístico Credenciado mais próximoCliente marca consulta/atendimento com Terapeuta Holístico e quita R$25,00 diretamente ao SINTE, obtendo o nº que identifica a transaçãoCliente no ato da consulta fornece nº da transação ao Terapeuta Holístico Credenciado que liga para o SINTE conferindo se está OK.Cada consulta quitada com HoloCARD co-patrocina mais um atendimento gratuito com Terapia Holística no Serviço Público de Saúde.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:43


SINTE e CRT

O que é CRT ?

CRT é a marca registrada que abrevia CRT - CARTEIRA DE TERAPEUTA HOLÍSTICO CREDENCIADO, a qual atesta a filiação ESPONTÂNEA do profissional ao SINTE, o que resulta em compromisso contratual ao cumprimento dos requisitos éticos e qualitativos de seu órgão de classe.

Pertinente observar que a CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado, seja como MARCA REGISTRADA, tanto a Carteira (fisicamente...), quanto numeração e Certificados, pertencem à organização e permanecem em usufruto de cada filiado, somente enquanto manter-se como tal e igualmente permanecendo cumpridor das normas éticas e qualitativas internas. 

Ao desligar-se ou ser descredenciado, o profissional se torna ex-filiado, perdendo o direito de usufruir, nem mesmo divulgar-se com sua Carteira ou numeração de CRT, pois, além de anti-ético, seria ilícito, estando sujeito a sanções estatutárias e legais cabíveis (uso não autorizado de marca registrada e falsidade ideológica).

É justamente toda esta segurança e "status" em ser Terapeuta Holístico Credenciado ao SINTE é que proporciona tranquilidade maior aos Clientes, os quais ainda tem à sua disposição o próprio sindicato para dirimir dúvidas e até para funções de Ouvidoria quanto ao correto e ético desempenho profissional, contatando gratuitamente de qualquer lugar do Brasil para o DDG 0800-117810, ou via eletrônica para contato@sinte.com.br e até por carta para Alameda Santos, 211 cj 1403 - São Paulo - SP - CEP 01419-000.

 

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:31


Objetivos e Parcerias - Espiral do Livro

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-07-2017 16:10


Como se tornar sócio da Espiral do Livro

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:31


Sou cliente, e quero saber mais sobre a Campanha

Qualidade de Vida é o que todos buscamos e a cada dia que passa, mais e mais está relacionada com a Terapia Holística (terapia = harmonizar, equilibrar; holos = totalidade, integral), conhecida populamente como "terapias alternativas".
Acupuntura, Terapia Floral, Psicanálise, Fitoterapia, Terapia Estética, Cromoterapia, Iridologia, Tai-Chi-Chuan, Quiropraxia (manipulação na coluna), Shiatsu, Do-In, são algumas das inúmeras técnicas holísticas em prol de uma vida melhor e mais sáudável. Todas tem em comum a busca do equilíbrio por meios naturais, despertando em cada um seus próprios recursos de harmonização a autoconhecimento e são de livre exercício em nosso país. Nossa organização recomenda somente os profissionais que possuem CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado, o qual, embora sem obrigatoriedade por Lei, é o diferencial de mercado que comprova o vínculo do profissional às exigências éticas e qualitativas necessárias para se manterem como nossos associados.
Para se ter acesso a bons profissionais como estes, é preciso investir uma média de R$ 50 a R$ 100 por atendimento. Objetivando a democratização da Qualidade de Vida, o SINTE desenvolveu a Campanha HOLOCARD
Ao adquirir o HOLOCARD (apenas R$ 21,00/ano), você co-patrocina os trabalhos sociais de implantação da Terapia Holística no Serviço Público de Saúde, trazendo maior qualidade de vida à comunidade de vários municípios.
Muito além da satisfação pessoal, o titular do HOLOCARD também adquire o direito especial de investir tão somente o Preço de Tabela (R$ 25,00/atendimento) junto aos melhores Terapeutas Holísticos do Brasil, ou seja, aqueles que possuem CRT.
O SINTE disponibiliza Terapeutas Holísticos credenciados ao HOLOCARD e recebe diretamente a quitação das sessões (via Internet, via telefone, cartões de crédito, boletos), que é sua garantia de que parte deste valor será destinada às campanhas sociais: cada consulta paga com o HOLOCARD proporciona mais um atendimento gratuito à população carente.
É uma verdadeira democratização da Qualidade de Vida, que agora também pode ser aplicada junto à sua organização.

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:34


Uma empresa pode aderir à Campanha

Qualidade de Vida é o que todos buscamos e a cada dia que passa, mais e mais está relacionada com a Terapia Holística (terapia = harmonizar, equilibrar; holos = totalidade, integral), conhecida populamente como "terapias alternativas".
Acupuntura, Terapia Floral, Psicanálise, Fitoterapia, Terapia Estética, Cromoterapia, Iridologia, Tai-Chi-Chuan, Quiropraxia (manipulação na coluna), Shiatsu, Do-In, são algumas das inúmeras técnicas holísticas em prol de uma vida melhor e mais sáudável. Todas tem em comum a busca do equilíbrio por meios naturais, despertando em cada um seus próprios recursos de harmonização a autoconhecimento e são de livre exercício em nosso país. Nossa organização recomenda somente os profissionais que possuem CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado, o qual, embora sem obrigatoriedade por Lei, é o diferencial de mercado que comprova o vínculo do profissional às exigências éticas e qualitativas necessárias para se manterem como nossos associados.
Para se ter acesso a bons profissionais como estes, é preciso investir uma média de R$ 50 a R$ 100 por atendimento. Objetivando a democratização da Qualidade de Vida, o SINTE desenvolveu a Campanha HOLOCARD.
Ao adquirir o HOLOCARD (apenas R$ 21,00/ano), você co-patrocina os trabalhos sociais de implantação da Terapia Holística no Serviço Público de Saúde, trazendo maior qualidade de vida à comunidade de vários municípios.
Muito além da satisfação pessoal, o titular do HOLOCARD também adquire o direito especial de investir tão somente o Preço de Tabela (R$ 25,00/atendimento) junto aos melhores Terapeutas Holísticos do Brasil, ou seja, aqueles que possuem CRT.
O SINTE disponibiliza Terapeutas Holísticos credenciados ao HOLOCARD e recebe diretamente a quitação das sessões (via Internet, via telefone, cartões de crédito, boletos), que é sua garantia de que parte deste valor será destinada às campanhas sociais: cada consulta paga com o HOLOCARD proporciona mais um atendimento gratuito à população carente.
É uma verdadeira democratização da Qualidade de Vida, que agora também pode ser aplicada junto à sua organização.
Todo funcionário com uma boa qualidade de vida produz mais e melhor. Um profissional em desarmonia, doente, custa muito caro a qualquer empresa, em todos os sentidos. Bem melhor é a prevenção.A Terapia Holística, graças à aplicação das mais variadas técnicas naturalistas, proporciona saúde e equilíbrio e pode ser oferecida tanto individualmente, quanto em grupo, dentro e/ou extra ambiente de trabalho.
O HOLOCARD é a solução prática e imediata para implantar o projeto em sua organização, que pode premiar cada funcionário com este Cartão de Qualidade de Vida, havendo desconto progressivo a ser estudado de acordo com o número de beneficiados.
Os valores das consultas poderão ser subsidiados pela empresa, de forma total ou parcial, podendo ser feita a quitação debitadas das folhas de pagamento ou por qualquer outro meio que convier.
Existe, também, a opção de contratação dos serviços de Terapeutas Holísticos para atuarem dentro de sua empresa.
Cada caso é único e saibam que é com esta visão que tratamos cada parceria, colocando-nos desde já à disposição para adequarmos nossa proposta às suas necessidades.

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:33


Manual HoloCARD Terapeuta Holístico

Leia com atenção e saiba como conquistar clientes em potencial para vocêParabéns e obrigado por ingressar ao HoloCARD. A partir de agora, você conta com o suporte de uma campanha publicitária "milionária" que vai conquistar para você, filiado credenciado, um público de mais de 4 milhões de novos clientes potenciais. O SINTeV - Qualidade de Vida é nosso próprio programa de televisão, que divulga a Terapia Holística, a importância do CRT e o HoloCARD. Reforçando ainda mais a divulgação, tivemos uma página inteira - edição nacional, em cada uma das melhores revistas femininas do Brasil: Nova, Cláudia, Manequim, Ponto Cruz, Faça & Venda e, em setembro, mais uma página na Nova Beleza.
Cada novo Terapeuta Holístico e cada novo cliente que se credencia ao HoloCARD paga uma taxa anual e é este valor que é reinvestido na divulgação de seu consultório e da Terapia Holística como um todo e quanto maior for este volume, maior e melhor será o suporte publicitário que você terá.
O cliente em potencial ao adquirir o HOLOCARD (apenas R$ 21,00/ano), fica feliz em poder co-patrocinar os trabalhos sociais de implantação da Terapia Holística no Serviço Público de Saúde, trazendo maior qualidade de vida à comunidade de vários municípios. E mais: muito além da satisfação pessoal, o titular do HOLOCARD também adquire o direito especial de investir tão somente o Preço de Tabela (R$ 25,00/atendimento) junto aos melhores Terapeutas Holísticos do Brasil, ou seja, aqueles que possuem CRT - CARTEIRA DE TERAPEUTA HOLÍSTICO CREDENCIADO - e que estão credenciados à Campanha HoloCARD.
Como funciona o sistema de indicação, pagamento e reembolso: o cliente em potencial, conquistado pelas campanhas publicitárias entra em contato conosco, por meio telefônico DDG 0800-117810 (ligação gratuita), 011-3171-1913, pela Internet www.sinte.com.br, pessoalmente, por carta, etc., fornecendo dados do tipo endereço e técnicas com as quais gostaria de ser tratado. Nossos computadores localizam os filiados credenciados ao HoloCARD que preencham estes requisitos e que estejam localizados próximos ao endereço do cliente e fornecemos a listagem, com os telefones para contato. Quando o cliente HoloCARD quiser passar por um atendimento, ele marca com você, e, antes de ir, quita o valor de R$ 25,00 diretamente ao SINTE (boleto bancário, depósito identificado, cartão de crédito, pessoalmente ou pela Internet e, também, por telefone), e recebe um número que identifica a transação. Quando ele for ao seu consultório, ele fornece este número a você, que deverá nos telefonar (011) 3171-1913 e confirmar se as informações estão corretas. Pronto! Num prazo médio de 30 a 40 dias, dependendo da forma de pagamento de seu cliente, o SINTE deposita o valor do atendimento em sua conta corrente, descontados 10% (cerca de 5% são taxas administrativas e bancárias e os outros 5% serão destinados a patrocinar o atendimento gratuito com Terapia Holística nos Postos de Saúde).
R$ 25,00 - 10% (R$ 2,50) = R$ 22,50 em sua conta num prazo de 30 a 40 diasE, como o cliente quita diretamente à nossa organização, tem a garantia de que parte deste valor terá aplicação social e fica sem saber o quanto destes R$ 25,00 retorna para o Terapeuta Holístico, evitando, assim, qualquer controvérsia com seus clientes "particulares", que pagam geralmente a mais que os "conveniados", à semelhança do que ocorre nos convênios médicos, odontólogicos, etc. Você sabia que um médico, quando bem pago pelo convênio, recebe R$ 13,00 por atendimento? Que um psicólogo, um odontólogo, um fisioterapeuta, recebem cerca de R$ 7,00 por atendimento?
Por que um valor único de R$ 25,00? Primeiro, já é um valor bem acima do recebido pelas demais profissões de saúde nos convênios, segundo, pela simplificação de "valor único", pois quanto mais tivermos que explicar nos textos para os clientes HoloCARD, menos atrativo ele se torna. No formato atual, fica fácil para o cliente "gravar":
"R$ 21,00 por anuidade no cartão e colaboro com as campanhas sociais; R$ 25,00 por consulta e a cada consulta paga, patrocinei igualmente mais um atendimento gratuito no serviço público de saúde".
Cada um de nós pode se beneficiar ainda mais nos tornando multiplicadores do HoloCARD. Quantos clientes deixaram de ir ao seu consultório por estarem com pouco dinheiro? Ao invés de propor uma redução do valor das consultas (o que pode até pegar mal...), que tal convidá-los a aderir ao HoloCARD? Assim eles podem continuar seus clientes sem criar embaraços de terem que discutir redução de valores, etc, além de ficar bem mais simpático, pois, afinal, o HoloCARD é uma campanha social. Quantas vezes você quis fechar um convênio com alguma empresa amiga, para atender seus funcionários e esbarrou em infinitas burocracias? Agora ficou muito mais simples: basta a empresa adquirir um HoloCARD para cada funcionário e, se preferirem, as consultas poderão ser debitadas nos próprios holerits, firmando-se contrato para tal, entre a empresa, os funcionários e o SINTE.
Vamos manter o Terapeuta Holístico num patamar melhor, com a sua adesão e a de todos: quanto mais aderirem, melhor será a campanha publicitária e de imprensa.
Conte sempre com nosso apoio.

Terapeuta Holístico Credenciado ao HoloCARD Valor Anual Terapeuta Holístico Credenciado recebe cliente e pede o nº da transação, liga para o SINTE e confere se está OK. Entre 30 e 40 dias o SINTE reembolsa ao Terapeuta Holístico Credenciado R$ 22,50 (R$ 25,00 - 10%)
Cliente Credenciado ao HoloCARD Valor Anual Contata o SINTE, que indica Terapeuta Holístico Credenciado mais próximo Cliente marca consulta/atendimento e quita R$25,00 diretamente ao SINTE, obtendo o nº que identifica a transação

Contrato de Ingresso na Campanha HoloCARD

 

ATENÇÃO: Caso você não tenha preenchido e enviado este contrato anteriormente, tire cópia desta folha, preencha e nos envie.

Guarde o original consigo, ele possui informações importantes para você. O preenchimento correto deste contrato é a única forma de garantir o recebimento de suas consultas pelo HoloCARD. Envie-o também caso deseje trocar a conta para crédito.

Eu,_______________________________________________________________________ Inscrito com CRT:_______________

ingresso de livre e espontânea vontade na Campanha HoloCARD em benefício ao Atendimento Gratuito com Terapia Holística em Postos de Saúde, quitando este boleto cujo valor corresponde a primeira anuidade e que será utilizado na divulgação da qual adquiro direito de participar e de habilitar meu cartão VIRTUAL de Terapeuta Holístico Credenciado.

Estou ciente e de acordo que:

Os clientes nele inscritos pagarão o valor de R$ 25,00 (Vinte e cinco reais) por consulta, diretamente ao SINTE via Cartão de Crédito, através do site (www.sinte.com.br) ou pelo telefone (11) 3171-1913, Boleto Bancário ou diretamente no Balcão do SINTE, com posterior reembolso a meu favor na conta de:

Titular:______________________________________________________________________________________________________

Banco nº____________________________ Agência nº____________________C/C nº__________________________________

O crédito na conta acima definida por mim, ocorrerá num prazo médio de 30 a 40 dias após efetuada a transação sendo descontadas as taxas administrativas correspondentes a 10% do valor pago pelo cliente, sendo o crédito também condicionado à prévia e efetiva aceitação, confirmação e concretização da transação por parte da Administradora do Cartão de Crédito e/ou Banco Responsável.

Este Contrato deve ser integralmente preenchido com letra de forma legível, impresso e assinado, e que devo enviá-lo ao SINTE -  Al. Santos, 211 - Conj. 1403 - Cerqueira César - São Paulo - SP - 01419-000 e que somente após a confirmação do recebimento deste e da quitação deste boleto é que poderei utilizar o serviço.A permanência na Campanha HoloCARD estás condicionada a estar em dia com obrigações junto ao SINTE. Este contrato poderá ser rescindido por qualquer uma das partes, mediante comunicado escrito, não cabendo multa ou indenização rescisória a nenhuma das partes.
Elegem as partes o CRT - Conselho de Auto Regulamentação da Terapia Holística, sediado na Al. Santos, 211 - conjunto 1511 - São Paulo - SP, renunciado, desde logo, a qualquer outro, por mais privilegiado que seja, para que sejam dirimidas quaisquer questões oriundas do presente instrumento, em conformidade com a LEI N° 9.307.

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:32


BRT - Bloco de Recomendação Terapêutica

Um fator importante para todo Terapeuta Holístico é distinguir claramente a sua profissão das demais atividades ligadas à saúde. Registramos inúmeros casos onde ocorreram acusações de "exercício ilegal de medicina" e de "estar de posse e fazer uso de Receituário Médico falsificado", pelo simples fato do Terapeuta Holístico fazer uso de um bloco com texto e modelos de impressão completamente desaconselháveis do ponto de vista legal. 

Ao final, está o link com o formato recomendado por nossa organização, bem como a íntegra da Resolução que o instituiu.

O BRT serve também para estas circunstâncias: "Declaro, para os devidos fins, que a Sra. Fulana de Tal realiza comigo sessões de Terapia Holística, por tempo indeterminado, ao custo de R$ 50,00 cada". Lembrando que isto só é possível se o colega for registrado como autônomo na Prefeitura e que deve declarar isto em seu imposto de renda. Caso não queira usar seu BRT, pode fazer uso de um recibo vendido em papelarias chamado RPA.

A seguir, mais alguns esclarecimentos pertinentes.

Não existe "reembolso" por planos de saúde em nosso ramo de atuação.

Atente que os Clientes tem direito a solicitar seu de RPA - Recibo de Prestação de Serviços Autônomos, e nós, o dever de fornecer. Outrossim, estando em situação informal, este recibo igualmente estará na ilegalidade. Mesmo quanto estiver formalizada, seja como Terapeuta Holístico autônomo, seja como empresário individual prestador de serviços em Terapia Holística, também os valores não poderão ser abatidos do imposto de renda dos Clientes.

Ainda que à nossa revelia, Clientes lancem para abatimento no Imposto de Renda, caso passem por malha fina, tais valores serão recusados. 

Na prática, só mesmo despesas médicas e odontológicas; nas demais profissões, só se tais despesas estiveram embutidas em uma mesma Nota Fiscal emitida por uma empresa hospitalar, o que não é nosso caso.

Somente MÉDICOS e ODONTÓLOGOS  podem atestar afastamento do trabalho; nem psicólogos, nem fisioterapeutas, nem terapeutas ocupacionais, nutricionistas, etc, etc, o podem.

Não raro, quando um Terapeuta Holístico tenta fazê-lo, se transforma em processo de falsidade ideológica, estelionato e exercício ilegal de profissão, dentre outros enquadramentos possíveis.

Uma coisa é atestar o comparecimento à terapia, como consideração à empresa, mas SEM pretensões de reembolso ou de isenção de faltas... Já tentar obter o abono das faltas, aí já caracteriza tentativa de fraude, ainda que certamente não tenha sido esta a intenção. Porém, do ponto de vista jurídico, alegar desconhecer a legislação não impede condenações...

Pareceres sobre o tema encontram-se em www.sinte.com.br , que transcrevemos a seguir.

Emissão de recibo e atestados

TERAPEUTAS HOLÍSTICOS são profissionais registrados nas Prefeituras como autônomos, devendo emitir recibos, que podem ser feitos no BRT - Bloco deRecomendação Terapêutica (ver ítem a seguir), com texto do tipo: "recebi de Fulana deTal, R$ xx,xx, referentes a serviços prestados em atendimento com Terapia Holística". O mesmo pode ser feito em recibos de autônomo chamados de RPA e vendidos nas boas papelarias. Quando o profissional tem uma empresa, aí ela emite Notas Fiscais, deprestação de serviços ou de venda de produtos (para venda, terá que abrir empresa, lembrando que jamais recomendamos montar ponto comercial junto ao consultório).
O Terapeuta Holístico pode fazer uso de seu BRT para Atestar o comparecimento de seu cliente ao tratamento: "Atesto, para os devidos fins, que Fulana de Tal esteve sobre atendimento com Terapia Holística, no dia XX/XX/XXX, das XXhs às XXhs".

Atenção:

    1. Inexiste Lei que obrigue a empresa onde o cliente trabalha a abonar a falta ou a restituir as despesas; aliás, nem mesmo se fosse atendimento com psicólogos ou mesmo médicos, se particulares. Muitas organizações aceitam por consideração aos seus funcionários, mas, repetimos, nenhuma Lei as obriga;
    2. Terapeutas Holísticos podem Atestar a presença de seu cliente ao tratamento, sendo terminantemente vetado qualquer atestado relativo a doenças.

Veja Norma Técnica Setorial Voluntária - NTSV - TH002

Clique Aqui para abrir o Modelo de BRT - Bloco de Recomendação Terapêutica

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 20-05-2011 13:55


Site e E-mails Especiais Para os Filiados

 

 Mais um serviço EXCLUSIVO aos nossos filiados !

Seja premiado com um SUPER E-MAIL com mais de 2 Gb e um "site" com design especial e que você mesmo edita como desejar ! 

Saiba mais !

    

Você merece ter um SUPER-EMAIL e um site com LAYOUT ESPECIALcujo conteúdo você mesmo edita !

Cada vez que divulgar seu novo e-mail e site, a sociedade terá certeza de que você é um profissional altamente qualificado e que possui CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado, pois o SINTE conquistou mais de 20 domínios PROFISSIONAIS exclusivos para nossos associados: 

Seu e-mail será no formato:
 seunome@ 

Seu e-site será no formato:
www.seunome.

 Complementado com um dos domínios listados à direita:

arteterapeuta.com.br
auriculoterapia.com.br
cromopuntura.com.br
cromoterapeuta.com.br
holopuntura.com.br
naturoterapia.com.br
psicanalista.com.br
psicoterapeutas.com.br
radiestesia.com.br
reflexoterapeuta.com.br
reikiana.com.br
reikiano.com.br
terapeutacorporal.com.br
terapeutafloral.com.br
terapiaholistica.net
terapeutaholistica.com.br
terapeutaholistico.com.br
terapeutasholisticos.com.br
terapiadevidaspassadas.com.br
terapiatradicionalchinesa.com.br
terapiatranspessoal.com.br

O e-mail é fruto da parceria SINTE e Gmail e disponibiliza aos nossos filiados mais que 2 Gb de espaço, com todas as instruções em português. O "forte" do Gmail é justamente o acesso direto via navegador de internet (Internet Explorer, Firefox e outros), mas, se mesmo assim, alguém ainda deseje usar Outlook Express ou similares, basta seguir as instruções disponíveis na Ajuda do próprio Gmail!

Você, filiado em dia, tem direito a e-mail especial, com antispam automatizado, calendário/agenda, editor de textos e planilhas, classificação inteligente e um super-sistema de busca, além de uma homepage editável no mesmo Domínio ("sobrenome") profissional que selecionar dentre as mais de 20 opções que dispomos.

Clique Aqui e Solicite

       Em relação ao seu novo Site Editável, o SINTE empenhou-se e conseguiu disponibilizar para VOCÊ de uma forma simples por meio de ferramentas online muito parecidas com os mais populares softwares editores de texto. Se você sabe usar o Word ou outros programas similares (StarOffice, OpenOffice, WordPerfect, etc…), ou mesmo, está acostumado a postar mensagens em "blogs", já está praticamente apto a editar o seu site PROFISSIONAL ESPECIAL ! Apesar de bastante simples e intuitivo, o SINTE disponibiliza um Manual Online, ensinando como melhor usufruir das ferramentas de edição! Caso precise consultar tópicos de ajuda com relação a criação, modificação e acréscimo de informações, acesse o Manual de Edição.


       Divulgue sua homepage para seus amigos e clientes!
       É o SINTE trabalhando cada vez mais e melhor por Você ! 

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:33


Manual de Edição do site do filiado

Atentem que, em seu próprio site personalizado, basta entrar com seu nome de usuário e senha que terá acesso ao menu de ajuda, que contém o Manual.

Independente disso, pode acessar "clicando" no link a seguir:

Clique Aqui Para Acessar o Manual do Usuário

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 17-05-2007 18:06


O que é Holística VIP ?

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 18-03-2015 03:56


O que é Holística FIT ?

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 02-05-2011 16:20


O que é Holística FIT ?

Holística FIT
O melhor e mais tradicional evento em nossa profissão, agora EM SUA CASA!!!

Aderindo ao Quite Fácil e ficando em dia, já pode optar por participar do congresso à distância e ter a oportunidade de conquistar seu Certificado.

Você não quer, ou não pode comparecer pessoalmente ao evento? Receba em seu endereço, após o evento o DVD Holística, gravado com os palestrantes do evento!

E ainda poderá receber o Certificado de Participação, intitulado "Jornada de Aperfeiçoamento em Terapia Holística", isso SE responder a um questionário especial em www.sinte.com.br, demonstrando que assistiu e aprendeu com o conteúdo do DVD!

Atenção: esta opção NÃO dá direito a comparecer pessoalmente nos auditórios e as vagas estão limitadas aos primeiros que quitarem o valor do investimento.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 02-05-2011 16:20


Gostaria de saber do dr. ezequias de azevedo que esta cadastrado o sinte:BA00771/07. E se posso confiar nele. Por favor me responda. Um abraço

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : Shirley Cavalcante
Última atualização: 24-04-2008 15:36


Instruções para preenchimento e envio da Proposta de Filiação

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 04-11-2015 10:53


Certificado de Terapeuta Holístico Credenciado

Todos os anos, por ocasião da revonação da anuidade, enviamos para todos os filiados ao SINTE rigorosamente em dia com as obrigações estatutárias e documentais, o Certificado de Terapeuta Holístico Credenciado, onde constam as MODALIDADES TÉCNICAS cadastradas junto à nossa organização.

O Certificado de Terapeuta Holístico Credenciado é confeccionado em tamanho 28 x 22 cm, adequado para enquadrar e ser exibido na parede dos consultórios, comprovando aos Clientes que o profissional nele identificado está compromissado contratualmente ao cumprimento das normas éticas e qualitativas da organização e em dia com suas obrigações estatutárias.

Clique Aqui para ver um Modelo do CERTIFICADO.

Com relação às modalidades exercidas em consultório que serão ostentadas no CERTIFICADO, esclarecemos que pode constar no máximo 3 (três) , as quais devem estar previamente cadastradas em nossos sistemas, com a comprovação de capacitação técnica já registrada junto ao SINTE.

A nomenclatura a ser impressa obedece às NTSV - Normas Técnicas Setoriais Voluntárias da Terapia Holística, as quais, dentre outras finalidades, sintetiza as centenas de nomes diferentes para as mesmas linhas técnicas, em Modalidades capazes de abranger todo o contexto e, desta forma, possibilitar a necessária padronização para que a sociedade possa melhor compreender a nossa profissão.

Pertinente observar que o Certificado de Terapeuta Holístico Credenciado , seja como MARCA REGISTRADA, tanto fisicamente, quanto numeração, pertencem à organização e permanecem em usufruto de cada filiado, somente enquanto manter-se como tal e igualmente permanecendo cumpridor das normas éticas e qualitativas internas. 

Ao desligar-se ou ser descredenciado, o profissional se torna ex-filiado, perdendo o direito de usufruir, nem mesmo divulgar-se com sua Carteira ou numeração de CRT, nem expor seu Certificado de Terapeuta Holístico Credenciado pois, além de anti-ético, seria ilícito, estando sujeito a sanções estatutárias e legais cabíveis (uso não autorizado de marca registrada e falsidade ideológica).

A Clientela potencial, inclusive, pode consultar ao SINTE para verificar a legitimidade do CERTIFICADO e/ou da CRT, bastando fornecer os dados do profissional, o que pode ser realizado de 2a a 6a feiras, das 9 às 17hs, exceto períodos de feriados, via (11) 3171-1913 (aceita fixos e celulares...), bem como via chat ao vivo e formulários em www.sinte.com.br, menu Fale Conosco 

 

Até mesmo, via VOZ INTERNET, ao vivo, conforme consta em nosso site, também:


 

Fale Conosco

Fale Com o SINTE Literalmente, FALE Conosco !
Seu computador tem microfone e saída de som ?
Basta "clicar" a seguir e você falará com nossas atendentes !
Funciona de 2a a 6a feiras, exceto períodos de feriados, das 9 às 17hs.
Experimente !

 

 

 Fale Com o SINTE

 

 

Autor: : SINTE
Última atualização: 13-01-2017 18:26


Instruções para preenchimento e envio do Termo de Credenciamento

Parabéns por seu zelo em iniciar a conquista de seu Credenciamento !
A solicitação de seu Credenciamento é via internet, "clicando" no link a seguir: Valorize-se !
 
Também via internet (direto no preenchimento da solicitação de credenciamento, por e-mail....), receberá anexado um arquivo em formato PDF, contendo a original do Termo de Credenciamento, personalizado com seus dados, para que preencha e nos remeta de volta, podendo optar por digitalizar e enviar por e-mail, em formato PDF ou JPG (para contato@crt.org.br ), ou, via SEDEX para Alameda Santos, 211 cj 1511 - São Paulo -SP - CEP 01419-000.
Basta imprimir e seguir as instruções de preenchimento, que incluem campos para sua assinatura, bem como coleta de sua digital, itens estes que serão digitalizados para possibilitar a inserção em sua CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado (clique aqui, caso deseje ver o modelo de CRT, frente e verso).
Conjuntamente, deve nos enviar (seja por e-mail, ou correio), foto atualizada, 3x4, padrão documental e cópia de documento de identidade oficial (ou RG, ou CNH...).
Existe a necessidade de quitar seu investimento, bastando seguir o passo a passo online, no link a seguir: Investimento - Credenciamento CRT. O formato é semelhante ao de uma "loja" virtual, sendo que, após concluir todas as etapas de seu Credenciamento junto ao CRT, passará a ter bônus para a aquisição de itens que desejar no site Livroteca
Uma vez estes passos iniciais sejam concretizados, manteremos contato continuado, para complementar seu histórico profissional, ao mesmo tempo que disponibilizarmos o acesso a serviços que complementem suas atividades terapêuticas e oportunidades especialmente selecionadas para o aperfeiçoamento das técnicas.
Nossas boas vindas e, desde já, conte sempre com nosso apoio.
Orientações extras:
 
Quanto à foto 3 x 4:

O ideal é enviar sua fotografia POR E-MAIL, em arquivo anexado, formato JPG, 
para contato@crt.org.br , lembrando de incluir seu nome completo e CRT, no texto do e-mail.

Na verdade, serve até foto tirada por celular, ou se tiver WEBCAM em seu computador, poderá fazer sua foto 3x4 online, bastando CLICAR AQUI e seguir as instruções online.


Lembre-se que a foto tem que estar adequada aos padrões DOCUMENTAIS... Tenha como exemplo, suas fotos na identidade, carteira de habilitação, carteira de trabalho e similares...

 

Atente que a foto 3x4 tem que estar NÍTIDA, RECENTE e em conformidade com as orientações transcritas na sequência deste e-mail:

 


Em relação à FOTOGRAFIA, para sua CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado, por princípio, o objetivo é IDENTIFICAR o indivíduo, daí estar de frente e sem nada que encubra detalhes faciais. 


Quanto ao fundo da foto, ele será RECORTADO, daí a necessidade de ser UNIFORME e de cor distinta à da pele, cabelo e roupas, sendo o mais tradicional, de cor branca ou cinza claro.

 

Eis algumas regras básicas, para qualquer foto documental, inclusive, para sindicatos:


1) Recente (não mais de 6 meses).

2) Formato 3 X 4 e colorida.

3) Enquadramento com o rosto de frente e centralizado, corte próximo à cabeça e no alto dos ombros, de forma que a face tome 70% a 80% da foto.

4) Foco nítido, olhar direto para a câmera, tom natural da pele, sem sombras ou brilho.

5) Para quem usa óculos, não pode ser escuros, nem de lentes coloridas e sem reflexo de luz, de forma a possibilitar que se veja os olhos.

6) Não serão aceitos bonés, gorros, chapéus, lenços, correntes, tiaras, ou qualquer item de vestuário ou acessório que encubra total ou parcialmente o cabelo ou a imagem do rosto.

7) Utilizar vestimenta compatível e sóbria e JAMAIS de cor branca (isto resultaria em confundir-se com o fundo, impedindo o recorte digital automático).

8) Se for em arquivo digital, preferencialmente em formato JPG, com resolução de 300 DPIs e se impressa vir em papel de alta qualidade, além de estar em fundo brancoou cinza claro.

9) A fotografia não poderá conter qualquer tipo de mancha, perfuração, retoque ou correção, seja manual ou digital, nem serão aceitas fotomontagens.

10) Fundo NEUTRO, de preferência cinza ou branco, sem variação de cores, nem relevo.

 

Nossas congratulações e conte sempre com nosso apoio.


Autor: : CRT
Última atualização: 28-07-2015 20:42


HIPNÓLOGA, ACUPUNTURISTA SISTEMICA E ESTETICA BARRA DE ACCES , REIKIANA 3 E DIVERSOS CURSOS LIVRES

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : Roseli Camas Milossi
Última atualização: 26-12-2018 17:50


SINTE e CRT » CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado

O que é CRT ?

CRT é a marca registrada que abrevia CRT - CARTEIRA DE TERAPEUTA HOLÍSTICO CREDENCIADO, a qual atesta a filiação ESPONTÂNEA do profissional ao SINTE, o que resulta em compromisso contratual ao cumprimento dos requisitos éticos e qualitativos de seu órgão de classe.

Pertinente observar que a CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado, seja como MARCA REGISTRADA, tanto a Carteira (fisicamente...), quanto numeração e Certificados, pertencem à organização e permanecem em usufruto de cada filiado, somente enquanto manter-se como tal e igualmente permanecendo cumpridor das normas éticas e qualitativas internas. 

Ao desligar-se ou ser descredenciado, o profissional se torna ex-filiado, perdendo o direito de usufruir, nem mesmo divulgar-se com sua Carteira ou numeração de CRT, pois, além de anti-ético, seria ilícito, estando sujeito a sanções estatutárias e legais cabíveis (uso não autorizado de marca registrada e falsidade ideológica).

É justamente toda esta segurança e "status" em ser Terapeuta Holístico Credenciado ao SINTE é que proporciona tranquilidade maior aos Clientes, os quais ainda tem à sua disposição o próprio sindicato para dirimir dúvidas e até para funções de Ouvidoria quanto ao correto e ético desempenho profissional, contatando gratuitamente de qualquer lugar do Brasil para o DDG 0800-117810, ou via eletrônica para contato@sinte.com.br e até por carta para Alameda Santos, 211 cj 1403 - São Paulo - SP - CEP 01419-000.

 

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:31


Não Obrigatoriedade do CRT

  O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT - CARTEIRA DE TERAPEUTA HOLÍSTICO CREDENCIADO - ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal.

Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as - CARTEIRAS DE TERAPEUTA HOLÍSTICO CREDENCIADO - estão sendo impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. E é justamente toda esta segurança e "status" é que retransmitimos aos nossos filiados, proporcionando tranquilidade e uma clientela maior. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois bastará telefonar gratuitamente de qualquer lugar do Brasil para 0800-117810, ou por carta, fax, internet e as nossas atendentes indicarão os filiados qualificados com CRT mais próximos da região do interessado.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 28-02-2007 16:01


O número de meu CRT mudará ao passar de "Provisório" para "Definitivo" ?

O seu número de CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado permanecerá sempre o mesmo, em respeito ao próprio filiado, que já terá impresso cartões de visita e publicidade dele se utilizando para valorizar o seu trabalho.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 20-12-2006 13:39


O que é preciso para obter o CRT Provisório

Ser credenciado ao CRT, ter quitado integralmente as parcelas do investimento anual e remeter-nos via correio (SEDEX), ou enviar por e-mail:

  1. 01 cópia LEGÍVEL de Documento de Identidade Oficial (preferencialmente RG ou RNE, se não como alternativas, ou Carteira Nacional de Habilitação, caso opte por este documento informe no verso da Proposta qual a Cidade e o Estado em que nasceu, ou Carteira de Órgão de Classe com validade nacional de documento de identidade).
  2. 01 Foto 3x4 RECENTE (menos de 06 meses)
  3. Termo de Credenciamento https://www.crt.org.br/Modelos/TermoCredenciamentoEditavel.pdf

Em relação à FOTOGRAFIA, por princípio, o objetivo é IDENTIFICAR o indivíduo, daí estar de frente e sem nada que encubra detalhes faciais. Quanto ao fundo da foto, ele será RECORTADO, daí a necessidade de ser uniforme e de cor distinta à da pele e roupas, sendo o mais tradicional, de cor branca ou cinza claro.
Eis algumas regras básicas, para qualquer foto documental, inclusive, para sindicatos:

  1. Recente (não mais de 6 meses).
  2. Formato 3 X 4 e colorida.
  3. Enquadramento com o rosto de frente e centralizado, corte próximo à cabeça e no alto dos ombros, de forma que a face tome 70% a 80% da foto.
  4. Foco nítido, olhar direto para a câmera, tom natural da pele, sem sombras ou brilho.
  5. Para quem usa óculos, não pode ser escuros, nem de lentes coloridas e sem reflexo de luz, de forma a possibilitar que se veja os olhos.
  6. Não serão aceitos bonés, gorros, chapéus, lenços, correntes, tiaras, ou qualquer item de vestuário ou acessório que encubra total ou parcialmente o cabelo ou a imagem do rosto.
  7. Utilizar vestimenta compatível e sóbria e jamais de cor branca (isto resultaria em confundir-se com o fundo, impedindo o recorte digital automático).
  8. Se for em arquivo digital, preferencialmente em formato JPG, com resolução de 300 DPIs e se impressa vir em papel de alta qualidade, além de estar em fundo branco ou cinza claro.
  9. A fotografia não poderá conter qualquer tipo de mancha, perfuração, retoque ou correção, seja manual ou digital, nem serão aceitas fotomontagens.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 24-01-2018 13:44


Meu CRT Definitivo está pronto quero saber como proceder para buscá-lo na sede

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 01-03-2007 15:31


Por que a CRT Plena tem validade de 2 anos?

O "status" é PLENO, a Carteira é que tem validade. Todas as profissões que se organizaram recentemente, a exemplo dos Jornalistas, vem adotando um prazo de validade de 02 anos como forma de estimular e garantir um contato maior e mais presente com seus associados. Profissões regulamentadas há muito tempo, optaram por validade indefinida, porém, mesmo assim, existe o desgaste da carteira pelo passar dos anos, acabando por ter que ser renovadas, também, mediante pagamento de taxa de 2a via. A título de comparação, as demais profissões pagam em separado seus sindicatos, mais os Conselhos, o que gera uma despesa em torno de R$ 600,00, em média, fora os pagamentos das associações e sociedades, que normalmente os profissionais fazem questão de participar. Nossa organização é, sem dúvida, a maior e mais promissora na área holística, mas ainda estamos muito longe das cifras financeiras de um Conselho de Medicina, para que possamos reduzir as taxas dos associados (apesar de que, nenhum Conselho, por mais rico que esteja, fez isso até hoje: pretendemos nós sermos os primeiros!). A taxa para renovação de CRT ( a cada 02 anos) é muito importante em nossas receitas, constituindo uma fonte de renda ainda indispensável para a evolução de nosso trabalho e cobertura dos custos de confecção de nossas CARTEIRAS DE TERAPEUTA HOLÍSTICO CREDENCIADO e envio pelo correio.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 28-07-2015 20:26


Perdi ou Roubaram meu CRT

Seu CRT é um documento e deve ser lavrado Boletim de Ocorrência, cuja cópia autenticada deve ser-nos remetida, juntamente com a solicitação de uma 2a via. Nossos atendentes orientarão sobre como proceder após, sendo a tramitação muito semelhante à que ocorre na renovação de CRT definitivo.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 16:33


O que é CIE - Certificado de Inscrição de Empresa

Assim como muitos profissionais tem seus "CRs", as empresas igualmente podem obter. Por exemplo: uma empresa de Arquitetura deve obter sua inscrição como empresa da área junto ao CREA - Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura, que exigirá a existência de um Arquiteto responsável e será fornecido um CIE - Certificado de Inscrição de Empresa, onde a mesma terá um número de "CREA" - Empresa e constará os dados do Arquiteto responsável e seu número de CREA. As empresas escolas voltadas à Terapia Holística podem, igualmente, obter seu CIE, filiando-se à nossa organização. A anuidade para empresas é no mesmo valor que para as pessoas físicas.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 16:37


Posso utilizar nome religioso, artístico ou numerologicamente modificado em meu CRT

O CRT segue os mesmos princípios dos demais documentos, ou seja, a grafia de seu nome será exatamente igual ao constante em sua carteira de RG ou na Certidão de Casamento nos casos em que esta acresceu algum sobrenome ao nome original. Se houvesse interesse em alterar (adulterar) nomes ao gosto de cada um, certamente o "mercado" seria grande: transexuais, místicos, religiosos, pessoas com problemas de crédito, etc. Justamente por sermos uma organização séria é que o CRT reproduz exatamente o que constar no RG, CPF e Certidão de Casamento.
São as regras para mantermos a credibilidade de nossa CARTEIRA DE TERAPEUTA HOLÍSTICO CREDENCIADO.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 16:40


O que é preciso para conquistar a CRT Plena

O que é preciso para obter a

CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado PLENA


Ser Credenciado ao CRT - Conselho de Auto Regulamentação da Terapia Holística ou ao SINTE, ter quitado integralmente as parcelas do investimento anual, ter CRT provisória e remeter-nos via correio ou internet (algumas cópias podem ser enviados por e-mail, paracontato@crt.org.br, ou via formulários em nosso site), cumprindo os cinco requisitos a seguir listados:


1)Qualificação Técnica(neste ítem escolha somente uma das 6 opções a seguir):


Ou

1.1 - Monografia sobre as técnicas exercidas, remetidas EXCLUSIVAMENTE POR E-MAIL (paracontato@crt.org.br), em formato PDF ou texto (DOC, RTF ou ODT). Acesse modelos de monografias, clicando aqui.

Ou

1.2 - Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo registrado na Prefeitura ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão;

Ou

1.3 - Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do CONSELHO;

Ou

1.4 - Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou de escolas conveniadas ao CONSELHO ou ao SINTE;

Ou

1.5 - Ser aprovado nos Cursos na CEATH - Comunidade de Estudos Avançados em Terapia Holística, coordenados pelo CONSELHO ou o SINTE;

Ou

1.6 - Ser aprovado na Certificação de Conformidade Técnica, nos Fóruns de Certificação, coordenados pelo CONSELHO ou o SINTE;


2) Taxa de Expedição a ser paga em boleto ou cartão, próximo da data de emissão da Carteira Plena.


3) Digitalização de sua digital e assinatura para impressão na CRT Plena - caso ainda não tenha fornecido antes, no Termo De Credenciamento, solicite uma via avulsa de seu Formulário de Digitalização, que lhe remeteremos por e-mail, para facilitar e acelerar os trâmites. O Formulário foi especialmente desenvolvido para a conferência de dados, coleta de digital do polegar e assinatura, que deve ser remetido de volta, podendo optar por digitalizar e enviar por e-mail, em formato PDF ou JPG (para contato@crt.org.br), ou, via SEDEX para Alameda Santos, 211 cj 1511 - São Paulo -SP - CEP 01419-000.

Desejando acessar desde já as Orientações, Clique no link a seguir: Formulário de Digitalização - Modelo.


4) Fotografia atualizada e padronizada - a ser enviada por e-mail (formato JPG), próximo à data de expedição da nova Carteira.

O objetivo é IDENTIFICAR o indivíduo, daí estar de frente e sem nada que encubra detalhes faciais.

Quanto ao fundo da foto, ele será RECORTADO, daí a necessidade de ser uniforme e de cor distinta à da pele e roupas, sendo o mais tradicional, de cor branca ou cinza claro.

Eis algumas regras básicas, para qualquer foto documental, inclusive, para sindicatos:

* Recente (não mais de 6 meses).

* Formato 3 X 4 e colorida.

* Enquadramento com o rosto de frente e centralizado, corte próximo à cabeça e no alto dos ombros, de forma que a face tome 70% a 80% da foto.

* Foco nítido, olhar direto para a câmera, tom natural da pele, sem sombras ou brilho.

* Para quem usa óculos, não pode ser escuros, nem de lentes coloridas e sem reflexo de luz, de forma a possibilitar que se veja os olhos.

* Não serão aceitos bonés, gorros, chapéus, lenços, correntes, tiaras, ou qualquer item de vestuário ou acessório que encubra total ou parcialmente o cabelo ou a imagem do rosto.

* Utilizar vestimenta compatível e sóbria e jamais de cor branca (isto resultaria em confundir-se com o fundo, impedindo o recorte digital automático).

* Se for em arquivo digital, preferencialmente em formato JPG, com resolução de 300 DPIs e se impressa vir em papel, que seja de alta qualidade, além de estar em fundo branco ou cinza claro.

* A fotografia não poderá conter qualquer tipo de mancha, perfuração, retoque ou correção, seja manual ou digital, nem serão aceitas fotomontagens.


5) Tempo de mínimo de 06 meses como associado - este resguardo de meio-ano servirá como período de experiência, possibilitando conhecer melhor o candidato, pesquisando as informações públicas disponíveis, tais como antecedentes, formas com que trabalha e se surge alguma pendência com a sociedade e o governo, que deva ser acertada antes de poder receber a CRT plena.


ESTES ITENS DEVEM SER PROVIDENCIADOS ATÉ O MÊS INDICADO NA VALIDADE DA SUA CARTEIRA. EM CASO DE DÚVIDA ENTRE EM CONTATO CONOSCO, ESTAMOS À SUA DISPOSIÇÃO.


Observações:


  • Os procedimentos de renovação de Carteira iniciam em data próxima à do prazo de validade impresso na que está em usufruto do Profissional.


  • Se tiver WEBCAM em seu computador, poderá digitalizar e enviar as cópias documentais ONLINE, bastando CLICAR AQUI e seguir as instruções.


  • Sobre a foto para sua Carteira, o ideal é enviar sua fotografia POR E-MAIL, em arquivo anexado, formato JPG, para  contato@sinte.com.br , lembrando de incluir seu nome completo e CRT, no texto do e-mail. Na verdade, serve até foto tirada por celular, ou se tiver WEBCAM em seu computador, poderá fazer sua foto 3x4 online, bastando CLICAR AQUI e seguir as instruções online.


  • Se for caso de nos enviar carta, esta deve ser via SEDEX, para Alameda Santos, 211 - cj 1511 - São Paulo - SP - CEP 01419-000, lembrando de guardar a numeração do AR - Aviso de Recebimento, para que possa rastrear entrega. Você deve acompanhar diretamente nos Correios, pelo link http://www2.correios.com.br/sistemas/rastreamento.


  • Quando os itens solicitados são recebidos em nossa organização, seja via internet ou correspondência, é realizada uma conferência preliminar e um e-mail automático lhe é enviado, com uma listagem resumida dos itens recebidos. Caso tenha remetido SEDEX e você constatar que o rastreamento nos Correios confirmou a entrega, e não receber o e-mail de confirmação em até uma semana, convém alertar, enviando e-mail para contato@crt.org.br .


  • Uma vez que nossa organização tenha recebido todos itens solicitados, será re-analisado o conteúdo, sendo enviado um novo e-mail, para a conferência final dos dados, das imagens e endereço para a entrega. Após confirmar os dados (ou corrigi-los, caso necessário), a Carteira será confeccionada e expedida (em média, em uma semana antes do vencimento da anterior...), ocasião em que será enviado novo e-mail, com os dados do AR - Aviso de Recebimento, para que possa acompanhar junto ao site dos Correios, o andamento da entrega.

  • Caso perca o prazo de 6 meses para cumprir os requisitos, a princípio, inexiste "punição"; os demais direitos associativos serão preservados, porém, a CRT PLENA igualmente atrasará, enquanto não se cumprir todos os itens.


Autor: : CRT
Última atualização: 26-08-2015 17:23


Posso obter diretamente meu CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado - "DEFINITIVO" , "pulando" a etapa do "PROVISÓRIO"?

Sempre receberá primeiramente a Carteira provisória.

 

Deve conquistar o tempo mínimo de seis meses como associado, além de, é claro, cumprir todos os demais requisitos necessários para otenção da CRT de status definitivo.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 11-06-2014 16:25


Venceu o prazo de 6 meses para apresentar a documentação para a Carteira definitiva

 Inexiste "punição" para quem perde o prazo de 6 meses para conquistar a Carteira definitiva; tão somente, a expedição da mesma aguardará que se complementem todos os requisitos. Os demais direitos associativos permanecem ativos, enquanto o filiado permanecer em dia com as demais obrigações estatutárias.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 17-01-2007 10:54


Onde devo pesquisar o CRT do terapeuta, para saber a idoniedade do mesmo?

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : Denize Leite
Última atualização: 06-02-2009 16:08


Gostaria de saber se a terapeuta que estou fazendo acumpuntura tem crt, posso consultar com vocês?

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : adriana godoy
Última atualização: 01-11-2016 11:51


Como Elaborar uma Monografia

Monografia

Uma monografia funciona aqui como um ritual de passagem, marcando o fim de uma etapa de estudos e o início de um nova fase de aplicação deste conhecimento.

Trata-se da verificação (para si mesmo, inclusive), do quanto foi assimilado na formação e da capacidade de aplicar esse aprendizado de maneira pessoal., comprovando que já está maduro a ponto de contribuir com uma obra própria que será útil a si e a todos.

Fundamentalmente, deve significar que está capacitado a continuar seu desenvolvimento por conta própria após o curso.

Fazer uma monografia implica em demonstrar a capacidade de articular idéias coerentemente, saber sintetizar conhecimento e colocá-lo em palavras, aprender a direcionar e organizar leituras, aprender a fazer pesquisa bibliográfica (busca, utilização, citações), ou seja, exercitar a capacidade de aprofundar um tema.

Toda literatura e normas técnicas para elaboração de monografias pressupõem metodologia científica. Como a Terapia Holística é ARTE, várias adaptações se fizeram necessárias, elaborando-se a síntese orientativa descrita a seguir.

A observância quanto à adequação do conteúdo às NTSV – Normas Técnicas Setoriais Voluntárias da Terapía Holística será bastante considerada na avaliação.

SELEÇAO DO TEMA

A escolha compete ao próprio discente. A temática deve ser-lhe motivante, sendo significativa em sua história pessoal e profissional.

Pode ser uma síntese de vários aprendizados que estão separados em técnicas distintas, mas ainda pertencentes à Terapia Holística.

Por exemplos, se o tema for de Holopuntura (*), poderia ser: Holopuntura e Bioenergética, Holopuntura e Geoterapia, etc.

Outra opção seria dissertar sobre um tema teórico, como "A Visão Junguiana dos Arquétipos Aplicadas à Holopuntura" (*), "A Leitura Corporal Antecipando o Conhecimento das Emoções Reprimidas A Serem Alfloradas pela Holopuntura" (*), etc.
Que tal se fosse a criação de material didático, sintetizando e organizando temas em apostilas, para ministrar um curso livre? Ou mesmo, a criação de um livro !


Pode ser também o aprofundamento de temas da Holopuntura, por exemplo "Holopuntura na Terapia Corporal" (*), "Holopuntura e os Efeitos dos Estímulos Cromopunturais" (*), "Holopuntura e o Atendimento a Vestibulandos.

(*) os temas acima são meremente ilustrativos

FORMATAÇÃO

A monografia deve ser remetida exclusivamente em meio magnético (arquivo de computador, via e-mail, ou disquete), salvo em formato universal (ou .doc, ou .rtf, ou .pdf).

Considerando que cada página terá, em média, 55 linhas, o desenvolvimento do texto (Introdução + Material e Metodologia + Resultados + Discussão + Conclusões) deve ocupar um mínimo de 15 páginas.

Digitação do Documento - Recomenda-se a utilização da fonte arial ou times new roman, tamanho 12 (tipos itálicos são usados para nomes científicos e expressões estrangeiras), em espaço de um e meio (1,5), (exceto as referências bibliográficas, que devem ter espaço um (1), ocupando apenas o anverso da página.

Configuração de Páginas - Tamanho A4, contendo margem superior de 2 cm e inferior com 2 cm; margem esquerda de 3 cm e direita com 2 cm, contendo numeração no canto superior direito, para a a qual só não considera a capa. Começa a partir da página de rosto, embora esteticamente, a grafia destes números só apareça a partir do índice. no canto superior direito, sem traços, pontos ou parênteses. A numeração das páginas preliminares (a partir da página de rosto até a última folha antes do texto) é opcional. Caso sejam numeradas, utilizar algarismos romanos representados por letras minúsculas (i, ii, iii, iv, etc.). Em se fazendo tal opção, a página de rosto (página i), não deve ser numerada, iniciando-se a numeração na página seguinte (página ii). Havendo anexos, suas páginas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento a do texto principal.

ESTRUTURA DO TRABALHO

Capa - Deve constar autoria, título do trabalho, local e data, dispostos a critério do autor. A inclusão de outros elementos é opcional.

Página de Rosto - Deve conter o nome completo do discente e seu número de CRT; o título do trabalho e subtítulo quando houver, separado do título por dois pontos (quando for explicativo) ou ponto e vírgula (quando se tratar de subtítulo complementar); o nome da instituição e departamento (SINTE – Comunidade de Estudos Avançados em Terapia Holística); indicação da disciplina (Terapia Floral de Bach); nome e CRT do orientador (Henrique Vieira Filho – CRT 21001); local e data.

Epígrafe (opcional) - Esta página é opcional, tendo uma citação de um pensamento que, de certa forma, embasou ou inspirou o trabalho. Pode ocorrer, também, no início de cada capítulo ou partes principais.

Dedicatória (opcional) - Página opcional, tendo um texto, geralmente curto, no qual o autor presta alguma homenagem ou dedica o seu trabalho a alguém.

Agradecimentos (opcional) - Página opcional, podendo ser incluídas aqui referências a Instituições ou pessoas que subvencionaram o trabalho.

Sumário - Consiste na enumeração dos capítulos do trabalho, na ordem em que aparecem no texto, com a página inicial de cada capítulo. Os capítulos devem ser numerados em algarismos arábicos, a partir da Introdução até as Referências Bibliográficas. Havendo subdivisão nos capítulos, deve ser adotada a numeração progressiva, sempre em número arábico.

Resumo - num máximo de 10 linhas, descrever do que se trata, como foi desenvolvida a monografia e conclusões mais importantes.

Introdução - apresentação do tema, acompanhada de uma descrição breve da importância do mesmo para si e para a coletividade, e um apanhado do que será o conteúdo da monografia.

Material e Metodologia - É a descrição precisa dos métodos, materiais e equipamentos utilizados, de modo a permitir a repetição dos ensaios por outros pesquisadores. Por exemplo, no caso de uma intervenção com Terapia Floral de Bahc em uma escola, descrever as características e nome da entidade, como se obteve acesso a ela, pessoas que colaboraram, que tipo de intervenção foi realizada, quantos alunos foram atendidos etc.. No caso de uma compilação teórica, relato das fontes consultadas, pontos de confluência e divergência entre as mesmas, lacunas existentes.

Resultados – apresentação, em ordem lógica, do que resultou da intervenção ou estudo realizados, sem interpretações pessoais. Podem ser acompanhados por gráficos, tabelas, mapas e figuras.

Discussão - avaliação crítica (incluindo seu ponto de vista pessoal) dos resultados da pesquisa, os quais são analisados e comparados com os já existentes sobre o assunto na literatura citada. São discutidas suas possíveis implicações, significados e razões para concordância ou discordância com outros autores. A discussão deve fornecer elementos para as conclusões.

Conclusões - Devem ser fundamentadas nos resultados e na discussão, contendo deduções lógicas e correspondentes, em número igual ou superior aos objetivos propostos. Refere-se à introdução, fechando-se sobre o início do trabalho. Decorre de tudo o que foi exposto anteriormente, a importância disso, o que se pode afirmar que parece ser verdade, o que parece ser possível descartar, as questões que ainda deixam dúvidas. Apontar caminhos de desenvolvimento posterior do tema.

Referências bibliográficas - listagem das obras citadas ou utilizadas como base conceitual ou metodológica do trabalho desenvolvido, de maneira a permitir ao leitor interessado a possibilidade de acessar o material listado. Deve ser feita em ordem alfabética dos sobrenomes dos autores. Sequência de apresentação para cada obra citada: Sobrenome do(s) Autor(es) ou da entidade em letras maiúsculas, Nome (pode ser abreviado). (Ex: FULANO, J.; SICRANO, B.).Título da Obra (sublinhada ou em itálico). Edição, Local da Publicação, Editor ou Editora, Ano de Publicação.

Anexos e Apêndices - Anexos são partes integrantes do texto, mas destacados deste para evitar descontinuidade na sequência lógica das idéias. Constituem suportes elucidativos e ilustrativos para a compreensão do texto. Apêndices constituem suportes elucidativos e ilustrativos, porém não essenciais à compreensão do texto. Quando existe a necessidade, no trabalho, de vários anexos ou apêndices, cada um deles deve ter no alto da página a indicação em letras maiúsculas , seguido do número correspondente em algarismo arábico. No texto devem ser citados entre parênteses.

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:30


Instruções para preenchimento e envio da Proposta de Filiação

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 04-11-2015 10:53


Certificado de Terapeuta Holístico Credenciado

Todos os anos, por ocasião da revonação da anuidade, enviamos para todos os filiados ao SINTE rigorosamente em dia com as obrigações estatutárias e documentais, o Certificado de Terapeuta Holístico Credenciado, onde constam as MODALIDADES TÉCNICAS cadastradas junto à nossa organização.

O Certificado de Terapeuta Holístico Credenciado é confeccionado em tamanho 28 x 22 cm, adequado para enquadrar e ser exibido na parede dos consultórios, comprovando aos Clientes que o profissional nele identificado está compromissado contratualmente ao cumprimento das normas éticas e qualitativas da organização e em dia com suas obrigações estatutárias.

Clique Aqui para ver um Modelo do CERTIFICADO.

Com relação às modalidades exercidas em consultório que serão ostentadas no CERTIFICADO, esclarecemos que pode constar no máximo 3 (três) , as quais devem estar previamente cadastradas em nossos sistemas, com a comprovação de capacitação técnica já registrada junto ao SINTE.

A nomenclatura a ser impressa obedece às NTSV - Normas Técnicas Setoriais Voluntárias da Terapia Holística, as quais, dentre outras finalidades, sintetiza as centenas de nomes diferentes para as mesmas linhas técnicas, em Modalidades capazes de abranger todo o contexto e, desta forma, possibilitar a necessária padronização para que a sociedade possa melhor compreender a nossa profissão.

Pertinente observar que o Certificado de Terapeuta Holístico Credenciado , seja como MARCA REGISTRADA, tanto fisicamente, quanto numeração, pertencem à organização e permanecem em usufruto de cada filiado, somente enquanto manter-se como tal e igualmente permanecendo cumpridor das normas éticas e qualitativas internas. 

Ao desligar-se ou ser descredenciado, o profissional se torna ex-filiado, perdendo o direito de usufruir, nem mesmo divulgar-se com sua Carteira ou numeração de CRT, nem expor seu Certificado de Terapeuta Holístico Credenciado pois, além de anti-ético, seria ilícito, estando sujeito a sanções estatutárias e legais cabíveis (uso não autorizado de marca registrada e falsidade ideológica).

A Clientela potencial, inclusive, pode consultar ao SINTE para verificar a legitimidade do CERTIFICADO e/ou da CRT, bastando fornecer os dados do profissional, o que pode ser realizado de 2a a 6a feiras, das 9 às 17hs, exceto períodos de feriados, via (11) 3171-1913 (aceita fixos e celulares...), bem como via chat ao vivo e formulários em www.sinte.com.br, menu Fale Conosco 

 

Até mesmo, via VOZ INTERNET, ao vivo, conforme consta em nosso site, também:


 

Fale Conosco

Fale Com o SINTE Literalmente, FALE Conosco !
Seu computador tem microfone e saída de som ?
Basta "clicar" a seguir e você falará com nossas atendentes !
Funciona de 2a a 6a feiras, exceto períodos de feriados, das 9 às 17hs.
Experimente !

 

 

 Fale Com o SINTE

 

 

Autor: : SINTE
Última atualização: 13-01-2017 18:26


Instruções para preenchimento e envio do Termo de Credenciamento

Parabéns por seu zelo em iniciar a conquista de seu Credenciamento !
A solicitação de seu Credenciamento é via internet, "clicando" no link a seguir: Valorize-se !
 
Também via internet (direto no preenchimento da solicitação de credenciamento, por e-mail....), receberá anexado um arquivo em formato PDF, contendo a original do Termo de Credenciamento, personalizado com seus dados, para que preencha e nos remeta de volta, podendo optar por digitalizar e enviar por e-mail, em formato PDF ou JPG (para contato@crt.org.br ), ou, via SEDEX para Alameda Santos, 211 cj 1511 - São Paulo -SP - CEP 01419-000.
Basta imprimir e seguir as instruções de preenchimento, que incluem campos para sua assinatura, bem como coleta de sua digital, itens estes que serão digitalizados para possibilitar a inserção em sua CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado (clique aqui, caso deseje ver o modelo de CRT, frente e verso).
Conjuntamente, deve nos enviar (seja por e-mail, ou correio), foto atualizada, 3x4, padrão documental e cópia de documento de identidade oficial (ou RG, ou CNH...).
Existe a necessidade de quitar seu investimento, bastando seguir o passo a passo online, no link a seguir: Investimento - Credenciamento CRT. O formato é semelhante ao de uma "loja" virtual, sendo que, após concluir todas as etapas de seu Credenciamento junto ao CRT, passará a ter bônus para a aquisição de itens que desejar no site Livroteca
Uma vez estes passos iniciais sejam concretizados, manteremos contato continuado, para complementar seu histórico profissional, ao mesmo tempo que disponibilizarmos o acesso a serviços que complementem suas atividades terapêuticas e oportunidades especialmente selecionadas para o aperfeiçoamento das técnicas.
Nossas boas vindas e, desde já, conte sempre com nosso apoio.
Orientações extras:
 
Quanto à foto 3 x 4:

O ideal é enviar sua fotografia POR E-MAIL, em arquivo anexado, formato JPG, 
para contato@crt.org.br , lembrando de incluir seu nome completo e CRT, no texto do e-mail.

Na verdade, serve até foto tirada por celular, ou se tiver WEBCAM em seu computador, poderá fazer sua foto 3x4 online, bastando CLICAR AQUI e seguir as instruções online.


Lembre-se que a foto tem que estar adequada aos padrões DOCUMENTAIS... Tenha como exemplo, suas fotos na identidade, carteira de habilitação, carteira de trabalho e similares...

 

Atente que a foto 3x4 tem que estar NÍTIDA, RECENTE e em conformidade com as orientações transcritas na sequência deste e-mail:

 


Em relação à FOTOGRAFIA, para sua CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado, por princípio, o objetivo é IDENTIFICAR o indivíduo, daí estar de frente e sem nada que encubra detalhes faciais. 


Quanto ao fundo da foto, ele será RECORTADO, daí a necessidade de ser UNIFORME e de cor distinta à da pele, cabelo e roupas, sendo o mais tradicional, de cor branca ou cinza claro.

 

Eis algumas regras básicas, para qualquer foto documental, inclusive, para sindicatos:


1) Recente (não mais de 6 meses).

2) Formato 3 X 4 e colorida.

3) Enquadramento com o rosto de frente e centralizado, corte próximo à cabeça e no alto dos ombros, de forma que a face tome 70% a 80% da foto.

4) Foco nítido, olhar direto para a câmera, tom natural da pele, sem sombras ou brilho.

5) Para quem usa óculos, não pode ser escuros, nem de lentes coloridas e sem reflexo de luz, de forma a possibilitar que se veja os olhos.

6) Não serão aceitos bonés, gorros, chapéus, lenços, correntes, tiaras, ou qualquer item de vestuário ou acessório que encubra total ou parcialmente o cabelo ou a imagem do rosto.

7) Utilizar vestimenta compatível e sóbria e JAMAIS de cor branca (isto resultaria em confundir-se com o fundo, impedindo o recorte digital automático).

8) Se for em arquivo digital, preferencialmente em formato JPG, com resolução de 300 DPIs e se impressa vir em papel de alta qualidade, além de estar em fundo brancoou cinza claro.

9) A fotografia não poderá conter qualquer tipo de mancha, perfuração, retoque ou correção, seja manual ou digital, nem serão aceitas fotomontagens.

10) Fundo NEUTRO, de preferência cinza ou branco, sem variação de cores, nem relevo.

 

Nossas congratulações e conte sempre com nosso apoio.


Autor: : CRT
Última atualização: 28-07-2015 20:42


Filiação

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : José Lúcio Cursi
Última atualização: 08-02-2019 14:26


Livroteca

O que é o Projeto Livroteca ?

Livroteca - www.livroteca.com.br

Missão: ofertar publicações e aprendizados de boa qualidade com a melhor relação custo/benefício.

Visão: ser a fonte de referência para todos que buscam a melhor leitura e conhecimento

Valores: privilegiar o uso de materiais ecologicamente corretos, propiciar oportunidades para novos talentos, trabalhar especialmente com publicações (e materiais correlatos) de elevado nível ético e qualitativo.

O Projeto Livroteca é um Empreendimento Sócio-Cultural sem fins lucrativos, nascido do investimento social de organizações parceiras, as quais propiciaram capital social (conjunto de Valores tais como honestidade, solidariedade, capacidade de união e perseverança, abordagem holística e ecológica) e humano (entendido como o conjunto de conhecimentos e habilidades dos indivíduos), além de estrutural (cessão de instalações e equipamentos).

Nossos parceiros tem em comum a premissa de que o acesso justo à educação continuada e a todas as demais formas de conhecimento conduzem ao aprimoramento do capital humano, habilitando indivíduos e suas organizações a maximizar seus potenciais pessoais (profissionais, inclusive...) resultando em maior qualidade de vida para todos.

Ainda que sem objetivar lucratividade, o projeto Livroteca tem que criar uma engrenagem econômica que lhe permita cumprir suas demais obrigações pertinentes, tais como a produção de bens e serviços, a autogestão e a remuneração do trabalho envolvido, e, especialmente, alcançar sua Missão Social de ofertar publicações e aprendizados de boa qualidade com a melhor relação custo/benefício.

Para tanto, disponibilizamos livros, revistas, cursos e materiais correlatos, de boa qualidade a valores abaixo dos praticados pelo mercado, além de descontos progressivos premiando o grau de parceria e fidelidade de cada favorecido. Desta forma, garante-se a sustentabilidade do projeto e mantém-se a premissa de aplicar o capital financeiro a serviço do humano e social.

Nosso Público Alvo é VOCÊ e todos os demais interessados em ampliar seus potenciais por meio da leitura e demais formas de acesso ao conhecimento.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 20-12-2006 17:40


Regras Gerais - Livroteca

O Projeto Livroteca é uma proposta sem fins lucrativos, filosofia a qual, acrescida da racionalização de despesas, possibilita praticarmos valores abaixo aos encontrados no mercado comercial, além de dispormos de alguns produtos e serviços exclusivos. Para maiores detalhes. acesse o link Quem Somos.

A Livroteca é aberta para o público em geral, bastando cadastrar-se no site para usufruir. Outrossim, benefícios ainda maiores são ofertados, na forma de descontos especiais, aos membros das entidades parceiras, em especial, aos filiados do SINTE e assinantes da ESPIRAL DO LIVRO. Tais descontos são selecionados no ato da compra e, claro, sujeitos a confirmação de veracidade.

Igualmente na forma de valores finais mais em conta, prestigiamos as opções de quitação menos custosas, sendo mais vantajosa a utilização de cartões de crédito e boleto bancário (nesta ordem...).

Como regra, os produtos que necessitem de entrega são remetidos via SEDEX ou carta registrada (opções a serem definidas no formulário de compra). Excepcionalmente, pode-se economizar a postagem e retirar na sede de uma de nossas entidades parceiras, localizada à Alameda Santos, 211 - cj 1403 – Metrô Brigadeiro – São Paulo – SP - Importante: para esta opção que foge à regra, deve-se realizar o agendamento via telefone (11) 3171-1913, definindo quais produtos, quitação, data e horário para retirada.

As ofertas são condicionadas à disponibilidade de estoque e à confirmação bancária das quitações, sendo após esta, providenciada a postagem dos produtos (se for o caso), cujo prazo usual é de 3 dias úteis para SEDEX e de 5 dias úteis para carta registrada.

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:25


Privacidade e Segurança - Livroteca

Todos os dados cadastrais e de compras são de utilização exclusiva para o Projeto Livroteca, mantendo-se registro apenas do que for essencial a facilitar seus acessos posteriores. De forma alguma a mala direta é disponibilizada a terceiros.

Uma vez registrado no site, o usuário pode optar em receber (por e-mail), automaticamente, novidades sobre os produtos e serviços.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 20-12-2006 17:55


Fretes, Trocas e Devoluções - Livroteca

Fretes:

Como regra, os produtos que necessitem de entrega são remetidos via SEDEX ou carta registrada (opções a serem definidas no formulário de compra), cujos valores baseiam-se nas tabelas de preços fornecidas pela ECT – Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, variando em conformidade à distância, peso e opção de entrega.

Excepcionalmente, pode-se economizar a postagem e retirar na sede de uma de nossas entidades parceiras, localizada à Alameda Santos, 211 - cj 1403 – Metrô Brigadeiro – São Paulo – SP - Importante: para esta opção que foge à regra, deve-se realizar o agendamento via telefone (11) 3171-1913, definindo quais produtos, quitação, data e horário para retirada.

As ofertas são condicionadas à disponibilidade de estoque e à confirmação bancária das quitações, sendo após esta, providenciada a postagem dos produtos (se for o caso), cujo prazo usual é de 3 dias úteis para SEDEX e de 5 dias úteis para carta registrada.

 

Política de Troca e Devolução:

As situações previstas são:

1. Desistência

Caso você receba o produto e desista de sua compra, você tem a opção de devolver o produto e receber uma restituição no valor da compra, incluindo o valor do frete.

Orientações:

* Você deve entrar em contato com nossa Central de Atendimento, via e-mail contato@livroteca.com.br , ou (11) 3171-1913 (para melhor atendimento, as conversas serão automaticamente gravadas) em até 7 (sete) dias corridos após o recebimento do produto adquirido. Solicitações fora desse prazo não serão aceitas.

* O produto tem que ser devolvido via SEDEX, ou pessoalmente, à Alameda Santos, 211 cj 1403 – CEP 01419-000 – São Paulo – SP, em sua embalagem original, sem indícios de uso. Constatada qualquer divergência, como mau uso ou embalagem violada, a Livroteca fica isenta de aceitar a devolução e fazer a restituição de valor, podendo reenviar o produto a você sem consulta prévia. Portanto, para sua maior segurança, certifique-se que o produto recebido atende sua expectativa antes de violar a embalagem.

* Você deve devolver o produto sempre com a via do Recibo (entidades sem fins lucrativos são isentas de emissão de nota fiscal...), e uma carta descrevendo o motivo da devolução. A ausência do Recibo impedirá a identificação de seu pedido e consequentemente a restituição do valor pago.

* A restituição do valor será providenciada somente após o recebimento e análise das condições do(s) produto(s) devolvido(s). Você poderá optar por:

o Restituição do valor do produto, incluindo valor do frete:

+ Em compras pagas através de cartão de crédito, o estorno ocorrerá em até 2 (duas) faturas subseqüentes. Este procedimento é de co-responsabilidade da administradora do seu banco ou cartão.

+ Em compras pagas através de boleto bancário, a restituição será efetuada via DOC na conta corrente indicada por você. Este DOC será feito em sua conta corrente em até 10 (dez) dias úteis.

 

2. Produto avariado ou com defeitos de fabricação

Caso você receba o produto adquirido avariado pelo transporte ou por defeitos de fabricação, será feita a substituição do produto avariado por um outro produto igual ao descrito em seu Recibo.

Orientações:

* Se você detectar no ato da entrega que o produto ou a embalagem foi avariada no transporte, recuse a entrega imediatamente e entre em contato com nossa Central de Atendimento, via e-mail contato@livroteca.com.br , ou (11) 3171-1913.

* Caso você detecte a avaria após o recebimento, você tem 24 horas para entrar em contato com a nossa Central. Solicitações fora desse prazo não serão aceitas.

* A troca será efetivada somente após o recebimento e análise das condições do(s) produto(s) devolvido(s). Constatada qualquer divergência, como ausência de avaria ou indícios de mau uso, a Livroteca fica isenta de aceitar a devolução e fazer a troca, podendo reenviar o produto a você sem consulta prévia. Portanto, para sua maior segurança, certifique-se no ato da entrega se o produto foi avariado durante o transporte e, após isso, verifique o quanto antes se apresenta algum defeito de fabricação.

* O produto tem que ser devolvido via SEDEX, ou pessoalmente, à Alameda Santos, 211 cj 1403 – CEP 01419-000 – São Paulo – SP, em sua embalagem original. Constatada qualquer divergência, como mau uso, a Livroteca fica isenta de aceitar a devolução e fazer a restituição de valor, podendo reenviar o produto a você sem consulta prévia. Portanto, para sua maior segurança, certifique-se que o produto recebido atende sua expectativa antes de violar a embalagem e, após abrir, verifique o quanto antes se possui algum defeito de fabricação.

* Você deve devolver o produto sempre com a via do Recibo (entidades sem fins lucrativos são isentas de emissão de nota fiscal...), e uma carta descrevendo o motivo da devolução. A ausência do Recibo impedirá a identificação de seu pedido e consequentemente a restituição do valor pago ou troca.

* A Livroteca tem 30 (trinta) dias corridos, a contar da data do recebimento do seu produto, para resolver a ocorrência comunicada por você à nossa Central de Atendimento. Após esse prazo, você pode optar por:

o Troca por outro produto similar, em perfeitas condições de uso;

o Restituição do valor pago, corrigido monetariamente;

o Abatimento proporcional ao valor pago na compra de outro produto.

3. Produto em desacordo com o pedido

Caso você receba um produto diferente do produto adquirido, você pode optar por:

o Troca do produto (será enviado o produto correto, conforme o que está descrito em sua nota fiscal);

Orientações:

* Se você detectar no ato da entrega que o produto é divergente do produto que você adquiriu, recuse a entrega imediatamente e entre em contato com nossa Central de Atendimento, via e-mail contato@livroteca.com.br , ou (11) 3171-1913.

* Caso você detecte a divergência após o recebimento, você tem 24 horas para entrar em contato com a nossa Central. Solicitações fora desse prazo não serão aceitas.

* A troca só será efetivada somente após o recebimento e análise do(s) produto(s) devolvido(s). Se for constatada a ausência de divergência entre produto adquirido e o que foi entregue ou indícios de mau uso, a Livroteca fica isenta de aceitar a devolução e fazer a troca, podendo reenviar o produto a você sem consulta prévia. Portanto, para sua maior segurança, certifique-se no ato da entrega se o produto entregue é igual ao produto adquirido, basta confrontar o Recibo com o conteúdo da embalagem.

* O produto tem que ser devolvido via SEDEX, ou pessoalmente, à Alameda Santos, 211 cj 1403 – CEP 01419-000 – São Paulo – SP, em sua embalagem original, sem indícios de uso. Constatada qualquer divergência, a Livroteca fica isenta de aceitar a devolução e fazer a restituição de valor, podendo reenviar o produto a você sem consulta prévia. Portanto, para sua maior segurança, certifique-se que o produto recebido atende sua expectativa antes de violar a embalagem e, após abrir, que se verifique o quanto antes se corresponde ao seu pedido de compra.

* Você deve devolver o produto sempre com a via do Recibo (entidades sem fins lucrativos são isentas de emissão de nota fiscal...), e uma carta descrevendo o motivo da devolução. A ausência do Recibo impedirá a identificação de seu pedido e consequentemente a restituição do valor pago ou troca.

* No caso de você optar por troca, será enviado o produto correto, conforme descrição que consta no Recibo.

* A Livroteca tem 30 (trinta) dias corridos, a contar da data do recebimento do seu produto em nosso Central para resolver a ocorrência comunicada por você. Após esse prazo, você pode optar por:

o Troca por outro produto similar, em perfeitas condições de uso;

o Restuição do valor pago, corrigido monetariamente;

o Abatimento proporcional ao valor pago na compra de outro produto.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 04-11-2015 10:52


O que é Coleção Holopédia?

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 18-03-2015 03:58


SINTE e CRT » Como entrar em contato

Antes de contactar ou visitar o SINTE

Primeiramente, consulte esta seção da nossa página da Internet; ela foi concebida em nossa experiência de inúmeros anos de atendimento ao público. Muito provavelmente, sua questão já ocorreu a outras pessoas anteriormente e a resposta já está disponível aqui.
Uma vez não obtendo uma resposta a contento, entre em contato conosco:
Por telefone: a imensa maioria das questões pode ser solucionada por este meio, sendo a opção mais rápida e prática;
Por escrito: é meio ideal para assuntos complexos e oficiais, onde a qualidade ou a quantidade de informações se diluiriam se o contato fosse puramente verbal. O veículo mais rápido e prático é o envio de e-mails, cuja resposta lhe retorna em 01 dia útil; para FAXs, o prazo é de 05 dias úteis e para cartas, 10 dias úteis;
Pessoalmente: uma opção prática quando for para entrega ou recebimento de documentos, ofícios, ou quando se necessite de assinaturas e preenchimento de formulários, ou situações de pagamentos de anuidades, filiações, congressos e demais investimentos, pois terá à sua disposição o maior e melhor leque de opções: boleto, cheque, cheque eletrônico, cartão de crédito.

DICAS IMPORTANTES:
  • é de fundamental importância manter atualizados seus dados cadastrais para que receba a tempo nossos materiais, mantendo-se sempre bem informado. Assim sendo, caso mude seu endereço e/ou telefone, comunique-nos.
  • Leia sempre no mesmo dia as correspondências que lhe remetermos, pois sempre haverá informações importantes e interessantes e oportunidades podem ser perdidas se deixarem para ler depois. Muitas vezes, as questões que iria nos fazer já estarão respondidas na carta.
  • Assim como, certamente, possui pastas/arquivos onde guarde em separado documentos importantes, tais como recibos para Imposto de Renda, fichas de clientes, etc., trate com igual carinho e cuidado tudo o que se refira ao SINTE, afinal, somos o organismo oficial a defender a Terapia Holística no Brasil, que é a sua, a nossa profissão. Tenha também uma pasta/arquivo exclusiva para seu relacionamento com o SINTE: nela, deixe anotado quem lhe atendeu, o dia, a hora, o assunto, pois este histórico pode ser útil no futuro. Guarde cópias ou originais de tudo o que recebeu de nossa organização e de tudo o que nos enviou, bem como de comprovantes de pagamentos.
  • Para agilizar ainda mais seu atendimento, tenha sempre à mão o número de seu CRT ao nos contactar. Quando nos remeter e-mails, cartas ou FAXs, lembre-se de incluir seu CRT, telefone e endereços ATUALIZADOS para contato. Estes pequenos cuidados agilizam e muito o atendimento às suas solicitações.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 16:46


Como contactar o SINTE

Atendimento ao público:
Al. Santos, 211 - cj. 1403 - CEP 01419-000 - São Paulo - SP - próximo ao Metrô Brigadeiro,
1ª paralela à Av. Paulista – 2ª a 6ª feira, das 9h00 às 17h00.

(Discagem Direta Gratuita): 0800-117810
TRONCO-CHAVE: (11) 3171-1913

Internet: www.sinte.com.br
E-mail: contato@sinte.com.br

A esmagadora maioria das situações pode e deve ser resolvida diretamente com nossas atendentes. É bom lembrar que elas são seres humanos, merecem o carinho e respeito de todos nós e são justamente elas que estão preparadas e treinadas para triar os atendimentos e dar-lhes o encaminhamento correto.
Diretoria é sempre a última instância, jamais a primeira, em qualquer organização. A inversão desta ordem tornaria impossível atender aos nossos milhares de associados em termos de prioridades de interesse GERAL.
Todos são bem-vindos a visitar nossa sede. Existe, também, inúmeros meios de contato eficientes e mais rápidos do que pessoalmente e que solucionam a grande maioria das situações.
A aproximação entre a Direção e os associados é fundamental, devendo ser adequada às dimensões continentais de nosso país e do grande número de filiados (felizmente, cada vez maior), em equilíbrio com a racionalização da verba limitada. Não há como ser íntimo de milhares de associados distribuídos por todo o Brasil, razão pela qual a Diretoria se torna disponível de forma cada vez mais eletrônica: e-mails, faxs, boletins, televisão, salas de bate-papo em nosso site, cartas, teleconferência (com auditórios da EMBRATEL disponíveis nas capitais, além de poder ser captado por parabólicas) e, pessoalmente, nas Residências em Terapia Holística nos Serviços Públicos de Saúde, nos Congressos, nas Cerimônias de Entrega de CRT e similares, ou, ainda, com hora marcada, em reuniões (desde que o tema seja pertinente, claro).

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 16:47


Como solicitar a filiação ao Sinte

O interessado entra em contato ou pelos telefones DDG 0800-117810, ou (11) 3171-1913, ou pela Internet em www.sinte.com.br e basta passar seus dados cadastrais para nossos atendentes. No menor espaço de tempo possível, estaremos enviando Proposta Oficial via correio, juntamente com boletos bancários referentes ao valor do investimento na filiação divididos em 03 parcelas mensais via boleto ou à vista com desconto.

Outra opção vantajosa é a quitação via cartão de crédito, que pode ser feita, também pelos telefones acima, parcelado em 4x sem juros. Se preferir, venha conhecer nossa sede principal à Al. Santos, 211 - cj. 1403 - CEP 01419-000 - São Paulo - SP, o­nde poderá acelerar a tramitação, preenchendo na mesma hora sua Proposta Oficial de filiação e obtendo, além das opções que quitação acima, mais duas: o cheque convencional e o cheque eletrônico, ou seja, diretamente com seu cartão magnético do banco, podendo pré-datar a compensação.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 01-02-2011 17:44


Há 2 meses que não recebo correspondência

Entre em contato pelos telefones 0800-117810 ou (11) 3171-1913 e confira seus dados cadastrais junto às nossas atendentes.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 26-01-2007 13:18


Por que todo mês recebo boletos bancários

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 04-03-2016 15:16


Já passou a data para pagamento

Dê preferência sempre às quitações com cartões de crédito (pode ser feito por telefone ou internet) e cheque eletrônico (para esta opção, comparecer à sede munido de seu cartão magnético do banco), pois além de evitar filas, desperdício de folhas de talão de cheque, ainda existe a tranquilidade de que o acerto é feito automaticamente na data combinada.
Se optou por boleto bancário e este, por algum motivo (atraso de correio, viagem, etc.), já está vencido, basta nos telefonar e acertar por meio de uma das opções acima.
Se o pagamento atrasado se referir à GRCSU - Guia de Recolhimento de Contribuição Sindical Urbana, basta acrescer 10% sobre o valor original, nos 30 primeiros dias, com adicional de 2% por mês subsequente e juros de mora de 1% ao mês e correção monetária. Caso tenha dificuldades em acertar a GRCSU junto ao banco, o valor pode ser quitado à nossa organização e realizaremos o pagamento junto a agências bancárias mais experientes quanto a este tipo de imposto.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 04-11-2015 10:57


Como o SINTE me ajuda se não possui representação em minha cidade

Estamos presentes no Brasil todo, graças aos meios de comunicação e transporte: correio, internet, vídeo conferência, telefone, fax e aviões tornam possível nossa presença sempre onde e quando mais necessário e útil for. A maior parte dos Conselhos profissionais estão justamente fechando suas regionais para maior racionalização de recursos financeiros e humanos, além de facilitar a administração.

Um bom exemplo de nossa atuação nacional foi possibilitar aos filiados sairem da clandestinidade e obter seu merecido registro nas Prefeituras de todo o Brasil, isto, fora um sem-número de profissionais que retiramos, literalmente, das cadeias, acusados injustamente de "exercício ilegal de medicina" (primeiro vão presos, depois é que lembram de se filiar a nós...), sem sequer precisarmos sair de nossa sede, pois, graças a serviços como telefone, fax, SEDEX, e-mail e, em caso de urgência, avião, atuamos em todo o território nacional.

Milhares de clientes potenciais foram conquistados para nossos filiados, inclusive pelo sistema HoloCARD, cuja divulgação está em todo o Brasil, o que pode ser conferido simplesmente comprando as revistas Cláudia, Nova, Manequim, Ponto Cruz, Faça e Venda e Nova Beleza, além, é claro, de um sem-número de reportagens. Isto, somado aos nossos programas de televisão, em especial pela REDE MULHER, ou por assinatura na NET e TVA em todos os Estados brasileiros, de Norte a Sul.


Neste ano, estivemos ao vivo em todo o Brasil graças ao SINTeV Executiva, via EMBRATEL, com a presença dos mais renomados profissionais dissertando sobre as Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, que pode ser acompanhada ao vivo, inclusive ativamente pelo telefone e fax, graças à transmissão em sinal aberto que pode ser assistida por parabólicas em 1280 Mhz ou canal 9 (padrão TecSat) ou, ainda, em nosso site www.sinte.com.br, ou, também, nos próprios auditórios da EMBRATEL, nas principais capitais.
Graças à evolução de nosso departamento de informática, o CORREIO funciona como um elo de ligação entre a organização e nossos filiados. Cada correspondência vai totalmente personalizada, com mensagens específicas para você. Por exemplo: se está com sua situação financeira totalmente em dia, no boleto haverá uma mensagem lhe agradecendo e parabenizando. Se houvesse alguma pendência em aberto, teria um texto alertando do que se trata, qual o valor e propondo a quitação. Muitas vezes, existirá mensagens convidando-o a se inscrever em Congressos, eventos, à Campanha HoloCARD, à Campanha de Antecipação Parcelada e com Descontos na Anuidade; a leitura atenta dos textos torna claro quando estaremos oferecendo a oportunidade de quitar eventos onde inexiste obrigatoriedade e quando for caso de obrigações financeiras de associados, tipo anuidade e taxas de expedição de documentos.
Como pode observar, graças à tecnologia, podemos atuar eficientemente em qualquer ponto de nosso país, por mais distante que seja e somos facilmente contactados por correio, e-mail, telefone (são 15 linhas à sua disposição pelo tronco chave (11) 3171-1913 ou DDG (discagem gratuita) 0800-117810), além das diversas ocasiões em que estamos pessoalmente.
A aproximação entre a Direção e os associados é fundamental, devendo ser adequada às dimensões continentais de nosso país e do grande número de filiados (felizmente, cada vez maior), em equilíbrio com a racionalização da verba limitada. Não há como ser íntimo de milhares de associados distribuídos por todo o Brasil, razão pela qual a Diretoria se torna disponível de forma cada vez mais eletrônica: e-mails, faxs, boletins, televisão, salas de bate-papo em nosso site, cartas, teleconferência (com auditórios da EMBRATEL disponíveis nas capitais, além de poder ser captado por parabólicas) e, pessoalmente, nas Residências em Terapia Holística nos Serviços Públicos de Saúde, nos Congressos, nas Cerimônias de Entrega de CRT e similares, ou, ainda

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 16:59


O SINTE possui representantes? Posso ser um representante?

Via de regra, inexiste representantes, devendo todo o contato ser realizado diretamente com a nossa organização (veja também: Como contactar o SINTE). Experiências anteriores nos ensinaram que as representações regionais, longe de ajudar, trouxeram maiores dificuldades administrativas, com inúmeros casos de extravio de documentos e valores, entregues nas mãos de pessoas não autorizadas. Muitos casos surgiram de falsificações de nossas fichas oficiais de filiação e de montagem de falsas representações, fazendo uso de nomes assemelhados aos de nossas entidades. Excepcionalmente, em Congressos e em Cursos Reconhecidos, pessoas autorizadas poderão concretizar as filiações, receber quitações e documentos, mas todo o cuidado é pouco: verifique bem o nome que consta nas fichas de filiação, bem como se há a Chancela em Relevo. Exija sempre recibo e, em caso de dúvidas, ligue para 0800-117810 e confirme as informações.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:01


Como faço para obter a mala direta do SINTE

Nossos cadastros são os mais completos e atualizados existentes sobre profissionais da Terapia Holística. O sigilo é um direito de todos os que se credenciam, razão pela qual a mala direta não está à venda. Aquele que se interessar em divulgar serviços, cursos ou produtos junto aos nossos filiados poderá fazê-lo incluindo publicidade em nossos Boletins Informativos, CD-ROMs ou anexos às postagens, de forma tal que seja preservado o sigilo cadastral. Os custos de veiculação variam de caso a caso e dependem, igualmente, do material ser previamente aprovado do ponto de vista ético, técnico e jurídico.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:02


SINTE e CRT » Cursos

Cursos conveniados ao CRT

Existem, atualmente, 02 níveis de relacionamento entre nossa organização e os cursos ministrados por nossos filiados:

  1. APOIADO - Todo filiado que ministra cursos pode divulgar que conta como o APOIO de nossa organização.
  2. CONVENIADO - Ter um curso conveniado a nossa organização significa que o aluno, para obter o CRT definitivo, não terá que apresentar-nos trabalhos escritos ou testemunhos de exercício profissional (atenção: terá que, entretanto, apresentar o registro na Prefeitura e atestados de sanidade e antecedentes). Para o CRT conveniar cursos, é preciso enviar-nos as material com a parte didática do curso com carga horária mínima de 300 horas/aulas, grade curricular, ter uma empresa aberta que lhe permita ministrar cursos livres, obter o CIE (ver ítem acima), o Terapeuta responsável ter CRT definitivo, todos os professores serem filiados e o compromisso de só receberem diplomas os alunos que também se filiarem, além da escola ter métodos aprovados pela entidade no referente à forma de avaliação final de seus formandos. Esclarecemos ainda que a apresentação do material didático deverá ser através de meio magnético (disquete), e-mail, mídia digital (CD-Rom).

IMPORTANTE: EM QUALQUER UM DESTES DOIS NÍVEIS, AS PROPAGANDAS DOS CURSOS DEVERÃO SER ENVIADAS COM ANTECEDÊNCIA PARA AVALIAÇÃO PRÉVIA DE NOSSA ASSESSORIA JURÍDICA, ANTES DE DIVULGÁ-LA AO GRANDE PÚBLICO.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 22-09-2017 14:20


Abertura de Escola de Cursos Livres

A solução mais rápida para o caso é a abertura de firma denominada Empresário Individual. Como as condições de abertura variam em cada cidade, será fundamental encontrar um Contador experiente em sua própria região. Ao preencher o Requerimento Empresário, tome cuidado para escolher um Nome Comercial que não pareça com nome de "farmácia" ou de "consultório médico". Usem, por exemplo, Fulano de Tal - Serviços em Terapia Holística Ltda. - ME, será uma empresa prestadora de serviços de Terapia Holística (este seria o objetivo social, a ser incluído nas cláusulas contratuais)." No campo Objeto/Atividade Econômica, preencham com o máximo de detalhes, por exemplo: "PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E ORIENTAÇÃO EM TERAPIA HOLÍSTICA,TAIS COMO: "PARAPSICOLOGIA, TERAPIA CORPORAL, QUIROPATIA, CINESIOLOGIA, REIKI, P.N.L., TAROT" Observação: as técnicas citadas são meramente ilustrativas; cada um pode adaptar esta lista com as técnicas que realmente use ou pretenda vir a usar. Convém prevenir que o enquadramento ao SIMPLES não mais será acatado: apesar de legalmente possível e justo, na prática, a Receita Federal, em 2003, desenquadrou mais de 85 mil micro-empresas, inclusive, todas as de Terapia Holística. E, por tratar-se de profissão NÃO regulamentada por lei federal, o registro é providenciado à Junta Comercial (apesar de não ser comércio...).

Se a empresa pretende crescer, talvez o ideal seja abrir uma Sociedade Empresária Limitada Neste caso, é preciso ter pelo menos dois sócios (pessoa física ou jurídica), registrarem o Contrato Social, e sua personalização jurídica como já mencionado, começa com o registro de seus atos constitutivos na Junta Comercial, tirar CNPJ junto à Receita Federal, o DIF - Documento de Identificação Fiscal junto à Secretaria de Fazenda e Planejamento. A Razão Social seria, por exemplo, "Centro de Atendimento de Terapia Holística S/C Ltda.", Tipo de Contribuinte: Sociedade Por Quota de Resp. Limitada, poderia ter, também, Nome Fantasia; Código de Atividade Econômica - ISS: o nº varia para cada região. O Alvará de Funcionamento deverá ser obtido junto à Divisão Regional de Licenciamento / Serviço de Licenciamento de Atividades Econômicas. Não se preocupe: para um Contador experiente isto será fácil. O código de enquadramento da atividade é  CNAE - Cadastro Nacional de Atividade Econômica - Código 8690-9/01 ATIVIDADES DE PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES EM SAÚDE HUMANA.

MUITA ATENÇÃO: o Terapeuta Holístico não precisa de alvará da Vigilância Sanitária para trabalhar, da mesma forma que psicólogos e psicanalistas. Entretanto, a Vigilância Sanitária em todo o país é extremamente rigorosa. Portanto, se estiverem pretendendo atender como Terapeutas e vender os produtos que recomendam, não convém: a Vigilância Sanitária considera anti-ético este tipo de atitude e tudo fará para fechar o local. Por este mesmo motivo é que um médico não pode ser dono de farmácia: para não ser "tentado" a receitar cada vez mais medicamentos, já que teria lucro nas vendas dos mesmos... É claro que, algumas pessoas, fazem uso de artifícios, tipo o médico tem seu consultório montado num local e a esposa tem uma farmácia, montada em outro e ele recomenda aos seus clientes que comprem lá. Convenhamos, é um assunto muito polêmico, razão pela qual não recomendamos a ninguém que monte seu consultório junto com seu ponto de venda de produtos naturalistas.

MODELO DE CONTRATO ESCOLA/ALUNO
CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS
REQUERIMENTO DE INSCRIÇÃO NO
CURSO LIVRE DE XXXXXXXXXXXXXXXXXX

Eu, ______________________________________________
venho requerer junto ao
XXXXXXX (nome da escola, como consta no
CNPJ)
minha inscrição no CURSO LIVRE DE XXXXXXXXXXXXXX (nome do curso)turma de ___________________________________,
estando de acordo com as normas abaixo:

CLÁUSULA IO CURSO LIVRE DE XXXXXXXXXXXX tem uma duração de XXX horas/aula teóricas e práticas.
§ 1o -O sistema de avaliação se faz com provas periódicas, devendo o aluno atingir no mínimo 75 pontos num total de 100 pontos para ser aprovado na matéria, além de frequência mínima de 75%. Caso contrário, deverá repetir a disciplina na turma seguinte;
§ 2o -As avaliações poderão ser objetivas ou dissertativas, de acordo com o critério estipulado pelo professor e coordenação do curso. São feitas também, provas práticas nas disciplinas que as exigem. A nota final do aluno é uma média da prova teórica, prova prática (se houver) e avaliação do desempenho do aluno em sala de aula. Após a conclusão de cada disciplina, o aluno aprovado receberá um certificado, com o objetivo de fazer estágios e começar a praticar a técnica, ainda com supervisão da escola e professores;
§ 3o - As aulas serão ministradas nos locais em que o XXXXXXXXXXXX indicar, tendo em vista a natureza do conteúdo e da técnica pedagógica que se fizerem nelas;
§ 4o - Este curso enquadra-se na categoria de CURSOS LIVRES, não estando, pois sob a tutela do MEC (Ministério da Educação), não sendo reconhecido por este, inexistindo tal obrigatoriedade nesta classificação.

CLÁUSULA IICada TURMA do Curso obedecerá o calendário anexo, o qual faz parte integrante desde Contrato.

CLÁUSULA IIINo ato da inscrição deverá ser paga a primeira mensalidade (de um total de XXXXX) no valor de R$ XXX,00 (XXX reais) cada, sendo as demais subsequentes de igual valor, e entregue junto à Secretaria do Curso os seguintes documentos:
1) Comprovante de conclusão do Segundo Grau ou equivalente;
2) Comprovante de filiação ao SINTE (cópia do CRT);
2a) Os não filiados se comprometem, no ato da inscrição, a providenciarão a mesma diretamente ao SINTE pelo DDG 0800-117810 ou pelo formulário no site ww.sinte.com.br, solicitando a Proposta Oficial de Filiação.

CLÁUSULA IV
O aluno que desejar dispensa de alguma disciplina deverá apresentar o diploma de conclusão da mesma em escola reconhecida pelo MEC ou pelo SINTE e conforme o caso a ser estudado pela diretoria do XXXXXXXXXX e deverá se submeter a uma prova, onde deverá ser aprovado segundo os critérios descritos na Cláusula I.


§ 1o - O pagamento do Curso será dividido em XX (XX) parcelas mensais iguais no valor de R$ XXX,00 (XXXX reais) cada, pagas na rede bancária ou na secretaria do curso, com vencimento no dia 10 (dez) de cada mês acarretando multa de 2% no caso de atraso não justificado. O reajuste das mensalidades, se houver, obedecerá às normas determinadas pelo governo para as escolas. O material básico deverá ser adquirido pelo aluno na secretaria da escola, no início de cada Turma.
§ 2o - O presente contrato tem duração até o final do Curso contratado e poderá ser rescindido pelo aluno, devendo este comunicar-se com a Secretaria para assinar sua desistência, que somente poderá ser formalizada mediante a comprovação dos pagamentos devidos, sendo o aluno obrigado a pagar o valor da mensalidade em que ocorreu o evento, além de outros débitos eventualmente existentes; o XXXXXXXXXXXXtambém pode rescindir este contrato, em caso de inadimplência, sendo o aluno obrigado a pagar o valor da mensalidade em que ocorreu o evento, além de outros débitos eventualmente existente.

No final do curso, o aluno aprovado em todas as disciplinas do currículo e em dia com suas mensalidades, receberá o diploma do Curso Livre: TERAPEUTA EM XXXXXXXXXXXXX,

obs.: a opção seguinte é para cursos ministrados por filiados: curso este APOIADO pelo SINTE.

obs.: a opção seguinte é EXCLUSIVA para cursos conveniados ao SINTE: certificado este CONVENIADO como comprovante de capacitação técnica para obtenção de CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado definitiva junto ao SINTE e o exercício profissional será segundo as normas vigentes.

XXXXXXXXXX, _____ de ___________ de 200X.

_______________________________
Nome completo e assinatura do Aluno

___________________         ___________________
Testemunha 1                             Testemunha 2

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:29


Emissão de Certificados

Para emitir certificados, é recomendável que possua uma empresa, que deverá ter claro nas cláusulas contratuais que se trata de um "Instituto de Cursos Livres em Terapia Holística", sempre frizando bem a expressão LIVRE, única tábua de salvação nos prováveis processos que sofrerá. Sim, pois todo mundo que fez uso do marketing "Pós-graduação", "Universidade LIVRE", "Faculdade LIVRE" sofreu processos, tanto de seus próprios alunos, quanto de invejosos de plantão, que fazem denúncias junto ao Ministério Público e DECON. Desculpe a dureza de minhas palavras, mas prevenir e alertar é uma de nossas obrigações. Muito cuidado ao apresentar-se como tendo feito "mestrado" em nossa área, pois tal título exige, primeiro, que você seja graduado (tenha diploma de curso superior reconhecido pelo MEC), segundo que, o único curso nesta linha que existiu era tão somente mais um curso LIVRE. A tradução de Pós-Graduação Lato Sensu é tão somente mais um curso livre, ou seja, sem reconhecimento do Ministério da Educação, cuja exigência INTERNA da instituição que ensina é que os alunos já sejam graduados. Quando uma Pós-Graduação é reconhecida pelo Ministério da Educação ela se denomina Pós-Graduação Strict Sensu, cujo objetivo é formara Mestres e/ou Doutores e não existe nenhuma em nossa área profissional. Em todo o seu material didático é bom constar: "este cursos enquadram-se na categoria "livres", estando fora da jurisdição do Ministério da Educação".

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:07


Diferenças entre Cursos Livres, Cursos Reconhecidos pelo MEC e pelos Conselhos Profissionais

Para que um curso possa ser reconhecido pelo MEC, necessário se faz a pré-existência de um currículo mínimo aprovado pelo mesmo. Por exemplo: tramita no MEC a criação da Habilitação de Técnico em Terapia Holística, com proposta de currículo mínimo apresentada pela nossa organização. Uma vez aprovado, qualquer escola regularmente constituída, cujos cursos sigam este padrão, poderão ter seus cursos reconhecidos pelo Ministério da Educação. O mesmo pode ser feito via Conselhos Estaduais de Educação, só que, nestes casos, a validade do diploma seria apenas regional. O fato de haver ou não cursos reconhecidos não é pré-requisito para se regulamentar uma profissão. Da mesma forma que ser possuidor de diploma com a chancela do MEC não basta para garantir, necessariamente, seu direito ao exercício profissional: na prática, o essencial é que o mesmo seja aceito pelo respectivo CONSELHO PROFISSIONAL. Observem o caso dos diplomados nos cursos de Reabilitação Corporal Modalidade Fisioterapia: mesmo reconhecidos pelo MEC, tais cursos não foram reconhecidos como capacitadores ao exercício profissional pelo Conselho de Fisioterapia, o qual, por não outorgar aos formandos seus "CRs" (a carteira de CREFITO), impediu-lhes o exercício da profissão.

CURSOS "LIVRES", sem que isto constitua um demérito, são aqueles que não estão sujeitos à tutela do MEC. Este é o caso, por exemplo, da grande maioria dos cursos de computação, dos cursos de língua estrangeira e da área da Terapia Holística. Para valorizarem seus alunos, necessitam ter boa credibilidade entre os profissionais e conquistar mercado de trabalho para seus formandos. Uma das formas de atingir-se tais objetivos é o estabelecimento de convênios de apoio mútuo e reconhecimento junto aos órgãos de classe. Por exemplo: por meio de uma Resolução publicada no Diário Oficial, o Conselho Federal de Enfermagem permitiu aos seus membros o exercício de terapias "alternativas", desde que registrassem junto ao referido Conselho seus diplomas de cursos "livres" com determinada carga horária. Da mesma forma, a nossa organização reconhece, como comprovação de capacitação profissional, os formandos de cursos livres nas técnicas abrangidas pela Terapia Holística que sejam conveniados e que cumpram uma série de requisitos qualitativos.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:08


Vinculados a instituições de ensino estrangeiras

Historicamente, é pública e notória a dificuldade prática em validar no Brasil diplomas emitidos por instituições de ensino estrangeiras, em qualquer campo do saber e, no caso específico da Terapia Holística (em suas mais diversas modalidades), simplesmente não possuem validade nacional, inexistindo nenhuma Lei onde se possa reivindicar esta possibilidade.
Quanto ao chamado MERCOSUL, a possibilidade de reconhecimento se dá tão somente aos diplomas de 1º e 2º graus, desde que não sejam profissionalizantes (DECRETO LEGISLATIVO 101 DE 03/07/1995 - DOU 05/07/1995 - Aprova o Texto do Protocolo sobre Integração Educativa e Reconhecimento de Certificados, Títulos e Estudos de Nível Primário e Médio Não-Técnico, Concluído em Buenos Aires, no Âmbito Mercosul, e Assinado pelo Brasil em 5 de agosto de 1994). Ou seja, diplomas de curso superior expedidos nos demais países do Mercosul, não serão reconhecidos no Brasil.
Quaisquer controvérsias nestas questões foram esclarecidas pelo recente DECRETO Nº 3.007, DE 30 DE MARÇO DE 1999, assinado pelo PRESIDENTE DA REPúBLICA, o qual Revoga o Decreto nº 80.419, de 27 de setembro de 1977, que dispõe sobre a execução da Convenção Regional sobre o Reconhecimento de Estudos, Títulos e Diplomas de Ensino Superior na América Latina e no Caribe.Em suma, os diplomas superiores não serão reconhecidos no Brasil, tanto dos países integrantes do Mercosul, quanto das demais nações da América Latina e Caribe.
Nossa busca na Legislação Brasileira, da mesma forma, conclui inexistir qualquer texto legal que ampare a hipótese de serem reconhecidos diplomas emitidos em instituições de ensino Norte Americanas, Européias, Asiáticas ou da Oceania, em especial, voltados à Terapia Holística.
Outra Parecer muito solicitado é o que trata da inadequação das expressões "Pós-graduação", "Universidade LIVRE", "Open University", "Faculdade LIVRE", "Formação de Nível Superior", "3o grau", "Doutorado", "Mestrado" e similares, quando aplicadas aos cursos brasileiros voltados à nossa profissão. Todas as instituições que fizeram uso deste tipo de marketing sofreram processos e acusações por propaganda enganosa. é verdade que em alguns casos, o limite entre o correto e o ilegal (ou imoral) é tênue; em outros casos, não, o limite é claríssimo. Mas, à parte as questões legais, há um princípio maior para todos. é o princípio da ÉTICA. Para evitar controvérsias, é recomendável que a instituição de ensino abra mão deste tipo questionável de propaganda. Para emitir certificados, é importante que se possua uma empresa, que deverá ter claro nas cláusulas contratuais que se trata de um "Instituto de Cursos Livres em Terapia Holística", sempre frizando bem a expressão LIVRE. Em todo o material didático é bom constar: "estes cursos enquadram-se na categoria "livres", estando fora da jurisdição do Ministério da Educação". Da mesma forma, é imprescindível a existência de um Contrato assinado entre a Instituição de Ensino e o Aluno, onde fique muito claro os direitos e deveres de ambas as partes, em especial no referente a formas de pagamento, critérios de avaliação, sempre referindo-se de forma clara e objetiva que se trata de um CURSO LIVRE.
Inexiste, no Brasil, títulos de "doutorado" ou "mestrado" reconhecidos em nossa área, pois tais títulos exigem, primeiro, que o profissional seja graduado (tenha diploma de curso superior reconhecido pelo MEC), segundo, que conclua uma Pós-Graduação Stric Sensu, o que em muito difere da chamada Pós-Graduação Lato Sensu, que é tão somente mais um curso livre, ou seja, sem reconhecimento do Ministério da Educação, cuja exigência INTERNA da instituição que ensina é que os alunos já sejam graduados. Quando uma Pós-Graduação é reconhecida pelo Ministério da Educação ela se denomina Pós-Graduação Strict Sensu, cujo objetivo é formar Mestres e/ou Doutores e não existe nenhuma em nossa área profissional.
Os cursos que não se adaptarem aos critérios acima descritos não poderão contar com a aprovação do SINTE , que recomenda explicitamente aos alunos interessados em aprimorar seu aprendizado na Terapia Holística, que não se iludam com promessas de títulos, mas que definam suas escolhas baseados no critério que realmente interessa: a qualidade técnica e ética do curso e de seus instrutores.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:09


SINTE e CRT » Filiados do Rio de Janeiro

Não fornecem Atestado de Antecedentes

O Rio de Janeiro dificulta a expedição deste ítem, que pode ser  substituído pelo modelo abaixo:

MODELO DE DECLARAÇÃO EM
SUBSTITUIÇÃO AO ATESTADO DE ANTECEDENTES

 

_____________________________________
ASSINATURA  RECONHECIDA

Nome Completo: XXXXXXXXX
Filiação:
Nome do Pai XXXXXXXXX
Nome da Mãe XXXXXXXXXXX
Endereço: XXXXXXXXX CEP XXXXXXX
Data de Nascimento:XXXXXXX
RG: XXXXXXXXXXX
CPF: XXXXXXXXXXX

Declaro, sob as penas da lei, para fins de registro profissional  junto ao SINTE, que não tenho antecedentes criminais, jamais fui condenado , não sou réu em qualquer vara judicial, não respondo a qualquer processo na justiça no território nacional ou fora dele.

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:23


Prefeitura dispensa da Inscrição como Autônomo

A Prefeitura do Rio de Janeiro dispensa de inscrições somente aos autônomos não estabelecidos, ou seja, quem atende de casa em casa, no domicílio do cliente. Aquele que estabelece consultório, mesmo que em sua própria residência, necessita, sim, de inscrição e consideramos que esta é essencial para a segurança dos próprios filiados. Ressaltamos que a maioria dos filiados do Rio de Janeiro estão inscritos na Prefeitura no código de atividade 229822 (Terapeuta Holístico). Para facilitar anexamos abaixo, como modelo, cópia de uma inscrição como Terapeuta Holístico específica para o Rio de Janeiro.




MODELO CÓPIA DE INSCRIÇÃO
COMO TERAPEUTA HOLÍSTICO

alvararj.gif

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:17


SINTE e CRT » Fiscalização

Como evitar problemas com fiscalização

Todo órgão público tem direito de fiscalizar, por isso, todos devem estar preparados para este tipo de visita. Tenha sempre à mão os comprovantes que você é um trabalhador em dia com suas obrigações tributárias e documentais: GRCSU (Guia de Recolhimento de Contribuição Sindical Urbana) quitada como TERAPEUTA HOLÍSTICO, inscrição municipal como Terapeuta Holístico ou firma individual como tal, documentos pessoais (CPF e RG) e, mesmo sem obrigatoriedade por Lei Federal, seu CRT - CARTEIRA DE TERAPEUTA HOLÍSTICO CREDENCIADO. Um dos grandes benefícios de estar filiado à nossa organização é contar com nossa experiência e amparo para poder trabalhar com a merecida tranquilidade, bastando para tanto, seguir nossas orientações, que são frutos de longos anos de experiência, pesquisa e jurisprudência. Antes de confeccionar e divulgar, recomendamos que nos remeta por fax ou e-mail, para prévia análise, seu material de divulgação, cartão de visita, propaganda, contrato social, inscrição municipal, enfim, tudo o que se refira à sua vida profissional; faremos uma análise detalhada, apontando os prós e os contras de cada ítem, para sua decisão final. Certamente, é melhor passar por uma orientação e correção vinda de nossa organização, do que correr o risco de expor algo controvertido à mercê da fiscalização, nem sempre tão conscientes e bem-informados como deveriam. A experiência nos comprova que excelentes profissionais já tiveram problemas jurídicos por pequenos detalhes em suas divulgações, aparentemente insignificantes, porém, convidativos para denúncia de invejosos de plantão. Recomendamos a leitura atenta aos links a seguir e que nos consultem sempre que tiveram dúvida. Para nós, será um prazer orientá-los da melhor e mais adequada forma possível.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:19


Como proceder ao receber uma notificação para prestar esclarecimentos

A Notificação necessariamente tem que ser via escrita. De posse da notificação, de imediato a retransmita via fax ou e-mail para nossa organização, para análise do departamento jurídico que lhe passará a merecida orientação. Importante: a presença de um advogado durante a prestação de esclarecimentos é fundamental para a segurança de seus direitos.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:19


Como proceder se meu consultório estiver sob fiscalização

Todo órgão público tem direito de fiscalizar, por isso, todos devem estar preparados para este tipo de visita. Tenha sempre à mão os comprovantes que você é um trabalhador em dia com suas obrigações tributárias e documentais: GRCSU (Guia de Recolhimento de Contribuição Sindical Urbana) quitada como TERAPEUTA HOLÍSTICO, inscrição municipal como Terapeuta Holístico ou firma individual como tal, documentos pessoais (CPF e RG) e, mesmo sem obrigatoriedade por Lei Federal, seu CRT - CARTEIRA DE TERAPEUTA HOLÍSTICO CREDENCIADO.

Escapa das atribuições da Vigilância Sanitária expedir alvarás para funcionamento de consultórios de Terapia Holística, por isso é fundamental diferenciar documentalmente o seu espaço, tornando claro a distinção dele perante os estabelecimentos médicos, farmacêuticos e odontológicos, estes sim, objetos típicos da Vigilância Sanitária.

Entretanto, algumas vezes a fiscalização insiste em extrapolar sua competência e cobra do Terapeuta Holístico requisitos não previstos em Lei, tais como diplomas de cursos superiores ou a existência de um médico responsável. Na verdade, como acusadores, compete à fiscalização provar a existência de Lei Federal que faça tal exigência, pois somente Lei Federal tem competência para tratar de exercício profissional. Atenção: alguns funcionários públicos, ou por ingenuidade, ou por má fé, mostram simples Resoluções do Conselho de Medicina, ignorando que as mesmas não tem força de lei.

A profissão de Terapeuta Holístico é LÍCITA, ou seja, "dentro da Lei", pois não existe nenhuma que a preveja, limite ou impeça o seu LIVRE exercício. Entretanto, ela não é REGULAMENTADA, ou seja, não existe Lei ou Decreto Federal específicos sobre o tema. A ausência de Regulamentação pelo governo para muitas profissões tem sido altamente benéficas, para outras, nem tanto, pois a colocam como alvo de polêmicas e perseguições. A CBO - Classificação Brasileira de Ocupações registra mais de 36.000 profissões e destas, cerca de 25 possuem Lei regulamentando seus órgãos de fiscalização. Ou seja, via de regra, a esmagadora maioria das profissões brasileiras são desregulamentadas, cabendo à "lei de mercado" a seleção dos trabalhadores.

A correta interpretação da Constituição Federal garante que a ausência de regulamentação por Lei Federal torna LIVRE o exercício profissional. Ninguém pode ser proibido ou restringido no direito de exercê-las, sendo o controle feito através da Lei Penal se, e somente se, ocorrer o "charlatanismo", lesões ou outro delito, como por exemplo, o exercício ilegal de profissão (invasão de alguma outra atividade já regulamentada pela União).

Em suma, receba a fiscalização com a merecida atenção, preferencialmente com duas testemunhas presentes (caso esteja só com a fiscalização, em caso de controvérsia será a palavra de um contra a do outro; com testemunhas, inexistirá tal impasse). A visita da fiscalização deve ser oficializada, ou seja, o fiscal necessariamente deve passar por escrito sua autuação ao estabelecimento, incluindo as Leis em que se baseia para tal. Qualquer autuação feita verbalmente será inválida. De posse do documento de autuação, de imediato o retransmita via fax ou e-mail para nossa organização, para análise do departamento jurídico que lhe passará a merecida orientação.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:21


Como se defender contra difamações, calúnias, rumores e boatos

Toda pessoa ou entidade bem-sucedida é alvo deste tipo de doença, muitas vezes, por pura inveja, outras, por motivos mais palpáveis, como medo da sua concorrência. Nossa organização mesma já foi atacada, como era de se esperar, por grupos que viram seus interesses econômicos pessoais atingidos pelo nosso bom trabalho em prol da profissão. Claro, sempre confiamos no bom-senso de nossos filiados, os quais, além de acompanharem há anos nossas realizações, são pessoas bem informadas e observam que somos o tempo todos prestigiados positivamente pela mídia e nosso reconhecimento OFICIAL pelo governo, enquanto que aqueles que difamam já estão execrados por todos os membros sérios da sociedade. É natural que tais problemas venham a ocorrer com você, graças ao sucesso de seu bom trabalho. Sugerimos a leitura dos textos abaixo, que encaram o tema com seriedade e, ao mesmo tempo, bom humor, necessário nestas questões. Nossos agradecimentos especiais ao Mestre De Rose, que há anos orienta seus alunos e associados, sobre como lidar com este tipo de situação, em especial em seus livros, "Guia do Instrutor de Yôga" e "Boas Maneiras no Yôga ", do qual extraímos a grande maioria dos textos a seguir, claro, com a autorização do autor. Ao lerem, tenho certeza que observarão que serve tanto para os adeptos do Yôga, quanto para qualquer pessoa de boa índole:

"A fofoca é uma doença. Uma doença da alma e que se difundiu principalmente pelos países latinos, mormente nas cidades mais provincianas e por entre as pessoas mais atrasadas. Portanto é uma doença social. Tanto assim que existe no Brasil até mesmo um livro escrito pelo Psiquiatra Dr. José Angelo Gaiarsa, intitulado "Tratado Geral Sobre a Fofoca"(Summus Editorial), livro este que todos devem estudar para conhecer bem os sintomas dessa doença. É preciso conhecê-lo muito bem, porque mesmo aqueles que se supõem imunes, carregam consigo o vírus. Por exemplo, quando a pessoa acha que não é fofoqueira porque nunca fala de ninguém... mas ouve ! Ouve e acredita. Ouve com certa curiosidade mórbida. Dá ouvidos e, portanto, estimula o outro fofoqueiro"

"A fofoca nem sempre é criada pelos seus inimigos. Até bem pelo contrário, quem mais contribui para com ela são os seus amigos. Pessoas muitas vezes bem intencionadas mas mal educadas ou mal informadas, distraídas ou imaginativas, que passam adiante uma inverdade..."

..."Mas Também Existe a Intriga. Com o que expusemos acima não estamos afirmando que não exista a intriga, isto é, a fofoca feita de propósito e com má fé"...

... "Quem Faz a Intriga Proposital. Pouca gente faz isso. Mas haverá sempre pessoas invejosas e de baixos escrúpulos que se sentirão ofendidas pelo seu sucesso e se tornarão seus inimigos gratuitos"...

... "Maledicência Contra Nós Não Funciona... Portanto, quando você for alvo de ataques, o fundamental é não entrar em pânico, não se desesperar, nem ao menos se aborrecer. Terá sido uma lisonja que os seus adversários lhe fizeram, pois acabaram de declarar publicamente que tem medo de você e que seu trabalho é bom. Só se atiram pedras nas vidraças íntegras, nunca nas que já estão quebradas".

... "Evite o Desmentido. Quando você desmente um boato, na verdade, está fazendo com que chegue mais longe. Se for imperioso desmentir, faça-o sem mencionar a mentira, mas apenas se referindo ao fato verdadeiro, cujo efeito positivo na opinião pública você deseja enfatizar. Por exemplo, jamais afirme algo como: "andam dizendo por aí que meu Núcleo é decorado com mau gosto mas isto não é verdade". Ao invés, diga "você já viu como fomos felizes na escolha do revestimento das nossas paredes ?". Isso é aplicável às questões pessoais"...


Portanto, se você ouviu dizer algo, através de terceiros, não perca seu tempo acreditando em bobagens.

Por outro lado, a fofoca é uma energia poderosa que pode ser canalisada para fins construtivos. Aprendemos nas artes marciais do Oriente a não opor resistência direta ao ataque do inimigo, mas sim, aproveitar a força dele para levá-lo ao chão. Com fofoca é a mesma coisa.

Como pessoa pública, fui alvo, a vida inteira, de maledicências atrozes, arquitetadas pelos concorrentes por motivo de inveja das realizações importantes que tive a felicidade de protagonizar. Pois saiba que sempre tirei proveito dos disse-me-disses, transmutando-os em divulgação positiva. Posso declarar que mais da metade dos meus alunos me foram enviados pelos concorrentes que, ao tecerem algum comentário aleivoso, excitaram-lhes a curiosidade. Eles vieram para ver de perto e acabaram gostando do que viram !

Quando você escutar algum mexerico sobre uma pessoas amiga, um colega de Yôga, seu Mestre, seu tipo de Yôga, não tenha acanhamento em dizer em alto e bom tom:

"Não acredito numa palavra do que o senhor está dizendo. Saiba que sua atitude é de uma baixeza inominável. Considere nossa amizade terminada. Queira retirar-se da minha casa."

Se isso não for possível, parta para a gozação:

"O quê? Você está dizendo que meu Mestre fez isso? Se ele de fato o fez, subiu no meu conceito, pois agora sei que ele é um ser humano como eu. Então, posso confiar nele."


FOFOCA ?

Não acredite. Não ouça. Não incentive.

Em fofoca não se deve acreditar, nem nas mais ingênuas. Jamais encorajá-la. Lembre-se de que o fofoqueiro é um pombo-correio que leva e traz. O que ele estiver fofocando sobre o Beltrano ausente, provavelmente fofocará a seu respeito assim que você virar as costas. Corte habilmente o assunto ou retire-se sem alarde.

Lembre-se do axioma nº 1 do Swásthya Yôga: NÃO ACREDITE. Esse é o nosso primeiro dispositivo para neutralizar fofocas.

O dispositivo nº 2 é não passar adiante nenhuma observação que mencione o nome de alguém. Se o comentário tiver nome, morre ali.

O dispositivo nº 3 é o acordo tácito entre nós de que quando alguém tiver algo a comentar, não mandará recado, mas sim falará diretamente com a pessoa interessada.

O dispositivo nº 4 é a confiança e a certeza de que nosso amigo ou companheiro está cumprindo o número 3, acima.

O dispositivo nº 5 é o exercício usado na antiguidade e que chegou aos nossos tempos com o nome de "telefone sem fio", o qual consiste em formar-se um círculo de pessoas e passar uma frase à primeira, para que ela passe adiante e assim sucessivamente até que chegue ao último do círculo. As distorções são tão grandes e absurdas que nos fazem compreender como surgem os falsos rumores. E, ao mesmo tempo, vacinam as pessoas mais inteligentes para que não acreditem no que ouvirem, seja lá de quem vier a notícia, até das pessoas mais críveis.

Para ilustrar, vou-lhe contar uma história que me foi transmitida como fato real. Na Companhia do Quartel General da Primeira Região Militar, no Rio de Janeiro, o capitão teria se dirigido ao tenente e dito:


— Amanhã haverá eclipse do Sol, o que não acontece todos os dias. Mande formar a companhia às 7 horas, em uniforme de instrução. Poderão, assim, todos observar o fenômeno e na ocasião darei as explicações. Se chover, nada se poderá ver, e os homens formarão no alojamento, para a chamada.

O tenente para o sargento:

— Por ordem do capitão, haverá um eclipse do Sol amanhã. O capitão dará as explicações às 7 horas, com uniforme de instrução, o que não acontece todos os dias. Se chover não haverá chamada lá fora e o eclipse será no alojamento.

O sargento ao cabo:

— Amanhã, às 7 horas, o capitão vai fazer um eclipse do Sol com uniforme de passeio. O capitão dará no alojamento as explicações, se não chover, o que não acontece todos os dias.

O cabo aos soldados:

— Amanhã, às 7 horas, o capitão vai fazer um eclipse do Sol com uniforme de passeio e dará as explicações. Vocês deverão estar formados no alojamento, o que não acontece todos os dias. Caso chova, não haverá chamada.

Entre os soldados:

— O cabo disse que amanhã o Sol, em uniforme de passeio vai fazer eclipse para o capitão, que lhe pedirá explicações. A coisa é capaz de dar uma encrenca dessas que acontecem todos os dias. Deus queira que chova.

Autor: :
Última atualização: 10-01-2007 17:22


É vedado ao Terapeuta Holístico intervir em outros tratamentos

Caso a pessoa atendida já esteja sob tratamento de saúde com outros profissionais, este não deve ser interrompido, pois a Terapia Holística é sem contra-indicações e casa bem com qualquer outra forma de tratamento.

Caso a pessoa atendida esteja tomando algum medicamento, a decisão de suspender ou continuar a usá-lo compete exclusivamente ao próprio médico que o receitou e não ao Terapeuta Holístico. Este, simplesmente, poderá recomendar o acréscimo de algum produto natural como complementação ao seu trabalho.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:23


Manipulação e venda de fitoterápicos, essências florais, linha ortomolecular e assemelhados

A Vigilância Sanitária exige requisitos semelhantes aos de Farmácia sempre que existir a manipulação. Talvez o ideal seja terceirizar e conseguir sensibilizar um laboratório ou farmácia de manipulação para que assumam a responsabilidade na manipulação dos preparados.
Quando se tratar da venda e/ou fornecimento tão somente de produtos já previamente manipulados, vendidos já prontos, devidamente industrializados e embalados, com farmacêutico e/ou químico responsável, constando o laboratório e/ou indústria fabricante, com CNPJ, endereço, acrescido do necessário registro ou no Ministério da Saúde ou no Ministério da Agricultura (em caso de estar dispensado de registro, esta condição terá que vir impressa no rótulo, juntamente com o número da Lei ou Portaria que autoriza a exceção), para estes casos, terá que ser aberto um estabelecimento comercial, com CNPJ, CCM, Contrato Social, além do alvará de funcionamento, pois não é qualquer local que pode obter a autorização para armazenagem de produtos para consumo.
Os fitoterápicos tem como órgão encarregado da questão o Ministério da Saúde, através da Secretaria de Vigilância Sanitária e, para eles, todos são medicamentos, ou seja, pressupõem a existência de um médico, o qual dará o diagnóstico da doença e receitará o preparado. Este posicionamento, felizmente, fica difícil de ser aplicado, já que, legalmente, a maior parte dos fitoterápicos são de venda livre, ou seja, sem necessidade de receita médica. Assim sendo, na prática, as autuações da Vigilância Sanitária tem priorizado os casos em que o profissional tem seu consultório junto ao ponto de comercialização dos produtos. Ou seja, o profissional vende os próprios produtos que recomenda aos seus clientes. Portanto, se estiverem pretendendo atender profissionalmente e venderem os produtos que recomendam, preparem-se para aborrecimentos: a Vigilância Sanitária considera anti-ético. Por este mesmo motivo é que um médico não pode ser dono de farmácia: para não ser "tentado" a receitar cada vez mais medicamentos, já que teria lucro nas vendas dos mesmos... É claro que, algumas pessoas poderiam fazer uso de artifícios, tipo um médico ter seu consultório montado num local e a esposa ter uma farmácia montada em outro e ele recomendaria aos seus pacientes que comprassem lá... Convenhamos, é um assunto muito polêmico, razão pela qual não se recomenda que sejam montados consultórios junto a pontos de venda de produtos naturalistas...
FITOTERÁPICOS, PRODUTOS ORTOMOLECULARES e ESSÊNCIAS FLORAIS, legalmente, por serem de "venda livre", qualquer pessoa, Terapeuta Holístico ou não, pode "recomendá-los" (lembre-se: nunca nomine estes produtos como "medicamentos" e jamais os "prescreva" ou "receite", deve-se, apenas, "recomendá-los"). Na prática, entretanto, todas as "vozes corporativistas" se levantam contra e vão até o fim, mesmo sabendo que irão perder a causa. IMPORTANTE: jamais o Terapeuta Holístico deve alegar ter recomendado algum produto para tratar alguma "doença" (exemplos: varizes, celulite, micose, dermatite, bronquite, enxaqueca, etc., são palavras de uso comum, mas que designam doenças e doença é diagnóstico e monopólio médico), deve, isto sim, afirmar que o "recomendou" para "harmonizar, equilibrar, etc." os "desequilíbrios energético, as disfunções, etc.". Na prática, as autuações da Vigilância Sanitária tem priorizado os casos em que o profissional tem seu consultório junto ao ponto de comercialização dos produtos. Ou seja, o Terapeuta Holístico vende os próprios produtos que recomenda aos seus clientes. Portanto, se estiverem pretendendo atender profissionalmente e venderem os produtos que recomendam, preparem-se para aborrecimentos: a Vigilância Sanitária considera anti-ético. Por este mesmo motivo é que um médico não pode ser dono de farmácia: para não ser "tentado" a receitar cada vez mais medicamentos, já que teria lucro nas vendas dos mesmos... É claro que, algumas pessoas poderiam fazer uso de artifícios, tipo um médico ter seu consultório montado num local e a esposa ter uma farmácia montada em outro e ele recomendaria aos seus pacientes que comprassem lá... Convenhamos, é um assunto muito polêmico, razão pela qual não se recomenda que sejam montados consultórios junto a pontos de venda de produtos naturalistas... O ideal é recomendar seu cliente a comprar os produtos em casas de naturalistas e farmácias (estes sim, os locais habilitados para comercialização e emitir Notas Fiscais pelas vendas), se não tiver como evitar de ter produtos em seu consultório, ter a Nota Fiscal de compra dos mesmos e jamais vendê-los, ou seja, se atende um cliente com florais, produtos ortomoleculares e/ou fitoterápicos, você vai "dar" o produto, jamais vai vendê-los à parte, devendo ter isso em conta ao estabelecer o preço da consulta (importante: um só preço, quer a pessoa vá usar produtos ou não).
LEMBRE-SE: Todos os produtos recomendados por um Terapeuta Holístico tem que ser somente de venda livre, ou seja, não necessitando de receita médica e devem ser somente produtos naturais, sem contra-indicação. Jamais nomine estes produtos como "medicamentos" e jamais os "prescreva" ou "receite", deve-se, apenas, "recomendá-los". Um consultório de Terapia Holística não é loja, sendo muito questionável eticamente o profissional que vender os próprios produtos naturais que recomenda. O ideal é recomendar seu cliente a comprar as essências em casas de produtos naturais e farmácias (estes sim, os locais habilitados para comercialização e emitir Notas Fiscais pelas vendas), se não tiver como evitar de ter produtos em seu consultório, ter a Nota Fiscal de compra dos mesmos e jamais vendê-los, ou seja, se atende um cliente com florais e/ou fitoterápicos, você vai "dar" o produto, jamais vai vendê-los à parte, devendo ter isso em conta ao estabelecer o preço da consulta (importante: um só preço, quer a pessoa vá usar produtos ou
não).

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:24


Utilização de equipamentos tipo vegatest, radiônicos, de estética, iridológicos e similares

Inexiste qualquer impedimento legal ao uso deste tipo de equipamentos, desde que, é claro, jamais seja utilizado para diagnóstico ou tratamento de doenças, ou seja, só o use para avaliar e tratar desequilíbrios energéticos. Da mesma forma, jamais os usem com ou para testar produtos que necessitem de receita médica, utilize-os apenas para produtos de venda livre. Estes cuidados básicos ajudam, mas não garantem que não terá dor-de-cabeça. Afinal, pela legislação brasileira, todo tipo de aparelho destinado à saúde tem que ter registro no Ministério da Saúde, ou uma certidão do mesmo, dispensando-o deste registro. Simplesmente, nenhum equipamento de nossa área conseguiu vencer esta etapa burocrática.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:25


Terapeutas Holísticos contribuem para a previdência social e imposto de renda

Apesar de controvertido, a maioria dos Pareceres afirma que inexiste obrigatoriedade de contribuir com a Previdência Social, a não ser que deseje receber aposentadoria por tempo de serviço; deixando de contribuir, ainda assim poderá se aposentar só que por idade.

O pagamento de Imposto de Renda para o Terapeuta Holístico segue os mesmos requisitos das demais profissões, ou seja, quando a renda declarada ultrapassar o limite de isenção, cuja tabela consta nos principais jornais.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:27


Inscrição como Terapeuta Holístico Autônomo - Abertura de Empresa

Foram meses acompanhando diversas tentativas de abertura de empresas voltadas à nossa Profissão, para termos a certeza de transmitir aos nossos Credenciados, o caminho mais eficiente.

Ainda que o governo propagandeie a desburocratização, fato é que, transcorridos 6 meses desde a primeira etapa de oficialização de cada empreendimento que acompanhamos, ainda que em funcionamento real, este tempo não foi suficiente para o cumprimento de todos os requisitos oficiais, em especial, o alvará de funcionamento, que é uma etapa municipal, cujos requisitos e demora variam e muito, conforme a cidade.

Parecer Orientativo, expedido pelo SINTE com exclusividade aos Profissionais Credenciados se baseia justamente no caminho que foi melhor sucedido nesta empreitada.

Nossa Profissão, assim como a maioria, não pode ser enquadrada como MEI - Micro Empreendedor Individual, nem no "Super Simples", que só se aplicam a atividades consideradas sem exigências de conhecimentos técnicos. 

Só credenciados em dia junto ao CRT podem ler online o Parecer Orientativo! 

Basta "logar" com sua CRT e CPF em www.sinte.com.br e, a seguir, acessar o seguinte link: 

Parecer Orientativo - Abertura de Empresa

Para quem ainda não é credenciado (tsc, tsc...), precisará investir uma séria soma financeira para encontrar um contabilista que REALMENTE conheça o caminho correto.

Este é o CRT beneficiando cada vez mais e melhor aos credenciados exemplares e sempre em dia!

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-12-2019 14:39


Espaço único onde trabalham inúmeros Terapeutas Holísticos

É relativamente comum em nossa área de atuação, o profissional ser dono ou locador de um espaço e subdividir o mesmo com outros colegas. O responsável pelo espaço deve abrir uma empresa, em cujo Contrato Social, entre as cláusulas determinantes da Atividade Econômica, exista a vinculação com a Terapia Holística, preferencialmente com o máximo de detalhes, por exemplo: "PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS, ORIENTAÇÃO E CURSOS LIVRES EM TERAPIA HOLÍSTICA,TAIS COMO: ACUPUNTURA, AURICULOTERAPIA, TERAPIA FLORAL, CORPORAL, dentre outras." Porém, isto não exime que os demais profissionais que trabalham neste espaço fiquem sem registro, caso contrário serão "clandestinos". Para a própria segurança de todos, é FUNDAMENTAL que cada um tenha seu registro como Terapeuta Holístico autônomo e que faça contrato assinado de locação das salas com cada um. Um problema habitual que poderia ocorrer é o TRABALHISTA, ou seja, cada Terapeuta Holístico pode acusar o responsável pelo espaço de ser seu funcionário, uma vez que trabalha em seu estabelecimento... Se cada um for autônomo registrado na Prefeitura, enfraquecerá a argumentação de que seriam "empregados".

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:29


Hipnose

ESCLARECEMOS:
Com referência a legislação comumente citada por nossos filiados como forma de defesa do uso da Hipnose, na verdade, sob o ponto de vista extritamente jurídico, em nada auxiliam, pelo contrário, alguma vezes até depõem contra. A seguir, transcrevemos os trechos mais significativos, com breves comentários:
DECRETO - 051009 de 22/07/1961
SITUAÇÃO: REVOGADA
ORIGEM: PODER EXECUTIVO
FONTE:
PUBLICAÇÃO DOFC 22 07 1961 PÁG 006542 COL 3 Diário Oficial da União
RETIFICAÇÃO DOFC 24 07 1961 PÁG 006667 COL 3 Diário Oficial da União
EMENTA:
PROÍBE ESPETÁCULOS OU NúMEROS ISOLADOS DE HIPNOTISMO E LETARGIA, DE QUALQUER TIPO OU FORMA, EM CLUBES, AUDITóRIOS, PALCOS OU ESTúDIOS DE RÁDIO E DE TELEVISÃO, E DA OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
INDEXAÇÃO:
PROIBIÇÃO, EXPLORAÇÃO, ESPETÁCULO, HIPNOTISMO, AUDITóRIO, INSTITUIÇÃO RECREATIVA, RÁDIO, TELEVISÃO.
Comentário nosso: este Decreto, que proibia o uso da Hipnose em espetáculos, era desfavorável à nossa causa, mas isto agora é irrelevante, por ter sido REVOGADO, ou seja, não está mais em vigor.
LEI 5.081 DE 24/08/1966 - DOU DE 26/08/1966
Regula o Exercício da Odontologia.ART.6 - Compete ao cirurgião-dentista:
I - praticar todos os atos pertinentes à Odontologia, decorrentes de conhecimentos adquiridos em curso regular ou em cursos de pós-graduação;
II - prescrever e aplicar especialidades farmacêuticas de uso interno e externo, indicadas em Odontologia;
III - atestar, no setor de sua atividade profissional, estados mórbidos e outros, inclusive, para justificação de faltas ao emprego;
* Inciso III com redação dada pela Lei número 6.215 de 30/06/1975.
IV - proceder à perícia odontolegal em foro civil, criminal, trabalhista e em sede administrativa;
V - aplicar anestesia local e truncular;
VI - empregar a analgesia e hipnose, desde que comprovadamente habilitado, quando constituírem meios eficazes para o tratamento.
VII - manter, anexo ao consultório, laboratório de prótese, aparelhagem e instalação adequadas para pesquisas e análises clínicas, relacionadas com os casos específicos de sua especialidade, bem como aparelhos de Raios X, para diagnóstico, e aparelhagem de fisioterapia;
VIII - prescrever e aplicar medicação de urgência no caso de acidentes graves que comprometam a vida e a saúde do paciente;
IX - utilizar, no exercício da função de perito-odontólogo, em casos de necropsia, as vias de acesso do pescoço e da cabeça.
Comentário nosso: Esta Lei autoriza ao odontólogo o uso da Hipnose em analgesia, desde que devidamente habilitado, sem entretando, definir qual seria esta "habilitação". Em suma: em nada auxilia e em nada atrapalha o exercício profissional da Hipnose pelos Terapeutas Holísticos.
LEI 4119 DE 27/08/1962
DOU 05/09/1962
Dispõe sobre os Cursos de Formação em Psicologia e Regulamenta a Profissão de Psicólogo.
CAPÍTULO I – Dos Cursos
ART. 1 – A formação em psicologia far-se-á nas Faculdades de Filosofia, em cursos de bacharelado, licenciado e Psicólogo.
ART. 4 (vetado).
§ 1 – (Vetado).
§ 2 – (Vetado).
§ 3 – (Vetado).
§ 4 – (Vetado).
§ 5 – (Vetado).
§ 6 – (Vetado).
§ 7 – (Vetado).
Comentário nosso: esta Lei tem sido comumente citada por nossos filiados, em especial o seu artigo 4, mas, na verdade, este ARTIGO foi VETADO em todos os seus ítens, ou seja é irrelevante e até mesmo, inconveniente, fazer referência a um texto legal que foi descartado. Em suma: em nada auxilia e em nada atrapalha o exercício profissional da Hipnose pelo Terapeutas Holísticos.
De forma resumida, podemos afirmar, categoricamente, que inexiste quaisquer textos legais que proibam a Hipnose, ou que monopolizem seu uso para uma só profissão, ou seja, a HIPNOSE é DE USO LEGAL E LIVRE EM QUALQUER PROFISSÃO.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:34


Acupuntura

É de conhecimento público que, na metade última do ano de 1995, fazendo-se valer de uma simples resolução do CFM (Conselho Federal de Medicina) sobre a Acupuntura (a qual não poderia jamais pretender ingerir sobre outras categorias profissionais que não fosse a classe médica), alguns médicos se dirigiram aos meios de comunicação dizendo-se representantes do CFM, e, iniciaram uma campanha difamatória, tentaram prejudicar seriamente os Acupunturistas, induzindo a perseguições indevidas dos órgãos públicos tais como Centros de Vigilância Sanitária, Secretarias de Saúde e Prefeituras de alguns pontos do território nacional, as quais, foram levadas ao erro, pois trataram as simples entrevistas nos meios de comunicação como se fossem leis. Na verdade, um Conselho profissional pode criar regras tão somente para seus próprios membros, ou seja, o Conselho de Medicina poderia criar regras para os médicos exercerem acupuntura, mas não tem direito legal de criar regras para os fisioterapeutas, nutricionistas, biomédicos, terapeutas holísticos, nenhuma outra profissão que não a própria... Assim sendo, tentaram lesar o Acupunturista em seus direitos constitucionais, em especial o ARTIGO 05 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL que lhe garante livre exercício deste ofício. Os membros dignos da classe médica, ou seja, a sua grande maioria, estão de pleno acordo com a nossa posição e nos opoiam, pois sabem que é moralmente insustentável que apenas os médicos possam exercer a Acupuntura, já que tal matéria nem sequer é estudada nos cursos de medicina.

Esta temática já foi objeto de avaliação recente em vários colegiados, sendo unânime a conclusão de que PRATICAR ACUPUNTURA NÃO É ATO MÉDICO. Já houve tentativa anterior de monopolizar a técnica para a classe médica, isto em 1993, por parte, inclusive, de alguns indivíduos que novamente nos dias de hoje procuram o mesmo objetivo. Tal absurdo partiu de alguns membros da Secretaria de Vigilância Sanitária (Brasília) que emitiu um "Relatório Final e Recomendações/ Seminário Sobre O Exercício Da Acupuntura No Brasil", onde extrapolando as suas atribuições, procuravam, numa atitude corporativista, monopolizar a Acupuntura como exclusividade médica. TODOS OS CONSELHOS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE ASSINARAM DOCUMENTO DIRIGIDO AO EXCELENTÍSSIMO SENHOR MINISTRO DA SAÚDE ONDE DISCORDAM DO RELATÓRIO E CONCLUEM SOBRE A ACUPUNTURA: " A MESMA NÃO É UMA PRÁTICA MÉDICA MAS, SIM, E TÃO SOMENTE UMA METODOLOGIA TERAPÊUTICA APLICÁVEL EM QUALQUER CAMPO DO SABER NA SAÚDE". E mais, afirmam OFICIALMENTE ser a Acupuntura: "Em se tratando de uma Metodologia Terapêutica Milenar montada em bases Filosóficas dispares de qualquer formação acadêmica, em qualquer área profissional do campo da Saúde no país"; "Estas bases Filosóficas que movimentaram os Métodos e as Técnicas de Acupuntura são distintos dos princípios de diagnóstico e metodologia terapêuticas que movimentam academicamente as práticas de Saúde do mundo ocidental"; " Para a Acupuntura não há exigência de pré-qualificação no campo da medicina tanto no Brasil como no exterior. A mesma não é uma prática médica mas, sim, e tão somente uma Metodologia Terapêutica aplicável em qualquer campo do Saber na Saúde". Acrescentam ainda, de forma muito justa e honesta: "O Seminário contou apenas com a participação restrita e não representativa das profissões de Saúde, haja visto não terem sido convidados outros profissionais e mesmo autodidatas, que sempre demonstraram grau de responsabilidade com a questão da Acupuntura em nosso país". Relembrando: assinam este documento os representante oficiais dos Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Conselho Federal de Nutricionistas, Conselho Federal de Biologia, Conselho Federal de Odontologia, Conselho Federal de Farmácia, Conselho Federal de Biomedicina, Conselho Federal de Psicologia, Conselho Federal de Enfermagem, Conselho Federal de Medicina Veterinária, Conselho Federal de Serviço Social, Conselho Federal de Fonoaudiologia e, até mesmo, o próprio Conselho Federal de Medicina. Documento de teor semelhante é a Recomendação 27/93 da Comissão Técnica de Atuação Profissional na Área de Saúde, do Ministério da Saúde, afirmando: "Que no documento conclusivo do Seminário de Acupuntura transparece, fortemente, a vontade da criação de reserva mercantil para o exercício de tal atividade desconsiderando o aprofundamento necessário das discussões científicas e acadêmicas que envolvem a matéria".

Convém lembrar que só uma lei federal pode restringir as práticas da Acupuntura para os filiados ao Conselho Federal de Terapia e não há notícia de um único projeto que seja que tentasse enquadrá-la como prática médica. Todos os existentes visavam incluí-la como uma técnica distinta da classe médica. Como exemplos, podemos citar o próprio projeto desenvolvido pelo Conselho Federal de Terapia que propõe a criação da profissão de Terapeuta Holístico, que foi apresentado pelo ilustre Deputado José de Abreu, além dos anteriores do então senador Valmir Campelo que propunha a profissão de Terapeuta em Medicina Natural (projeto de Lei do Senado número 306, de 1991), além do PLC 67/95, e, o projeto mais explícito sobre Acupuntura, de autoria do então senador, e ex-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, que dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico em Acupuntura. Muito nos gratifica saber que o próprio ex-Presidente da República concorda com nosso ponto de vista.

Igualmente interessante é a jurisprudência sobre as técnicas naturalistas serem ou não atividades lícitas e se são ou não ato médico: TODOS os pareceres concluiram ser LIVRE o exercício profissional. Tanto isso é verdade que o CFM abriu mão de seu direito de se manifestar na ocasião em que o Sr. Dr. Waldir Paiva Mesquita, M. D. Presidente do Conselho Federal de Medicina, recebeu a Notificação do CFT - Conselho Federal de Terapia, remetida via Cartório do 2º Ofício de Brasília, onde interpelamos: "Pretende o CFM, de acordo com as suas resoluções, impedir o terapeuta "não-médico" de exercer a acupuntura ?". Esta Notificação, somada a outras ações do CFT pôs fim a uma série de informações incorretas sobre o exercício da Acupuntura, conquistando o máximo de tranquilidade para nossos filiados.

Curiosamente, após tanta polêmica, conforme noticiado no próprio Jornal do CFM (Ago/Set/96), acabou não sendo validada a "especialidade médica de acupuntura", pois, "... situações como a da Associação Médica Brasileira de Acupuntura, que foi reconhecida pelo CFM mas não integra a AMB, não podendo, portando, conceder título de especialista" (o grifo é nosso).

Veja o texto A prática de acupuntura não caracteriza exercício ilegal de Medicina na figura abaixo:

jurisprud.jpg

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:38


SINTE e CRT » Inadequação de Termos e Usos

"estágio" quando aplicado a cursos livres

Muitos consultores jurídicos entendem que a expressão ESTÁGIO só pode ser aplicada em cursos profissionalizantes, médio ou superior, que tenham reconhecimento pelo MEC ou seus prepostos e que tal atividade implica em remuneração ao estagiário. Assim sendo, nos Cursos Livres é conveniente é nominar como AULAS PRÁTICAS. Uma boa opção às Escolas é vincular as Aulas Práticas à Residência em Terapia Holística no Serviço Público de Saúde, onde os formandos atuam sob a supervisão de seus instrutores responsáveis e sob a guarda do SINTE.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:47


"doutor", "doente", "diagnóstico", "receita" e "cura" na Terapia Holística

A profissão que os Terapeutas Holísticos abraçaram requer o dobro de cuidados das demais, inclusive no referente ao modo de se expressar, tanto verbalmente, quanto por escrito.
Se um bacharel em Direito ou um médico, sem nunca terem feito doutorado, são chamados de "doutor", ninguém se sente lesado. Se um Terapeuta Holístico aceitar ser tratado como "doutor", em pouco tempo é acusado de falsidade ideológica... Assim sendo, um Terapeuta Holístico jamais "receita", mas sim, "recomenda"; ele nunca "diagnostica", ele "avalia", "analisa"; jamais "doenças", mas sim, "disfunções", "desequilíbrios energéticos", "predisposições". Da mesma forma, jamais usa "medicamentos" (que pressupõe, pela própria gênese da palavra, a existência de um "médico"), recomenda, isto sim, "remédios", "essências", "extratos".
IMPORTANTE: jamais o Terapeuta deve alegar ter recomendado algum produto para tratar alguma "doença" (doença é monopólio médico), deve, isto sim, afirmar que o "recomendou" para "harmonizar, equilibrar, etc." os "desequilíbrios energéticos, as disfunções, etc.".
Outra área polêmica é a dos Oráculos (Astrologia, Tarot, Runas, I Ching, etc.), pois, qualquer uso profissional feito fora de um conteúdo terapêutico, até a bem pouco tempo, poderia ser considerado "charlatanismo" ou "curandeirismo", crime este até a pouco tempo, passível de prisão. Exemplo: há muitas diferenças entre uma simples "leitora de sorte" e uma Terapeuta que use tais técnicas dentro de um enfoque psicoterapêutico junguiano...
Dentro desta temática, devemos aproveitar para alertar aos profissionais que, no Brasil, não devemos usar a expressão "Cura Prânica", pois a palavra "cura" em nosso país é por muitos considerada crime, havendo, no Código Penal, descrições detalhadas de procedimentos como "imposição de mãos". Ou seja, se uma pessoa má intencionada quiser prejudicar aqueles que definam seus trabalhos como "cura prânica", bastará ir à delegacia de polícia mais próxima e registrar queixa. Assim sendo, orientamos aos nossos filiados adotarem as expressões "Terapia Prânica" para evitarem problemas. Melhor ainda será se fizer uso de nosso título genérico, que é o de Terapeuta Holístico, que, do ponto de vista legal, pode ser exercida por qualquer pessoa.
Já houve inúmeras tentativas de prejudicar os profissionais destas áreas, o que culmina com ações nossas junto às Promotorias de Justiça e Defesa do Consumidor - Ministério Público, onde anexamos dezenas de documentos comprobatórios da existência e licissitude das entidades e das técnicas que representamos. Desse modo, sempre temos conseguido defender aos nossos
filiados.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:48


"medicina" e "médico" na Terapia HolÍstica

Outro tema importante a abordar é o perigo de usar expressões definidas por lei. Por exemplo: as palavras "medicina" e "médico". Muitos Terapeutas Holísticos, formados em outros países, de forma ingênua, fazem uso das mesmas expressões utilizadas em outras línguas, tais como "médico naturista", "medicina tradicional chinesa", ignorando serem estas expressões definidas e limitadas por Lei Federal, podendo serem acusados de exercício ilegal de medicina.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:49


"psicologia" e "psicólogo" na Terapia Holística

É importante a abordar é o perigo de usar expressões definidas por lei. Por exemplo: as palavras "psicologia" e "psicólogo". Muitos Terapeutas Holísticos, formados em outros países, de forma ingênua, fazem uso das mesmas expressões utilizadas em outras línguas, tais como "psicólogo oriental", "psicologia indiana", ignorando serem estas expressões definidas e limitadas por Lei Federal, podendo serem acusados de exercício ilegal de profissão, pois tais expressões são prerrogativas de quem estiver devidamente inscrito junto ao CRP (Conselho Regional de Psicologia).

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:50


"psicanálise" e "psicoterapia" na Terapia Holística

Independentemente das definições de dicionário, somente as expressões abordadas em Lei Federal tem restrição de uso. A princípio, o Terapeuta Holístico pode, livremente, fazer uso das expressões "psicanálise" e "psicoterapia", pois nenhuma delas é limitada ou definida como exclusiva para uma só profissão por Lei Federal, podendo ser utilizada por qualquer pessoa. Outrossim, desaconselhamos o uso da expressão "psicoterapia", precedida da palavra "instituto", pois os Institutos de Psicoterapia se enquadram no DECRETO 20.931 DE 11/01/1932, que Regula e Fiscaliza o Exercício da Medicina, da Odontologia, da Medicina Veterinária e das Profissões de Farmacêutico, Parteira e Enfermeira, no Brasil, e Estabelece Penas, no "ART.24 - Os institutos hospitalares de qualquer natureza, públicos ou particulares, os laboratórios de análises e pesquisas clínicas, os laboratórios de soros, vacinas e outros produtos biológicos, os gabinetes de raios X e os institutos de psicoterapia, fisioterapia e os estabelecimentos de duchas ou banhos medicinais, só poderão funcionar sob responsabilidade e direção técnica de médicos ou farmacêuticos, nos casos compatíveis com esta profissão, sendo indispensável para o seu funcionamento, licença da autoridade sanitária", ou seja, se nominar seu estalecimento como sendo um Instituto de Psicoterapia, terá que ter médico responsável e alvará da vigilância sanitária. Outrossim, se você for autônomo e utilizar a expressão "psicoterapeuta", ou disser que pratica "psicoterapia", inexistirá impedimento legal.

Já os termos "psicanálise" e "psicanalistas" são absolutamente livres para serem utilizados pelos Terapeutas Holísticos, pois o único texto legal em que se aborda a técnica é quanto ao Imposto de Renda retido na fonte: DECRETO 1.041 DE 11/01/1994, que Aprova o Regulamento para a Cobrança e Fiscalização do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza, no ART.663 - Estão sujeitas à incidência do imposto na fonte, à alíquota de seis por cento, as importâncias pagas ou creditadas por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas, civis ou mercantis, pela prestação de serviços caracterizadamente de natureza profissional (Decretos-lei números 2.030/83, ART.2, e 2.065/83, ART.1, III, e Lei número 7.450/85, ART.52).

§ 1 - Compreendem-se nas disposições deste artigo os serviços a seguir indicados:

01 a 31 .................omissis.........................

32. psicologia e psicanálise;

33 a 40 .................omissis.........................

§ 2 - O imposto incide independentemente da qualificação profissional dos sócios da beneficiária e do fato desta auferir receitas de quaisquer outras atividades, seja qual for o valor dos serviços em relação à receita bruta.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:51


· "terapia ocupacional", "terapeuta ocupacional", "fisioterapia" e "fisioterapeuta" na Terapia Holística

É importante a abordar é o perigo de usar expressões definidas por lei. Por exemplo: as palavras "terapia ocupacional", "terapeuta ocupacional", "fisioterapia" e "fisioterapeuta". Muitos Terapeutas Holísticos, orientados erroneamente por contadores inexperientes, ignorando serem estas expressões definidas e limitadas por Lei Federal, acabam utilizando dos códigos privativos destas profissões na hora de abrirem suas inscrições como autônomos, podendo serem acusados de exercício ilegal de profissão, pois tais expressões são prerrogativas de quem estiver devidamente inscrito junto ao CREFITO (Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional).

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:52


· "nutrição" e "nutricionismo" na Terapia Holística

Certa vez, inadvertidamente, fizeram uso na propaganda de uma conceituada profissional da área de trofoterapia ("trofo" = comida) naturalista, da expressão "formada em nutricionismo pela antidieta", referindo-se a um de seus inúmeros diplomas estrangeiros. No Brasil, porém, as palavras "nutricionismo" e "dieta", são termos definidos por Lei e privativos dos Nutricionistas, que a denunciaram à Delegacia do Consumidor, acusando-a de "exercício ilegal de profissão"...

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:53


"massagem" e "massagista" na Terapia Holística

Se o profissional faz uso de técnicas corporais, jamais deverá chamar este trabalho de "massagem", não só pelo sentido pejorativo que a confusão com prostituição trouxe à palavra, como, também , pelo fato de que estaria sendo enquadrado dentro de alguns requisitos impossíveis de serem cumpridos, pois estaria sujeito às seguintes diretrizes, dentre outras:
DECRETO-LEI 4.113 DE 14/02/1942
Regula a Propaganda de Médico, Cirurgiões Dentistas, Parteiras, Massagistas, Enfermeiros, de Casas de Saúde e de Estabelecimentos Congêneres, e a de Preparados Farmacêuticos
Das Parteiras, dos Massagistas e Enfermeiros (artigos 2 e 3)
ART.2 - é proibido às parteiras, aos massagistas e aos enfermeiros fazer referências a tratamentos de doenças ou de estado mórbido de qualquer espécie.
ART.3 - As parteiras, os massagistas e os enfermeiros estão obrigados a mencionar em seus anúncios o nome, título profissional e local o­nde são encontrados.
LEI 3.968 DE 05/10/1961
Dispõe sobre o Exercício da Profissão de Massagista, e dá outras Providências.
ART.1 - O exercício da profissão de Massagista só é permitido a quem possua certificado de habilitação expedido e registrado pelo Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina após aprovação, em exame, perante o mesmo órgão.
ART.2 - O massagista devidamente habilitado, poderá manter gabinete em seu próprio nome, obedecidas as seguintes normas:
1 - a aplicação da massagem dependerá de prescrição médica, registrada a receita em livro competente e arquivada no gabinete;
2 - somente em casos de urgência, em que não seja encontrado o médico para a prescrição de que trata o item anterior, poderá ser esta dispensada;
3 - será, somente, permitida a aplicação de massagem manual sendo vedado o uso de aparelhagem mecânica ou fisioterápica;
4 - a propaganda dependerá de prévia aprovação da autoridade sanitária fiscalizadora.

Como podem perceber, será muito melhor nominar seus trabalhos como "Terapia Corporal", evitando, assim, se enquadrarem nas leis acima citadas, as quais só podem ter sido criadas para coibir a prática da Massagem.

Já há anos o SINTE recomenda abolir o termo "massagem" (tanto por ser associada popularmente à prostituição, como por enquadrar-se em legislação impossível de ser cumprida) , que deve ser substituída por "Massoterapia", ou, melhor ainda "Terapia Corporal".
 
    Ultimamente,  a expressão "massoterapia" igualmente passou a ser sinônimo de prostituição, além de que, no Paraná, os órgãos públicos identificam como sinônimo de "massagem" e passaram a exigir daqueles que alegam trabalhar com esta técnica, o cumprimento das legislações  impraticáveis (DECRETO-LEI 4.113 DE 14/02/1942 e LEI 3.968 DE 05/10/1961).

Portanto, a melhor solução é o termo "Terapia Corporal" e aproveitar a oportunidade para que os cursos se aperfeiçõem para fazer justiça a este nome e acrescentem ensinamentos de Reich e Lowen (psicanálise/vegetoterapia e bioenergética) às já consagradas manobras corporais orientais e ocidentais.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:54


· "esteticista" e "estética" na Terapia Holística

Da mesma forma que alertamos sobre as inconveniências das expressões "massagem" e "massagista", igual perigo correm as ESTETICISTAS, cujas atividades estão enquadradas e definidas em inúmeros textos da Vigilância Sanitária, bem como em determinadas Leis Estaduais, que lhes fazem exigências quase que impossíveis de serem cumpridas. Pensando justamente no bem estar destes profissionais é que firmou-se convênio com o CIDESCO - Comitê Internacional de Estética e Cosmetologia, lançando a auto-regulamentação do Terapeuta em Estética, categoria que após o cumprimento de certos requisitos éticos e qualitativos, passa a contar com o aval e apoio de ambas estas entidades, o que já está lhes proporcionando um diferencial de aceitação no mercado, destacando-os junto à concorrência, além de protegerem-se dessa polêmica legislação que possibilita tantas perseguições à Estética no Brasil.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:55


"naturista" e "naturalista" na Terapia Holística

Um enorme número de reportagens popularizou a expressão "naturismo" como sinônimo de "nudismo", o que torna o uso desta palavra, no mínimo, estranha, quando aplicada a um consultório. Além da consagração pela mídia como sendo sempre referente ao nudismo, o "naturismo" também é uma expressão definida em Projeto de Lei, de autoria de Fernando Gabeira, onde igualmente se consolida, desta vez de modo "oficial", a palavra como sinônimo de "nudismo". Holístico, por sua vez, vindo do grego holos, que significa totalidade, torna muito mais ampla a gama de possibilidades de atuação do profissional.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:57


Roupas brancas

Inexiste qualquer Lei que proiba o branco, ou que o torne exclusivo de uma só profissão: açougueiros, vendedores de picolé, pais e mães-de-santo, etc. muita gente o usa.
Outrossim, o bom-senso nos leva a desaconselhar o seu uso, tendo em vista ser muito tênue a linha que separa o gosto pessoal pelo branco com a acusação de falsidade ideológica e de exercício ilegal de medicina.
A recomendação expressa é higiêne, bom gosto ao se vestir e abolir o branco, cor, aliás, que nem os médicos mais estão usando: suja muito.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 17:57


Medidores de pressão arterial

É uma prerrogativa exclusiva do Médico, pois a informação se a pressão está alta ou baixa é utilizada comumente para diagnósticos de doenças. Até mesmo farmacêuticos já foram processados por exercício ilegal de medicina pelo simples fato de terem medido a pressão de seus clientes. Quem atua em nossa área profissional deve ter o dobro de cuidados, daí a inconveniência de realizar medições de pressão no atendimento de consultório, pois este simples ato pode ser usado contra você.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 18:02


SINTE e CRT » Indicador Profissional

Como faço para ser divulgado

Da mesma forma que alertamos sobre as inconveniências das expressões "massagem" e "massagista", igual perigo correm as ESTETICISTAS, cujas atividades estão enquadradas e definidas em inúmeros textos da Vigilância Sanitária, bem como em determinadas Leis Estaduais, que lhes fazem exigências quase que impossíveis de serem cumpridas. Pensando justamente no bem estar destes profissionais é que firmou-se convênio com o CIDESCO - Comitê Internacional de Estética e Cosmetologia, lançando a auto-regulamentação do Terapeuta em Estética, categoria que após o cumprimento de certos requisitos éticos e qualitativos, passa a contar com o aval e apoio de ambas estas entidades, o que já está lhes proporcionando um diferencial de aceitação no mercado, destacando-os junto à concorrência, além de protegerem-se dessa polêmica legislação que possibilita tantas perseguições à Estética no Brasil.Todo filiado está automaticamente cadastrado em nosso Indicador Profissional, tanto oferecendo seus serviços como Terapeuta Holístico, quanto Cursos. Através do Indicador Profissional, o público em geral encontra especialistas competentes como você para lhe atender. E, o que é mais importante, só indicamos quem possui CRT - CARTEIRA DE TERAPEUTA HOLÍSTICO CREDENCIADO, a qual, justamente por não ser obrigatória por Lei, demonstra que aquele que a obtem leva sua profissão a sério e merece sua confiança. O interessado preenche uma breve ficha, em nossa própria homepage www.sinte.com.br e nossos atendentes localizarão o profissional mais adequado às necessidades (de acordo com as técnicas e localização solicitadas) e repassamos os dados de nossos filiados que preencham os requisitos, via e-mail. O mesmo pode ser feito, também, por telefone.
DICA IMPORTANTE: Mantenha sempre atualizado seus dados cadastrais, tais como endereço, telefone e técnicas que utiliza, bem como se ministra ou não, cursos e quais. Quanto maior a precisão e a atualização, mais chances de ser localizado e indicado.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 18:05


Como faço para ser divulgado no HoloCARD e qual a diferença

Este Indicador é especificamente utilizado por clientes que tem HoloCARD e que já sabem de antemão o valor que irão pagar por cada atendimento: R$ 25,00. à semelhança de muitos consultórios médicos que, mesmo atendendo particulares, fazem questão de atender "convênios" para aumentarem a clientela e a divulgação, o mesmo pode fazer o Terapeuta Holístico com a Campanha HoloCARD, bastando aderir ao credenciamento (via Internet ou telefone) e passará automaticamente a constar em mais este Indicador Profissional.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 18:07


Desejo que me indiquem bons profissionais e/ou cursos

Parabéns por seu zelo em nos consultar. Em nosso site www.sinte.com.br, menu  Profissionais , está disponível o formulário para solicitar profissionais ou cursos mais próximos ao seu CEP, levando-se em consideração as técnicas que deseja.
Veja também algumas dicas para reconhecer um bom profissional credenciado:

Clique aqui para acessar nosso formulário de Indicador Profissional - através dele, via e-mail, lhe retornaremos uma listagem com os profissionais qualificados mais próximos ao seu endereço.

Justamente por não haver lei específica sobre Terapia Holística, recomendamos que o público seja exigente e que considere os seguintes ítens para realizar uma boa escolha:

  • O profissional ideal apresenta seu número de CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado em seus cartões de visita, publicidade e impressos. Justamente por não haver lei que obrigue a conquistá-lo, o CRT funciona como um Selo de Qualidade a comprovar que este profissional espontaneamente se filiou aos órgãos representativos da profissão, comprometendo-se a cumprir as Normas Voluntárias estabelecidas.

  • O Terapeuta Holístico "top de linha" possui Certificado de Conformidade Técnica em Terapia Holística e igualmente para as principais técnicas em que atue, comprovando que está atualizado e espontaneamente compromissado ao cumprimento das Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, que primam pela adequação qualitativa do livre exercício da profissão.

  • O Certificado de Residência em Terapia Holística no Serviço Público de Saúde demonstra que o profissional é participante ativo nas causas sociais promovidas por seus órgãos de classe, doando seu tempo e trabalho às comunidades dos municípios conveniados.

Através do SINTE, por Discagem Direta Gratuita - DDG 0800-117810, indicamos profissionais competentes em qualquer lugar do Brasil. O mesmo pode ser feito pelo Indicador Profissional.

Ratificamos que só recomendamos Terapeutas Holísticos com CRT, ainda assim, aqui vão algumas dicas para se identificar um bom profissional.

Observar a roupagem - Terapeuta Holístico não é médico, deve se vestir com dignidade, mas sem a roupa branca, que não é tradicional nesta profissão. Da mesma forma, o profissional não fala de doenças, nem pede exames, pois a avaliação é realizada por outro paradigma: o energético, sendo o cliente avaliado por meio de toques, observação da íris, língua, pela conversação e aparelhagens específicas da profissão (localizadores de pontos de acupuntura, fotografia da íris, aparatos radiônicos, etc), todos métodos absolutamente não invasivos e sem dor. Todos os produtos recomendados por um Terapeuta Holístico são de venda livre, ou seja, não necessitam de receita médica e devem ser somente produtos naturais, sem contra-indicação. Um consultório de Terapia Holística não é loja, sendo muito questionável eticamente o profissional que vender os próprios produtos naturais que recomenda.

A seguir estão mais algumas dicas, específicas para as técnicas abaixo citadas:

Acupuntura e Auriculoterapia (estímulo terapêutico pela orelha) - quem realmente entende do assunto, só trabalha com agulhas descartáveis ou substitui seu uso por aparelhos de bioestimulação elétrica ou luminosa. Quem sabe realmente o que está fazendo faz a aplicação em poucos pontos, em média de 05, no máximo 10. Em suma, quanto menos agulhadas, maior a chance dele ser um bom profissional.

Terapeuta Floral - uma boa dica: o profissional competente usa poucas essências em suas recomendações florais, no máximo, 06 e baseia sua escolha após muita conversação com a pessoa atendida;

Fitoterapia (ervas terapêuticas) - o Brasil tem uma larga tradição neste campo. Convém desconfiar de um profissional que recomende plantas desconhecidas ou raras, difíceis de se encontrar, pois as plantas mais eficientes são as mais populares (justamente por serem eficientes, se tornaram populares);

Terapia Corporal - terapia reichiana, bioenergética, massoterapia, do-in, shiatsu, e demais técnicas corporais são confundidas muitas vezes com outra profissão: a prostituição. Desconfie de anúncios de duplo sentido, ou onde o profissional não esteja claramente identificado com CRT.

Reiki - o Terapeuta Holístico deve se adaptar aos pudores e limites de cada cliente, respeitando-os e ampliando-os de acordo com a necessidade técnica e com a conquista gradativa de confiança mútua; para a pratica do Reiki, é absolutamente desnecessário o toque em partes íntimas do corpo, por isto, convém ficar alerta se houver este tipo de procedimento. A Terapia Holística, incluindo o Reiki, jamais fere a religião ou a filosofia do cliente, por isso em hipótese nenhuma um profissional verdadeiro tentará "converter" ninguém a aderir ao seu modo de pensar.

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:23


SINTE e CRT » Internet

É seguro realizar pagamentos via internet ou por telefone

Pagamento pela Internet ou telefone é tão seguro quanto pagar em uma loja qualquer. Na loja, o número de seu cartão de crédito fica claramente exposto no carbono do boleto de compra e poderia ser indevidamente utilizado... Até hoje não há queixas de uso indevido de cartão no mundo cibernético, o que não quer dizer que isso não possa vir a acontecer. O SINTE colocou à sua disposição na Internet, um sistema classificado OFICIALMENTE como SEGURO, o que pode ser reconhecido com o surgimento no rodapé da tela de um símbolo de "cadeadinho", que é a convenção mundial que certifica que o site é realmente seguro. O mesmo ocorre por telefone: nossas atendentes são treinadas e seus dados cadastrais só poderão ser vistos para quem tiver a senha de acesso.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 10-01-2007 18:09


Sou Terapeuta Holístico e quero utilizar o serviço de recebimento de pagamentos

Agora, estamos colocando à sua disposição, mais uma poderosa ferramenta para seu consultório: aceitar pagamentos com Cartões de Crédito  via Internet ou telefone! Ou seja, recebemos pagamentos via Cartão de Créditopor você e repassamos o valor diretamente para sua conta. Isto é fundamental hoje em dia. Se ainda não aceita, você passa uma imagem de atraso (mesmo que uma boa parte de seus clientes prefira pagar com cheque ou dinheiro). Estabelecimentos de médio porte e consultórios particulares tem dificuldades em conseguir ser aceitos pelas administradoras de cartões, fora as despesas de manutenção e aluguel das máquinas. O SINTE desburocratiza tudo para você e ainda lhe poupa despesas, funcionando como servidor SEGURO de recebimento para você e creditando os valores diretamente em sua conta corrente!
O SINTE fornece a você, Terapeuta Holístico Filiado, mais um serviço fundamental, descontadas tão somente as taxas de administração de 10%. Para tanto, basta preencher e assinar com firma reconhecida o Contrato de Prestação de Serviço (abaixo) e enviá-lo para o SINTE - Al. Santos, 211 - Conj. 1403 - Cerqueira César - São Paulo - SP - CEP 01419-000. Ao confirmarmos o recebimento de seu contrato, você já pode começar a utilizar nosso serviço, preferencialmente via computador conectado à Internet, podendo, também, toda a operação ser realizada com um simples telefonema para o nosso (0 _ _ 11) 3171-1913. Hoje em dia, ter no consultório um computador conectado à Internet é fundamental como ferramenta de trabalho, além de contribuir para firmar uma imagem moderna e eficiente perante seus clientes.

 

Contrato de Prestação de Serviço

Eu, ___________________________________________________________
___________________________________________CRT _______________,
RG _______________________________, órgãoEmissor_________________
CPF_______________________________________ ingresso de livre e espontânea vontade no Serviço de Recebimento de Pagamentos Via Internet ou Telefone, autorizando o recebimento de pagamentos via Cartão de Crédito por serviços e/ou produtos a mim ou à minha empresa devidos por meus clientes através de preenchimento de formulário específico no site www.sinte.com.br ou pelo Telefone (0 _ _11) 3171-1913, para posterior reembolso na conta de:
Titular ____________________________________________________________
Banco/Nº____________, ag. nº ___________, conta nº ______________________
Estou ciente e de acordo:
Que este Contrato deve ser integralmente preenchido de forma legível, impresso e assinado com firma reconhecida, e que devo enviá-lo ao SINTE - Al. Santos, 211 - Conj. 1403 - Cerqueira César - São Paulo - SP - CEP 01419-000 e que somente após a confirmação do recebimento deste, é que poderei utilizar o serviço.
Que após cada transação de cliente com Cartão de Crédito, via Internet ou Telefone, devo imprimir a Autorização de Débito em 3 vias que deverão ser integralmente preenchidas de forma legível e assinadas, sendo 1 para o cliente, outra para meu próprio controle (sendo minha obrigação a guarda da mesma e fornecimento de cópias sempre que solicitadas pelas partes envolvidas) e a outra que deverá ser enviada ao SINTE. em seu endereço acima referido.
Que é de minha inteira e única responsabilidade a veracidade dos dados informados no Formulário via Internet ou por Telefone e ratificados na Autorização de Débito por mim enviada ao SINTE.
Que qualquer alteração efetuada no modelo padrão da Autorização de Débito fornecida pelo SINTE, implicará na não efetivação da transação solicitada.
Que o crédito na conta acima definida por mim, só será efetuado após a confirmação do recebimento por parte do SINTE de sua via da Autorização de Débito, e que o crédito ocorrerá num prazo médio de 30 a 40 dias após efetuada a transação via Internet ou Telefone, sendo descontadas as taxas administrativas correspondentes a 10% do valor constante na Autorização de Débito, sendo o crédito também condicionado à prévia e efetiva aceitação, confirmação e concretização da transação por parte da Administradora do Cartão de Crédito e/ou Banco Responsável.
Que este contrato poderá ser rescindido por qualquer uma das partes, mediante comunicado escrito, não cabendo multa ou indenização rescisória a nenhuma das partes.
Elegem as partes o CRT - Conselho de Auto Regulamentação da Terapia Holística, sediado na Al. Santos, 211 - conjunto 1511 - São Paulo - SP, renunciado, desde logo, a qualquer outro, por mais privilegiado que seja, para que sejam dirimidas quaisquer questões oriundas do presente instrumento, em conformidade com a LEI N° 9.307.

______________________________, de______________de 19____

______________________________________________________
Assinatura com Firma Reconhecida

 
 

Autorização de Débito Eu, ____________________________________________________
CPF: __________________________ RG: _____________________
Fone: ___________________________________________________
autorizo ao SINTE debitar o valor de
R$__________________(_______________________________
__________________________________________________) por

( ) Cartão de Crédito:
( ) Visa ( ) Master ( ) Diners ( ) American Express

Nº __________________________________

validade_____/_____


A favor do Terapeuta Holístico:
__________________________________________________CRT________

ou da Pessoa Jurídica__________________________________CRT________

Descrição dos Serviço(s)/Produto(s) adquiridos____________________________

______________________,___de________________de___________
Local e DataAssinatura

TERAPIA significa "harmonizar" e HOLÍSTICA, "totalidade", mas a expressão popular (embora errônea), com que se conhece esta técnica, é Terapia Alternativa. Na Terapia Holística, independentemente das variadas denominações individuais ou regionais, tais como acupunturistas, terapeutas florais, psicanalistas, fitoterapeutas, terapeutas em estética, cromoterapeutas, iridólogos, yogaterapeutas, etc., todos são TERAPEUTAS HOLÍSTICOS - desta UNIÃO provém a FORçA da categoria. é uma profissão de LIVRE EXERCÍCIO, ou seja, inexiste Lei que limite, restrinja ou impessa que qualquer pessoa, preparada ou não, se apresente como profissional do setor.
O SINTE recomenda a todos que procurem somente Terapeutas Holísticos que possuem CRT. Para quem preencher a determinados requisitos qualitativos é outorgado um número de CRT (Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado) definitivo, que funciona como um selo de qualidade, garantindo à população a idoneidade do profissional. Assim como o médico se identifica perante a sociedade com o seu CRM, o psicólogo, com seu CRP, o engenheiro, pelo seu CREA, igualmente o TERAPEUTA HOLÍSTICO se valoriza pela utilização de seu CRT, cujo número representa seu vínculo à nossa organização, o qual, mesmo sem obrigatoriedade por Lei Federal, a cada dia que passa vem se tornando mais e mais uma exigência de mercado e um privilégio ao profissional que o conquista.
Através de nosso serviço de Discagem Direta Gratuita - DDG 0800-117810, indicamos profissionais competentes em qualquer lugar do Brasil. O mesmo pode ser feito pela Internet: www.sinte.com.br
Terapeuta Holístico não é médico, não fala de doenças, nem pede exames médicos, pois o cliente é avaliado por outro paradigma: o energético, sendo por meio de toques, observação da íris, língua, pela conversação e aparelhagens específicas da profissão (localizadores de pontos de acupuntura, fotografia da íris, aparatos radiônicos, etc), todos métodos absolutamente não invasivos e sem dor. Todos os produtos recomendados por um Terapeuta Holístico são de venda livre, ou seja, não necessitam de receita médica e devem ser somente produtos naturais, sem contra-indicação.
Para sua própria segurança, confirme o CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado do profissional

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:27


Você ainda usa o velho cartão de visita? Aquele que só tem os números do telefone e do fax? Se a resposta for positiva, chegou a hora de deixar esse hábito para trás e cadastrar-se no SINTE-MAIL, que é fácil de usar e é gratuito, desde que você tenha access

CONFIGURANDO SEU E-MAIL NO OUTLOOK EXPRESS:

Abra o programa e com o mouse selecione "Ferramentas" e "Contas":

Contas.jpg

Na sequência, "Adicionar" e "Correio":
Adicionar.jpg

Na janela aberta, digite o nome escolhido para seu e-mail e clique no botão "Avançar":
seunome.jpg

Selecione a opção "Eu já tenho um endereço..." e digite no campo o nome de seu e-mail seguido de @terapiaholistica.net (ver figura) e clique no botão "Avançar":
seunome_terapiaholistica.net

Na nova janela, com a opção POP3, digite nos campos "Servidor de mensagens recebidas" e "Servidor de mensagens enviadas" o texto "terapiaholistica.net" (ver figura) e clique no botão "Avançar":
popsmtp.jpg

Na sequência, nos campos "Nome da Conta", digiteseu nome de usuário (digite seu Nome de Usuário, incluindo o @terapiaholistica.net) e em "Senha", digite a mesma que nos forneceu em seu formulário de cadastramento. Após, clique no botão "Avançar":
nomesenha_1.jpg

Clique no botão "Concluir" e já pode utilizar seu e-mail pelo Outlook Express.
concluir.jpg

Caso deseje personalizar o nome de sua conta (como será visto por quem receber seus e-mails), volte a "Contas da Internet" e utilize "duplo clique" sobre "terapiaholistica.net", conforme figura:
mudandonome.jpg

No campo em que está escrito "terapiaholistica.net" digite por cima o nome com o qual gostaria de ser identificado nesta conta de e-mail e clique no botão "OK":
seunomepreferido.jpg

seunomepreferido2.jpg

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 11-01-2007 09:22


Configurando seu e-mail terapiaholistica.net para evitar SPAMS

Existe muitas maneiras de um "spammer" obter endereços: "mails-list" (tipo do Yahoo, e-groups e similares); e-mails contendo inúmeros endereços no campo Cc (com cópia para...), "robots" de captura, que "varrem" sites, fóruns; programas que testam nomes de "A a Z" sobre cada domínio escolhido, enfim, as possibilidades são muitas, tornando-se impossível de se imunizar. Contudo, há como bloquear o recebimento,sendo a forma mais rápida e eficaz, em seu próprio programa de e-mail (Outlook Express, Eudora, etc), digitando-se o remetente na "Lista de Remetentes Bloqueados". A colega nos solicita que bloqueemos diretamente nos servidores, o que de fato é possível e o faremos, bastando nos enviar os spams recebidos, para analisarmos seus reais remetentes (comumente, seus endereços são "mascarados" e necessitam de um estudo do código-fonte para detectarmos a origem verdadeira...).

 
    Isto feito, bloquearemos exclusivamente para seu endereço, pois, o que é spam para um, nem sempre o é para outro. Esta é uma das razões pelas quais não adotamos o bloqueio "automático" utilizando listagens internacionais de SUPOSTOS emissores de "spam", bloqueando automaticamente TODOS os que originem do mesmo domínio (por exemplo, o de seu e-mail: uol.com.br) ou de um determinado endereço IP (por exemplo, nestas listagens internacionais, TODOS os IPs da Telefonica brasileira seriam bloqueados.. ).
    Aliás, a própria colega pode fazê-lo, acessando seu e-mails via nosso site www.sinte.com.br , link Webmail e configurar via painel "Filtros", tanto por remetente, quanto por "palavras-chaves".
 
    Em todo caso, estamos à disposição para fazê-lo para a colega, observando-se que necessitamos que nos envie novo e-mail, anexando todos os e-mails "spams" recebidos, para que possamos atender-lhe da forma mais eficiente possível.
 
    Novamente, nossas congratulações e conte sempre com nosso apoio.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 11-01-2007 09:23


Site e E-mails Especiais Para os Filiados

 

 Mais um serviço EXCLUSIVO aos nossos filiados !

Seja premiado com um SUPER E-MAIL com mais de 2 Gb e um "site" com design especial e que você mesmo edita como desejar ! 

Saiba mais !

    

Você merece ter um SUPER-EMAIL e um site com LAYOUT ESPECIALcujo conteúdo você mesmo edita !

Cada vez que divulgar seu novo e-mail e site, a sociedade terá certeza de que você é um profissional altamente qualificado e que possui CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado, pois o SINTE conquistou mais de 20 domínios PROFISSIONAIS exclusivos para nossos associados: 

Seu e-mail será no formato:
 seunome@ 

Seu e-site será no formato:
www.seunome.

 Complementado com um dos domínios listados à direita:

arteterapeuta.com.br
auriculoterapia.com.br
cromopuntura.com.br
cromoterapeuta.com.br
holopuntura.com.br
naturoterapia.com.br
psicanalista.com.br
psicoterapeutas.com.br
radiestesia.com.br
reflexoterapeuta.com.br
reikiana.com.br
reikiano.com.br
terapeutacorporal.com.br
terapeutafloral.com.br
terapiaholistica.net
terapeutaholistica.com.br
terapeutaholistico.com.br
terapeutasholisticos.com.br
terapiadevidaspassadas.com.br
terapiatradicionalchinesa.com.br
terapiatranspessoal.com.br

O e-mail é fruto da parceria SINTE e Gmail e disponibiliza aos nossos filiados mais que 2 Gb de espaço, com todas as instruções em português. O "forte" do Gmail é justamente o acesso direto via navegador de internet (Internet Explorer, Firefox e outros), mas, se mesmo assim, alguém ainda deseje usar Outlook Express ou similares, basta seguir as instruções disponíveis na Ajuda do próprio Gmail!

Você, filiado em dia, tem direito a e-mail especial, com antispam automatizado, calendário/agenda, editor de textos e planilhas, classificação inteligente e um super-sistema de busca, além de uma homepage editável no mesmo Domínio ("sobrenome") profissional que selecionar dentre as mais de 20 opções que dispomos.

Clique Aqui e Solicite

       Em relação ao seu novo Site Editável, o SINTE empenhou-se e conseguiu disponibilizar para VOCÊ de uma forma simples por meio de ferramentas online muito parecidas com os mais populares softwares editores de texto. Se você sabe usar o Word ou outros programas similares (StarOffice, OpenOffice, WordPerfect, etc…), ou mesmo, está acostumado a postar mensagens em "blogs", já está praticamente apto a editar o seu site PROFISSIONAL ESPECIAL ! Apesar de bastante simples e intuitivo, o SINTE disponibiliza um Manual Online, ensinando como melhor usufruir das ferramentas de edição! Caso precise consultar tópicos de ajuda com relação a criação, modificação e acréscimo de informações, acesse o Manual de Edição.


       Divulgue sua homepage para seus amigos e clientes!
       É o SINTE trabalhando cada vez mais e melhor por Você ! 

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:33


Manual de Edição do site do filiado

Atentem que, em seu próprio site personalizado, basta entrar com seu nome de usuário e senha que terá acesso ao menu de ajuda, que contém o Manual.

Independente disso, pode acessar "clicando" no link a seguir:

Clique Aqui Para Acessar o Manual do Usuário

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 17-05-2007 18:06


SINTE e CRT » Modelos

BRT - Bloco de Recomendação Terapêutica

Um fator importante para todo Terapeuta Holístico é distinguir claramente a sua profissão das demais atividades ligadas à saúde. Registramos inúmeros casos onde ocorreram acusações de "exercício ilegal de medicina" e de "estar de posse e fazer uso de Receituário Médico falsificado", pelo simples fato do Terapeuta Holístico fazer uso de um bloco com texto e modelos de impressão completamente desaconselháveis do ponto de vista legal. 

Ao final, está o link com o formato recomendado por nossa organização, bem como a íntegra da Resolução que o instituiu.

O BRT serve também para estas circunstâncias: "Declaro, para os devidos fins, que a Sra. Fulana de Tal realiza comigo sessões de Terapia Holística, por tempo indeterminado, ao custo de R$ 50,00 cada". Lembrando que isto só é possível se o colega for registrado como autônomo na Prefeitura e que deve declarar isto em seu imposto de renda. Caso não queira usar seu BRT, pode fazer uso de um recibo vendido em papelarias chamado RPA.

A seguir, mais alguns esclarecimentos pertinentes.

Não existe "reembolso" por planos de saúde em nosso ramo de atuação.

Atente que os Clientes tem direito a solicitar seu de RPA - Recibo de Prestação de Serviços Autônomos, e nós, o dever de fornecer. Outrossim, estando em situação informal, este recibo igualmente estará na ilegalidade. Mesmo quanto estiver formalizada, seja como Terapeuta Holístico autônomo, seja como empresário individual prestador de serviços em Terapia Holística, também os valores não poderão ser abatidos do imposto de renda dos Clientes.

Ainda que à nossa revelia, Clientes lancem para abatimento no Imposto de Renda, caso passem por malha fina, tais valores serão recusados. 

Na prática, só mesmo despesas médicas e odontológicas; nas demais profissões, só se tais despesas estiveram embutidas em uma mesma Nota Fiscal emitida por uma empresa hospitalar, o que não é nosso caso.

Somente MÉDICOS e ODONTÓLOGOS  podem atestar afastamento do trabalho; nem psicólogos, nem fisioterapeutas, nem terapeutas ocupacionais, nutricionistas, etc, etc, o podem.

Não raro, quando um Terapeuta Holístico tenta fazê-lo, se transforma em processo de falsidade ideológica, estelionato e exercício ilegal de profissão, dentre outros enquadramentos possíveis.

Uma coisa é atestar o comparecimento à terapia, como consideração à empresa, mas SEM pretensões de reembolso ou de isenção de faltas... Já tentar obter o abono das faltas, aí já caracteriza tentativa de fraude, ainda que certamente não tenha sido esta a intenção. Porém, do ponto de vista jurídico, alegar desconhecer a legislação não impede condenações...

Pareceres sobre o tema encontram-se em www.sinte.com.br , que transcrevemos a seguir.

Emissão de recibo e atestados

TERAPEUTAS HOLÍSTICOS são profissionais registrados nas Prefeituras como autônomos, devendo emitir recibos, que podem ser feitos no BRT - Bloco deRecomendação Terapêutica (ver ítem a seguir), com texto do tipo: "recebi de Fulana deTal, R$ xx,xx, referentes a serviços prestados em atendimento com Terapia Holística". O mesmo pode ser feito em recibos de autônomo chamados de RPA e vendidos nas boas papelarias. Quando o profissional tem uma empresa, aí ela emite Notas Fiscais, deprestação de serviços ou de venda de produtos (para venda, terá que abrir empresa, lembrando que jamais recomendamos montar ponto comercial junto ao consultório).
O Terapeuta Holístico pode fazer uso de seu BRT para Atestar o comparecimento de seu cliente ao tratamento: "Atesto, para os devidos fins, que Fulana de Tal esteve sobre atendimento com Terapia Holística, no dia XX/XX/XXX, das XXhs às XXhs".

Atenção:

    1. Inexiste Lei que obrigue a empresa onde o cliente trabalha a abonar a falta ou a restituir as despesas; aliás, nem mesmo se fosse atendimento com psicólogos ou mesmo médicos, se particulares. Muitas organizações aceitam por consideração aos seus funcionários, mas, repetimos, nenhuma Lei as obriga;
    2. Terapeutas Holísticos podem Atestar a presença de seu cliente ao tratamento, sendo terminantemente vetado qualquer atestado relativo a doenças.

Veja Norma Técnica Setorial Voluntária - NTSV - TH002

Clique Aqui para abrir o Modelo de BRT - Bloco de Recomendação Terapêutica

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 20-05-2011 13:55


Emissão de recibo e atestados

TERAPEUTAS HOLÍSTICOS são profissionais registrados nas Prefeituras como autônomos, devendo emitir recibos, que podem ser feitos no BRT - Bloco de Recomendação Terapêutica (ver ítem a seguir), com texto do tipo: "recebi de Fulana de Tal, R$ xx,xx, referentes a serviços prestados em atendimento com Terapia Holística". O mesmo pode ser feito em recibos de autônomo chamados de RPA e vendidos nas boas papelarias. Quando o profissional tem uma empresa, aí ela emite Notas Fiscais, de prestação de serviços ou de venda de produtos (para venda, terá que abrir empresa, lembrando que jamais recomendamos montar ponto comercial junto ao consultório).
O Terapeuta Holístico pode fazer uso de seu BRT para Atestar o comparecimento de seu cliente ao tratamento: "Atesto, para os devidos fins, que Fulana de Tal esteve sobre atendimento com Terapia Holística, no dia XX/XX/XXX, das XXhs às XXhs".
Atenção:

    1. Inexiste Lei que obrigue a empresa onde o cliente trabalha a abonar a falta ou a restituir as despesas; aliás, nem mesmo se fosse atendimento com psicólogos ou mesmo médicos, se particulares. Muitas organizações aceitam por consideração aos seus funcionários, mas, repetimos, nenhuma Lei as obriga;
    2. Terapeutas Holísticos podem Atestar a presença de seu cliente ao tratamento, sendo terminantemente vetado qualquer atestado relativo a doenças.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 11-01-2007 09:25


Elaboração de Monografia

Orientações para elaboração de MONOGRAFIAS, em especial, para fins de cumprimento do requisito Comprovação de Capacitação Profissional, para fins de recebimento de CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado e/ou para inclusão de Modalidade na CRT.

 

Fazer uma monografia implica em demonstrar a capacidade de articular idéias coerentemente, saber sintetizar conhecimento e colocá-lo em palavras, aprender a direcionar e organizar leituras, aprender a fazer pesquisa bibliográfica (busca, utilização, citações), ou seja, exercitar a capacidade de aprofundar um tema.

 

Toda literatura e normas técnicas para elaboração de monografias pressupõem metodologia científica. Como a Terapia Holística é ARTE, várias adaptações se fizeram necessárias, elaborando-se a síntese orientativa descrita a seguir.

 

A observância quanto à adequação do conteúdo às NTSV – Normas Técnicas Setoriais Voluntárias da Terapía Holística será bastante considerada na avaliação.


modelo para monografia serve como base para qualquer modalidade, e não especialmente desenvolvido para cada técnica.
 

Cada filiado deve enviar suas Monografias por e-mail (para contato @sinte.com.br), em arquivo anexo, que pode ser salvo em formato texto, tais como .DOC , .RTF e .ODT, ou de documento portátil, .PDF.

 

Está em estudo uma NTSV específica, porém, sem possibilidade de implantação imediata, já que até o momento, temos praticado uma certa condescendência quanto ao formato de apresentação.

 

Por isso, se as monografias que apresentar estiver em padrão ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas, ótimo, lembrando, porém, que ainda não conquistamos tal grau de exigência, sendo nossa atenção maior quanto à inadequação de termos e de postura profissional, em conformidade com as NTSVs já implantadas há anos. 

 

E, claro, que o conteúdo aborde todas as modalidades com as quais o filiado deseje se credenciar, à semelhança de uma apostila de curso, tendo-se em mente que estaria "ensinando" a quem lê como aplicar as técnicas. 

 

Também não pré-determinamos um número adequado de páginas como sendo ideal, ainda mais porque nem sempre volume implica em bom conteúdo, porém, é certo que não será em uma ou duas páginas que alguém consegue desenvolver um tema... 

 

As monografias tem que ser enviadas por meio magnético (e-mail (para contato @sinte.com.br), pois isto em muito acelera o tempo de avaliação, além de ser ecologicamente correto, já que não desperdiça papel, nem espaço físico maior.
 
Para melhor auxiliar segue dois roteiros de apresentação, um mais simples, outro mais próximo do padrão ABNT, que é o ideal.

 

MODELO SIMPLIFICADO:

1)      APRESENTAÇÃO

O presente trabalho visa auxiliar  na confecção de sua monografia. Apresentaremos aqui, aquilo que se entende como o “conteúdo”, ou como a “estrutura lógica de um texto de pesquisa”. Via de regra, um trabalho obedece a uma divisão de 3 partes:

1a) A introdução

2a) O desenvolvimento do assunto

3a) A conclusão do trabalho


Num primeiro momento, estaremos apresentando a estrutura básica destas 3 partes. Na seqüência, estaremos apresentando algumas minúcias do desenvolvimento da monografia, incluindo a parte estética.

 

2)      OS COMPONENTES DA MONOGRAFIA

 

2.1) A Introdução

A introdução visa introduzir o leitor na temática que será discutida em todo o corpo da monografia. É também na introdução que irá ser delimitado claramente o campo de pesquisa realizado (ou seja, o tema escolhido). Curiosamente, é a última parte a ser redigida, embora na apresentação gráfica (composição final do trabalho) seja a primeira parte que aparece.

 

2.2) O Corpo do trabalho (desenvolvimento do assunto)

É a parte mais extensa do trabalho e, por que não dizer, a razão de todo o trabalho que está sendo desenvolvido. Analisa-se a idéia principal, desdobrando-a e reduzindo-a em quantas partes forem necessárias. Colocam-se também posições discordantes e elabora-se uma discussão o mais clara e precisa possível sobre o tema escolhido. Nesta parte levantam-se hipóteses e apontam-se caminhos de comprovação ou refutação. Por fim, é no corpo do trabalho que também são apresentadas as citações e os dados da pesquisa realizada para a elaboração do tema. Ao escrever esta parte da monografia, o aluno deve estar atento para que os títulos de cada capítulo exprimam claramente o que está sendo tratado naquele tópico. Os capítulos devem estar articulados numa seqüência lógica e inteligente, onde uma idéia vá complementando e acrescentando algo a idéia anterior.

 

2.3) A Conclusão

Como um rio que deságua no mar, a conclusão é o ponto final do trabalho. Na conclusão toda a discussão, todas as demonstrações, devem estar coerentes e integradas. O texto deve ser breve e ter uma profunda ligação com o “corpo”do trabalho, como uma espécie de “coroação” esperada e prevista ao longo de toda monografia. O objetivo da conclusão é exprimir sinteticamente as idéias principais desenvolvidas, retomando alguns argumentos decisivos. Ressaltar o alcance e as conseqüências dos esclarecimentos ali apontados são também desejados.


3) ESTÉTICA DA MONOGRAFIA

 

3.1) Folha e Texto


Texto digitado com letra tamanho 12 (Times, Arial)

Nas passagens dos parágrafos, recomenda-se espaço “3”.

Margem superio: 3 cm

Margem inferior: 1,5 cm

Margem esquerda: 3 cm (alguns autores recomendam 4 cm)

Margem direita: 2 cm

 

A numeração só não considera a capa. Começa a partir da página de rosto, embora esteticamente, a grafia destes números só apareça a partir do índice. Assim, os primeiros números de página a serem visíveis serão provavelmente o 4 ou o 5.


A numeração deve ser escrita ao centro ou à direita, na borda superior do papel

Início dos parágrafos: sete espaços após linha da margem esquerda.

 

3.2) Organização Material

 

3.2.1) Capa

Deve ser feita de um material mais resistente, preservando assim a duração da monografia contra os desgastes do tempo.

a)      Ao centro, na borda superior, em letras versais o SINTE, especificando (quando houver) a sub-unidade pertencente.


Exemplo:

 

SINTE

INSTITUTO FULANO DE TAL


b)      No meio da capa, deve figurar o Título da monografia. Exemplo: CROMOTERAPIA


c)      Um pouco abaixo do título (uns 5 cm) deve estar o nome do autor da monografia, e logo abaixo, seu número de CRT.


Exemplo:

 

FULANA DE TAL

Terapeuta Holistica - CRT XXXXX


d)      Na borda inferior, aparecem o mês e o ano de conclusão da monografia. Exemplo: Setembro - 2012


3.2.2) Folha de rosto

Repetir exatamente o que está na capa. A contagem das folhas começa nesta parte, embora, ainda não seja grafada a numeração.

Observação: Algumas capas plásticas são transparentes e, dessa forma, irão apenas transparecer o que está na folhade rosto.

 

3.2.3) Dedicatória

Opcional. Pode conter também uma frase ou pensamento.


3.2.4) Índice

É a última folha a ser digitada, embora apareça na apresentação gráfica imediatamente após a folha de rosto. Devemconstar os títulos de capítulos e subtítulos mais importantes, com a devida numeração.


3.2.5) Prefácio

Corresponde à Introdução da Monografia, onde o autor irá apresentar suas pretensões.


3.2.6) Corpo da Monografia

Por ser a parte mais extensa, deve ser dividido em partes lógicas e concatenadas. Normalmente obedece-se aos seguintes parâmetros (que servem apenas como sugestão):

Primeiro: apresentam-se dados históricos. Ex: Quando surgiu a cromoterapia; Quem a inventou, etc...

Segundo: Apresentação de opiniões contrárias e divergentes. Ex: Mitos e Erros sobre a Cromoterapia. A visão dos Céticos, etc...

Terceiro: É onde as hipóteses da monografia são claramente apresentadas, refutando-se as possíveis divergências, e assumindo-se uma posição definitiva, que contará com dados de pesquisas, bibliografias, etc.


3.2.7) Conclusão

Corresponde ao capítulo final da monografia. Não traz nada de novo, apenas reforça sinteticamente o material antes discutido.


3.2.8) Anexos e/ou Apêndices

Opcionais: São inclusões de textos ou de ilustrações complementares.

Reparem que: Apêndices são textos de autoria própria. Anexos são textos extraídos de fontes bilbiográficas.


3.2.9) Bibliografia

Enumeração dos autores e obras consultadas para elaboração da monografia. Deve ser feita em ordem alfabética dos sobrenomes dos autores.

a)      Sobrenome do(s) Autor(es) ou da entidade em letras maiúsculas, com nome abreviado. No caso de mais de um autor, separam-se os nomes por ponto-e-vírgula (Ex: FULANO, J.; SICRANO, B.)

b)      Ponto

c)      Título da Obra em Letra comum, sublinhada ou em itálico

d)      Ponto

e)      Edição (cita-se somente a partir da segunda. É desnecessário colocar 1a. edição).

f)        Vírgula

g)      Local da Publicação

h)      Dois Pontos (:)

i)        Editor ou editora

j)        Vírgula

k)      Data (ano)

l)        Ponto

 

Exemplo:

BANDLER, R.; GRINDER, J. Ressignificando – Programação Neurolinguística e a transformação do Significado. 2a. edição, São Paulo: Summus, 1986.


3.2.10) Páginas Finais

Última página em branco


3.3) Utilização de Itálicos, Sublinhados, Negritos e Versais

i) Utilizam-se itálicos ou sublinhas simples para títulos de obras citadas, palavras estrangeiras, expressões consagradas (ditados populares), bem como passagens breves que o autor queira chamar a atenção.

ii) Utilizam-se negritos ou sublinhas duplas  para subtítulos ou itens dos capítulos.

iii) Utilizam-se VERSAIS no título da própria monografia, nos títulos das partes, seções e capítulos. Também em nomesde autores citados em notas de rodapé e na bibliografia.


3.4) A Posição dos Títulos

Títulos dos capítulos, do índice, da bibliografia, dos anexos e apêndices devem sempre abrir uma nova folha da monografia. Centrado e na margem superior

Já os títulos de itens e subdivisões podem aparecer à esquerda, e não abrem necessariamente uma nova folha.


3.5) As Citações

São as transcrições de documentos bibliográficos. Aparecem em itálico e “entre aspas”. Exemplo:

“O Mestre parece louco algumas vezes, algumas vezes irracional, algumas vezes cabeça-dura. Mas a única razão porquê ele não pode se comportar como você (...) é que ele se tornou acordado, e a multidão está profundamente adormecida” (OSHO. Ah, Isto! São Paulo: Editora Gente).

 

3.6) As Notas de Rodapé

Os Números das notas de rodapé são escritos em arábico.

Utilizam-se espaço simples.

i) Servem para indicar fontes.

Exemplo: na citação do texto acima, os dados da fonte poderiam ser substituídos pela numeração de rodapé:

“O Mestre parece louco algumas vezes, algumas vezes irracional, algumas vezes cabeça-dura. Mas a única razão porquê ele não pode se comportar como você (...) é que ele se tornou acordado, e a multidão está profundamente adormecida” 1.

 

E depois no rodapé:

1 OSHO. Ah, Isto! São Paulo: Editora Gente

 

ii) Servem para indicar textos paralelos ou para transcrever textos originais.

iii) Servem para comentários paralelos do autor ou do tradutor.

 

MODELO INSPIRADO NO PADRÃO ABNT:

SELEÇAO DO TEMA

A escolha compete ao próprio discente. A temática deve ser-lhe motivante, sendo significativa em sua história pessoal e profissional.

Pode ser uma síntese de vários aprendizados que estão separados em técnicas distintas, mas ainda pertencentes à Terapia Holística.

Por exemplos, se o curso for de Holopuntura, poderia ser: Holopuntura e Bioenergética, Holopuntura e Geoterapia, etc.

Outra opção seria dissertar sobre um tema teórico, como "A Visão Junguiana dos Arquétipos Aplicadas à Holopuntura", "A Leitura Corporal Antecipando o Conhecimento das Emoções Reprimidas A Serem Alfloradas pela Holopuntura", etc.

Que tal se fosse a criação de material didático, sintetizando e organizando temas em apostilas, para ministrar um curso livre sobre Holopuntura ? Ou mesmo, a criação de um livro !

Pode ser uma pesquisa empírica, a partir da experiência concreta pessoal, algo como "Avaliação dos resultados da aplicação de Holopuntura em 10 clientes", ou "A Resistência à Terapia, Antes de Depois da Inclusão da Técnica de Holopuntura", ou "Discussão de Um Caso de Holopuntura Em Atendimento Semanal Por Um Ano”, ou ainda "Relato da Inclusão da Holopuntura Em Um Spa", etc.

Pode ser também o aprofundamento de temas da Holopuntura, por exemplo "Holopuntura na Terapia Corporal", "Holopuntura e os Efeitos dos Estímulos Cromopunturais", "Holopuntura e o Atendimento a Vestibulandos.

FORMATAÇÃO

O Trabalho de Conclusão de Curso deve ser remetido exclusivamente em meio magnético (arquivo de computador, via e-mail, ou disquete), salvo em formato universal (ou .doc, ou .rtf, ou .pdf).

Considerando que cada página terá, em média, 55 linhas, o desenvolvimento do texto (Introdução + Material e Metodologia + Resultados + Discussão + Conclusões) deve ocupar um mínimo de 15 páginas.

Digitação do Documento - Recomenda-se a utilização da fonte arial ou times new roman, tamanho 12 (tipos itálicos são usados para nomes científicos e expressões estrangeiras), em espaço dum e meio (1,5), (exceto as referências bibliográficas, que devem ter espaço um (1), ocupando apenas o anverso da página.

Configuração de Páginas - Tamanho A4, contendo margem superior de 2 cm e inferior com 2 cm; margem esquerda de 3 cm e direita com 2 cm, contendo numeração no canto superior direito, para a a qual só não considera a capa. Começa a partir da página de rosto, embora esteticamente, a grafia destes números só apareça a partir do índice. no canto superior direito, sem traços, pontos ou parênteses. A numeração das páginas preliminares (a partir da página de rosto até a última folha antes do texto) é opcional. Caso sejam numeradas, utilizar algarismos romanos representados por letras minúsculas (i, ii, iii, iv, etc.). Em se fazendo tal opção, a página de rosto (página i), não deve ser numerada, iniciando-se a numeração na página seguinte (página ii). Havendo anexos, suas páginas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento a do texto principal.

ESTRUTURA DO TRABALHO

Capa - Deve constar autoria, título do trabalho, local e data, dispostos a critério do autor. A inclusão de outros elementos é opcional.

Página de Rosto - Deve conter o nome completo do discente e seu número de CRT; o título do trabalho e subtítulo quando houver, separado do título por dois pontos (quando for explicativo) ou ponto e vírgula (quando se tratar de subtítulo complementar); o nome da instituição e departamento (SINTE - Comunidade de Estudos Avançados em Terapia Holística); indicação da disciplina (Terapia Floral de Bach); nome e CRT do orientador (Henrique Vieira Filho – CRT 21001); local e data.

Epígrafe (opcional) - Esta página é opcional, tendo uma citação de um pensamento que, de certa forma, embasou ou inspirou o trabalho. Pode ocorrer, também, no início de cada capítulo ou partes principais.

Dedicatória (opcional) - Página opcional, tendo um texto, geralmente curto, no qual o autor presta alguma homenagem ou dedica o seu trabalho a alguém.

Agradecimentos (opcional) - Página opcional, podendo ser incluídas aqui referências a Instituições ou pessoas que subvencionaram o trabalho.

Sumário - Consiste na enumeração dos capítulos do trabalho, na ordem em que aparecem no texto, com a página inicial de cada capítulo. Os capítulos devem ser numerados em algarismos arábicos, a partir da Introdução até as Referências Bibliográficas. Havendo subdivisão nos capítulos, deve ser adotada a numeração progressiva, sempre em número arábico.

Resumo - num máximo de 10 linhas, descrever do que se trata, como foi desenvolvida a monografia e conclusões mais importantes.

Introdução - apresentação do tema, acompanhada de uma descrição breve da importância do mesmo para si e para a coletividade, e um apanhado do que será o conteúdo da monografia.

Material e Metodologia - É a descrição precisa dos métodos, materiais e equipamentos utilizados, de modo a permitir a repetição dos ensaios por outros pesquisadores. Por exemplo, no caso de uma intervenção com Terapia Floral de Bahc em uma escola, descrever as características e nome da entidade, como se obteve acesso a ela, pessoas que colaboraram, que tipo de intervenção foi realizada, quantos alunos foram atendidos etc.. No caso de uma compilação teórica, relato das fontes consultadas, pontos de confluência e divergência entre as mesmas, lacunas existentes.

Resultados – apresentação, em ordem lógica, do que resultou da intervenção ou estudo realizados, sem interpretações pessoais. Podem ser acompanhados por gráficos, tabelas, mapas e figuras.

Discussão - avaliação crítica (incluindo seu ponto de vista pessoal) dos resultados da pesquisa, os quais são analisados e comparados com os já existentes sobre o assunto na literatura citada. São discutidas suas possíveis implicações, significados e razões para concordância ou discordância com outros autores. A discussão deve fornecer elementos para as conclusões.

Conclusões - Devem ser fundamentadas nos resultados e na discussão, contendo deduções lógicas e correspondentes, em número igual ou superior aos objetivos propostos. Refere-se à introdução, fechando-se sobre o início do trabalho. Decorre de tudo o que foi exposto anteriormente, a importância disso, o que se pode afirmar que parece ser verdade, o que parece ser possível descartar, as questões que ainda deixam dúvidas. Apontar caminhos de desenvolvimento posterior do tema.

Referências bibliográficas - listagem das obras citadas ou utilizadas como base conceitual ou metodológica do trabalho desenvolvido, de maneira a permitir ao leitor interessado a possibilidade de acessar o material listado. Deve ser feita em ordem alfabética dos sobrenomes dos autores. Sequência de apresentação para cada obra citada: Sobrenome do(s) Autor(es) ou da entidade em letras maiúsculas,Nome (pode ser abreviado). (Ex: FULANO, J.; SICRANO, B.).Título da Obra (sublinhada ou em itálico). EdiçãoLocal da Publicação, Editor ou EditoraAno de Publicação.

Anexos e Apêndices - Anexos são partes integrantes do texto, mas destacados deste para evitar descontinuidade na sequência lógica das idéias. Constituem suportes elucidativos e ilustrativos para a compreensão do texto. Apêndices constituem suportes elucidativos e ilustrativos, porém não essenciais à compreensão do texto. Quando existe a necessidade, no trabalho, de vários anexos ou apêndices, cada um deles deve ter no alto da página a indicação em letras maiúsculas , seguido do número correspondente em algarismo arábico. No texto devem ser citados entre parênteses.



Texto original de: http://www.sinte.com.br/exclusivo-filiados/respostas-questoes-mais-comuns/222-modelos-monografias.html#ixzz2qaOFClDy 
Direitos Autorais: SINTE

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:27


Modelo do Contrato de Prestação de Serviços por Participação em Palestras / Workshops

Modelo do Contrato de Prestação de Serviços por Participação em Palestras / Workshops

Pelo presente Contrato de Prestação de Serviços, que entre si fazem, de um lado, como CONTRATANTE, XXXXXXXXXXX, estabelecida na Rua XXXXXXXXXX, nº XXXX - BAIRRO XXXXX– CIDADE XXXX, ESTADO XX, inscrita no CNPJ/MF sob nº XXXXXXXXXX, inscrição estadual XXXXXXXX e, de outro lado, como CONTRATADA, XXXXXXXXXXXXXXX, com escritório na Rua XXXXXXXXXXXXXXXX, nº XXXX - BAIRRO XXX – CIDADE XXXX, ESTADO XX, inscrita no CPF/MF sob nº XXXXXXXXXX, têm entre si certo e ajustado o que se segue:

1 – O CONTRATADO obriga-se a ministrar  uma palestra sobre o tema  “XXXXXXXXXXX”, cujo briefing (público alvo, inscritos, definição dos aspectos mais importantes a serem abordados na palestra,  o CONTRATANTE obriga-se a apresentar para aprovação do CONTRATADO até XX/XX/XXXX, no dia XX/XX/XXXX, durante XX minutos entre XXh00 e XXh00, no LOCAL XXXXXXXXXXXX, situado em XXXXXXX, CIDADE XXXXXXXX.

2 – Pelos serviços ajustados a CONTRATANTE pagará a importância de R$ XX.XXX,00 (XXXXXXXXXXXXXXXX reais) da seguinte forma:

•  R$ XX.XXX,00 (XXXXXXXXX reais) ao CONTRATADO mediante depósito bancário na conta nº XXXXXX-X, agencia XXXX do BANCOXXX, no dia XX/XX/XXXX;

Parágrafo primeiro – A nota fiscal e/ou Recibo sobre os valor total descrito no item acima será entregue à CONTRATANTE no dia XX/XX/XXXX.

Parágrafo segundo - A CONTRATANTE obriga-se a enviar para o fax (XX) XXXX-XXXX ou endereço eletrônico comprovante de depósito, no mesmo dia em que for efetuado o depósito.

Caso a quantia não seja depositada na data acima o CONTRATADO ficará automaticamente desobrigado de participar do evento.

3 – A CONTRATANTE dará ao CONTRATADO  todas as garantias de segurança pessoal durante o cumprimento de sua obrigação contratual.

4 –  Serão de responsabilidade da Contratante o custeio das despesas de .... (transporte, hospedagem, material, comunicação, reprodução, etc.) realizadas pelo Contratado na execução dos serviços estipulados neste contrato, mediante ....(reembolso, solicitação prévia por escrito, adiantamento, outra modalidade)..

5 - A emissão e entrega do Certificado de Participação aos inscritos fica a cargo exclusivo da CONTRATANTE, onde constará claramente o tema da palestra, ocorrência do evento e seu ministrante, devendo o CONTRATADO assinar em conjunto.

6 – O CONTRATADO concede à CONTRATANTE os direitos de uso sobre seu nome, imagem e dados biográficos exclusivamente para promoção e divulgação do evento referido na cláusula primeira 30 (trinta) dias antes e 30 (trinta) dias após sua realização.

7 – São obrigações da CONTRATANTE:

•  Não impor ao CONTRATADO  qualquer atividade extra, salvo a avençada na cláusula primeira;

•  Providenciar, se necessário, por sua exclusiva responsabilidade os alvarás para o evento, expedidos pelas repartições competentes, tais como Prefeitura, Censura Federal e entidades de Direitos Autorais;

•  Manter silêncio no recinto do evento ou fora dele, suspendendo qualquer atividade cujo ruído prejudique a exposição e debate ora contratados;

•  Colocar à disposição do CONTRATADO, durante o evento, iluminação e som compatíveis com o público presente, bem como água mineral sem gelo e sem gás;

•  Não gravar a palestra em áudio ou vídeo, seja para uso interno da CONTRATANTE, seja para veiculação por qualquer mídia eletrônica privada ou pública;

•  Não fazer do evento ora contratado pretexto para reunião ou pronunciamentos políticos de qualquer natureza, ligados ou não a partidos;

•  Não divulgar, sob nenhuma forma ou pretexto, à mídia impressa, eletrônica ou a terceiros não incluídos na contratação, qualquer informação sobre a remuneração prevista neste contrato;

•  Colocar à disposição do CONTRATADO  no local da palestra um Notebook acoplado a datashow para utilização de material audiovisual e um microfone de lapela sem fio. (modificar/acrescer itens que se fizerem necessários)

8 – A parte que infringir qualquer cláusula deste contrato estará sujeita ao pagamento da multa de R$ XX.XXX,00 (XXXXXXXXXXXX reais), corrigidos monetariamente conforme índice do IGPM ou índice que venha a substituí-lo e juros de mora na forma da lei, independente de interpelação judicial ou extrajudicial, além de sofrer a competente ação de perdas e danos.

Parágrafo Primeiro – Não se incluem nas infrações fatos decorrentes de força maior como calamidade pública, convulsão social, impossibilidade de transporte até o local do evento motivado por interdição de vias de acesso, acidente de trânsito ou doença comprovada do INTERVENIENTE-ANUENTE I.

Parágrafo Segundo – Caso ocorra qualquer uma das hipóteses previstas no parágrafo anterior, nova data será fixada de comum acordo entre as partes, sem ônus adicionais que não os previstos na cláusula quarta.

9 - As partes elegem de comum acordo o foro central da comarca da Capital do Estado de São Paulo para dirimir qualquer questão resultante do presente contrato.

E, por estarem de acordo, as partes assinam este contrato em 3 (três) vias de igual teor e para um só efeito, na presença de 2 (duas) testemunhas hábeis abaixo assinadas.

São Paulo, XX de XXXXXXXX de 20XX

_______________
CONTRATANTE

______________
CONTRATADO

 

 

TESTEMUNHAS :

Nome: ___________________________

RG: ___________________________

Nome: __________________________

RG: __________________________


Quanto a emissão de recibos, é bom lembrar que TERAPEUTAS HOLÍSTICOS são profissionais registrados nas Prefeituras como autônomos, devendo emitir recibos, que podem ser feitos no BRT - Bloco de Recomendação Terapêutica, com texto do tipo: "recebi de xxxxxxxxxxxxxxxxx, inscritos no CNPJ ou IE, com endereço :............, a quantia de  R$ xx,xx, referentes a serviços prestados como ministrante a palestra xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx, no endereço xxxxxxxxxxxxxxxxx, na data de xx/xx/xxxx. . O mesmo pode ser feito em recibos de autônomo chamados de RPA e vendidos nas boas papelarias. Quando o profissional tem uma empresa, aí ela emite Notas Fiscais, de prestação de serviços ou de venda de produtos (para venda, terá que abrir empresa, lembrando que jamais recomendamos montar ponto comercial junto ao consultório). 

Vale ressaltar ainda que haverá incidência de Imposto de Renda (recolhido na Fonte) obedecendo as tabelas e percentuais estipulados pela Receita Federal.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 27-07-2010 17:11


Modelo de Contrato de Prestação de Serviços de Consultoria

Modelo de Contrato de Prestação de Serviços de Consultoria

 


Contrato de locação de serviços que entre si fazem (nome e qualificação de quem está contratando: natureza ou profissão, endereço e dados como CNPJ ou CPF e identidade), doravante denominada Contratante, e (nome e qualificação de quem está sendo contratado), doravante denominado Contratada.


Considerando que a Contratada está disposta a prestar os serviços a seguir enumerados e definidos à Contratante, e que esta está disposta a remunerar tais serviços de acordo com as condições também a seguir estipuladas,


RESOLVEM


Cláusula I - Do objeto


A Contratada concorda em realizar serviços de consultoria e assessoramento em estrita observância do estabelecido nos Termos de Referência (TdR) dos serviços, que constituem o Anexo I desse Contrato.


Cláusula II - Do prazo


Os serviços a que se refere a cláusula antecedente serão concluídos e postos à disposição da Contratante no prazo de (....) dias, contados da assinatura deste Contrato, podendo estender-se mediante adendo contratual.


Cláusula III - Da remuneração


A Contratante pagará por tais serviços o valor bruto global de R$ .............. (....................) contra a apresentação e a aceitação do relatório final, conforme estabelecido nos TdR em anexo .


§1 O pagamento dos serviços será feito em ....(....) parcelas de acordo com o cronograma de desembolsos e orçamento apresentado no Anexo "...", parte integrante deste contrato.


§2 As despesas de transporte e material necessárias ao desenvolvimento das atividades e produtos especificados nos TdR em anexo serão custeadas pelo ..........................(Contratante / Contratada). (Se necessário, especificar as condições para pagamento e/ou reembolso de despesas em outros parágrafos.)

 


§ 3 Os pagamentos serão efetuados na conta bancária em nome de .............., Banco ................., agência .............., conta corrente nº .................., na praça de ................. (Cidade e Estado).

 


§ 4 Quando do pagamento de cada parcela à Contratada, esta firmará o respectivo recibo, nos termos do modelo que integra o presente como Anexo "...".

 


§ 5 (Para o caso de pessoas físicas) Para o pagamento de honorários de consultoria, caso o consultor não possua registro de autônomo, a Contratante descontará do seu pagamento ....% de imposto. No caso de pagamentos mensais de honorários que excedam o limite da legislação brasileira para isenção de imposto de renda, a Contratante também descontará do valor a ser pago ao consultor o montante equivalente ao Imposto de Renda, de acordo com a tabela da Receita Federal.


Cláusula IV - Das obrigações do Contratado


O Contratado se compromete a utilizar qualquer informação e/ou documentos obtidos da Contratante, ou proporcionados por ela para fins do presente Contrato, exclusivamente para as atividades aqui estipuladas. .


§ 1 Este Contrato não poderá ser cedido, no todo ou em parte, ressalvada a concordância expressa, escrita, de ambas as partes.


Cláusula V - Das obrigações da Contratante


A contratante se compromete a colocar à disposição do Contratado ... (informações / documentos / meios / recursos / pessoas etc.) necessários à realização dos serviços aqui estipulados.


§ 1 Serão de responsabilidade da Contratante o custeio das despesas de .... (transporte, hospedagem, material, comunicação, reprodução, etc.) realizadas pelo Contratado na execução dos serviços estipulados neste contrato, mediante ....(reembolso, solicitação prévia por escrito, adiantamento, outra modalidade).


Cláusula VI - Da Liberação dos pagamentos


Todos os pagamentos previstos neste instrumento serão liberados e realizados após aprovação formal pela Contratante, no que diz respeito à qualidade do trabalho apresentada pela Contratada.


Cláusula VII - Das alterações


Qualquer modificação que afete os termos, condições ou especificações do presente Contrato deverá ser objeto de alteração por escrito com anuência de ambas as partes.


Cláusula VIII - Do foro


O foro deste contrato é o da Comarca ..................... Estado de ............... com preferência sobre qualquer outro.


E, por estarem assim justas e contratadas, as partes assinam o presente instrumento em 2 (duas) vias de igual forma e teor, para um só efeito.


(local), .... de .......................... de …........

 


____________________


Contratada

 


____________________


Contratante

 


Testemunhas


a) ..................................

 

 


b) ..................................

 

 

 


ROTEIRO DE TERMOS DE REFERÊNCIA (TdR) PARA SERVIÇOS DE CONSULTORIA

 

Um Termo de Referência (TdR) é um instrumento que deve ser elaborado por uma organização antes de contratar um serviço de consultoria. Ele serve, antes de tudo, para que a própria organização explicite a análise que faz do seu problema e situação e apresente, com maior precisão possível, o que espera do trabalho de consultoria. Quanto mais as pessoas envolvidas na situação contribuírem na sua elaboração, maior chance ele terá de orientar adequadamente a relação com os consultores, pois apresentará uma visão bastante fiel e compartilhada do que se pretende, tornando-se o ponto de partida para o diálogo e a negociação com eles.

 


São oito os itens básicos de um TdR. Depois da discussão com alguns consultores e da escolha de um deles para o trabalho, realizam-se as mudanças necessárias no TdR de modo a expressar os acordos estabelecidos. Daí para a frente, o TdR passa a integrar o Contrato de prestação de serviço (no corpo do contrato ou como anexo), e se constitui no instrumento básico para a gestão da relação com o consultor.

 


ROTEIRO


1. Preliminares / Contexto


Neste tópico são apresentadas sinteticamente a descrição do contexto, histórico ou problema da organização que está motivando a busca de consultoria. São as informações e análises que a organização faz sobre si mesma, e que julga necessário apresentar ao consultor para que ele possa orientar-se sobre qual tipo de situação terá de ajudar a enfrentar. É importante que ela expresse uma visão o mais consensual possível das várias pessoas que formam a organização. Isto torna mais provável que o problema descrito seja realmente o que de fato ocorre.


2. Objetivo

 

 


Descrevem-se os resultados que a organização espera ter alcançado após a realização do trabalho da consultoria, em termos das mudanças que se pretende ter atingido na situação da organização. Os objetivos não se confundem com os produtos esperados (item 6). São principalmente a descrição dos benefícios que a organização espera conseguir utilizando os produtos gerados pelo consultor. Exemplos:

 

 


Avaliação de projeto - Ter identificado a relevância e o impacto dos nossos projetos em execução considerando a missão da organização, bem como os principais problemas e possíveis soluções para seu enfrentamento.

 


Capacitação técnica - Elevar o conhecimento dos técnicos do projeto Y quanto às novas técnicas de agricultura orgânica e capacitá-los para a sua implementação nos projetos em andamento. 
 3. Escopo

 

 

 


Aqui são apresentados os temas e/ou aspectos que, na visão da organização, devem ser abordados ou considerados para que se enfrente adequadamente a tarefa estabelecida enquanto objetivo. Deste modo, circunscreve-se e delimita-se o trabalho do consultor, tanto em termos geográficos, temáticos ou setoriais, orientando-o quanto aos principais interesses da organização. Exemplos:

 


Avaliação de projeto - Serão avaliados os projetos X, Y e Z, considerando: o grau de desenvolvimento das atividades planejadas originalmente; a qualidade e a adequação dos produtos gerados à cultura da população local; as melhorias que os projetos provocaram nas condições de moradia, renda e saúde na população local atingida.

 


Capacitação técnica - A capacitação deverá levar em consideração os seguintes aspectos: história da agricultura na região; informações básicas sobre os agrotóxicos e seus impactos ambientais; técnicas de adubação orgânica; metodologia de trabalho em equipe; técnicas de trabalho com população local.


4. Aspectos metodológicos


Aqui é apresentada a visão que a própria organização tem dos caminhos, instrumentos, passos e atividades que o trabalho de consultoria deveria realizar para responder à situação inicialmente descrita e atingir os objetivos. É uma espécie de roteiro para o consultor, que terá que dizer se o considera correto, viável e suficiente.


5. Prazo e período


Define-se o período de tempo no qual deverá ser realizado o trabalho e apresentados os seus resultados ou produtos.


6. Produtos esperados


Este é um ponto chave dos TdR. Deve-se deixar bem especificados e de modo bastante preciso a quantidade, qualidade, características e prazo de todos os produtos que se espera do consultor durante e ao final do trabalho.


Se relatórios, quantos serão, quantas páginas devem ter, quais os capítulos ou seções que os compõem, que conclusões devem apresentar, em que formato serão apresentados e em que prazo.


Se um curso, quantas horas de duração terá, que temas deverá ter abordado, que materiais deverão ter sido produzidos e entregue pelo consultor aos participantes, que registros e relatórios o consultor deverá realizar, que conhecimentos e técnicas os participantes deverão ter adquirido e como será avaliada esta aquisição.


Se uma publicação, que grau de acabamento deverá ter (só texto, texto com projeto gráfico, etc.), quais os temas que abordará, que linguagem utilizará, quantas páginas terá, que imagens utilizará, sob que forma será entregue.


7. Perfil


Aqui a organização indica, a partir do que especificou nos itens anteriores, qual o perfil do consultor que considera necessário para a realização da consultoria do melhor modo possível: formação técnica ou acadêmica, experiência acumulada, grau de especialização ou conhecimento genérico, características comportamentais, abordagem metodológica, ramo de atuação etc. Estas informações são úteis tanto para a organização buscar de modo orientado o consultor que precisa, como para o diálogo com possíveis consultores, que poderão indicar suas potencialidades e limites diante do que se espera deles.

 

 


8. Orçamento

 

 


Indica-se o quanto a organização prevê ou dispõe para o pagamento dos serviços da consultoria, discriminando os valores que serão pagos por tarefa, produto ou por horas de trabalho, bem como os custos de material, deslocamento e hospedagem, quando for o caso. Definem-se também os períodos ou prazos nos quais serão feitos os pagamentos, a moeda de referência e os impostos e descontos que serão efetuados.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 27-07-2010 17:36


Contrato de Prestação de Serviços de Terapia Holística

Uma alternativa à formalidade contratual seria uma folha de seu BRT - Bloco de Recomensação Terapêutica, estipulando as datas e horários de atendimento e honorários estabelecidos, e/ou como recibo de pagamento, onde poderá constar por escrito a definição de Terapeuta Holístico, bem como a política que regerá a forma de remuneração à relação profissional contratada. Ou, ainda, seu folheto de propaganda pode conter a definição de Terapia Holística (igual ao estabelecido nas NTSVs), as técnicas que utilizará e uma "observação" quanto às regras. Contudo, a seguir, um exemplo de Contrato de Prestação de Serviços de Terapia Holística, adaptável as necessidades de cada situação.

Contrato de Prestação de Serviços de Terapia Holística


Eu, Fulano(a) de Tal, doravante CLIENTE, venho requerer o atendimento de Terapia Holística, com as técnicas XXXXXXXXXXXX, junto ao(a) Terapeuta Holístico(a) Ciclano de Tal — CRT XXXXX, estando de acordo com as normas abaixo:

Ou, em caso de menor de 18 anos:

Eu, Fulano(a) de Tal, pai, mãe ou responsável, autorizo o atendimento com  Terapia Holística, com as técnicas XXXXXXXXXXXX, ao(à) menor Fulano(a) de Tal Júnior, doravante CLIENTE, com o(a) Terapeuta Holístico(a) Ciclano de Tal — CRT XXXXX, estando de acordo com as normas abaixo:


CLÁUSULA I

Ambas as partes estão cientes que:
.
§ - TERAPEUTA HOLÍSTICO, em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.

§ - CLIENTE — usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.

§ — A TERAPIA HOLÍSTICA é uma profissão de LIVRE exercício e ABSOLUTAMENTE DIFERENTE da do médico, psicólogo, fisioterapeuta e similares, sendo o Terapeuta Holístico é um promotor de QUALIDADE DE VIDA.

CLÁUSULA II

DO SIGILO PROFISSIONAL
§ -  O sigilo protegerá a pessoa atendida em tudo aquilo que o Terapeuta Holístico venha a tomar conhecimento como decorrência do exercício de sua atividade profissional;
§ -  O menor impúbere ou interdito estará igualmente protegido, devendo ser comunicado aos responsáveis apenas o estritamente necessário para promover medidas em seu benefício;
§ -  Com autorização da pessoa atendida, o Terapeuta Holístico poderá repassar dados a outro profissional, desde que o recebedor esteja igualmente obrigado a preservar o sigilo por Código de Ética e que, sob nenhuma forma, permita a estranhos o acesso às informações;
§ -  O Terapeuta Holístico tem o dever de garantir, em seus atendimentos, condições adequadas à segurança da pessoa atendida, bem como à privacidade que garanta o sigilo profissional;
§ -  Em caso de falecimento do Terapeuta Holístico, o SINTE, ao tomar conhecimento do fato, providenciará a incineração de seu arquivo confidencial;
§ - A quebra do sigilo só será admissível se tratar-se de fato delituoso e a gravidade de suas consequências para o próprio atendido ou para terceiros justificar a denúncia do fato; ainda assim, o acontecido será julgado por Comissão de Ética a ser designada pelo SINTE.


CLÁUSULA III


AGENDAMENTO E HONORÁRIOS

§ - Os honorários e previsão de agendamentos serão estabelecidos em instrumento ANEXO a este instrumento.

§ - Caso o atendimento deixar de ocorrer por indisponibilidade do Terapeuta Holístico, deixará de ser remunerado, podendo, de comum acordo entre o profissional e o cliente, sua remarcação.

§ - Caso o atendimento deixar de ocorrer por não comparecimento do CLIENTE,

Obs: Opções distintas a escolher e definir no contrato:

Rígida:
"Serão devidos os honorários por cada agendamento, independentemente de remarcação".

Flexível:
"Serão devidos os honorários se a falta não for comunicada com antecedência mínima de 24 horas".

CLÁUSULA IV

Os casos omissos no presente instrumento serão regulados pela legislação em vigor, sendo eleito pelas partes o SINTE, à Alameda Santos, 211 cj 1403 - São Paulo - SP, renunciado, desde logo, a qualquer outro, por mais privilegiado que seja, para que sejam dirimidas quaisquer questões oriundas do presente instrumento, em conformidade com a LEI N° 9.307, à qual as partes aceitam, para dirimir quaisquer outras dúvidas oriundas deste contrato.

 

Cidade, dia, mês, ano.

Nome completo e assinatura do Cliente                                                


Nome completo, CRT e titulagem "Terapeuta Holístico" e assinatura do profissional

 


Testemunha 1                                  Testemunha 2

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:28


SINTE e CRT » NTSV - Normas Técnicas Setoriais Voluntárias

BRT - Bloco de Recomendação Terapêutica

Um fator importante para todo Terapeuta Holístico é distinguir claramente a sua profissão das demais atividades ligadas à saúde. Registramos inúmeros casos onde ocorreram acusações de "exercício ilegal de medicina" e de "estar de posse e fazer uso de Receituário Médico falsificado", pelo simples fato do Terapeuta Holístico fazer uso de um bloco com texto e modelos de impressão completamente desaconselháveis do ponto de vista legal. 

Ao final, está o link com o formato recomendado por nossa organização, bem como a íntegra da Resolução que o instituiu.

O BRT serve também para estas circunstâncias: "Declaro, para os devidos fins, que a Sra. Fulana de Tal realiza comigo sessões de Terapia Holística, por tempo indeterminado, ao custo de R$ 50,00 cada". Lembrando que isto só é possível se o colega for registrado como autônomo na Prefeitura e que deve declarar isto em seu imposto de renda. Caso não queira usar seu BRT, pode fazer uso de um recibo vendido em papelarias chamado RPA.

A seguir, mais alguns esclarecimentos pertinentes.

Não existe "reembolso" por planos de saúde em nosso ramo de atuação.

Atente que os Clientes tem direito a solicitar seu de RPA - Recibo de Prestação de Serviços Autônomos, e nós, o dever de fornecer. Outrossim, estando em situação informal, este recibo igualmente estará na ilegalidade. Mesmo quanto estiver formalizada, seja como Terapeuta Holístico autônomo, seja como empresário individual prestador de serviços em Terapia Holística, também os valores não poderão ser abatidos do imposto de renda dos Clientes.

Ainda que à nossa revelia, Clientes lancem para abatimento no Imposto de Renda, caso passem por malha fina, tais valores serão recusados. 

Na prática, só mesmo despesas médicas e odontológicas; nas demais profissões, só se tais despesas estiveram embutidas em uma mesma Nota Fiscal emitida por uma empresa hospitalar, o que não é nosso caso.

Somente MÉDICOS e ODONTÓLOGOS  podem atestar afastamento do trabalho; nem psicólogos, nem fisioterapeutas, nem terapeutas ocupacionais, nutricionistas, etc, etc, o podem.

Não raro, quando um Terapeuta Holístico tenta fazê-lo, se transforma em processo de falsidade ideológica, estelionato e exercício ilegal de profissão, dentre outros enquadramentos possíveis.

Uma coisa é atestar o comparecimento à terapia, como consideração à empresa, mas SEM pretensões de reembolso ou de isenção de faltas... Já tentar obter o abono das faltas, aí já caracteriza tentativa de fraude, ainda que certamente não tenha sido esta a intenção. Porém, do ponto de vista jurídico, alegar desconhecer a legislação não impede condenações...

Pareceres sobre o tema encontram-se em www.sinte.com.br , que transcrevemos a seguir.

Emissão de recibo e atestados

TERAPEUTAS HOLÍSTICOS são profissionais registrados nas Prefeituras como autônomos, devendo emitir recibos, que podem ser feitos no BRT - Bloco deRecomendação Terapêutica (ver ítem a seguir), com texto do tipo: "recebi de Fulana deTal, R$ xx,xx, referentes a serviços prestados em atendimento com Terapia Holística". O mesmo pode ser feito em recibos de autônomo chamados de RPA e vendidos nas boas papelarias. Quando o profissional tem uma empresa, aí ela emite Notas Fiscais, deprestação de serviços ou de venda de produtos (para venda, terá que abrir empresa, lembrando que jamais recomendamos montar ponto comercial junto ao consultório).
O Terapeuta Holístico pode fazer uso de seu BRT para Atestar o comparecimento de seu cliente ao tratamento: "Atesto, para os devidos fins, que Fulana de Tal esteve sobre atendimento com Terapia Holística, no dia XX/XX/XXX, das XXhs às XXhs".

Atenção:

    1. Inexiste Lei que obrigue a empresa onde o cliente trabalha a abonar a falta ou a restituir as despesas; aliás, nem mesmo se fosse atendimento com psicólogos ou mesmo médicos, se particulares. Muitas organizações aceitam por consideração aos seus funcionários, mas, repetimos, nenhuma Lei as obriga;
    2. Terapeutas Holísticos podem Atestar a presença de seu cliente ao tratamento, sendo terminantemente vetado qualquer atestado relativo a doenças.

Veja Norma Técnica Setorial Voluntária - NTSV - TH002

Clique Aqui para abrir o Modelo de BRT - Bloco de Recomendação Terapêutica

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 20-05-2011 13:55


O que são NTSVs

Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas, Normalização é oprocesso de estabelecer e aplicar regras a fim de abordar ordenadamente uma atividade específica, para o benefício e com a participação de todos os interessados e, em particular, de promover a otimização da economia, levando em consideração as condições funcionais e as exigências de segurança. A Norma se faz presente na fabricação de produtos, na transferência de tecnologia, através de informações codificadas. é aplicável na melhoria da qualidade de vida através, por exemplo, de normas relativas à saúde, segurança e preservação do meio ambiente.
Objetivos da normalização:

  • SIMPLIFICAÇÃO
  • - Proporciona meios mais eficientes para a troca de informação entre o fabricante e o cliente, melhorando a confiabilidade das relações comerciais e de serviços;
  • - Visa a economia global, tanto do lado do produtor como do consumidor;
  • - A proteção da vida humana e da saúde é considerada como um dos principais objetivos da normalização;
  • - A norma traz à comunidade a possibilidade de aferir a qualidade dos produtos;
  • - A normalização evita a existência de regulamentos conflitantes sobre produtos e serviços em diferentes países, facilitando assim o intercâmbio comercial.
  • - Redução da crescente variedade de procedimentos e tipos de produtos;

As normas podem ser elaboradas em quatro níveis:

  • Nível internacional:
  • Normas estabelecidas por um limitado grupo de países de um mesmo continente para benefício mútuo. Exemplos: CEN (Europa), COPANT, MERCOSUL.
  • Normas editadas, após consenso dos interessados em um país, por uma organização nacional de normas que seja reconhecida como autoridade no respectivo país. Exemplos: ABNT (Brasil), AFNOR (França), ANSI (EUA), DIN (Alemanha), JISC (Japão), CAS (China).
  • São normas estabelecidas por organizações , que serão aplicadas pelos seus membros, mediante aprovação de um Conselho Normativo, o que caracteriza que estas normas estão classificadas para uso interno da organização).
  • Normas como as da ISO e IEC, resultante da cooperação e acordo entre determinado número de nações com interesses comuns. Estas normas se destinam a uso internacional.


Com tantas previsões sobre os bilhões de dólares que serão movimentados pela Terapia Holística, com tendência a crescer ainda mais, quanto mais próximos estivermos do novo milênio, era de se esperar muitos "aventureiros" acabassem procurando se aproveitar de nossa profissão. Nesse ambiente de coração aberto, globalizado e sem lei federal, partiu-se para uma espécie de vale-tudo, um "Velho Oeste" terapêutico em que tudo é permitido, em nome do "livre exercício profissional". É verdade que em alguns casos, o limite entre o correto e o ilegal (ou imoral) é tênue; em outros casos, não, o limite é claríssimo. Mas, à parte as questões legais, há um princípio maior para todos. é o princípio da éTICA. Quem age com ética pensa nas conseqüências de seus atos, para si e para os outros. Quem não tem ética só se preocupa com seus interesses e com o seu faturamento. Obviamente, há gente dos dois grupos na Terapia Holística. Mas está na hora de separar o joio do trigo. Está na hora de Holo-ética.
Existem no Brasil alguns bons exemplos de grupos que se unem para garantir um padrão de comportamento mínimo de seus integrantes – o caso mais famoso é o do Conar, o Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária, exemplo máximo que sempre inspirou nossa organização, que é outro grande exemplo de Auto-Regulamentação e Normalização Voluntária. Devemos estabelecer e cobrar de nós mesmos, uma plataforma mínima de princípios que nos diferenciará dos "aventureiros holísticos". A todos nós, os Terapeutas Holísticos éticos, a nós que temos CRT - CARTEIRA DE TERAPEUTA HOLÍSTICO CREDENCIADO, cabe garantir que a Terapia Holística esteja sempre de acordo com princípios técnicos, éticos e qualitativos, que serão definidos pelas Normas Técnicas Setoriais Voluntárias e pelo nosso Código de ética.
O SINTE recomenda à sociedade, via imprensa, publicidade, DDG e Internet que procurem somente Terapeutas Holísticos que possuem CRT. Como todos nós sabemos, aos filiados que preencherem a determinados requisitos qualitativos é outorgado um número de CRT (CARTEIRA DE TERAPEUTA HOLÍSTICO CREDENCIADO) definitivo, que funciona como um selo de qualidade, garantindo à população a idoneidade do profissional. Assim como o médico se identifica perante a sociedade com o seu CRM, o psicólogo, com seu CRP, o engenheiro, pelo seu CREA, igualmente o TERAPEUTA HOLÍSTICO se valoriza pela utilização de seu CRT, cujo número representa seu vínculo à nossa organização, o qual, mesmo sem obrigatoriedade por Lei Federal, a cada dia que passa vem se tornando mais e mais uma exigência de mercado e um privilégio ao profissional que o conquista. Inclusive, a CARTEIRA DE TERAPEUTA HOLÍSTICO CREDENCIADO - CRT é impressa e entregue aos filiados, preferencialmente, em Sessões Oficiais nas Câmaras Municipais. Filiar-se à nossa organização, equivale a assinar espontaneamente sua adesão às normas éticas, técnicas e qualitativas. Seria, comparando com o aluguel de um imóvel, a adesão ao regimento interno do condomínio.
Estamos incrementando, agora, um grande movimento ÉTICO que servirá para balizar o mercado e acabar com a sensação de que a Terapia Holística é uma "terra alternativa e sem lei". É verdade que poucos são os profissionais que agem de maneira inadequada, mas a falta de um princípio ético claro acaba passando a impressão de que toda a Holística é um território selvagem. Não é! E cabe a cada um de nós, que somos aqueles diretamente interessados, comprovar isso.
Assim sendo, como entidades de maior grau de representatividade da Terapia Holística no Brasil, compete ao SINTE sair à frente e definir a data limite para a transição: a partir do Século 21, as regras serão mais rígidas e as exigências serão cada vez mais rigorosas para obter o CRT definitivo. Convidamos as maiores autoridades brasileiras em cada técnica para estabelecer as Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, e o início da divulgação já ocorreu VIA EMBRATEL, inaugurando a SinTeV Executiva, temática está que será aprofundada no TERAPÊUTICA’2001 (11 a 14 de outubro), evento que por si só, já é essencial e agora, mais do que nunca, será um marco na história da Terapia Holística no Brasil.
Você, que já é filiado, que tem CRT, parabéns, já é "trigo" e sempre terá este diferencial a favor, que o separa do "joio" de aventureiros à solta no mercado. Estes, já sabem: tem a data limite para se instruírem, fazerem cursos sérios e honestos, se aperfeiçoarem e fazer por merecer receber um CRT.
A exibição do programa de SINTeV Executiva ao vivo e via EMBRATEL atingiu positivamente o maior número possível de pessoas, tanto os clientes em geral, quanto aos próprios Terapeutas Holísticos. Simultaneamente, em diversos locais do país, divulgamos o bom nome da Terapia Holística e um tema muito especial: as Normas Técnicas Setoriais Voluntárias que nortearão a auto-regulamentação da Terapia Holística no século 21!
Compete a todos nós, Terapeutas Holísticos que honram a profissão, espontaneamente estabelecer critérios éticos e técnicos a serem seguidos voluntariamente por todos, não porque uma Lei nos obrigue, mas sim pela consciência de classe que nos une, pelo respeito à sociedade em que vivemos e pela satisfação pessoal que só um trabalho bem realizado proporciona. Assim sendo, o SINTE e convidou aos maiores expoentes da cada técnica a que definam para cada área, quais os requisitos técnicos, éticos e qualitativos ideais para o correto exercício profissional. Assim nascerão as Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal). E, quem se filiar conosco a partir do Século 21, só terá CRT definitivo quando e somente se cumprir todos os requisitos definidos pelas Normas. Este é o melhor caminho para a moralização da profissão e a sociedade saberá retribuir, prestigiando somente a quem tiver CRT, pois a mídia e a imprensa destacará este diferencial de mercado.

 

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 12:01


O que é Certificado de Conformidade Técnica

Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas, a atividade de Certificação desenvolveu-se bastante nos últimos anos no mundo. é reconhecida como um instrumento indispensável para elevar o nível de qualidade dos produtos, serviços e empresas num país.
A certificação consiste na emissão de Marcas e Certificados de Conformidade para as empresas, consultórios e profissionais que demonstram que um produto, serviço, ou sistema de gestão atende às Normas aplicáveis, sejam nacionais, estrangeiras ou internacionais.
Uma reivindicação antiga de nossos associados era ter Certificados que possam ser "colocados em parede", atestando publicamente sua capacitação profissional, valorizando, assim, o consultório de nossos filiados. Pois bem, assim surgiu o CERTIFICADO DE CONFORMIDADE TÉCNICA EM TERAPIA HOLÍSTICA, inicialmente, já merecido por todos os filiados que participaram do SINTeV Executiva, transmitido ao vivo e via EMBRATEL. Simultaneamente, em diversos auditórios da própria EMBRATEL pelo país, divulgarmos o bom nome da Terapia Holística e um tema muito especial: as Normas Técnicas Setoriais Voluntárias que nortearão a auto-regulamentação da Terapia Holística no século 21! Quase mil filiados puderam participar ou nos auditórios da própria EMBRATEL, onde puderam acompanhar por telão e/ou TVs 29" e interagir ao vivo, via telefone e fax, pois estiveram presentes os maiores nomes da Terapia Holística nacional, dissertando sobre as novas Normas. Muitos, acompanharam em suas residências, via antena parabólica e, quem peedeu a oportunidade, poderá assistir em rede internacional, também ao vivo, em nosso Site na Internet: www.sinte.com.
O CERTIFICADO DE CONFORMIDADE TÉCNICA EM TERAPIA HOLÍSTICA atesta que o filiado que o possui está comprometido com o cumprimento das Normas que virão a ser desenvolvidas para o correto exercício da Terapia Holística.
Os maiores nomes da Terapia Holística e cada um de nós irá colaborar com a elaboração das Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para cada técnica terapêutica e serão expedidos Certificados de Conformidade diferentes para cada setor: um para Acupuntura, outro para Florais e assim por diante.
Esta é mais uma prova do prestígio, da seriedade e elevado grau de nossa organização. Afinal, é somente através da UNIÃO de todos ao SINTE que a Terapia Holística atingirá a sua vocação como "A PROFISSÃO DO SÉCULO 21".

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 19-08-2010 11:28


Como reconhecer bons profissionais

Em nosso site www.sinte.com.br, menu  Profissionais , está disponível o formulário para solicitar profissionais ou cursos mais próximos ao seu CEP, levando-se em consideração as técnicas que deseja.
Veja também algumas dicas para reconhecer um bom profissional credenciado:

Clique aqui para acessar nosso formulário de Indicador Profissional - através dele, via e-mail, lhe retornaremos uma listagem com os profissionais qualificados mais próximos ao seu endereço.

Justamente por não haver lei específica sobre Terapia Holística, recomendamos que o público seja exigente e que considere os seguintes ítens para realizar uma boa escolha:

  • O profissional ideal apresenta seu número de CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado em seus cartões de visita, publicidade e impressos. Justamente por não haver lei que obrigue a conquistá-lo, o CRT funciona como um Selo de Qualidade a comprovar que este profissional espontaneamente se filiou aos órgãos representativos da profissão, comprometendo-se a cumprir as Normas Voluntárias estabelecidas.

  • O Terapeuta Holístico "top de linha" possui Certificado de Conformidade Técnica em Terapia Holística e igualmente para as principais técnicas em que atue, comprovando que está atualizado e espontaneamente compromissado ao cumprimento das Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, que primam pela adequação qualitativa do livre exercício da profissão.

  • O Certificado de Residência em Terapia Holística no Serviço Público de Saúde demonstra que o profissional é participante ativo nas causas sociais promovidas por seus órgãos de classe, doando seu tempo e trabalho às comunidades dos municípios conveniados.

Através do SINTE, por Discagem Direta Gratuita - DDG 0800-117810, indicamos profissionais competentes em qualquer lugar do Brasil. O mesmo pode ser feito pelo Indicador Profissional.

Ratificamos que só recomendamos Terapeutas Holísticos com CRT, ainda assim, aqui vão algumas dicas para se identificar um bom profissional.

Observar a roupagem - Terapeuta Holístico não é médico, deve se vestir com dignidade, mas sem a roupa branca, que não é tradicional nesta profissão. Da mesma forma, o profissional não fala de doenças, nem pede exames, pois a avaliação é realizada por outro paradigma: o energético, sendo o cliente avaliado por meio de toques, observação da íris, língua, pela conversação e aparelhagens específicas da profissão (localizadores de pontos de acupuntura, fotografia da íris, aparatos radiônicos, etc), todos métodos absolutamente não invasivos e sem dor. Todos os produtos recomendados por um Terapeuta Holístico são de venda livre, ou seja, não necessitam de receita médica e devem ser somente produtos naturais, sem contra-indicação. Um consultório de Terapia Holística não é loja, sendo muito questionável eticamente o profissional que vender os próprios produtos naturais que recomenda.

A seguir estão mais algumas dicas, específicas para as técnicas abaixo citadas:

Acupuntura e Auriculoterapia (estímulo terapêutico pela orelha) - quem realmente entende do assunto, só trabalha com agulhas descartáveis ou substitui seu uso por aparelhos de bioestimulação elétrica ou luminosa. Quem sabe realmente o que está fazendo faz a aplicação em poucos pontos, em média de 05, no máximo 10. Em suma, quanto menos agulhadas, maior a chance dele ser um bom profissional.

Terapeuta Floral - uma boa dica: o profissional competente usa poucas essências em suas recomendações florais, no máximo, 06 e baseia sua escolha após muita conversação com a pessoa atendida;

Fitoterapia (ervas terapêuticas) - o Brasil tem uma larga tradição neste campo. Convém desconfiar de um profissional que recomende plantas desconhecidas ou raras, difíceis de se encontrar, pois as plantas mais eficientes são as mais populares (justamente por serem eficientes, se tornaram populares);

Terapia Corporal - terapia reichiana, bioenergética, massoterapia, do-in, shiatsu, e demais técnicas corporais são confundidas muitas vezes com outra profissão: a prostituição. Desconfie de anúncios de duplo sentido, ou onde o profissional não esteja claramente identificado com CRT.

Reiki - o Terapeuta Holístico deve se adaptar aos pudores e limites de cada cliente, respeitando-os e ampliando-os de acordo com a necessidade técnica e com a conquista gradativa de confiança mútua; para a pratica do Reiki, é absolutamente desnecessário o toque em partes íntimas do corpo, por isto, convém ficar alerta se houver este tipo de procedimento. A Terapia Holística, incluindo o Reiki, jamais fere a religião ou a filosofia do cliente, por isso em hipótese nenhuma um profissional verdadeiro tentará "converter" ninguém a aderir ao seu modo de pensar.

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 12:00


Conceitos Gerais

Prefácio

Perante uma sociedade cada vez mais exigente quanto à Qualidade e uma legislação cada vez mais complexa, a Auto-Regulamentação da Terapia Holística, tema desta obra, faz do Tutorial Terapia Holística o guia vital para o correto exercício profissional.

Somando-se as variadas denominações individuais ou regionais, tais como acupunturistas, terapeutas florais, psicanalistas, fitoterapeutas, terapeutas em estética, cromoterapeutas, terapeutas corporais, quiropraxistas, terapeutas ortomoleculares, radiestesistas, reikianos, etc., o Brasil conta com cerca de 150 mil profissionais atuantes na Terapia Holística. A adesão voluntária à auto-regulamentação privilegiou 12 mil destes com CRT – Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado, importante diferencial de mercado que atesta sua capacitação e os transforma nos mais prestigiados perante uma clientela crescente em todo o mundo. Sem nenhuma Lei sequer que os obrigue, quem se candidata à obtenção de CRT está compromissado estatutariamente à ética e à excelência técnica.

Para que a Terapia Holística consolide sua vocação como A Profissão do Século 21, inaugura-se uma nova era com a Certificação de Conformidade Técnica, a qual identifica os profissionais que assumirem publicamente o cumprimento das NTSVs – Normas Técnicas Setoriais Voluntárias. Mais do que nortear o Terapeuta Holístico para qualidade técnica total, as NTSVs igualmente harmonizam quanto aos interesses dos clientes e da sociedade brasileira como um todo.

Transparência, credibilidade, ética, comprometimento, satisfação do cliente, adequação e valorização do profissional, estas são as propostas da Auto-Regulamentação da Terapia Holística.

Atuando como Referencial de Excelência da Terapia Holística, a Auto-Regulamentação promoverá a tão esperada separação do jóio e do trigo, sem perseguir a nada, nem a ninguém, mas VALORIZANDO a quem as cumpre. A sociedade conscientizada e os bons profissionais agradecem.

SINTE
AL SANTOS, 211 CJ 1403 - SÃO PAULO -SP - CEP 01419-000
DDG 0800-117810
www.sinte.com.br - contato@sinte.com.br

 

Apresentação

Paradoxalmente, o Tutorial Terapia Holística, que é o livro da Auto-Regulamentação da Terapia Holística é a postura OFICIAL do Terapeuta Holístico brasileiro porque foi produzido pela única entidade nacional reconhecida pela sociedade e pelo governo federal em nossa profissão: o SINTE. Até mesmo a capa, que ostenta a Certidão do Ministério do Trabalho que reconhece o SINTE como o único órgão nacional representativo da profissão no Brasil é um reforço ao paradoxo: por que uma entidade reconhecida, ao invés de buscar a obrigatoriedade da adesão, ao contrário, faz questão de deixar claro que a filiação é espontânea e voluntária? Simples: a história provou ser esta a proposta mais eficiente. Nem a ditadura do Estado, com suas leis questionáveis a tentar regulamentar tão somente umas poucas profissões, nem a utopia de liberdade total, nossa opção é o caminho da meio, ou seja, a Auto-Regulamentação, que atinge agora o seu auge, com as Normas Voluntárias.

As NTSVs – Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística coroam o amadurecimento da profissão no Brasil, fruto de nove anos de trabalho em prol da auto-regulamentação e da valorização dos Terapeutas Holísticos compromissados com a ética e a excelência técnica.

Um dos principais objetivos de toda Norma Técnica é atuar como referencial, conscientizando a sociedade sobre como identificar a qualidade de um serviço ou produto. Via de regra, o esforço para a Normalização nasce de organismos não-governamentais tais como ISO (International Organization for Standardization), IEC (International Electrotechnical Comission), ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), COPANT (Comissão Panamericana de Normas Técnicas), CMN (Comitê Mercosul de Normalização) e são voluntárias. Algumas destas Normas assumem tamanha importância e credibilidade que os governos acabam por adotá-las, tornando-as obrigatórias, como muitas das sancionadas via INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) e CONMETRO (Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial).

Para maior credibilidade, é fundamental que a entidade normalizadora seja neutra, capaz de conciliar as informações técnicas profissionais com a defesa dos direitos do consumidor e apresentar as Normas dentro da formatação padrão internacional. As NTSVs para a Terapia Holística foram desenvolvidas pelo Conselho Nacional de Auto-Regulamentação e Normalização Voluntária, que primou por sua adequação.

Outro fator primordial é facilitar à sociedade a identificação dos produtos e serviços em conformidade com as Normas específicas, beneficiando ao mesmo tempo aos consumidores com os parâmetros para decisão e aos próprios fornecedores pelo acréscimo de seu diferencial de mercado e a possibilidade de utilizar novas estratégias de marketing. Certificações, Selos de Qualidade e Marcas de Conformidade são as estratégias mais utilizadas, que possibilitam rápida identificação visual pelo cliente, conduzindo-o à escolha dos produtos e serviços que cumprem as Normas Técnicas. Para a Terapia Holística, a sociedade identifica a conformidade graças à apresentação destes diferenciais: o uso do número de CRT – Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado e, agora, dos Símbolos Oficiais de nossa profissão, em cartões de visita e publicidade, além dos Certificados de Conformidade Técnica em Terapia Holística, inclusive os específicos para cada técnica, a serem fixados em local visível nos consultórios.

O Certificado torna público que o profissional está ciente e compromissado ao cumprimento dos requisitos das NTSVs e que de livre vontade se coloca à disposição do SINTE para averiguação da manutenção conformidade, firmando um contrato ético entre as partes.

As Normas apresentadas neste livro seguem a estética internacionalmente estabelecida, o que faz com que alguns de seus artigos se repitam ou se assemelhem para cada técnica abordada. Optou-se, por racionalização de espaço, por apresentar à parte e em uma única vez o NTSV - Prefácio, que integra todas as Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, em seu ítem 2. Seguindo o mesmo objetivo, unificou-se todos os Anexos Informativos num único capítulo, pois, a rigor, não fazem parte integrante das Normas, outrossim, a análise dos mesmos é igualmente importante, pois somam artigos, pareceres, legislação e respostas às questões mais frequentes, subsídios estes fundamentais para a compreensão do contexto que gerou a elaboração das Normas.

Introdução

Coube a mim a honra e a responsabilidade de constar como autor, porém seria correto dizer que esta obra foi escrita pelas mãos de milhares de Terapeutas Holísticos e seus clientes, cujas experiências registrei e traduzi nas informações técnicas que orientaram a elaboração deste livro.

Praticada há milhares de anos, somando as tradições das mais variadas culturas, nossa profissão assumiu diferentes nomes a cada época e região, porém, sem jamais abrir mão de sua abordagem holística. No Brasil, durante o regime ditatorial, quer fosse por puro preconceito ideológico, quer fosse para reserva de mercado de grupos corporativistas ligados ao poder, nossa área foi duramente perseguida e forçada à clandestinidade. Mesmo após o retorno da democracia, os traumas deste período ainda se fizeram presentes, ainda mais porque os perseguidores continuam até os dias de hoje ocupando posições privilegiadas justamente nos órgãos responsáveis pela fiscalização da saúde e muitas das injustas leis sancionadas naquele período continuam em vigor até hoje. Impossibilitados de mandar as forças armadas acabarem com tudo, os mesmos grupos corporativistas passaram a utilizar outro instrumento eficiente: a distorcida interpretação das leis. Curiosamente, eram justamente os bons profissionais que sofriam as maiores perseguições, acusados de exercício ilegal de profissão, curandeirismo, charlatanismo e similares. Se Freud tivesse trabalhado no Brasil antes de 1997, correria o risco de prisão de um a seis meses, mais multa, pois interpretação de sonhos era Contravenção Penal! Um fato que ainda surpreende o Terapeuta Holístico é como pode um profissional ser acusado, processado e até condenado, sem ter um só cliente insatisfeito, ou seja, sem “vítimas”. Acontece para enquadrar-se em muitas das infrações previstas em nossa abundante legislação isto não é impedimento algum. Como inexiste um dano real, os grupos corporativistas se apegam a pequenos, porém, importantes detalhes, tais como uma inadequação de termos empregados num simples cartão de visita ou propaganda, a ausência de quitação de um imposto, que se transformam em verdadeiras armadilhas capazes de gerar anos de investigações policiais e de processos judiciais. Você escreveu aqui “cura” prânica, então está praticando curandeirismo! Ah, você tem diploma ? Então, é charlatanismo. Fez “doutorado” no exterior ? Aí já é falsidade ideológica, exercício ilegal de profissão e falsificação de documentos. Surrealismo ? Antes fosse, pois todos os grande nomes de nossa profissão passaram por tais constrangimentos.

A fundação do SINTE – Sindicato do Terapeutas, em 1992, foi o marco definitivo de que a profissão amadureceu e de que os tempos estavam mudando... para melhor! Com o reconhecimento como sindicato nacional pelo governo federal, boa parte dos municípios criou códigos de registro para os Terapeutas Holísticos autônomos, a somar às opções de firma individual e empresa. A filiação ao SINTE, o registro municipal e a GRCS específica criaram aquilo que os grupos contrários mais temiam e ainda temem: a comprovação Oficial de tempo de exercício da atividade, criando os requisitos para Direito Adquirido ao livre exercício profissional.

O CRT – Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado é outra importante conquista: absolutamente sem nenhuma legislação que obrigue quem quer que seja a tê-lo, este documento tornou-se um diferencial cada vez mais requisitado pela “Lei de Mercado”. A auto-regulamentação da Terapia Holística conquistou o respeito da sociedade e, em especial, dos meios de comunicação, que cada vez mais colocam em evidência nossa profissão.

As estatísticas comprovam a crescente demanda em nossa área: nos EUA, o número de consultas com Terapeutas Holísticos já é 30% maior do que as com Médicos. A disputa por este mercado vem fazendo com que outras profissões que antes desdenhavam completamente nossas técnicas, passassem não só a incorporá-las, como, a tentar monopolizá-las como exclusividade! E, para tornar ainda mais complexa a questão, uma quantidade crescente de profissionais não tão bem preparados foram igualmente atraídos a atuar em nosso setor, fazendo surgir a pergunta:

— Como separar o joio do trigo ?

Muito simples: sem perseguir nada, nem a ninguém. Muito mais eficiente e correto é valorizar o bom profissional , orientá-lo quanto à legislação e às boas práticas e tornar pública a sua qualificação graças ao CRT, os Símbolos da Terapia Holística e à Certificação Técnica.

Alguns colegas teimam em emprestar expressões e trajes oriundos de outras profissões da saúde, em total contramão às exigências de mercado. Nossos clientes potenciais nos procuram justamente pelo nosso DIFERENCIAL, pois quando desejam encontrar alguém trajando branco, pedindo exames e falando de doenças, eles tem 220 mil médicos brasileiros à sua disposição, inclusive, gratuitamente, nos postos de saúde pública.

É fundamental que assumamos nossa IDENTIDADE como Terapeutas Holísticos e isto inclui vocabulário próprio e focar nosso trabalho para o Autoconhecimento e Qualidade de Vida.

A terminologia das NTSVs pode parecer hermética a uma primeira leitura, assim como algumas de suas exigências poderiam até ser consideradas excesso de zelo, outrossim, o bom profissional rapidamente se adequa a elas, incorporando-as em seu dia-a-dia e evitando inúmeras controvérsias. As Normas não são perfeitas, nem definitivas, estarão em constante evolução e ampliação, graças à colaboração de cada um de nós. A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.

Henrique Vieira Filho - CRT 21001
Terapeuta Holístico

Histórico

A Terapia Holística (claro, trajando outra nomenclatura) existe há milhares de anos, herança dos sacerdotes e pajés, figuras chaves em todas as tradições culturais. Igualmente sob outros nomes, o Paradigma Holístico era absoluto em todas as sociedades primordiais, onde qualquer acontecimento era reconhecido como parte de um plano maior, intimamente relacionado a tudo no Universo. Como em uma espiral ascendente, a humanidade parece revisitar certos temas de épocas em épocas, renomeando ao que já existia, emprestando-lhes novas roupagens e enquadrando-os aos “novos” tempos. Da década de 60 para cá, uma contínua e crescente revalorização literalmente tornou a Terapia Holística A Profissão do Século 21! Gratificante e remunerado acima da maioria das profissões, tornar-se Terapeuta Holístico vem atraindo cada vez mais a dedicação de sinceras vocações e, em contra-partida, de alguns deslumbrados de plantão.

A profissão de Terapeuta Holístico é LÍCITA, ou seja, inexiste Lei que a preveja, limite ou impeça o seu LIVRE exercício. Entretanto, ela não é REGULAMENTADA, ou seja, não existe Lei ou Decreto Federal específicos sobre o tema. A ausência de Regulamentação pelo governo para muitas profissões tem sido altamente benéficas, para outras, nem tanto, pois a colocam como alvo de polêmicas e perseguições. A correta interpretação da Constituição Federal garante que a ausência de regulamentação por Lei Federal torna LIVRE o exercício profissional. A CBO - Classificação Brasileira de Ocupações registra mais de 30.000 profissões e destas, cerca de 0,3 % possuem Lei regulamentando. Ou seja, via de regra, a esmagadora maioria das profissões brasileiras são desregulamentadas, cabendo à “lei de mercado” a seleção dos trabalhadores, daí a grande importância da Auto-Regulamentação, das Normas Técnicas Voluntárias, Certificados de Conformidade e do CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado, cuja adesão espontânea por parte do profissional, possibilita ao público interessado selecioná-los como seus escolhidos.

Se utilizarmos critérios bastante generosos e considerarmos como “regulamentadas” qualquer profissão que tenha sido abordada nominalmente em pelo menos uma Lei ou Decreto Federal, teremos a seguinte listagem: Administrador, Advogado, Aeronauta, Aeroviário, Agente Autônomo de Investimento, Agrimensor, Agrônomo, Ambulante, Árbitro de Futebol, Analistas Clínico-laboratoriais, Arquiteto, Arquivista, Arrumador, Artista, Assistente Social, Atleta de Futebol, Atuário, Bancário, Bibliotecário, Biólogo, Biomédico, Cabineiro de Elevador (Ascensorista), Cartorário, Carregador e Transportador de Bagagens, Conferente de Carga e Descarga, Consertador de Carga e Descarga, Contabilista, Corretor de Fundos Públicos, Corretor de Imóveis, Corretor de Navios, Corretor de Seguros, Despachante Aduaneiro, Desportista, Economista, Economista Doméstico, Empregados de Carros-Restaurantes das Estradas de Ferro, Empregado Doméstico, Empregados Vendedores, Viajantes ou Pracistas, Enfermeiro, Engenheiro, Estatístico, Farmacêutico, Ferroviário, Fisioterapeuta, Terapeuta Ocupacional, Fonoaudiólogo, Garimpeiro, Geógrafo, Geólogo, Guardador e Lavador de Veículos, Guia de Turismo, Intérprete (Tradutor Público), Jornalista Profissional, Leiloeiro, Mãe Social, Massagista, Médico, Médico-veterinário, Meteorologista, Museólogo, Músico, Nutricionista, Odontologista, Orientador Educacional, Padeiro, Petroquímico, Professor, Profissional de Educação Física, Propagandista e Vendedor de Produtos Farmacêuticos, Protético, Psicólogo, Publicitário, Químico, Radialista, Radiologista, Relações Públicas, Representantes Comerciais Autônomos, Secretário, Sociólogo, Técnico Agrícola, Técnico de Arquivo, Técnico em Prótese Dentária, Técnico em Radiologia, Técnico Industrial, Telefonista, Transportador Autônomo Rodoviário de Bens, Treinador de Futebol, Vendedor, Veterinários, Vigias Portuários, Vigilante, Zelador, Zootecnista.

Se por um lado, isto pode parecer um privilégio, na prática, nem sempre, pois muitas destas leis foram promulgadas para impor ainda mais deveres e até mesmo, para formalizar que certos grupos tenham menos direitos que os demais! É o caso, por exemplo, dos Massagistas, cuja legislação era tão somente para impor sobre estes a hegemonia dos médicos, pois sem receita destes, massagens passaram a ser proibidas e o caso dos Empregados Domésticos, que tiveram a formalização de que direitos básicos para os demais trabalhadores, para esta categoria são “opcionais”... Uma leitura crítica da legislação regulamentadora de profissões pode levar à conclusão de que em sua maioria seria simplesmente redundante (é o caso da Mãe Social, cuja lei se limita a proporcionar-lhes tão somente aquilo que leis mais abrangentes já garantiram...), ou impraticável (novamente, a da Massagem, que exige do profissional um diploma registrado no “Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina”), ou, ainda simplesmente, burocratizadora, exigindo registros em Sindicatos, Ministério do Trabalho ou seus prepostos (como são exigidos dos jornalistas, secretárias, artistas...) e até na Polícia Federal (vigilantes particulares).

Privilegiadas, talvez, sejam as poucas as quais tiveram órgãos representativos criados pela legislação brasileira; existe somente 25 Conselhos Profissionais outorgados pelo governo, a maioria contando com centanas de milhares de profissionais que obrigatoriamente (por força de Lei) pagam suas anuidades, gerando receitas garantidas fabulosas para cada grupo e isto já ocorrendo por décadas e décadas seguidas, tendendo a perpetuar-se pela eternidade (ou até algum governo ter a coragem de por fim a este ciclo).

Curiosamente, nem mesmo tamanhos recursos foram capazes de resolver todos os problemas destas profissões, que hoje se encontram questionando a qualidade de seus recém-formados e a falta de mercado de trabalho, que tem levado seus representados a uma baixa média de remuneração e à perda de prestígio social.

Para qualquer cidadão, deve parecer um mistério impenetrável o motivo que leva um governo a ocupar-se em criar uma Lei Federal definindo o que é e quem pode exercer a função de “Guardador e Lavador de Veículos” (“flanelinhas”...) e ignorar solenemente uma atividade voltada à saúde (Terapia Holística, por exemplo), que, em tese, exige maior responsabilidade social. O fato é que, leis que regulamentam profissões, na prática, são consideradas muito mais como tendo sua elaboração motivada pela criação de reservas de mercado e poder para pequenos grupos, do que no bem-estar da sociedade como um todo. Na Idade Média, com o advento das primeiras escolas médicas, a igreja estabeleceu que todo aquele que “curasse” mas não tivesse cursado uma escola oficial, obrigatoriamente seria um bruxo e condenado pela Inquisição. O legislador realmente acreditava nisso, ou estava a garantir uma exclusividade para os filhos de abastados patrocinadores do poder? Claro, nenhum pobre teria acesso a tais escolas, menos ainda se fosse... mulher. Como ousa uma pessoa do povo obter conhecimento diretamente da fonte, a Mãe Natureza, enquanto ricos precisavam investir fortunas em tempo e professores? Como poderiam simples plantas disponíveis a todos, resolver vários problemas, se os doutores da ciência precisavam de laboratórios e fórmulas sofisticadas para chegar a alguma solução? A fogueira resolvia estas questões... A espiral ascendente do primeiro parágrafo também se aplica ao negativo: as acusações de “bruxaria” se renomearam nos dias atuais para “curandeirismo” e a tradição de reservar mercado pelo abuso de interpretação e deturpações das Leis, ainda é utilizada por alguns grupos radicais.

Os textos a seguir, selecionados de artigos publicados no jornal O Estado de São Paulo pelo sociólogo José Pastore (disponíveis para reprodução no site www.josepastore.com.br) expressam a opinião de um dos maiores estudiosos sobre o tema:

“... A regulamentação das profissões é o caminho que os grupos interessados seguem para fazer reservas no mercado de trabalho. Essa regulamentação é conseguida e garantida por leis, decretos-leis, decretos, instruções normativas, portarias e resoluções emanadas dos poderes públicos e dos conselhos profissionais...

... O que me intriga, no Brasil, é a presença da regulamentação e a ausência do credenciamento. Entre nós, a garantia da reserva do mercado é mais importante do que a competência na profissão.

Por quê há tanta regulamentação? Nesse processo, tem destaque o interesse dos que, no fundo, querem regulamentar uma profissão para poder organizar os conselhos profissionais e, através deles, recolher polpudas contribuições. Há conselhos que cobram R$ 400,00 por ano de uma categoria que possui 500 mil profissionais! Convenhamos, R$ 2 bilhões anuais, “tax free”, é uma receita razoável...

... A reserva de mercados de trabalho é um assunto velho. Na Idade Média, as corporações de ofícios tornaram-se a principal maneira de organizar o trabalho dos ceramistas, marceneiros, ferreiros, pedreiros, escultores, etc. Elas se atribuíam o direito de definir as profissões, cobrar taxas e aplicar multas — tudo aprovado pelo Estado.

Você vê alguma semelhança entre as corporações medievais e os conselhos profissionais atuais? Na França e Inglaterra, as taxas das corporações eram comodamente cobradas pelos coletores de impostos do Poder Real. Você já notou, por acaso, a presença do brasão das Armas República estampado na guia de recolhimento dos conselhos profissionais?

As corporações medievais obtiveram do Estado o poder de estabelecer seus próprios tribunais para julgar e punir. Você já observou que os conselhos profissionais, através de julgamento próprio, podem até cassar o seu diploma? A receita das corporações medievais eram usadas para cobrir as despesas de hospitalização e funeral dos associados, as pensões das viúvas e, ... como ninguém é de ferro... para pagar as festas e cerimônias levadas a efeito pelas corporações...

...Ademais, os limites da reserva de mercado determinados por esses institutos, são obscuros. Por exemplo, as “atividades privativas” do psicólogo invadem o terreno do assistente social; as dos contadores se chocam com as dos economistas; as dos nutricionistas se sobrepõem às dos economistas domésticos, e assim por diante...

.... Com raras exceções, a regulamentação das profissões no Brasil está confundindo a necessidade por qualidade com os interesses de cartorários. Está na hora de se repensar o assunto. Os conselhos e os mecanismos de fiscalização das profissões podem e devem prestar uma grande colaboração à sociedade na medida em que se dedicarem a cuidar da qualidade dos profissionais e proteger os consumidores...”

A comprovada ineficácia dos governos em todo o mundo em impor este tipo de leis relativas a profissões, conduziu a sociedade moderna a evoluir para uma interferência cada vez menor do Estado em seu funcionamento: eis a razão pela qual a AUTO-REGULAMENTAÇÃO é a palavra de ordem, no Brasil e em todo o mundo.

A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.

As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia suas regras à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às normas internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais. Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela “lei de mercado”.

Justamente por não haver lei específica sobre Terapia Holística, estamos em contínua campanha de esclarecimento junto aos meios de comunicação, sempre recomendando a que o público seja exigente e que considere os seguintes ítens para realizar uma boa escolha:

• O profissional ideal apresenta seu número de CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado em seus cartões de visita, publicidade e impressos. Justamente por não haver lei que obrigue a conquistá-lo, o CRT funciona como um Selo de Qualidade a comprovar que este profissional espontaneamente se filiou aos órgãos representativos da profissão, comprometendo-se a cumprir as Normas Voluntárias estabelecidas.

• O Terapeuta Holístico “top de linha” possui Certificado de Conformidade Técnica em Terapia Holística e igualmente para as principais técnicas em que atue, comprovando que está atualizado e espontaneamente compromissado ao cumprimento das Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, que primam pela adequação qualitativa do livre exercício da profissão.

• O Certificado de Residência em Terapia Holística no Serviço Público de Saúde demonstra que o profissional é participante ativo nas causas sociais promovidas por seus órgãos de classe, doando seu tempo e trabalho às comunidades dos municípios conveniados.

Através do SINTE, por Discagem Direta Gratuita - DDG 0800-117810, indicamos profissionais competentes em qualquer lugar do Brasil. O mesmo pode ser feito pela Internet: www.sinte.com.br, havendo uma média de milhares de solicitações/mês, graças ao grande volume de reportagens.

Muitas vezes o SINTE é visto como um órgão por demais exigente, outrossim, aqueles que nos acompanham a longo tempo sabem que se o fazemos é para melhorar cada vez mais o nível do Terapeuta Holístico brasileiro, bem como a prevenir caso a caso, orientando em como adequar o bom trabalho já realizado às armadilhas da complexa legislação que rege o trabalho no Brasil. A Terapia Holística é uma profissão como outra qualquer, com seus direitos e deveres, que incluem os registros como autônomos e/ou empresas, pagamento de taxas e impostos aos órgãos públicos, além de, é claro, imposto de renda, para citarmos somente os ítens óbvios. Nestes mais de dez anos de atuação, gerenciamos todas as informações oriundas de norte a sul, os acertos e os desacertos de cada colega, a jurisprudência, as “armadilhas” da inadequação de termos, produtos e até registros em códigos errados, enfim, as experiências de vida de milhares profissionais, sintetizadas nas Normas, Pareceres e artigos contidos neste livro.

O Século 21 consolidará o amadurecimento da Terapia Holística, pois a União de todos junto ao SINTE conduziu ao fim das perseguições injustificadas. As orientações contidas na Auto-Regulamentação da Terapia Holística, sendo corretamente seguidas, conduzirá cada profissional a uma maximização do reconhecimento perante a clientela potencial, bem como a uma maior tranquilidade perante o poder público, que saberá reconhecer um profissional sério e espontaneamente cumpridor das Normas.

A você, Terapeuta Holístico profissional, nossos parabéns e a certeza de que sempre pode contar conosco.

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 12:01


NTSV — TH 001 Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos

NTSV — TH 001
Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos

1. SUMÁRIO
Norma Técnica Setorial Voluntária para a Terapia Holística
NTSV — TH 001
Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos

2. PREFÁCIO
Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal).
A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.
Ao contrário do que ocorre nas profissões regulamentadas por Lei Federal, onde um membro pode ser punido até mesmo com a cassação de seu direito ao exercício profissional, as entidades auto-regulamentadoras se limitam a aplicar sanções estatutárias aos seus associados espontaneamente filiados e, quando muito, excluir um membro do quadro social.
As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia seus regulamentos à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às regras internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais. Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela "lei de mercado".
A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.
Ao final, foram acrescidos Anexos Informativos que apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

3. INTRODUÇÃO
É essencial para toda profissão estabelecida a existência de um Código de Ética a apresentar os princípios fundamentais que norteiam as boas práticas. Esta Norma ratifica o Código de Ética já em vigor na Terapia Holística, tão somente adequando-o à formatação normativa, tornando ainda mais transparente sua essência de adesão espontânea e voluntária.

4. ELEMENTOS NORMATIVOS GERAIS

4.1 TítuloCódigo de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos

4.2 ObjetivoDefinir os princípios fundamentais quanta à ética de atendimento ao cliente, relacionamento com as demais profissões e publicidade.

4.3 Referências NormativasNTSV — TH 002 — BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica
NTSV — TH 003 — FC — Ficha de Cliente

5. ELEMENTOS NORMATIVOS TÉCNICOS

5.1 Definições

5.1.1 TERAPEUTA HOLÍSTICO, em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
5.1.2 CLIENTE — usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.

5.2 Símbolos e Abreviaturas
TH — Terapeuta Holístico;
NTSV — Norma Técnica Setorial Voluntária

5.3 Requisitos e Métodos de Ensaio

5.3.1 CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado — O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Terapeuta Holístico Credenciado são impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois jamais haverá possibilidade de confundir um Terapeuta Holístico com um Psicólogo, ou um Fisioterapeuta, ou um Médico, justamente graças à utilização do número de CRT em seus cartões e anúncios. Esta diferenciação foi e sempre será objeto de ampla campanha de esclarecimento nos mais variados veículos de comunicação.
5.3.2 Qualificação Técnica — (neste item, preencher no mínimo um dos requisitos):

5.3.2.1 — Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou
5.3.2.2 — Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou
5.3.2.3 — Notório Saber: monografia sobre Terapia Holística aprovado pelo SINTE; e/ou
5.3.2.4 — Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.

5.3.3 Produtos e equipamentos
Opção 1: aquisição pelo próprio TH em estabelecimentos reconhecidos pelo SINTE, devendo ser conservada a Nota Fiscal comprovando a origem do produto e/ou equipamento. Importante: é vedada a comercialização no consultório do Terapeuta Holístico, devendo ter isso em conta ao estabelecer o valor da consulta pois os produtos jamais serão cobradas à parte (um só preço, quer o cliente vá consumir produtos ou não).
Opção 2: produtos preparados nas boas casas do ramo, devendo ser utilizado o BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica para instruir o cliente, que irá adquiri-los diretamente.

5.3.4 Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos

5.3.4.1 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS5.3.4.1.1 O Terapeuta Holístico
I — Trabalhará para a promoção do bem-estar do indivíduo, da coletividade e do meio ambiente, segundo o paradigma holístico; II — Manterá constante desenvolvimento pessoal, científico, técnico, ético e filosófico, através de supervisão, terapia e/ou psicoterapia, cursos e similares, estando a par dos estudos e pesquisas mais atuais na área, bem como dos trabalhos milenares e tradicionais, além de ser estudioso das ciências afins; III — Usará em seus trabalhos, métodos os mais naturais e brandos possíveis, buscando catalizar o auto-equilíbrio da pessoa atendida, despertando-lhe os seus próprios recursos harmonizantes; IV — Orientar-se-á, no exercício de sua profissão, pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovada em 10/12/1948 pela Assembléia Geral Das Nações Unidas.
5.3.4.2 DIREITOS DO TERAPEUTA HOLÍSTICO5.3.4.2.1 — Exercer a profissão de Terapeuta Holístico sem ser discriminado por questões de religião, raça, sexo, nacionalidade, cor, opção sexual, idade, condição social, opinião política ou situações afins;
5.3.4.2.2 — Utilizar-se de técnicas que não se lhe sejam vedadas ou proibidas por lei federal, podendo, inclusive, fazer uso de instrumentos e equipamentos não agressivos, bem como produtos cuja comercialização seja livre, além de orientar a pessoa atendida através de aconselhamento profissional;
5.3.4.2.3 — Recusar a realização de trabalhos terapêuticos que, embora sejam permitidos por lei, sejam contrários aos ditames de sua consciência;
5.3.4.2.4 — Suspender e/ou recusar atendimentos, individual ou coletivamente, se o local não oferecer condições adequadas, ou se não houver remuneração condigna, ou, ainda, se ocorrerem fatos que, a seu critério, prejudiquem o bom relacionamento com a pessoa a ser atendida, impedindo o pleno exercício profissional;
5.3.4.3 RESPONSABILIDADES GERAIS DO TERAPEUTA HOLÍSTICO5.3.4.3.1 — São deveres do Terapeuta Holístico:
§1 — Assumir apenas trabalhos para os quais esteja apto, pessoal, técnica e legalmente; §2 — Prestar serviços terapêuticos somente se: em condições de trabalho adequadas, de acordo com os princípios e técnicas reconhecidos ou pelas Tradições Milenares, ou pela prática, ou pela ciência e, sobretudo, pela ética; §3 — Zelar pela dignidade da categoria, recusando e denunciando situações onde a pessoa atendida esteja sendo prejudicada; §4 — Participar de movimentos que visem promover a categoria e o paradigma holístico em geral; §5 — Estar devidamente registrado para o exercício de sua atividade profissional, quer seja como autônomo ou como pessoa jurídica; §6 — Manter-se em dia com as obrigações definidas pelo SINTE;
5.3.4.3.2 — Ao Terapeuta Holístico é vedado:
§1 — Usar títulos e especialidades profissionais que não possua; §2 — Efetuar procedimentos terapêuticos sem o esclarecimento e conhecimento prévio da pessoa atendida ou de seu responsável legal; §3 — Desrespeitar o pudor de qualquer pessoa sob seus cuidados profissionais; §4 — Aproveitar-se de situações decorrentes do atendimento terapêutico para obter vantagens física, emocional, financeira, política ou religiosa; §5 — Exercer técnicas de aconselhamento profissional, caso ele próprio há mais de 03 meses não esteja se submetendo a tratamento terapêutico e/ou psicoterápico de manutenção; §6 — Reduzir o tempo de cada sessão a fim de aumentar o número de atendimentos; §7 — Permitir que a pessoa atendida, durante a sessão, fique sem o acompanhamento de corpo presente de um profissional qualificado, em especial se estiver recebendo aplicação ou sob efeito de quaisquer técnicas terapêuticas;
5.3.4.4 DAS RELAÇÕES COM OUTROS TERAPEUTAS HOLÍSTICOS E OUTRAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS
O Terapeuta Holístico:
5.3.4.4.1 — Não será conivente com erros, faltas éticas, crimes ou contravenções penais praticadas por outros na prestação de serviços profissionais;
5.3.4.4.2 — Não intervirá na prestação de serviços de outro Terapeuta Holístico, salvo se: a pedido do próprio profissional; quando comunicado por qualquer uma das partes da interrupção voluntária do atendimento; quando se tratar de trabalho multiprofissional e a intervenção fizer parte da metodologia adotada; em situações emergenciais, devendo comunicar o fato imediatamente ao outro Terapeuta Holístico; e, em situações descritas no 5.3.4.3.1, §3, dando ciência do ocorrido;
5.3.4.4.3 — No relacionamento com profissionais de outra áreas, trabalhará dentro dos limites das atividades que lhe são reservadas pela legislação e reconhecerá os casos que necessitem também dos demais campos de especialização profissional, encaminhando-os às pessoas habilitadas para a tais funções;
5.3.4.5 DO SIGILO PROFISSIONAL5.3.4.5.1 — O sigilo protegerá a pessoa atendida em tudo aquilo que o Terapeuta Holístico venha a tomar conhecimento como decorrência do exercício de sua atividade profissional;
5.3.4.5.2 — O menor impúbere ou interdito estará igualmente protegido, devendo ser comunicado aos responsáveis apenas o estritamente necessário para promover medidas em seu benefício;
5.3.4.5.3 — Com autorização da pessoa atendida, o Terapeuta Holístico poderá repassar dados a outro profissional, desde que o recebedor esteja igualmente obrigado a preservar o sigilo por Código de Ética e que, sob nenhuma forma, permita a estranhos o acesso às informações;
5.3.4.5.4 — O Terapeuta Holístico tem o dever de garantir, em seus atendimentos, condições adequadas à segurança da pessoa atendida, bem como à privacidade que garanta o sigilo profissional;
5.3.4.5.5 — Em caso de falecimento do Terapeuta Holístico, este órgão, ao tomar conhecimento do fato, providenciará a incineração de seu arquivo confidencial;
5.3.4.5.6 — A quebra do sigilo só será admissível se tratar-se de fato delituoso e a gravidade de suas consequências para o próprio atendido ou para terceiros justificar a denúncia do fato; ainda assim, o acontecido será julgado por Comissão de Ética a ser designada.
5.3.4.6 DA COMUNICAÇÃO AO PÚBLICO, DA DIVULGAÇÃO DE PESQUISAS E ESTUDOS E DA PUBLICIDADE PROFISSIONAL
5.3.4.6.1 — Ao Terapeuta Holístico, na realização de seus estudos e pesquisas, bem como no ensino e treinamento, é vedado:
§1 — Interferir na vida dos sujeitos, sem o consentimento dos mesmos, além de informá-los sobre as possíveis consequências de tais atividades; §2 — Promover experiências que envolvam qualquer espécie de risco ou prejuizo a seres humanos, animais ou meio ambiente; §3 — Negar o livre acesso das pessoas envolvidas aos resultados das pesquisas ou estudos, se estas assim o desejarem; §4 — Deixar de citar as fontes consultadas ou de mencionar as contribuições prestadas por assistentes, colaboradores ou outros autores, bem como utilizar-se de informações particulares ainda não publicadas, sem autorização expressa do autor.
5.3.4.6.2 — Em todas as comunicações e/ou divulgações públicas, o Terapeuta Holístico omitirá ou alterará dados que possam conduzir à identificação da pessoa ou instituição envolvida, exceto se houver interesse manifesto das mesmas e autorização expressa.
5.3.4.6.3 — O Terapeuta Holístico ao promover publicamente seus serviços:
§1 — Informará com exatidão o número de registro; §2 — Não poderá utilizar o preço de serviço como forma de propaganda; §3 — Não proporá atividades que impliquem invasão ou desrespeito a outras áreas profissionais; §4 — Em hipótese alguma fará previsão taxativa de resultados ou se utilizará de conteúdos falsos ou sensacionalistas; §5 — Não fará uso de expressões, palavreado técnico, roupagens ou quaisquer artifícios que possam induzir o público a acreditar que pertencem a outra categoria profissional que não seja a de Terapeuta Holístico
5.3.4.7 DOS HONORÁRIOS PROFISSIONAIS5.3.4.7.1 — Os honorários serão fixados com dignidade e com o devido cuidado, para que correspondam a uma justa retribuição aos serviços prestados, lembrando que o Terapeuta Holístico para manter a qualidade de seu trabalho precisa de recursos financeiros para investir em supervisão, cursos, estudos, terapia e/ou psicoterapia o que, indiretamente, implica em benefício da pessoa atendida;
§ Único — Se o Terapeuta Holístico reduzindo o valor de seus honorários, deixar de cumprir qualquer recomendação do Código de Ética, em especial o item II dos Princípios Fundamentais e os §6 e§7 do 5.3.4.3.2, diminuindo, assim, o padrão de qualidade exigido, estará exercendo concorrência desleal;
5.3.4.7.2 — A fim de tornar a profissão de Terapeuta Holístico reconhecida pela confiança e aprovação da sociedade, os honorários poderão ser adaptados às condições financeiras do atendido, tomando este ciência da excessão feita e comunicando-se o fato a este órgão, para que não se caracterize como concorrência desleal;
5.3.4.8 DA OBSERVÂNCIA, APLICAÇÃO E CUMPRIMENTO DO CÓDIGO DE ÉTICA5.3.4.8.1 — Esta entidade assessorará os Terapeutas Holísticos na aplicação deste Código e sua observância, além de acatar denúncias de quaisquer procedências, instaurando investigação sigilosa (só terão amplo acesso aos dados as partes diretamente interessadas, ou seja, denunciante e denunciado, ou seus representantes);
5.3.4.8.2 — As infrações ao Código de Ética acarretarão penalidades várias obedecendo critérios estabelecidos pelo SINTE, além da suspensão e até mesmo da perda de seu registro;
5.3.4.8.3 — Competirá a esta entidade firmar jurisprudência quanto aos casos o omissos e fazê-la incorpor a este Código o qual poderá ser alterado mediante proposta da Diretoria e desde que aprovada em reunião oficial;

5.3.5 Constatação de Conformidade: O TH que voluntariamente se compromete ao cumprimento desta NTSV igualmente se coloca à disposição do SINTE para que este averigue a qualquer tempo o integral cumprimento da mesma, estando este compromisso firmado pela expedição da Certificação Técnica que a esta Norma se vincula e cuja validade pode ser suspensa ou revogada pelo órgão expedidor, em caso de comprovado descumprimento.

6. ELEMENTOS SUPLEMENTARES

6.1 Anexos Informativos
Observação: Anexos Informativos apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas. Vide Capítulo Anexos Informativos.

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 12:01


NTSV — TH 002 BRT — BLOCO DE RECOMENDAÇÃO TERAPÊUTICA

NTSV — TH 002
BRT — BLOCO DE RECOMENDAÇÃO TERAPÊUTICA

1. SUMÁRIO
Norma Técnica Setorial Voluntária para a Terapia Holística
NTSV — TH 002
BRT — BLOCO DE RECOMENDAÇÃO TERAPÊUTICA

2. PREFÁCIO   Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal).
   A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.
   Ao contrário do que ocorre nas profissões regulamentadas por Lei Federal, onde um membro pode ser punido até mesmo com a cassação de seu direito ao exercício profissional, as entidades auto-regulamentadoras se limitam a aplicar sanções estatutárias aos seus associados espontaneamente filiados e, quando muito, excluir um membro do quadro social.
   As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia seus regulamentos à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às regras internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais. Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela "lei de mercado".
   A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.
   Ao final, foram acrescidos Anexos Informativos que apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

3. INTRODUÇÃO   É fato que os Terapeutas Holísticos, para melhor esclarecer aos seus clientes, tem por hábito fornecer informações por escrito e é essencial que, em hipótese nenhuma, suas recomendações sejam confundidas com "bloco de receituário" e que seja igualmente claro para quem fizer a leitura de que o texto é de autoria de um Terapeuta Holístico e não a um membro de quaisquer outras profissões relativas à saúde. Daí a relevância de uma NTSV específica para o "Bloco de Recomendação Terapêutica", aperfeiçoando o Modelo já em vigor na Terapia Holística.

4. ELEMENTOS NORMATIVOS GERAIS

4.1 TítuloBRT — BLOCO DE RECOMENDAÇÃO TERAPÊUTICA

4.2 ObjetivoDefinir o Modelo de BRT adequado à Terapia Holística, bem como definir o que é correto de ser nele escrito pelo TH.

4.3 Referências NormativasNTSV — TH 001 — Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos
NTSV — TH 003 — FC — Ficha de Cliente

5. ELEMENTOS NORMATIVOS TÉCNICOS

5.1 Definições

5.1.1 TERAPEUTA HOLÍSTICO, em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
5.1.2 CLIENTE — usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.

5.2 Símbolos e AbreviaturasTH — Terapeuta Holístico;
NTSV — Norma Técnica Setorial Voluntária

5.3 Requisitos e Métodos de Ensaio

5.3.1 CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado — O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Terapeuta Holístico Credenciado são impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois jamais haverá possibilidade de confundir um Terapeuta Holístico com um Psicólogo, ou um Fisioterapeuta, ou um Médico, justamente graças à utilização do número de CRT em seus cartões e anúncios. Esta diferenciação foi e sempre será objeto de ampla campanha de esclarecimento nos mais variados veículos de comunicação.
5.3.2 Qualificação Técnica — (neste item, preencher no mínimo um dos requisitos):

5.3.2.1 — Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou
5.3.2.2 — Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou
5.3.2.3 — Notório Saber: monografia sobre Terapia Holística aprovado pelo SINTE; e/ou
5.3.2.4 — Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.

5.3.3 Produtos e equipamentosOpção 1: aquisição pelo próprio TH em estabelecimentos reconhecidos pelo SINTE, devendo ser conservada a Nota Fiscal comprovando a origem do produto e/ou equipamento. Importante: é vedada a comercialização no consultório do Terapeuta Holístico, devendo ter isso em conta ao estabelecer o valor da consulta pois os produtos jamais serão cobradas à parte (um só preço, quer o cliente vá consumir produtos ou não).
Opção 2: produtos preparados nas boas casas do ramo, devendo ser utilizado o BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica para instruir o cliente, que irá adquiri-los diretamente.
5.3.4 Modelo de BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica

5.3.4.1 Objetivando que, em hipótese nenhuma, o BRT seja confundido com "bloco de receituário" e que seja igualmente claro para quem fizer a leitura de que o BRT pertence a um Terapeuta Holístico e não a um membro de quaisquer outras profissões relativas à saúde, deverá constar em seu cabeçalho a inscrição "Bloco de Recomendação Terapêutica", havendo, logo abaixo, o nome completo do profissional, seguido de seu número de CRT e a denominação "Terapeuta Holístico".
5.3.4.2 Para melhor adequar-se, o Terapeuta Holístico deverá requisitar junto ao SINTE um modelo de BRT para servir de base à impressão gráfica, bem como, apresentar posteriormente para apreciação uma página impressa de seu próprio bloco.
5.3.4.3 O modelo de BRT poderá ser alterado por Parecer do SINTE, em especial no referente ao acréscimo de frases de cunho educativo e/ou esclarecedor para o cliente.
5.3.4.4 Enquanto Terapeuta Holístico, o profissional poderá fazer uso do BRT somente para: 1) clarificar conceitos relativos à Terapia, 2) definição de horários de atendimento e formas de remuneração, 3) recomendação de produtos naturalistas cuja comercialização seja livre, ou seja, que não necessitem de receita médica para a sua aquisição, 4) recomendação de hábitos e atividades saudáveis que independam de avaliação médica para a sua realização, 5) atestar a presença de seus clientes às sessões.
5.3.4.5 Para caracterizar que as recomendações constantes no BRT foram realmente emitidas pelo próprio Terapeuta Holístico especificado no cabeçalho, ao término do texto deverá ser aplicado carimbo ou outro recurso de impressão equivalente onde conste, no mínimo, nome completo, número de CRT e a denominação "Terapeuta Holístico", acrescida da assinatura de próprio punho.
5.3.4.6 É terminantemente vedado ao Terapeuta Holístico acrescer ao impresso do BRT: 1) técnicas terapêuticas para as quais não esteja escrito junto ao SINTE, 2) nomes de entidades que não sejam registradas no SINTE, 3) frases cujo conteúdo agrida aos ditames do Código de Ética.

5.3.5 Constatação de Conformidade — O TH que voluntariamente se compromete ao cumprimento desta NTSV igualmente se coloca à disposição do SINTE para que este averigue a qualquer tempo o integral cumprimento da mesma, estando este compromisso firmado pela expedição da Certificação Técnica que a esta Norma se vincula e cuja validade pode ser suspensa ou revogada pelo órgão expedidor, em caso de comprovado descumprimento.

6. ELEMENTOS SUPLEMENTARES

6.1 Anexos InformativosObservação: Anexos Informativos apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas. Vide Capítulo Anexos Informativos.

 

brt.jpg

 

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 12:04


NTSV — TH 003 FC — FICHA DE CLIENTE

NTSV — TH 003
FC — FICHA DE CLIENTE

1. SUMÁRIO
Norma Técnica Setorial Voluntária
para a Terapia Holística
NTSV — TH 003 — FC — FICHA DE CLIENTE

2. PREFÁCIO
   Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal).
   A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.
    Ao contrário do que ocorre nas profissões regulamentadas por Lei Federal, onde um membro pode ser punido até mesmo com a cassação de seu direito ao exercício profissional, as entidades auto-regulamentadoras se limitam a aplicar sanções estatutárias aos seus associados espontaneamente filiados e, quando muito, excluir um membro do quadro social.
   As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia seus regulamentos à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às regras internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais. Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela "lei de mercado".
   A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.
   Ao final, foram acrescidos Anexos Informativos que apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

3. INTRODUÇÃO   É fato que os Terapeutas Holísticos, para melhor esclarecer aos seus clientes, tem por hábito fornecer informações por escrito e é essencial que, em hipótese nenhuma, suas recomendações sejam confundidas com "bloco de receituário" e que seja igualmente claro para quem fizer a leitura de que o texto é de autoria de um Terapeuta Holístico e não a um membro de quaisquer outras profissões relativas à saúde. Daí a relevância de uma NTSV específica para o "Bloco de Recomendação Terapêutica", aperfeiçoando o Modelo já em vigor na Terapia Holística.

4. ELEMENTOS NORMATIVOS GERAIS

4.1 TítuloFC — FICHA DE CLIENTE

4.2 ObjetivoDefinir o Modelo de FC adequado à Terapia Holística, bem como definir o que é correto de ser nele escrito pelo TH.

4.3 Referências NormativasNTSV — TH 001 — Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos
NTSV — TH 002 — BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica

5. ELEMENTOS NORMATIVOS TÉCNICOS

5.1 Definições

5.1.1 TERAPEUTA HOLÍSTICO, em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
5.1.2 CLIENTE — usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.

5.2 Símbolos e AbreviaturasTH — Terapeuta Holístico
FC _ Ficha de Cliente
NTSV — Norma Técnica Setorial Voluntária

5.3 Requisitos e Métodos de Ensaio

5.3.1 CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado — O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Terapeuta Holístico Credenciado são impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois jamais haverá possibilidade de confundir um Terapeuta Holístico com um Psicólogo, ou um Fisioterapeuta, ou um Médico, justamente graças à utilização do número de CRT em seus cartões e anúncios. Esta diferenciação foi e sempre será objeto de ampla campanha de esclarecimento nos mais variados veículos de comunicação.
5.3.2 Qualificação Técnica — (neste item, preencher no mínimo um dos requisitos):

5.3.2.1 — Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou
5.3.2.2 — Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou
5.3.2.3 — Notório Saber: monografia sobre Terapia Holística aprovado pelo SINTE; e/ou
5.3.2.4 — Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.

5.3.3 Produtos e equipamentos
Opção 1: aquisição pelo próprio TH em estabelecimentos reconhecidos pelo SINTE, devendo ser conservada a Nota Fiscal comprovando a origem do produto e/ou equipamento. Importante: é vedada a comercialização no consultório do Terapeuta Holístico, devendo ter isso em conta ao estabelecer o valor da consulta pois os produtos jamais serão cobradas à parte (um só preço, quer o cliente vá consumir produtos ou não).
Opção 2: produtos preparados nas boas casas do ramo, devendo ser utilizado o BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica para instruir o cliente, que irá adquiri-los diretamente.
5.3.4 Modelo de FC — Ficha de Cliente

5.3.4.1 Objetivando que, em hipótese nenhuma, a FC seja confundida com "ficha médica" e que seja igualmente claro para quem fizer a leitura de que a FC é para uso de um Terapeuta Holístico e não a um membro de quaisquer outras profissões relativas à saúde, deverá constar em seu cabeçalho a inscrição "Terapia Holística _ Ficha de Cliente", havendo, logo abaixo, o nome completo do profissional, seguido de seu número de CRT e a denominação "Terapeuta Holístico".
5.3.4.2 Para melhor adequar-se, o Terapeuta Holístico deverá requisitar junto ao SINTE um modelo de FC para servir de base à impressão gráfica, bem como, apresentar posteriormente para apreciação uma página impressa de seu próprio bloco.
5.3.4.3 É terminantemente vedado ao Terapeuta Holístico acrescer ao impresso do FC: 1) nomes técnicas terapêuticas para as quais não esteja escrito junto ao SINTE, 2) nomes de entidades que não sejam registradas no SINTE, 3) frases cujo conteúdo agrida aos ditames do Código de Ética, 4) símbolos iguais ou assemelhados aos utilizados por outras profissões relativas à saúde.
5.3.4.4 O Terapeuta Holístico poderá fazer uso da FC para: 1) registrar dados cadastrais do cliente, 2) registrar horários de atendimento e formas de remuneração, 3) listar suas recomendações terapêuticas, constando produtos naturalistas cuja comercialização seja livre, ou seja, que não necessitem de receita médica para a sua aquisição e de hábitos e atividades saudáveis sugeridas que independam de avaliação médica para a sua realização, 4) suas avaliações do caso, observando-se a adequação de termos à Terapia Holística.
5.3.4.5 No uso da FC é vedado ao Terapeuta Holístico fazer qualquer menção a exames laboratoriais, e/ou remédios que necessitem receita médica, e/ou doenças, exceto se constar claramente o nome do médico responsável pela prescrição e diagnóstico.

5.3.5 Sigilo profissional e FC

5.3.5.1 — O sigilo da FC protegerá a pessoa atendida em tudo aquilo que o Terapeuta Holístico venha a tomar conhecimento como decorrência do exercício de sua atividade profissional;
5.3.5.2 — O menor impúbere ou interdito estará igualmente protegido, devendo ser comunicado aos responsáveis apenas o estritamente necessário para promover medidas em seu benefício;
5.3.5.3 — Com autorização da pessoa atendida, o Terapeuta Holístico poderá repassar dados da FC a outro profissional, desde que o recebedor esteja igualmente obrigado a preservar o sigilo por Código de Ética e que, sob nenhuma forma, permita a estranhos o acesso às informações;
5.3.5.4 — O Terapeuta Holístico tem o dever de garantir, em seus atendimentos, condições adequadas à segurança da pessoa atendida, bem como à privacidade que garanta o sigilo profissional, em especial, a FC;
5.3.5.5 — Em caso de falecimento do Terapeuta Holístico, este órgão, ao tomar conhecimento do fato, providenciará a incineração de seu arquivo confidencial com suas FC;
5.3.5.6 — A quebra do sigilo das FC só será admissível se tratar-se de fato delituoso e a gravidade de suas consequências para o próprio atendido ou para terceiros justificar a denúncia do fato; ainda assim, o acontecido será julgado por Comissão de Ética a ser designada.

5.3.6 Constatação de Conformidade: O TH que voluntariamente se compromete ao cumprimento desta NTSV igualmente se coloca à disposição do SINTE para que este averigue a qualquer tempo o integral cumprimento da mesma, estando este compromisso firmado pela expedição da Certificação Técnica que a esta Norma se vincula e cuja validade pode ser suspensa ou revogada pelo órgão expedidor, em caso de comprovado descumprimento.

6. ELEMENTOS SUPLEMENTARES

6.1 Anexos InformativosObservação: Anexos Informativos apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

fc.gif

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 12:01


NTSV - TH 004 STH - SÍMBOLOS DA TERAPIA HOLÍSTICA

NTSV - TH 004
STH - SÍMBOLOS DA TERAPIA HOLÍSTICA

1. SUMÁRIO
Norma Técnica Setorial Voluntária para a Terapia Holística
NTSV - TH 004
STH - SÍMBOLOS DA TERAPIA HOLÍSTICA

2. PREFÁCIONormas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal).
A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.
Ao contrário do que ocorre nas profissões regulamentadas por Lei Federal, onde um membro pode ser punido até mesmo com a cassação de seu direito ao exercício profissional, as entidades auto-regulamentadoras se limitam a aplicar sanções estatutárias aos seus associados espontaneamente filiados e, quando muito, excluir um membro do quadro social.
As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia seus regulamentos à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às regras internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais. Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela “lei de mercado”.
A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.
Ao final, foram acrescidos Anexos Informativos que apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

3. INTRODUÇÃO O símbolo da Terapia Holística tem que ser absolutamente distinto das demais áreas da saúde (afinal, o DIFERENCIAL é nosso maior fator de crescimento) e expressar arquetipicamente a abordagem TOTAL do ser humano, com harmonia e qualidade. As profissões em geral, usam símbolos genéricos, evitando desta forma, quaisquer conotações religiosas, ou o risco de privilegiar mais a um grupo do que a outro. O movimento Holístico extrapola o campo terapêutico, tendo sido adotado no ramo empresarial, na educação, na economia e em todos os setores do conhecimento humano, fazendo surgir sincronisticamente em todo o mundo o concenso de utilizar o símbolo matemático do INFINITO como emblema universal do paradigma holístico. Neutro e ao mesmo tempo, expressando com perfeição o conceito da abordagem sistêmica/integral, é o melhor “logotipo” possível para o Holus (do grego = totalidade). Em sintonia com esta tendência mundial, a Terapia Holística assume este como seu símbolo universal. Daí a relevância de uma NTSV específica para esta finalidade.

4. ELEMENTOS NORMATIVOS GERAIS

4.1 TítuloSÍMBOLOS DA TERAPIA HOLÍSTICA

4.2 Objetivo
Definir os Modelo de Símbolos adequados à Terapia Holística, bem como o correto uso em divulgação do TH.

4.3 Referências NormativasNTSV - TH 001 - Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos
NTSV - TH 002 - BRT - Bloco de Recomendação Terapêutica
NTSV - TH 003 - FC - Ficha de Cliente

5. ELEMENTOS NORMATIVOS TÉCNICOS

5.1 Definições

5.1.1 TERAPEUTA HOLÍSTICO, em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
5.1.2 CLIENTE - usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.

5.2 Símbolos e AbreviaturasTH - Terapeuta Holístico;
NTSV - Norma Técnica Setorial Voluntária
STH - Símbolos da Terapia Holística

5.3 Requisitos e Métodos de Ensaio:

5.3.1 CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado — O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Terapeuta Holístico Credenciado são impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois jamais haverá possibilidade de confundir um Terapeuta Holístico com um Psicólogo, ou um Fisioterapeuta, ou um Médico, justamente graças à utilização do número de CRT em seus cartões e anúncios. Esta diferenciação foi e sempre será objeto de ampla campanha de esclarecimento nos mais variados veículos de comunicação.
5.3.2 Qualificação Técnica - (neste ítem, preencher no mínimo um dos requisitos):

5.3.2.1 - Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou
5.3.2.2 - Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou
5.3.2.3 - Notório Saber: monografia sobre Terapia Holística aprovado pelo SINTE; e/ou
5.3.2.4 - Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.

5.3.3 Modelos de Símbolos da Terapia Holística

5.3.3.1 Objetivando que, em hipótese nenhuma, os símbolos da Terapia Holística sejam confundidos com os das demais profissões e que seja igualmente claro para quem observar as divulgações de nossos filiados que tais logotipos descrevem a um Terapeuta Holístico e não a um membro de quaisquer outras profissões relativas à saúde, poderá constar em suas publicidades, homepages, cartões de visita e BRT, o símbolo matemático de Infinito, havendo, logo abaixo, a denominação “Terapeuta Holístico”, seguida da adjetivação ou “Credenciado” para quem possui CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado, ou “Certificado”, exclusivo para o TH que tiver obtido Certificado de Conformidade Técnica ou de Residência em Terapia Holística.
5.3.3.2 Para melhor adequar-se, o Terapeuta Holístico deverá requisitar junto ao SINTE os modelos de símbolos da Terapia Holística para servir de base à impressão gráfica, bem como, apresentar posteriormente para apreciação seu material impresso.
5.3.3.3 É terminantemente vedado ao Terapeuta Holístico acrescer aos Símbolos da Terapia Holística: 1) símbolos iguais ao assemelhados aos de outras profissões; 2) outros elementos gráficos não aprovados pelo SINTE, 3) frases cujo conteúdo agrida aos ditames do Código de Ética.

5.3.4 Constatação de Conformidade: O TH que voluntariamente se compromete ao cumprimento desta NTSV igualmente se coloca à disposição do SINTE para que este averigue a qualquer tempo o integral cumprimento da mesma, estando este compromisso firmado pela expedição da Certificação Técnica que a esta Norma se vincula e cuja validade pode ser suspensa ou revogada pelo órgão expedidor, em caso de comprovado descumprimento.

6. ELEMENTOS SUPLEMENTARES

6.1 Anexos Informativos
Observação: Anexos Informativos apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas. Vide Capítulo Anexos Informativos.

th_cred.gif th_cert.gif
th_cred.gif th_cert.gif

 

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 12:01


NTSV — ACUP 001 Terapia em Técnicas Tradicionais Boas Práticas em Acupuntura e Adequação de Material

NTSV — ACUP 001
Terapia em Técnicas Tradicionais
Boas Práticas em Acupuntura e Adequação de Material

1. SUMÁRIO
Norma Técnica Setorial Voluntária para a Terapia Holística
NTSV — ACUP 001
Terapia em Técnicas Tradicionais — Boas Práticas em Acupuntura e Adequação de Material

2. PREFÁCIO   Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal).
   A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.
   Ao contrário do que ocorre nas profissões regulamentadas por Lei Federal, onde um membro pode ser punido até mesmo com a cassação de seu direito ao exercício profissional, as entidades auto-regulamentadoras se limitam a aplicar sanções estatutárias aos seus associados espontaneamente filiados e, quando muito, excluir um membro do quadro social.
   As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia seus regulamentos à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às regras internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais.  Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela "lei de mercado".
   A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.
   Ao final, foram acrescidos Anexos Informativos que apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

3. INTRODUÇÃO
   A Acupuntura conta com uma vasta bibliografia e grande aceitação em nosso país, tendo sofrido interpretações divergentes quanto a sua correta utilização. Esta Norma define alguns princípios básicos para as boas práticas profissionais quanto à adequação do material utilizado, bem como a correta forma de descarte dos resíduos.

4. ELEMENTOS NORMATIVOS GERAIS

4.1 TítuloTerapia em Técnicas Tradicionais — Boas Práticas em Acupuntura e Adequação de Material

4.2 Objetivo
Definir a adequação do material utilizado, bem como a correta forma de descarte dos resíduos.

4.3 Referências NormativasNTSV — TH 001 — Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos
NTSV — TH 002 — BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica
NTSV — TH 003 — FC — Ficha de Cliente

5. ELEMENTOS NORMATIVOS TÉCNICOS

5.1 Definições

5.1.1 TERAPEUTA HOLÍSTICO, em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
5.1.2 TERAPEUTA EM TÉCNICAS TRADICIONAIS — procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sob a visão cosmológica das filosofias milenares, possibilitando a detecção de distúrbios energéticos, carências de determinadas elementos e tendências de somatização. Comumente é implícita uma proposta de transcendência dos limites da personalidade, conectando o cliente consigo mesmo, trazendo à consciência aspectos de seu "eu" mais profundo, integrando-o, ainda, com seu próprio corpo, sociedade e universo; atua terapeuticamente fazendo uso das técnicas tradicionais às culturas milenares, tais como, a chinesa (acupuntura, moxabustão, tai-chi-chuan, chi kung, ventosaterapia, fitoterapia chinesa, tui na, dentre outras), a indiana (terapia ayurveda, terapia samkhya, shantala, yogaterapia, dentre outras), a egípcia (aromaterapia, mantraterapia, dentre outras), a japonesa (shiatsu, artes marciais, meditação, dentre outras), a judáica (terapia cabalista), a africana (fitoterapia, arteterapia, mantraterapia, dentre outras), a árabe (dança do ventre, fitoterapia, dentre outras) e a indígena (xamanismo, fitoterapia, arteterapia, dentre outras).
5.1.3 CLIENTE — usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.
5.1.4 ACUPUNTURA- técnica milenar que se utiliza de estímulos em pontos do corpo capazes de despertar recursos de harmonização psicofísica. Tradicionalmente são aplicadas agulhas para a estimulação, modernamente substituídas por estímulos luminosos (Cromopuntura e Laserterapia), Magnéticos (ímãs) ou sonoros (Audiopuntura), dentre outros.
5.1.5 CROMOPUNTURA — variação da Cromoterapia, com a aplicação de luzes coloridas ou laser em pontos de Acupuntura, em substituição às agulhas.
5.1.6 SOFTLASERTERAPIA — estímulos luminosos via laser (tipo especial de luz, monocromática e de grande coerência), quer como Cromoterapia, quer como um substituto às agulhas de Acupuntura (Cromopuntura).
5.1.7 ACONSELHAMENTO — processo interativo, caracterizado por uma relação única entre Terapeuta Holístico e cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. O Aconselhamento é parte integrante do trabalho de todo verdadeiro Terapeuta, independentemente de quais outros métodos adote.

5.2 Símbolos e Abreviaturas
TH — Terapeuta Holístico;
TTC — Terapia Tradicional Chinesa;
ACUP — Acupuntura;
NTSV — Norma Técnica Setorial Voluntária

5.3 Requisitos e Métodos de Ensaio

5.3.1 CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado — O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Terapeuta Holístico Credenciado são impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois jamais haverá possibilidade de confundir um Terapeuta Holístico com um Psicólogo, ou um Fisioterapeuta, ou um Médico, justamente graças à utilização do número de CRT em seus cartões e anúncios. Esta diferenciação foi e sempre será objeto de ampla campanha de esclarecimento nos mais variados veículos de comunicação.
5.3.2 Qualificação Técnica — (neste item, preencher no mínimo um dos requisitos):

5.3.2.1 — Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou
5.3.2.2 — Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou
5.3.2.3 — Notório Saber: monografia sobre Terapia Tradicional Chinesa aprovada pelo SINTE; e/ou
5.3.2.4 — Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.

5.3.3 A seleção dos pontos a serem estimulados caso a caso deve basear-se nos testes para avaliar os desequilíbrios energéticos dos meridianos, fazendo uso de:

5.3.3.1 — Tabelas de tradição milenar de correlação de pontos com os distúrbios energéticos, sintomas e tipologia;
5.3.3.2 — Pulsologia e/ou de testes de toque (pontos de alarme) e/ou equipamentos de mensuração dos meridianos (por exemplo, Método Ryodoraku).
5.3.3.3 — O TH deve fazer uso de seus conhecimentos técnicos para minimizar a quantidade de pontos a serem estimulados, jamais ultrapassando o limite de oito por sessão.

5.3.4 Agulhas de ACUP — adequação

5.3.4.1 Opção 1: Aquisição de agulhas de Acupuntura DESCARTÁVEIS e de USO ÚNICO pelo próprio TH em estabelecimentos legalmente constituídos, devendo ser conservada a Nota Fiscal comprovando a origem do produto. Importante: é vedada a comercialização no consultório do Terapeuta Holístico, devendo ter isso em conta ao estabelecer o valor da consulta pois, neste caso, as agulhas serão doadas, jamais serão cobradas à parte (um só preço, quer o cliente vá consumir agulhas ou não).
5.3.4.2 Opção 2: o cliente adquire diretamente nas boas casas do ramo, devendo ser utilizado o BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica para instruí-lo.

5.3.5 — Descarte das Agulhas de ACUP

5.3.5.1 As agulhas de ACUP obrigatoriamente serão sempre DESCARTÁVEIS e de USO ÚNICO, e, mesmo cientes de que inexiste caso registrado de contaminação por este tipo de agulha (por ser maciça, não retem sangue), ainda assim terá tratamento semelhante aos resíduos infectantes perfurantes ou cortantes.
5.3.5.2 As agulhas de ACUP serão descartadas em recipientes rígidos, estanques, vedados e identificados pela simbologia de substância infectante, os quais, após serem devidamente lacrados, deverão ser acondicionados em sacos plásticos individualizados, branco leitosos e identificados pela simbologia de substância infectante.

5.3.5.2.1 Existe kits prontos e adequados para descarte comercializados nas casas do ramo.
5.3.5.2.2 O armazenamento dos resíduos deverá ser em dependência externa às salas de atendimento até que os mesmos sejam coletados para a destinação final.
5.3.5.2.3 Nos municípios onde existir coleta especializada gratuita, o TH deve se inscrever, apresentando para tanto cópia de CCM (Inscrição Municipal como autônomo) e do CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado.

5.3.5.3 As agulhas de ACUP igualmente podem ser eliminadas fazendo-se uso de aparelhos Desintegradores de Agulhas, cujos resíduos em pó podem ser descartados de forma comum, considerando a perda de suas características perfurantes.

5.3.6 Demais formas de estímulo terapêutico

5.3.6.1 Softlaserterapia: limitada à potência de miliwats, aplicações inferiores a 60s por ponto;
5.3.6.2 Cromopuntura: limitada à potência de saída de 3 wats, aplicações inferiores a 60s por ponto;
5.3.6.3 Magnetos: ímãs, descartáveis e de uso único, de no mámo 3 mm, emborrachados, fixados aos pontos com fita microporo, respeitando-se a polaridade norte (sedação) ou sul (tonificação) para obtenção do efeito desejado;
5.3.6.4 Esferas metálicas: neutras (aço) ou banhadas a ouro ou prata, descartáveis e de uso único, fixadas aos pontos com fita microporo, respeitando-se a polaridade prata (sedação), ouro (tonificação) ou aço (neutro) para obtenção do efeito desejado;
5.3.6.5 Sementes: em geral, de mostarda, descartáveis e de uso único, fixadas aos pontos com fita microporo, devendo ser massageadas para obtenção do efeito desejado;
5.3.6.6 Toque: massagear com os dedos ou bastonete não perfurante durante um a dois minutos diários em cada ponto selecionado;
5.3.6.7 Moxabustão: aplicação do calor nos pontos a serem estimulados, observando-se para jamais queimar o cliente;
5.3.6.8 Equipamentos de eletro-estimulação: serão objeto de NTSV específica.

5.3.7 Idade mínima do cliente — 18 anos; poderão ser aceitos clientes menores de idade, se permancerem presentes pelo menos um dos pais ou responsável legal ou se houver autorização escrita dos mesmos, devendo a autorização permancer guardada junto à ficha do cliente.
5.3.8 Constatação de Conformidade — O TH que voluntariamente se compromete ao cumprimento desta NTSV igualmente se coloca à disposição do SINTE para que este averigue a qualquer tempo o integral cumprimento da mesma, estando este compromisso firmado pela expedição da Certificação Técnica que a esta Norma se vincula e cuja validade pode ser suspensa ou revogada pelo órgão expedidor, em caso de comprovado descumprimento.

6. ELEMENTOS SUPLEMENTARES

6.1 Anexos Informativos
Observação: Anexos Informativos apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas. Vide Capítulo Anexos Informativos.

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 12:03


NTSV — CT 001 Cromoterapia — Boas Práticas e Adequação de Equipamentos

NTSV — CT 001
Cromoterapia — Boas Práticas e Adequação de Equipamentos

1. SUMÁRIO
Norma Técnica Setorial Voluntária para a Terapia Holística
NTSV — CT 001
Cromoterapia — Boas Práticas e Adequação de Equipamentos

2. PREFÁCIO   Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal).
   A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.
   Ao contrário do que ocorre nas profissões regulamentadas por Lei Federal, onde um membro pode ser punido até mesmo com a cassação de seu direito ao exercício profissional, as entidades auto-regulamentadoras se limitam a aplicar sanções estatutárias aos seus associados espontaneamente filiados e, quando muito, excluir um membro do quadro social.
   As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia seus regulamentos à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às regras internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais. Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela "lei de mercado".
   A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.
   Ao final, foram acrescidos Anexos Informativos que apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

3. INTRODUÇÃO
   A Cromoterapia conta com uma vasta bibliografia e grande aceitação em nosso país, tendo sofrido interpretações divergentes quanto a sua correta utilização. Esta Norma define alguns princípios básicos para as boas práticas profissionais que nortearão a auto-regulamentação da Terapia Holística, bem como a adequação de equipamentos.

4. ELEMENTOS NORMATIVOS GERAIS

4.1 Título
Cromoterapia — Boas Práticas e Adequação de Equipamentos

4.2 Objetivo
Definir a adequação de materiais e equipamentos, forma padrão de aplicação.

4.3 Referências NormativasNTSV — TH 001 — Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos
NTSV — TH 002 — BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica
NTSV — TH 003 — FC — Ficha de Cliente

5. ELEMENTOS NORMATIVOS TÉCNICOS

5.1 Definições

5.1.1 TERAPEUTA HOLÍSTICO, em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
5.1.2 CROMOTERAPEUTA — realiza testes para avaliar a carência das propriedades terapêuticas de determinadas cores, fazendo uso da paranormalidade com aparelhos radiestésicos, de tabelas de tradição milenar de correlação das cores com os distúrbios, da pulsologia e de testes musculares e promove a aplicação das cores corretas para cada caso. Realiza consultoria junto a empresas para o correto uso das cores ambientes, maximizando os resultados pretendidos em cada setor; faz uso de cores adeqüadas como estímulos para a harmonização, sob as mais diversas formas, dentre elas, mentalização, pintura ambiente, roupas, alimentos, cristais e pedras coloridas, águas sobre a influência da cor dos vasilhames, além das tradicionais lâmpadas coloridas, hoje em dia, substituídas por fibras óticas especiais, para "banhar" com cores o corpo todo ou a região problemática, havendo uma tendência atual a aplicar-se em regiões energéticas chaves chamadas de "chacras" ou em pontos de acupuntura (cromopuntura);
5.1.3 CLIENTE — usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.

5.2 Símbolos e Abreviaturas
TH — Terapeuta Holístico;
THC — Cromoterapeuta;
NTSV — Norma Técnica Setorial Voluntária

5.3 Requisitos e Métodos de Ensaio

5.3.1 CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado — O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Terapeuta Holístico Credenciado são impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois jamais haverá possibilidade de confundir um Terapeuta Holístico com um Psicólogo, ou um Fisioterapeuta, ou um Médico, justamente graças à utilização do número de CRT em seus cartões e anúncios. Esta diferenciação foi e sempre será objeto de ampla campanha de esclarecimento nos mais variados veículos de comunicação.
5.3.2 Qualificação Técnica — (neste item, preencher no mínimo um dos requisitos):

5.3.2.1 — Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou
5.3.2.2 — Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou
5.3.2.3 — Notório Saber: monografia sobre Cromoterapia aprovado pelo SINTE; e/ou
5.3.2.4 — Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.

5.3.3 BASTÕES CROMÁTICOS — acompanham as características e forma do Bastão de Atlante, sendo apresentados com opções de voltagem e intensidade de luz (watts), com adaptação de ponta de cristal de quartzo, a fim de potencializar o resultado, tornando os tempos de aplicação mais rápidos; as cores são inseridas em local apropriado, e devem ser preferencialmente de material gelatinoso, para não distorcer a tonalidade da cor a ser aplicada.
5.3.4 LANTERNAS CROMOTERÁPICAS — sem ponta de cristal, podendo se apresentarem com lâminas coloridas simples ou múltiplas ( filtros dinamizados ). As cores são adaptadas uma a uma na frente da laterna.
5.3.5 APARELHO CROMÁTICO COM FIBRA ÓTICA — baseado no Bastão Cromático, com lâmpada alógena, proporcionando pureza de cor, nos diversos tons desejados através de botões que alteram os filtros coloridos, com timer, proporcionando maior rapidez e precisão nos tempos de projeção da luz, utilizando cabo de fibra ótica.
5.3.6 POTÊNCIA — para o trabalho de projeção das cores no corpo físico e campo eletromagnético o importante é a frequência e comprimento de onda, por isso é inadequada a alta intensidade luminosa, que é tão somente um artifício cosmético questionável; uma lâmpada de 2,8 watts (20 miliamperes) é o suficiente para obter-se os resultados esperados numa aplicação localizada; considerando-se o resultado que desejado e as condições do local de atendimento, notamos que quanto maior a intensidade luminosa (aumento de watts), maior será o aumento de temperatura local, o que ou auxiliará ou prejudicará o resultado final, justamente pelo desconforto calórico.
5.3.7 ADEQUAÇÃO DAS CORES — as cores utilizadas são as do espectro solar: vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta, que atuam através dos campos energéticos, os quais transmutam em comandos que catalizam a tendência natural ao auto-equilíbrio.
5.3.8 TEMPO DE PROJEÇÃO DA LUZ — sobre o corpo físico em tratamentos localizados:

5.3.8.1 — Bastões e aparelhos com foco: até 6 meses de idade — 5 segundos; 6 meses a 1 e 1/2 anos — 10 segundos; 1 e 1/2 anos até 7 anos -15 segundos; 7 até 10 anos: 20 segundos; acima de10 anos: 30 segundos;
5.3.8.2 — Aparelhos com ponta de cristal de quartzo: reduzí-los pela metade o tempo da tabela anterior.

5.3.9 INTERVALOS ENTRE CADA SESSÃO (APLICAÇÃO)

5.3.9.1 — Tratamento intensivo-emergencial: até de 3 em 3 horas; Tratamento normal: até de 10 em 10 dias; Tratamento de manutenção: de 30/30 dias, 60/60 dias, 90/90 dias, podendo até de 120/120 dias;
5.3.9.2 — Excepcionalmente, há casos de aplicações diárias para resultados mais rápidos que deverão ser estudados criteriosamente pelo terapeuta.

5.3.10 DISTÂNCIA ENTRE APARELHO E O CLIENTE: Regra geral de 15 a 20 centímetros, tanto na aplicação básica como na localizada.
5.3.11 TRAJETOS DE APLICAÇÃO DA LUZ

5.3.11.1 BÁSICA — Atuando no campo eletromagnético e servirá para equilíbrio energético/emocional;
5.3.11.2 LOCALIZADA -Atuando diretamente nas áreas defasadas e que somatizaram distúrbios orgânicos/emocionais/psíquicos.

5.3.12 Idade mínima do cliente — 18 anos; poderão ser aceitos clientes menores de idade, se permancerem presentes pelo menos um dos pais ou responsável legal ou se houver autorização escrita dos mesmos, devendo a autorização permancer guardada junto à ficha do cliente.
5.3.13 Constatação de Conformidade — O TH que voluntariamente se compromete ao cumprimento desta NTSV igualmente se coloca à disposição do SINTE para que este averigue a qualquer tempo o integral cumprimento da mesma, estando este compromisso firmado pela expedição da Certificação Técnica que a esta Norma se vincula e cuja validade pode ser suspensa ou revogada pelo órgão expedidor, em caso de comprovado descumprimento.

6. ELEMENTOS SUPLEMENTARES

6.1 Anexos InformativosObservação: Anexos Informativos apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas. Vide Capítulo Anexos Informativos.

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 12:03


NTSV — FT 001 Fitoterapia — Boas Práticas Para Utilização

NTSV — FT 001
Fitoterapia — Boas Práticas Para Utilização

1. SUMÁRIO
Norma Técnica Setorial Voluntária para a Terapia Holística
NTSV — FT 001
Fitoterapia — Boas Práticas Para Utilização

2. PREFÁCIO   Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal).
   A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.
   Ao contrário do que ocorre nas profissões regulamentadas por Lei Federal, onde um membro pode ser punido até mesmo com a cassação de seu direito ao exercício profissional, as entidades auto-regulamentadoras se limitam a aplicar sanções estatutárias aos seus associados espontaneamente filiados e, quando muito, excluir um membro do quadro social.
   As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia seus regulamentos à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às regras internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais. Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela "lei de mercado".
   A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.
   Ao final, foram acrescidos Anexos Informativos que apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

3. INTRODUÇÃO   A Fitoterapia conta com uma vasta bibliografia e grande aceitação em nosso país, tendo sofrido interpretações divergentes quanto ao seu preparo ideal e correta utilização. Esta Norma define alguns princípios básicos para as boas práticas profissionais que nortearão a auto-regulamentação da Terapia Holística no tocante ao uso terapêutico das plantas.

4. ELEMENTOS NORMATIVOS GERAIS

4.1 Título
Fitoterapia — Boas Práticas Para Utilização

4.2 ObjetivoDefinir a adequação de materiais, forma padrão de utilização, uso correto do BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica e veto à comercialização das essências em consultórios de Terapia Holística

4.3 Referências NormativasNTSV — TH 001 — Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos
NTSV — TH 002 — BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica
NTSV — TH 003 — FC — Ficha de Cliente

5. ELEMENTOS NORMATIVOS TÉCNICOS

5.1 Definições

5.1.1 TERAPEUTA HOLÍSTICO, em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
5.1.2 FITOTERAPEUTA — Realiza testes para avaliar a carência do cliente de determinadas propriedades terapêuticas encontradas na flora, fazendo uso de tabelas de tradição milenar de correlação das plantas com os distúrbios, da pulsologia e de testes musculares, propondo o uso dos vegetais corretos para cada caso; faz uso das propriedades terapêuticas das ervas sob diversas formas, tais como chás, banhos, compressas, óleos, extratos, inalações, dentre outras, visando não só despertar a capacidade de auto-equilíbrio, como, também, suprir a necessidade de certas substâncias e energias sutis que atuarão como princípios energoativos para a harmonização psicofísica.
5.1.3 CLIENTE — usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.

5.2 Símbolos e Abreviaturas
TH — Terapeuta Holístico;
THF — Fitoterapeuta;
NTSV — Norma Técnica Setorial Voluntária

5.3 Requisitos e Métodos de Ensaio

5.3.1 CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado — O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Terapeuta Holístico Credenciado são impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois jamais haverá possibilidade de confundir um Terapeuta Holístico com um Psicólogo, ou um Fisioterapeuta, ou um Médico, justamente graças à utilização do número de CRT em seus cartões e anúncios. Esta diferenciação foi e sempre será objeto de ampla campanha de esclarecimento nos mais variados veículos de comunicação.
5.3.2 Qualificação Técnica — (neste item, preencher no mínimo um dos requisitos):

5.3.2.1 — Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou
5.3.2.2 — Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou
5.3.2.3 — Notório Saber: monografia sobre Fitoterapia aprovado pelo SINTE; e/ou
5.3.2.4 — Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.

5.3.3 — Fitoterápicos — aquisição e indicação

5.3.3.1 — Opção 1: aquisição dos fitoterápicos pelo próprio TH em estabelecimentos legalmente constituídos, devendo ser conservada a Nota Fiscal comprovando a origem do produto. Importante: é vedada a comercialização no consultório do Terapeuta Holístico, devendo ter isso em conta ao estabelecer o valor da consulta pois, neste caso, os fitoterápicos serão doados, jamais serão cobradas à parte (um só preço, quer o cliente vá consumir produtos ou não).
Opção 2: o cliente adquire diretamente nas boas casas do ramo, devendo ser utilizado o BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica para instruí-lo.
5.3.3.2 — O BRT jamais deve ser utilizado para prescrever fórmulas para manipulação; o TH deve indicar fitoterápicos já prontos para consumo, de venda livre, cuja rotulagem em português conste as especificações do produto, o farmacêutico e empresa responsáveis pela formulação e manipulação, o mesmo sendo válido para produtos importados, que deverão ter suas embalagens e rotulagens adequadas e traduzidas para o consumidor brasileiro.
5.3.3.3 — A seleção dos fitoterápicos a serem recomendados caso a caso deve basear-se nos testes para avaliar a carência do cliente de determinadas propriedades terapêuticas encontradas na flora, fazendo uso de:

5.3.3.3.1 — Tabelas de tradição milenar de correlação das plantas com os distúrbios energéticos, sintomas e tipologia;
5.3.3.3.2 — Pulsologia e/ou de testes musculares (como por exemplo, o Omura Test).

5.3.4 Idade mínima do cliente: 18 anos; poderão ser aceitos clientes menores de idade, se permancerem presentes pelo menos um dos pais ou responsável legal ou se houver autorização escrita dos mesmos, devendo a autorização permancer guardada junto à ficha do cliente.
5.3.5 Constatação de Conformidade: O TH que voluntariamente se compromete ao cumprimento desta NTSV igualmente se coloca à disposição do SINTE para que este averigue a qualquer tempo o integral cumprimento da mesma, estando este compromisso firmado pela expedição da Certificação Técnica que a esta Norma se vincula e cuja validade pode ser suspensa ou revogada pelo órgão expedidor, em caso de comprovado descumprimento.

6. ELEMENTOS SUPLEMENTARES

6.1 Anexos InformativosObservação: Anexos Informativos apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas. Vide Capítulo Anexos Informativos.

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 12:01


NTSV — PH 001 Psicoterapia Holística — Terapia de Regressão Boas Práticas Para Preparação e Utilização

NTSV — PH 001
Psicoterapia Holística — Terapia de Regressão
Boas Práticas Para Preparação e Utilização

1. SUMÁRIO
Norma Técnica Setorial Voluntária para a Terapia Holística
NTSV — PH 001
Psicoterapia Holística — Terapia de Regressão
Boas Práticas Para Preparação e Utilização

2. PREFÁCIO   Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal).
   A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.
   Ao contrário do que ocorre nas profissões regulamentadas por Lei Federal, onde um membro pode ser punido até mesmo com a cassação de seu direito ao exercício profissional, as entidades auto-regulamentadoras se limitam a aplicar sanções estatutárias aos seus associados espontaneamente filiados e, quando muito, excluir um membro do quadro social.
   As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia seus regulamentos à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às regras internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais. Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela "lei de mercado".
   A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.
   Ao final, foram acrescidos Anexos Informativos que apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

3. INTRODUÇÃO   A Terapia de Regressão conta com uma vasta bibliografia e grande aceitação em nosso país, tendo sofrido interpretações divergentes quanto a sua correta utilização. Esta Norma define alguns princípios básicos para as boas práticas profissionais que nortearão a auto-regulamentação da Terapia Holística no tocante à Terapia de Regressão.

4. ELEMENTOS NORMATIVOS GERAIS

4.1 Título
Terapia de Regressão — Boas Práticas Para Utilização

4.2 Objetivo
Definir a adequação padrão de utilização.

4.3 Referências NormativasNTSV — TH 001 — Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos
NTSV — TH 002 — BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica
NTSV — TH 003 — FC — Ficha de Cliente

5. ELEMENTOS NORMATIVOS TÉCNICOS

5.1 Definições

5.1.1 TERAPEUTA HOLÍSTICO, em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
5.1.2 PSICOTERAPEUTA HOLÍSTICO — procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Atua dentro de uma proposta de transcendência dos limites da personalidade, conectando o cliente consigo mesmo, trazendo à consciência aspectos de seu "eu" mais profundo, integrando-o, ainda, com seu próprio corpo, sociedade e universo; as sessões são realizadas individualmente ou em grupo, utilizando técnicas tais como terapia corporal, relaxamento, terapia transpessoal, neurolinguística, parapsicologia, regressão, terapia floral, vivências, dentre outras, como forma de introdução a estados profundos de autoconsciência e, desse modo, permitir o aflorar tanto de emoções reprimidas, lembranças traumáticas e sonhos (para serem trabalhados na Terapia Holística), quanto o despertar de uma sabedoria interior e intuitiva no cliente, capaz de orientá-lo na tomada de decisões ou, até mesmo, na resolução de questões de saúde.
5.1.3 CLIENTE — usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.
5.1.4 TERAPIA DE REGRESSÃO — técnica terapêutica que faz uso de diversos recursos de indução para conduzir o cliente a estados profundos de autoconsciência e, desse modo, induzir "insights" sobre a infância, a vida intra-uterina e a até mesmo transpessoais (informações além da personalidade), com o aflorar de emoções reprimidas, lembranças traumáticas e sonhos (para serem trabalhados na Terapia Holística), além de despertar a sabedoria interior e intuitiva no cliente, capaz de orientá-lo na tomada de decisões ou, até mesmo, na resolução de suas questões, possibilitando desbloqueios e harmonia emocional. Os conteúdos vivenciados durante o processo de Regressão devem ser elaborados conjuntamente pelo cliente e pelo terapeuta holístico, o qual fará uso de aconselhamento, sendo este parte fundamental e integrante da terapia.
5.1.5 PARAPSICOLOGIA: estudo de uma série de fenômenos psíquicos, fisiológicos e físicos, inabituais, ainda não explicáveis pelas leis naturais conhecidas, os quais comumente, atuam como que dotados de intencionalidade e inteligência. Linha terapêutica que trabalha especificamente os chamados fenômenos paranormais, tais como, desdobramento consciente ("viagem astral"), regressão a vidas passadas, "poltergeist", possessão e similares.
5.1.6 VIVÊNCIAS: realizadas individualmente ou em grupo, utiliza tanto da Terapia Corporal, quanto do Relaxamento como introdução a estados profundos de auto-consciência e, desse modo, permitir o aflorar tanto de emoções reprimidas, lembranças traumáticas e sonhos (para serem trabalhados na Terapia Holística), quanto o despertar de uma sabedoria interior e intuitiva no cliente, capaz de orientá-lo na tomada de decisões ou, até mesmo, na resolução de questões de saúde.
5.1.7 RELAXAMENTO: vários métodos são utilizados para a obtenção de uma relaxação muscular e psíquica, dentre eles a Massagem, a Musicoterapia, a Cromoterapia, a Cristaloterapia, a Acupuntura e a sugestão verbal. Ver, também, Vivências.
5.1.8 "INSIGHT": termo utilizado na terapia junguiana e transpessoal — "lampejos" repentinos de uma consciência maior (quer seja sob a forma de lembranças ou de imagens simbólicas a serem decifradas) que possibilita apreender na forma de síntese uma série de fatores até então não compreendidos.
5.1.9 TERAPIA TRANSPESSOAL: a proposta é a transcendência dos limites da personalidade, conectando o cliente consigo mesmo, trazendo à consciência aspectos de seu "eu" mais profundo, integrando-se, ainda, com seu próprio corpo, sociedade e universo.
5.1.10 ACONSELHAMENTO: processo interativo, caracterizado por uma relação única entre Terapeuta Holístico e cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. O Aconselhamento é parte integrante do trabalho de todo verdadeiro Terapeuta*, independentemente de quais outros métodos adote.

5.2 Símbolos e Abreviaturas
TH — Terapeuta Holístico;
THP — Psicoterapeuta Holístico;
NTSV — Norma Técnica Setorial Voluntária;
TR — Terapia de Regressão

5.3 Requisitos e Métodos de Ensaio

5.3.1 CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado — O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Terapeuta Holístico Credenciado são impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois jamais haverá possibilidade de confundir um Terapeuta Holístico com um Psicólogo, ou um Fisioterapeuta, ou um Médico, justamente graças à utilização do número de CRT em seus cartões e anúncios. Esta diferenciação foi e sempre será objeto de ampla campanha de esclarecimento nos mais variados veículos de comunicação.
5.3.2 Qualificação Técnica — (neste item, preencher no mínimo um dos requisitos):

5.3.2.1 — Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou
5.3.2.2 — Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou
5.3.2.3 — Notório Saber: monografia sobre Psicoterapia Holística aprovado pelo SINTE; e/ou
5.3.2.4 — Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.

5.3.3 Procedimento em primeira consulta

5.3.3.1 — Avaliar pré-requisitos e contra-indicações:

5.3.3.1.1 — Idade mínima do cliente: 18 anos; excepcionalmente poderão ser aceitos clientes entre 14 a 18 anos, somente se houver autorização escrita de pelo menos um dos pais ou responsável legal e o TH avaliar como adequada a maturidade emocional do candidato; a autorização deve permancer guardada junto à ficha do cliente.
5.3.3.1.2 — Contra-indicações: imaturidade emocional (a ser detectada pelo TH), gravidez, deficiência mental, problemas cardíacos, neurológicos e psiquiátricos (diagnosticados pelo médico responsável pelo cliente).

5.3.3.2 — Explicar o processo de Regressão com detalhes e certificar-se de que seu cliente compreendeu a proposta terapêutica, em especial:

5.3.3.2.1 Quanto à duração e continuidade do trabalho;
5.3.3.2.2 Que a TR é um método terapêutico e que se a motivação do cliente for a mera curiosidade deve desistir da proposta.

5.3.4 Procedimento para as demais sessões:

5.3.4.1 Após a 2a consulta já pode ser praticada a TR.
5.3.4.2 Cada consulta terá a duração mínima de uma hora e peridiocidade semanal, cabendo ao TH avaliar exceções.
5.3.4.3 Aplicar ênfase ao Aconselhamento para que o cliente elabore o conteúdo vivenciado durante o processo de Regressão, conduzindo este ao autoconhecimento.

5.3.5 Constatação de Conformidade: O TH que voluntariamente se compromete ao cumprimento desta NTSV igualmente se coloca à disposição do SINTE para que este averigue a qualquer tempo o integral cumprimento da mesma, estando este compromisso firmado pela expedição da Certificação Técnica que a esta Norma se vincula e cuja validade pode ser suspensa ou revogada pelo órgão expedidor, em caso de comprovado descumprimento.

6. ELEMENTOS SUPLEMENTARES

6.1 Anexos InformativosObservação: Anexos Informativos apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas. Vide Capítulo Anexos Informativos.

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 12:01


NTSV — QUI 001 Quiropatia — Boas Práticas e Adequação de Terminologia

NTSV — QUI 001
Quiropatia — Boas Práticas e Adequação de Terminologia

1. SUMÁRIO
Norma Técnica Setorial Voluntária para a Terapia Holística
NTSV — QUI 001
Quiropatia — Boas Práticas e Adequação de Terminologia

2. PREFÁCIO
   Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal).
   A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.
   Ao contrário do que ocorre nas profissões regulamentadas por Lei Federal, onde um membro pode ser punido até mesmo com a cassação de seu direito ao exercício profissional, as entidades auto-regulamentadoras se limitam a aplicar sanções estatutárias aos seus associados espontaneamente filiados e, quando muito, excluir um membro do quadro social.
   As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia seus regulamentos à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às regras internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais. Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela "lei de mercado".
   A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.
   Ao final, foram acrescidos Anexos Informativos que apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

3. INTRODUÇÃO
   A Terapia Corporal conta com uma vasta bibliografia e grande aceitação em nosso país, tendo sofrido interpretações divergentes quanto a sua correta utilização. Esta Norma define alguns princípios básicos para as boas práticas profissionais que nortearão a auto-regulamentação da Terapia Holística.

4. ELEMENTOS NORMATIVOS GERAIS

4.1 TítuloQuiropatia — Boas Práticas e Adequação de Terminologia

4.2 Objetivo
Definir boas práticas, adequação de terminologia e exame de conformidade

4.3 Referências NormativasNTSV — TH 001 — Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos
NTSV — TH 002 — BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica
NTSV — TH 003 — FC — Ficha de Cliente

5. ELEMENTOS NORMATIVOS TÉCNICOS

5.1 Definições

5.1.1 TERAPEUTA HOLÍSTICO, em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
5.1.2 TERAPEUTA CORPORAL — promove a avaliação sócio-somato-psíquica do cliente fazendo uso da observação corpórea, postural, gestual, além de analisar sua constituição biotipológica, formas de respirar e de olhar, dentre outros aspectos, possibilitando a detecção de distúrbios energéticos e as tendências de psicossomatização; por meio de técnicas de massoterapia, reeducação respiratória e postural, aplicação de movimentos específicos milenares (tai-chi-chuan, yoga, chi kung, dentre outros) ou modernos (quiropatia, vegetoterapia, bioenergética, rolfing, biodança, dentre outros) promove ao cliente a conscientização e desbloqueio de conteúdos psíquicos traumáticos, a serem trabalhados verbalmente em processo interativo e único entre terapeuta e cliente, catalizando o autoconhecimento e mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de no conhecimento e na habilidade para tomada de decisões, pessoais e profissionais. Promove, também, grupos de movimento para harmonização e autoconhecimento, podendo os mesmos serem realizados a nível empresarial almejando um maior entrosamento entre equipes e diminuição de fatores estressantes. Em recursos humanos, pode auxiliar na avaliação das contratações e na percepção das aptidões dos candidatos, utilizando das técnicas de leitura corporal.
5.1.3 CLIENTE — usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.
5.1.4 ACONSELHAMENTO: processo interativo, caracterizado por uma relação única entre Terapeuta Holístico e cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. O Aconselhamento é parte integrante do trabalho de todo verdadeiro Terapeuta, independentemente de quais outros métodos adote.
5.1.5 QUIROPATA — Definição pela CBO

5.1.5.1 Código CBO: 0-79.45 Título: Quiropata
5.1.5.2 Sinônimos: Quiroprático, Quiropraxista
5.1.5.3 Descrição Resumida: Realiza, através do emprego das mãos, exames de apalpação dinâmica ou estática, identificando desalinhamentos, restrições de movimentos e sinais de alterações estruturais, realizando tratamento terapêutico, para aliviar ou devolver ao paciente melhores condições de conforto e alívio dos sintomas reclamados:
5.1.5.4 Descrição Detalhada: identifica as subluxações (desalinhamentos e restrições de movimentos) nas articulações do corpo humano, localizando sinais de alterações térmicas, edemas, massas, espasmo muscular, atrofia, textura dos tecidos e estruturas ósseas assimétricas, para avaliar a possibilidade dos sintomas referidos poderem ser solucionados ou aliviados pelos métodos naturais que emprega; realiza tratamento terapêutico através de manipulações e ajustes específicos, a fim de integrar a estrutura a um pleno fluxo nervoso e permitir ao organismo expressar o máximo de saúde possível. Pode requerer exames complementares radiológicos ou laboratoriais, para determinar se o paciente deve ser encaminhado a outro especialista. Pode indicar aparelhos, sapatos, calços ou o que for necessário para casos especiais, bem como orientar o paciente com relação a atividades físicas, tais como: esportes, exercícios, posturas profissionais etc., para corrigir ou prevenir recorrências de disfunções biomecânicas.

5.1.6 QUIROPATA — Realiza, através do emprego das mãos, exames de apalpação dinâmica ou estática, identificando desalinhamentos, restrições de movimentos e sinais de alterações estruturais, realizando ação terapêutica, para aliviar ou devolver ao cliente melhores condições de conforto e alivio. Identifica as subluxações (desalinhamentos e restrições de movimentos) nas articulações do corpo humano, localizando sinais de alterações térmicas, edemas, massas, espasmo muscular, atrofia, textura dos tecidos e estruturas ósseas assimétricas, para avaliar a possibilidade dos sinais referidos poderem ser solucionados ou aliviados pelos métodos naturais que emprega; realiza ação terapêutica através de manipulações e ajustes específicos, a fim de integrar a estrutura a um pleno fluxo nervoso e permitir ao organismo expressar o máximo de saúde possível.
5.1.7 SUBLUXAÇÃO VERTEBRAL — complexo de mudanças histológicas e/ou estruturais e/ou funcionais que comprometem a integridade neural e que interfere na função dos órgãos e na saúde em geral.
5.1.8 AJUSTE QUIROPÁTICO — ajuste osteo-articular realizado pelo Quiropata que libera as estruturas nervosas de pinçamentos ou irritações; livre para funcionar corretamente, o sistema nervoso pode fazer restabelecer e condição de saúde deste organismo.

5.2 Símbolos e Abreviaturas
TH — Terapeuta Holístico;
QUI — Quiropatia;
THQ — Quiropata
NTSV — Norma Técnica Setorial Voluntária;

5.3 Requisitos e Métodos de Ensaio

5.3.1 CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado — O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Terapeuta Holístico Credenciado são impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois jamais haverá possibilidade de confundir um Terapeuta Holístico com um Psicólogo, ou um Fisioterapeuta, ou um Médico, justamente graças à utilização do número de CRT em seus cartões e anúncios. Esta diferenciação foi e sempre será objeto de ampla campanha de esclarecimento nos mais variados veículos de comunicação.
5.3.2 Qualificação Técnica — (neste item, preencher no mínimo um dos requisitos):

5.3.2.1 — Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou
5.3.2.2 — Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou
5.3.2.3 — Notório Saber: monografia sobre Quiropatia aprovada pelo SINTE; e/ou
5.3.2.4 — Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.
5.3.2.5 — Por se tratar de uma atividade que requer habilidades manuais especiais cujo treinamento e atualização devem ser constantemente renovados, o Quiropata que não estiver enquadrado em nenhum dos ítens anteriores poderá comprovar sua habilidade se submetendo, uma vez ao ano, a um exame de avaliação técnica na ANQ — Associação Nacional de Quiropatia.

5.3.3 Boas práticas em QUI

5.3.3.1 — Explicar o processo de QUI com detalhes e certificar-se de que seu cliente compreendeu a proposta terapêutica, em especial, quanto ao fato de que será tocado, com o TH detectando seus limites, pudores e estabelecendo quais as manobras quiropáticas aplicáveis ao caso;
5.3.3.2 — O TH deve se adaptar aos pudores e limites de cada cliente, respeitando-os e ampliando-os de acordo com a necessidade técnica e com a conquista gradativa de confiança mútua;
5.3.3.3 — Via de regra, não se realizam ajustes quiropáticos diretamente em locais doloridos, devendo o TH proporcionar conforto ao seu cliente com técnicas paralelas, até obter-se uma avaliação completa do caso;

5.3.4 Idade mínima do cliente: 18 anos; poderão ser aceitos clientes menores de idade, se permancerem presentes pelo menos um dos pais ou responsável legal ou se houver autorização escrita dos mesmos, devendo a autorização permancer guardada junto à ficha do cliente.
5.3.5 Constatação de Conformidade: O TH que voluntariamente se compromete ao cumprimento desta NTSV igualmente se coloca à disposição do SINTE para que este averigue a qualquer tempo o integral cumprimento da mesma, estando este compromisso firmado pela expedição da Certificação Técnica que a esta Norma se vincula e cuja validade pode ser suspensa ou revogada pelo órgão expedidor, em caso de comprovado descumprimento.

6. ELEMENTOS SUPLEMENTARES

6.1 Anexos InformativosObservação: Anexos Informativos apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas. Vide Capítulo Anexos Informativos.

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 11:56


NTSV — RT 001 Reflexoterapia — Boas Práticas em Auriculoterapia e Adequação de Material

NTSV — RT 001
Reflexoterapia — Boas Práticas em Auriculoterapia e Adequação de Material

1. SUMÁRIO
Norma Técnica Setorial Voluntária para a Terapia Holística
NTSV — RT 001
Reflexoterapia — Boas Práticas em Auriculoterapia e Adequação de Material

2. PREFÁCIO
   Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal).
   A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.
   Ao contrário do que ocorre nas profissões regulamentadas por Lei Federal, onde um membro pode ser punido até mesmo com a cassação de seu direito ao exercício profissional, as entidades auto-regulamentadoras se limitam a aplicar sanções estatutárias aos seus associados espontaneamente filiados e, quando muito, excluir um membro do quadro social.
   As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia seus regulamentos à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às regras internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais. Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela "lei de mercado".
   A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.
   Ao final, foram acrescidos Anexos Informativos que apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

3. INTRODUÇÃO   A Auriculoterapia conta com grande aceitação em nosso país, tendo sofrido interpretações divergentes quanto a sua correta utilização. Esta Norma define alguns princípios básicos para as boas práticas profissionais quanto à adequação do material utilizado, bem como a correta forma de descarte dos resíduos.

4. ELEMENTOS NORMATIVOS GERAIS

4.1 TítuloReflexoterapia — Boas Práticas em Auriculoterapia e Adequação de Material

4.2 Objetivo
Definir a adequação do material utilizado, bem como a correta forma de descarte dos resíduos e boas práticas quanto à técnica.

4.3 Referências NormativasNTSV — TH 001 — Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos
NTSV — TH 002 — BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica
NTSV — TH 003 — FC — Ficha de Cliente

5. ELEMENTOS NORMATIVOS TÉCNICOS

5.1 Definições

5.1.1 TERAPEUTA HOLÍSTICO, em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
5.1.2 REFLEXOTERAPEUTA — promove a avaliação do cliente por meio da análise de uma zona corpórea reflexológica (exemplos mais comuns, os pés, as mãos e as orelhas), por via táctil e visual e/ou por aparatos eletrônicos específicos. Cada zona observada corresponde reflexologicamente a uma região biopsíquica e o seu estudo possibilita a detecção de distúrbios energéticos, carências de determinadas elementos e tendências de somatização; de posse da análise, o reflexoterapeuta seleciona qual o melhor método terapêutico, tais como acupuntura, massoterapia, fitoterapia, dentre muitos outros, observando-se os progressos por meio de periódicas análises reflexológicas. Realiza a harmonização dos distúrbios energéticos e catalisa os processos de autoconhecimento promovendo estímulos reflexológicos por meio do toque ou da aplicação de agulhas, imãs e cores. Também podem ser consideradas formas de reflexologia a auriculoterapia, a iridologia, a acupuntura, e certas técnicas de massoterapia.
5.1.3 CLIENTE — usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.
5.1.4 ACUPUNTURA- técnica milenar que se utiliza de estímulos em pontos do corpo capazes de despertar recursos de harmonização psicofísica. Tradicionalmente são aplicadas agulhas para a estimulação, modernamente substituídas por estímulos luminosos (Cromopuntura e Laserterapia), Magnéticos (ímãs) ou sonoros (Audiopuntura), dentre outros.
5.1.5 CROMOPUNTURA: variação da Cromoterapia, com a aplicação de luzes coloridas ou laser em pontos de Acupuntura, em substituição às agulhas.
5.1.6 SOFTLASERTERAPIA: estímulos luminosos via laser (tipo especial de luz, monocromática e de grande coerência), quer como Cromoterapia, quer como um substituto às agulhas de Acupuntura (Cromopuntura).
5.1.7 ACONSELHAMENTO: processo interativo, caracterizado por uma relação única entre Terapeuta Holístico e cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. O Aconselhamento é parte integrante do trabalho de todo verdadeiro Terapeuta, independentemente de quais outros métodos adote.
5.1.8 AURICULOTERAPIA: técnica de análise e tratamento reflexológico por meio de estímulos no pavilhão auricular. Tida erroneamente como uma variante da Acupuntura onde os estímulos são aplicados em pontos na orelha, na verdade é uma ciência mais próxima da Reflexologia. Muito popular devido ao seu alto grau de eficiência e segurança, possui variantes como a Calatonia Auricular onde a meta é o despertar maior da autoconsciência.
5.1.9 CALATONIA: técnica especial de toques manuais sutis, geralmente nos pés ou nas mãos, que visa não somente uma relaxação psico-física, como, também, o despertar de material psíquico inconsciente para ser trabalhado em TH.
5.1.10 CALATONIA AURICULAR: técnica que associa os benefícios e recursos da Auriculoterapia com os da Calatonia.

5.2 Símbolos e Abreviaturas
TH — Terapeuta Holístico;
AURIC — Auriculoterapia;
NTSV — Norma Técnica Setorial Voluntária

5.3 Requisitos e Métodos de Ensaio

5.3.1 CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado — O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Terapeuta Holístico Credenciado são impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois jamais haverá possibilidade de confundir um Terapeuta Holístico com um Psicólogo, ou um Fisioterapeuta, ou um Médico, justamente graças à utilização do número de CRT em seus cartões e anúncios. Esta diferenciação foi e sempre será objeto de ampla campanha de esclarecimento nos mais variados veículos de comunicação.
5.3.2 Qualificação Técnica — (neste item, preencher no mínimo um dos requisitos):

5.3.2.1 — Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou
5.3.2.2 — Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou
5.3.2.3 — Notório Saber: monografia sobre Auriculoterapia aprovada pelo SINTE; e/ou
5.3.2.4 — Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.

5.3.3 — A seleção dos pontos a serem estimulados caso a caso deve basear-se nos testes para avaliar os desequilíbrios energéticos dos meridianos, fazendo uso de:

5.3.3.1 — Tabelas de tradição milenar de correlação de pontos com os distúrbios energéticos, sintomas e tipologia;
5.3.3.2 — Pulsologia de Nogier (VAS — Sinal Autônomo Vascular) e/ou equipamentos de localização de pontos auriculares;
5.3.3.3 — O TH deve fazer uso de seus conhecimentos técnicos para minimizar a quantidade de pontos a serem estimulados, jamais ultrapassando o limite de cinco por sessão.

5.3.4 Agulhas de AURIC — adequação

5.3.4.1 Opção 1: Aquisição de agulhas de AURIC DESCARTÁVEIS e de USO ÚNICO pelo próprio TH em estabelecimentos legalmente constituídos, devendo ser conservada a Nota Fiscal comprovando a origem do produto. Importante: é vedada a comercialização no consultório do Terapeuta Holístico, devendo ter isso em conta ao estabelecer o valor da consulta pois, neste caso, as agulhas serão doadas, jamais serão cobradas à parte (um só preço, quer o cliente vá consumir agulhas ou não).

5.3.4.1.1 Opção 2: o cliente adquire diretamente nas boas casas do ramo, devendo ser utilizado o BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica para instruí-lo.

5.3.4.2 — As agulhas de AURIC adequadas são as DESCARTÁVEIS e de USO ÚNICO, do tipo percevejo, com base circular de 3mm, com penetração máxima de 1,5 mm, fixadas aos pontos com fita microporo, a permanecerem na aurícula por prazo não superior a 15 dias.
5.3.4.3 — Excepcionalmente pode-se fazer uso de agulhas de Acupuntura sistêmica 0,25 mm X 30 mm, DESCARTÁVEIS e de USO ÚNICO, para estímulo durante a permanência do cliente na sessão, respeitando-se a penetração máxima de 1,5 mm nos pontos.

5.3.5 — Descarte das Agulhas de AURIC

5.3.5.1 As agulhas de AURIC obrigatoriamente serão sempre DESCARTÁVEIS e de USO ÚNICO, e, mesmo cientes de que inexiste caso registrado de contaminação por este tipo de agulha (por ser maciça, não retem sangue), ainda assim terá tratamento semelhante aos resíduos infectantes perfurantes ou cortantes.
5.3.5.2 As agulhas de AURIC serão descartadas em recipientes rígidos, estanques, vedados e identificados pela simbologia de substância infectante, os quais, após serem devidamente lacrados, deverão ser acondicionados em sacos plásticos individualizados, branco leitosos e identificados pela simbologia de substância infectante.

5.3.5.2.1 Existe kits prontos e adequados para descarte comercializados nas casas do ramo.
5.3.5.2.2 O armazenamento dos resíduos deverá ser em dependência externa às salas de atendimento até que os mesmos sejam coletados para a destinação final.
5.3.5.2.3 Nos municípios onde existir coleta especializada gratuita, o TH deve se inscrever, apresentando para tanto cópia de CCM (Inscrição Municipal como autônomo) e do CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado.

5.3.5.3 As agulhas de AURIC igualmente podem ser eliminadas fazendo-se uso de aparelhos Desintegradores de Agulhas, cujos resíduos em pó podem ser descartados de forma comum, considerando a perda de suas características perfurantes.

5.3.6 Demais formas de estímulo terapêutico

5.3.6.1 Softlaserterapia: limitada à potência de miliwats, aplicações inferiores a 60s por ponto;
5.3.6.2 Cromopuntura: limitada à potência de saída de 3 wats, aplicações inferiores a 60s por ponto;
5.3.6.3 Magnetos: ímãs, descartáveis e de uso único, de no máximo 3 mm, emborrachados, fixados aos pontos com fita microporo, respeitando-se a polaridade norte (sedação) ou sul (tonificação) para obtenção do efeito desejado;
5.3.6.4 Esferas metálicas: neutras (aço) ou banhadas a ouro ou prata, descartáveis e de uso único, fixadas aos pontos com fita microporo, respeitando-se a polaridade prata (sedação), ouro (tonificação) ou aço (neutro) para obtenção do efeito desejado;
5.3.6.5 Sementes: em geral, de mostarda, descartáveis e de uso único, fixadas aos pontos com fita microporo, devendo ser massageadas para obtenção do efeito desejado.
5.3.6.6 Toque: massagear com os dedos ou bastonete não perfurante durante um a dois minutos diários em cada ponto selecionado ou na aurícula toda, vigorosamente, dedicando tempo maior às regiões mais sensíveis.
5.3.6.7 Equipamentos de eletro-estimulação: serão objeto de NTSV específica.

5.3.7 Idade mínima do cliente: 18 anos; poderão ser aceitos clientes menores de idade, se permancerem presentes pelo menos um dos pais ou responsável legal ou se houver autorização escrita dos mesmos, devendo a autorização permancer guardada junto à ficha do cliente.
5.3.8 Constatação de Conformidade: O TH que voluntariamente se compromete ao cumprimento desta NTSV igualmente se coloca à disposição do SINTE para que este averigue a qualquer tempo o integral cumprimento da mesma, estando este compromisso firmado pela expedição da Certificação Técnica que a esta Norma se vincula e cuja validade pode ser suspensa ou revogada pelo órgão expedidor, em caso de comprovado descumprimento.

6. ELEMENTOS SUPLEMENTARES

6.1 Anexos InformativosObservação: Anexos Informativos apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas. Vide Capítulo Anexos Informativos.

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 11:56


NTSV — TC 001 Terapia Corporal — Boas Práticas Para Utilização

NTSV — TC 001
Terapia Corporal — Boas Práticas Para Utilização

1. SUMÁRIO
Norma Técnica Setorial Voluntária para a Terapia Holística
NTSV — TC 001
Terapia Corporal — Boas Práticas Para Utilização

2. PREFÁCIO   Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal).
   A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.
   Ao contrário do que ocorre nas profissões regulamentadas por Lei Federal, onde um membro pode ser punido até mesmo com a cassação de seu direito ao exercício profissional, as entidades auto-regulamentadoras se limitam a aplicar sanções estatutárias aos seus associados espontaneamente filiados e, quando muito, excluir um membro do quadro social.
   As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia seus regulamentos à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às regras internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais. Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela "lei de mercado".
   A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.
   Ao final, foram acrescidos Anexos Informativos que apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

3. INTRODUÇÃO
   A Terapia Corporal conta com uma vasta bibliografia e grande aceitação em nosso país, tendo sofrido interpretações divergentes quanto a sua correta utilização. Esta Norma define alguns princípios básicos para as boas práticas profissionais que nortearão a auto-regulamentação da Terapia Holística.

4. ELEMENTOS NORMATIVOS GERAIS

4.1 Título
Terapia Corporal — Boas Práticas Para Utilização

4.2 Objetivo
Definir a adequação padrão de utilização e de relacionamento com o cliente.

4.3 Referências Normativas
NTSV — TH 001 — Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos
NTSV — TH 002 — BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica
NTSV — TH 003 — FC — Ficha de Cliente

5. ELEMENTOS NORMATIVOS TÉCNICOS

5.1 Definições

5.1.1 TERAPEUTA HOLÍSTICO, em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
5.1.2 TERAPEUTA CORPORAL — promove a avaliação sócio-somato-psíquica do cliente fazendo uso da observação corpórea, postural, gestual, além de analisar sua constituição biotipológica, formas de respirar e de olhar, dentre outros aspectos, possibilitando a detecção de distúrbios energéticos e as tendências de psicossomatização; por meio de técnicas de massoterapia, reeducação respiratória e postural, aplicação de movimentos específicos milenares (tai-chi-chuan, yoga, chi kung, dentre outros) ou modernos (quiropatia, vegetoterapia, bioenergética, rolfing, biodança, dentre outros) promove ao cliente a conscientização e desbloqueio de conteúdos psíquicos traumáticos, a serem trabalhados verbalmente em processo interativo e único entre terapeuta e cliente, catalizando o autoconhecimento e mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de no conhecimento e na habilidade para tomada de decisões, pessoais e profissionais. Promove, também, grupos de movimento para harmonização e autoconhecimento, podendo os mesmos serem realizados a nível empresarial almejando um maior entrosamento entre equipes e diminuição de fatores estressantes. Em recursos humanos, pode auxiliar na avaliação das contratações e na percepção das aptidões dos candidatos, utilizando das técnicas de leitura corporal.
5.1.3 CLIENTE — usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.
5.1.4 BIOENERGÉTICA: Terapia neo-reichiana desenvolvida por Alexander Lowen; discípulo de Reich, introduziu conceitos próprios contrastantes com a rigidez da vegetoterapia clássica.
5.1.5 CALATONIA: técnica especial de toques manuais sutis, geralmente nos pés ou nas mãos, que visa não somente uma relaxação psico-física, como, também, o despertar de material psíquico inconsciente para ser trabalhado em TH.
5.1.6 VIVÊNCIAS: realizadas individualmente ou em grupo, utiliza tanto da Terapia Corporal, quanto do Relaxamento como introdução a estados profundos de auto-consciência e, desse modo, permitir o aflorar tanto de emoções reprimidas, lembranças traumáticas e sonhos (para serem trabalhados na Terapia Holística), quanto o despertar de uma sabedoria interior e intuitiva no cliente, capaz de orientá-lo na tomada de decisões ou, até mesmo, na resolução de questões de saúde.
5.1.7 RELAXAMENTO: vários métodos são utilizados para a obtenção de uma relaxação muscular e psíquica, dentre eles a Massagem, a Musicoterapia, a Cromoterapia, a Cristaloterapia, a Acupuntura e a sugestão verbal. Ver, também, Vivências.
5.1.8 LEITURA CORPORAL: método de avaliação onde a interpretação do formato corpóreo ou de seus gestos, posturas e movimentos é capaz de expressar sua história de vida ou, até, mesmo, seus próprios sentimentos e pensamentos.
5.1.9 TERAPIA CORPORAL: uso de técnicas de toque, respiração, posturas e movimentos específicos, obtendo uma reestruturação corporal e, a partir daí, a conscientização e desbloqueio de conteúdos psíquicos traumáticos, a serem trabalhados verbalmente.
5.1.10 ACONSELHAMENTO: processo interativo, caracterizado por uma relação única entre Terapeuta Holístico e cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. O Aconselhamento é parte integrante do trabalho de todo verdadeiro Terapeuta, independentemente de quais outros métodos adote.
5.1.11 JIM SHIN JYUTSU: técnica originada da tradição oral japonesa cuja proposta é proporcionar autoconhecimento, revitalização e harmonização por meio de toques sutis com as pontas dos dedos em pontos específicos do corpo.
5.1.12 MASSOTERAPIA: toques aplicados pelo corpo obtendo relaxação, equilíbrio energético e, até mesmo, o aflorar de material psíquico reprimido. Existem incontáveis técnicas, sendo as mais conhecidas o Tui-Na, o Shiatsu e o Do-In.
5.1.13 REFLEXOTERAPIA: avaliação e tratamento onde o corpo está em seus mínimos detalhes representado numa zona específica de uma de suas partes, como por exemplo, nos pés, nas mãos e nas orelhas, sendo o trabalho feita por meio do toque ou da aplicação de estímulos, tais como agulhas, imãs e cores.
5.1.14 TERAPIA REICHIANA: desenvolvida por Wilhelm Reich, onde a intervenção corporal via toque é um dos principais fatores catalisadores do aflorar do material psíquico inconsciente, o qual será trabalhado verbalmente na TH. Reich, Wilheim: psiquiatra, discípulo dissidente de Freud, verificou que o inconsciente é corporal e que cada tipo de trauma é "gravado" na musculatura de partes específicas do corpo, criando "couraças musculares do carácter", causadas pelo mal fluxo dos biofótons, por ele chamados de "orgone".

5.2 Símbolos e Abreviaturas
TH — Terapeuta Holístico;
TC — Terapia Corporal;
THCORP — Terapeuta Corporal
NTSV — Norma Técnica Setorial Voluntária;

5.3 Requisitos e Métodos de Ensaio

5.3.1 CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado — O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Terapeuta Holístico Credenciado são impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois jamais haverá possibilidade de confundir um Terapeuta Holístico com um Psicólogo, ou um Fisioterapeuta, ou um Médico, justamente graças à utilização do número de CRT em seus cartões e anúncios. Esta diferenciação foi e sempre será objeto de ampla campanha de esclarecimento nos mais variados veículos de comunicação.
5.3.2 Qualificação Técnica — (neste item, preencher no mínimo um dos requisitos):

5.3.2.1 — Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou
5.3.2.2 — Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou
5.3.2.3 — Notório Saber: monografia sobre Terapia Corporal aprovada pelo SINTE; e/ou
5.3.2.4 — Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.

5.3.3 Boas práticas em TC:

5.3.3.1 — Idade mínima do cliente para TC: 18 anos; excepcionalmente poderão ser aceitos clientes menores de idade, somente se houver autorização escrita de pelo menos um dos pais ou responsável legal e o TH avaliar como adequada a maturidade emocional do candidato; a autorização deve permancer guardada junto à ficha do cliente.
5.3.3.2 — Explicar o processo de TC com detalhes e certificar-se de que seu cliente compreendeu a proposta terapêutica, em especial, quanto ao fato de que será tocado, com o TH detectando seus limites, pudores e estabelecendo quais as técnicas corporais aplicáveis ao caso;
5.3.3.3 — O TH deve se adaptar aos pudores e limites de cada cliente, respeitando-os e ampliando-os de acordo com a necessidade técnica e com a conquista gradativa de confiança mútua;

5.3.3.3.1 — O consultório deve estar aparelhado para proporcionar temperatura ambiente adequada ao conforto da pessoa atendida, luz amena, minimização de ruídos, bem como privacidade, inclusive do cliente para com o TH;
5.3.3.3.2 — O cliente deve ser inquerido pelo TH quanto ao uso de óleos, cremes, aromas e músicas, para que se tenha certeza de que serão bem aceitos e de que estejam em conformidade com cada caso.

5.3.3.4 A TC aflora à consciência material psíquico reprimido, bem como catalisa a manifestação das emoções, daí ser essencial ao TH aplicar ênfase ao Aconselhamento para que o cliente elabore o conteúdo vivenciado durante o processo de toque, conduzindo este ao autoconhecimento.

5.3.5 Idade mínima do cliente: 18 anos; poderão ser aceitos clientes menores de idade, se permancerem presentes pelo menos um dos pais ou responsável legal ou se houver autorização escrita dos mesmos, devendo a autorização permancer guardada junto à ficha do cliente.
5.3.6 Constatação de Conformidade: O TH que voluntariamente se compromete ao cumprimento desta NTSV igualmente se coloca à disposição do SINTE para que este averigue a qualquer tempo o integral cumprimento da mesma, estando este compromisso firmado pela expedição da Certificação Técnica que a esta Norma se vincula e cuja validade pode ser suspensa ou revogada pelo órgão expedidor, em caso de comprovado descumprimento.

6. ELEMENTOS SUPLEMENTARES

6.1 Anexos InformativosObservação: Anexos Informativos apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas. Vide Capítulo Anexos Informativos.

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 11:55


NTSV — TE 001 Terapia Estética — Boas Práticas e Adequação de Terminologia e Materiais

NTSV — TE 001
Terapia Estética — Boas Práticas e Adequação de Terminologia e Materiais

1. SUMÁRIO
Norma Técnica Setorial Voluntária para a Terapia Holística
NTSV — TE 001
Terapia Estética — Boas Práticas e Adequação de Terminologia e Materiais

2. PREFÁCIO
   Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal).
   A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.
   Ao contrário do que ocorre nas profissões regulamentadas por Lei Federal, onde um membro pode ser punido até mesmo com a cassação de seu direito ao exercício profissional, as entidades auto-regulamentadoras se limitam a aplicar sanções estatutárias aos seus associados espontaneamente filiados e, quando muito, excluir um membro do quadro social.
   As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia seus regulamentos à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às regras internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais. Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela "lei de mercado".
   A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.
   Ao final, foram acrescidos Anexos Informativos que apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

3. INTRODUÇÃO
   A Terapia Estética conta com grande aceitação em nosso país, tendo sofrido interpretações divergentes quanto a sua correta utilização, bem como a qual legislação se aplica. Esta Norma define alguns princípios básicos para as boas práticas profissionais que nortearão a auto-regulamentação da Terapia Holística.

4. ELEMENTOS NORMATIVOS GERAIS

4.1 Título
Terapia Estética — Boas Práticas e Adequação de Terminologia e Materiais

4.2 Objetivo
Definir boas práticas, adequação de terminologia e de materiais

4.3 Referências Normativas
NTSV — TH 001 — Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos
NTSV — TH 002 — BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica
NTSV — TH 003 — FC — Ficha de Cliente
NTSV — TO 001 — Terapia Ortomolecular — Boas Práticas e Adequação de Terminologia

5. ELEMENTOS NORMATIVOS TÉCNICOS

5.1 Definições

5.1.1 TERAPEUTA HOLÍSTICO, em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
5.1.2 TERAPEUTA CORPORAL — promove a avaliação sócio-somato-psíquica do cliente fazendo uso da observação corpórea, postural, gestual, além de analisar sua constituição biotipológica, formas de respirar e de olhar, dentre outros aspectos, possibilitando a detecção de distúrbios energéticos e as tendências de psicossomatização; por meio de técnicas de massoterapia, reeducação respiratória e postural, aplicação de movimentos específicos milenares (tai-chi-chuan, yoga, chi kung, dentre outros) ou modernos (quiropatia, vegetoterapia, bioenergética, rolfing, biodança, dentre outros) promove ao cliente a conscientização e desbloqueio de conteúdos psíquicos traumáticos, a serem trabalhados verbalmente em processo interativo e único entre terapeuta e cliente, catalizando o autoconhecimento e mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de no conhecimento e na habilidade para tomada de decisões, pessoais e profissionais. Promove, também, grupos de movimento para harmonização e autoconhecimento, podendo os mesmos serem realizados a nível empresarial almejando um maior entrosamento entre equipes e diminuição de fatores estressantes. Em recursos humanos, pode auxiliar na avaliação das contratações e na percepção das aptidões dos candidatos, utilizando das técnicas de leitura corporal.
5.1.3 CLIENTE — usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.
5.1.4 ACONSELHAMENTO: processo interativo, caracterizado por uma relação única entre Terapeuta Holístico e cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. O Aconselhamento é parte integrante do trabalho de todo verdadeiro Terapeuta, independentemente de quais outros métodos adote.
5.1.5 TERAPEUTA EM ESTÉTICA — promove a avaliação das queixas estéticas do cliente sob um enfoque holístico, analisando a sincronicidade destas com os distúrbios energéticos, bem como o quanto estas resultam de e/ou por consequências de questões a nível sócio-somato-psíquicos; atua fazendo uso, além dos recursos esteticistas convencionais, acrescentando a estes métodos naturalistas de harmonização energética, tais como acupuntura (e derivadas), fitoterapia, massoterapia, cromoterapia, ressonância biofotônica, terapia floral, terapia corporal, ortomolecular, dentre outros, sempre acompanhados de aconselhamento, promovendo a maior auto-aceitação psicocorpórea e despertando, assim, a beleza estética do interior para o exterior.

5.2 Símbolos e Abreviaturas
TH — Terapeuta Holístico;
TE — Terapia Estética
THE — Terapeuta em Estética
NTSV — Norma Técnica Setorial Voluntária;

5.3 Requisitos e Métodos de Ensaio

5.3.1 CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado — O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Terapeuta Holístico Credenciado são impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois jamais haverá possibilidade de confundir um Terapeuta Holístico com um Psicólogo, ou um Fisioterapeuta, ou um Médico, justamente graças à utilização do número de CRT em seus cartões e anúncios. Esta diferenciação foi e sempre será objeto de ampla campanha de esclarecimento nos mais variados veículos de comunicação.
5.3.2 Qualificação Técnica — (neste item, preencher no mínimo um dos requisitos):

5.3.2.1 — Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou
5.3.2.2 — Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou
5.3.2.3 — Notório Saber: monografia sobre Terapia Estética aprovada pelo SINTE; e/ou
5.3.2.4 — Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.

5.3.3 Boas práticas em TE

5.3.3.1 — Idade mínima do cliente: 18 anos; excepcionalmente poderão ser aceitos clientes menores de idade, somente se houver autorização escrita de pelo menos um dos pais ou responsável legal e o TH avaliar como adequada a maturidade emocional do candidato; a autorização deve permancer guardada junto à ficha do cliente.
5.3.3.2 — Explicar o processo de TE com dNTSV — estetica.sdwetalhes e certificar-se de que seu cliente compreendeu a proposta terapêutica, em especial, quanto ao fato de que será tocado, com o TH detectando seus limites, pudores e estabelecendo quais as técnicas corporais aplicáveis ao caso;
5.3.3.3 — O TH deve se adaptar aos pudores e limites de cada cliente, respeitando-os e ampliando-os de acordo com a necessidade técnica e com a conquista gradativa de confiança mútua;

5.3.3.3.1 — O consultório deve estar aparelhado para proporcionar temperatura ambiente adequada ao conforto da pessoa atendida, luz amena, minimização de ruídos, bem como privacidade, inclusive do cliente para com o TH;
5.3.3.3.2 — O cliente deve ser inquerido pelo TH quanto ao uso de óleos, cremes, aromas e músicas, para que se tenha certeza de que serão bem aceitos e de que estejam em conformidade com cada caso.

5.3.3.4 A TE aflora à consciência material psíquico reprimido, bem como catalisa a manifestação das emoções, daí ser essencial ao TH aplicar ênfase ao Aconselhamento para que o cliente elabore o conteúdo vivenciado durante o processo de toque, conduzindo este ao autoconhecimento.

5.3.4 Produtos para Estética, Ortomoleculares e assemelhados — aquisição e indicação

5.3.4.1 Opção 1: aquisição pelo próprio TH em estabelecimentos legalmente constituídos, devendo ser conservada a Nota Fiscal comprovando a origem do produto. Importante: é vedada a comercialização no consultório, devendo ter isso em conta ao estabelecer o valor da consulta pois, neste caso, os produtos serão doados, jamais serão cobrados à parte (um só preço, quer o cliente vá consumir produtos ou não).
Opção 2: o cliente adquire diretamente nas boas casas do ramo, devendo ser utilizado o BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica para instruí-lo.
5.3.4.2 — O BRT jamais deve ser utilizado para prescrever fórmulas para manipulação; o TH deve indicar produtos já prontos para consumo, de venda livre, cuja rotulagem em português conste as especificações do produto, o farmacêutico e empresa responsáveis pela formulação e manipulação, o mesmo sendo válido para produtos importados, que deverão ter suas embalagens e rotulagens adequadas e traduzidas para o consumidor brasileiro.
5.3.4.3 Agulhas de TE — adequação

5.3.4.3.1 Opção 1: Aquisição de agulhas de DESCARTÁVEIS e de USO ÚNICO pelo próprio TH em estabelecimentos legalmente constituídos, devendo ser conservada a Nota Fiscal comprovando a origem do produto. Importante: é vedada a comercialização no consultório do TH, devendo ter isso em conta ao estabelecer o valor da consulta pois, neste caso, as agulhas serão doadas, jamais serão cobradas à parte (um só preço, quer o cliente vá consumir agulhas ou não).
5.3.4.3.2 Opção 2: o cliente adquire diretamente nas boas casas do ramo, devendo ser utilizado o BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica para instruí-lo.

5.3.4.4 — Descarte das Agulhas de TE

5.3.4.4.1 As agulhas de TE obrigatoriamente serão sempre DESCARTÁVEIS e de USO ÚNICO, e, mesmo cientes de que inexiste caso registrado de contaminação por este tipo de agulha (por ser maciça, não retem sangue), ainda assim terá tratamento semelhante aos resíduos infectantes perfurantes ou cortantes.
5.3.4.4.2 As agulhas de TE serão descartadas em recipientes rígidos, estanques, vedados e identificados pela simbologia de substância infectante, os quais, após serem devidamente lacrados, deverão ser acondicionados em sacos plásticos individualizados, branco leitosos e identificados pela simbologia de substância infectante.
5.3.4.4.3 Existe kits prontos e adequados para descarte comercializados nas casas do ramo.
5.3.4.4.4 O armazenamento dos resíduos deverá ser em dependência externa às salas de atendimento até que os mesmos sejam coletados para a destinação final.
5.3.4.4.5 Nos municípios onde existir coleta especializada gratuita, o TH deve se inscrever, apresentando para tanto cópia de CCM (Inscrição Municipal como autônomo) e do CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado.
5.3.4.4.6 As agulhas de TE igualmente podem ser eliminadas fazendo-se uso de aparelhos Desintegradores de Agulhas, cujos resíduos em pó podem ser descartados de forma comum, considerando a perda de suas características perfurantes.

5.3.5 Constatação de Conformidade: O TH que voluntariamente se compromete ao cumprimento desta NTSV igualmente se coloca à disposição do SINTE para que este averigue a qualquer tempo o integral cumprimento da mesma, estando este compromisso firmado pela expedição da Certificação Técnica que a esta Norma se vincula e cuja validade pode ser suspensa ou revogada pelo órgão expedidor, em caso de comprovado descumprimento.

6. ELEMENTOS SUPLEMENTARES

6.1 Anexos InformativosObservação: Anexos Informativos apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas. Vide Capítulo Anexos Informativos.

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 11:55


NTSV — TF 001 Terapia Floral — Boas Práticas Para Preparação e Utilização

NTSV — TF 001
Terapia Floral — Boas Práticas Para Preparação e Utilização

1. SUMÁRIO
Norma Técnica Setorial Voluntária para a Terapia Holística
NTSV — TF 001 — Terapia Floral — Boas Práticas
para Preparação e Utilização

2. PREFÁCIO   Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal).
   A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.
   Ao contrário do que ocorre nas profissões regulamentadas por Lei Federal, onde um membro pode ser punido até mesmo com a cassação de seu direito ao exercício profissional, as entidades auto-regulamentadoras se limitam a aplicar sanções estatutárias aos seus associados espontaneamente filiados e, quando muito, excluir um membro do quadro social.
   As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia seus regulamentos à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às regras internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais. Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela "lei de mercado".
   A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.
   Ao final, foram acrescidos Anexos Informativos que apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

3. INTRODUÇÃO
   A Terapia Floral conta com uma vasta bibliografia e grande aceitação em nosso país, tendo sofrido interpretações divergentes quanto ao seu preparo ideal e correta utilização. Esta Norma define alguns princípios básicos para as boas práticas profissionais que nortearão a auto-regulamentação da Terapia Holística.

4. ELEMENTOS NORMATIVOS GERAIS

4.1 TítuloTerapia Floral — Boas Práticas Para Preparação e Utilização

4.2 Objetivo
Definir a adequação de materiais, forma padrão de utilização, uso correto do BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica e veto à comercialização das essências em consultórios de Terapia Holística

4.3 Referências Normativas
NTSV — TH 001 — Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos
NTSV — TH 002 — BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica
NTSV — TH 003 — FC — Ficha de Cliente

5. ELEMENTOS NORMATIVOS TÉCNICOS

5.1 Definições

5.1.1 TERAPEUTA HOLÍSTICO, em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
5.1.2 TERAPEUTA FLORAL — procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Atua dentro de uma proposta de transcendência dos limites da personalidade, conectando o cliente consigo mesmo, trazendo à consciência aspectos de seu "eu" mais profundo, integrando-o, ainda, com seu próprio corpo, sociedade e universo; faz uso de compostos energéticos denominados de "essências florais", cuja proposta é predominantemente preventiva e que atuam através das questões psíquicas, sendo cada essência indicada para harmonizar um tipo de emoção específica. O uso contínuo da terapia floral leva a uma maior compreensão das emoções, permitindo o aflorar de um material psíquico mais profundo, ampliando, assim, o autoconhecimento, o que resulta numa melhoria da qualidade de vida como um todo, podendo chegar até à reversão das somatizações. É normalmente associada a outras técnicas terapêuticas, em especial, o aconselhamento, possibilitando mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisões, inclusive, profissionais.
5.1.3 CLIENTE — usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.

5.2 Símbolos e Abreviaturas
TH — Terapeuta Holístico;
TF — Terapia Floral;
THF — Terapeuta Floral;
NTSV — Norma Técnica Setorial Voluntária

5.3 Requisitos e Métodos de Ensaio

5.3.1 CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado — O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Terapeuta Holístico Credenciado são impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois jamais haverá possibilidade de confundir um Terapeuta Holístico com um Psicólogo, ou um Fisioterapeuta, ou um Médico, justamente graças à utilização do número de CRT em seus cartões e anúncios. Esta diferenciação foi e sempre será objeto de ampla campanha de esclarecimento nos mais variados veículos de comunicação.
5.3.2 Qualificação Técnica — (neste item, preencher no mínimo um dos requisitos):

5.3.2.1 — Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou
5.3.2.2 — Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou
5.3.2.3 — Notório Saber: monografia sobre Terapia Floral aprovado pelo SINTE; e/ou
5.3.2.4 — Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.

5.3.3 Kit de Florais de Bach originais — "Bach Flowers Remedies", Mount Vernon, UK
Opção 1: aquisição de Kit pelo próprio TH em estabelecimentos reconhecidos pelo SINTE, devendo ser conservada a Nota Fiscal comprovando a origem do produto. Importante: é vedada a comercialização no consultório do Terapeuta Holístico, devendo ter isso em conta ao estabelecer o valor da consulta pois as essências florais preparadas jamais serão cobradas à parte (um só preço, quer o cliente vá consumir produtos ou não).
Opção 2: preparo nas boas casas do ramo, devendo ser utilizado o BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica para instruir o cliente.
5.3.4 Frasco de tratamento — vidro âmbar de 30 ml, com cânula de vidro e conta gotas, esterilizado. Admite-se a utilização para trabalhos comunitários gratuitos, frasco plástico gotejador de 30 ml, esterelizado.
5.3.5 Conservante: Conhaque tipo Brandy
5.3.6 Creme base para uso externo: o mais natural possível sem gordura animal. Colocar 02 gotas de cada essência escolhida (04 gotas para o Rescue Remedy).
5.3.7 Preparação e utilização: Acrescentar de 06 a 09 ml de brandy como conservante, completar com água mineral sem gás. Colocar 02 gotas de cada essência escolhida (04 gotas para o Rescue Remedy). Tomar 04 gotas, diretamente na língua, no mínimo 04 vezes ao dia. Limitar a escolha dos Florais de Bach a um máximo de 06. Pode-se utilizar também um copo com água mineral: acrescentar 02 gotas de cada essência escolhida (04 gotas para o Rescue Remedy), apropriado para momentos de emergência; tomar pequenos goles de 05 em 05 minutos.
5.3.8 Idade mínima do cliente: 18 anos; poderão ser aceitos clientes menores de idade, se permancerem presentes pelo menos um dos pais ou responsável legal ou se houver autorização escrita dos mesmos, devendo a autorização permancer guardada junto à ficha do cliente.
5.3.9 Constatação de Conformidade: O TH que voluntariamente se compromete ao cumprimento desta NTSV igualmente se coloca à disposição do SINTE para que este averigue a qualquer tempo o integral cumprimento da mesma, estando este compromisso firmado pela expedição da Certificação Técnica que a esta Norma se vincula e cuja validade pode ser suspensa ou revogada pelo órgão expedidor, em caso de comprovado descumprimento.

6. ELEMENTOS SUPLEMENTARES

6.1 Anexos Informativos
Observação: Anexos Informativos apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas. Vide Capítulo Anexos Informativos.

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 11:55


NTSV — TF 002 Terapia Floral — Boas Práticas Para Preparação e Utilização

NTSV — TF 002
Terapia Floral — Boas Práticas Para Preparação e Utilização

1. SUMÁRIO
Norma Técnica Setorial Voluntária para a Terapia Holística
NTSV — TF 002
Terapia Floral — Boas Práticas para Preparação e Utilização

2. PREFÁCIO
   Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal).
   A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.
   Ao contrário do que ocorre nas profissões regulamentadas por Lei Federal, onde um membro pode ser punido até mesmo com a cassação de seu direito ao exercício profissional, as entidades auto-regulamentadoras se limitam a aplicar sanções estatutárias aos seus associados espontaneamente filiados e, quando muito, excluir um membro do quadro social.
   As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia seus regulamentos à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às regras internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais. Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela "lei de mercado".
   A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.
   Ao final, foram acrescidos Anexos Informativos que apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

3. INTRODUÇÃO
  
Terapia Floral conta com uma vasta bibliografia e grande aceitação em nosso país, tendo sofrido interpretações divergentes quanto ao seu preparo ideal e correta utilização. Esta Norma define alguns princípios básicos para as boas práticas profissionais que nortearão a auto-regulamentação da Terapia Holística.

4. ELEMENTOS NORMATIVOS GERAIS

4.1 Título
Terapia Floral — Boas Práticas Para Preparação e Utilização

4.2 Objetivo
Definir a adequação de materiais, forma padrão de utilização, uso correto do BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica e veto à comercialização das essências em consultórios de Terapia Holística

4.3 Referências Normativas
NTSV — TH 001 — Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos
NTSV — TH 002 — BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica
NTSV — TH 003 — FC — Ficha de Cliente

5. ELEMENTOS NORMATIVOS TÉCNICOS

5.1 Definições

5.1.1 TERAPEUTA HOLÍSTICO, em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
5.1.2 TERAPEUTA FLORAL — procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Atua dentro de uma proposta de transcendência dos limites da personalidade, conectando o cliente consigo mesmo, trazendo à consciência aspectos de seu "eu" mais profundo, integrando-o, ainda, com seu próprio corpo, sociedade e universo; faz uso de compostos energéticos denominados de "essências florais".
5.1.3 TERAPIA FLORAL — proposta predominantemente preventiva que utiliza de essências extraídas das flores, cujos princípios ativos são eletromagnéticos que atuam através das questões psíquicas, sendo cada essência indicada para harmonizar um tipo de emoção específica. O uso contínuo da terapia floral leva a uma maior compreensão das emoções, permitindo o aflorar de um material psíquico mais profundo, ampliando, assim, o autoconhecimento, o que resulta numa melhoria da qualidade de vida como um todo, podendo chegar até à reversão das somatizações. É normalmente associada a outras técnicas terapêuticas, em especial, o aconselhamento, possibilitando mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisões, inclusive, profissionais.
5.1.4 CLIENTE — usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.

5.2 Símbolos e Abreviaturas
TH — Terapeuta Holístico;
TF — Terapia Floral;
THF — Terapeuta Floral;
NTSV — Norma Técnica Setorial Voluntária

5.3 Requisitos e Métodos de Ensaio

5.3.1 CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado — O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Terapeuta Holístico Credenciado são impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois jamais haverá possibilidade de confundir um Terapeuta Holístico com um Psicólogo, ou um Fisioterapeuta, ou um Médico, justamente graças à utilização do número de CRT em seus cartões e anúncios. Esta diferenciação foi e sempre será objeto de ampla campanha de esclarecimento nos mais variados veículos de comunicação.
5.3.2 Qualificação Técnica — (neste item, preencher no mínimo um dos requisitos):

5.3.2.1 — Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou
5.3.2.2 — Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou
5.3.2.3 — Notório Saber: monografia sobre Terapia Floral aprovado pelo SINTE; e/ou
5.3.2.4 — Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.

5.3.3 Essências Florais — aquisição
Opção 1: aquisição pelo próprio THR em estabelecimentos legalmente constituídos, devendo ser conservada a Nota Fiscal comprovando a origem do produto. Importante: é vedada a comercialização no consultório do Terapeuta Holístico, devendo ter isso em conta ao estabelecer o valor da consulta pois as essências florais preparadas jamais serão cobradas à parte (um só preço, quer o cliente vá consumir produtos ou não).
Opção 2: preparo nas boas casas do ramo, devendo ser utilizado o BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica para instruir o cliente.
5.3.4 Para a maioria dos Sistemas Florais, como regras gerais

5.3.4.1 Frasco de tratamento — vidro âmbar de 30 ml, com cânula de vidro e conta gotas, esterilizado. Admite-se a utilização para trabalhos comunitários gratuitos, frasco plástico gotejador de 30 ml, esterelizado.
5.3.4.2 Conservante: Conhaque tipo Brandy
5.3.4.3 Preparação e utilização: Acrescentar de 06 a 09 ml de brandy como conservante, completar com água mineral sem gás.
5.3.4.4 Colocar 02 gotas de cada essência escolhida (04 gotas para o Rescue Remedy do Sistema Bach e equivalentes dos demais sistemas).

5.3.4.4.1 Tomar 04 gotas, diretamente na língua, no mínimo 04 vezes ao dia. Limitar a escolha a um máximo de 06 essências. Pode-se utilizar também um copo com água mineral: acrescentar 02 gotas de cada essência escolhida (04 gotas para o Rescue Remedy do Sistema Bach e equivalentes dos demais sistema), apropriado para momentos de emergência; tomar pequenos goles de 05 em 05 minutos.

5.3.5 Sistemas Florais que diferem das regras gerais

5.3.5.1 Sistema Florais Brasileiros de Joel Aleixo — Florais Básicos:

5.3.5.1.1 Colocar 06 gotas de cada essência escolhida dos Florais Básicos
5.3.5.1.2 Tomar 06 gotas, sublingual, no mínimo 03 vezes ao dia. Limitar a um máximo de 06 essências quando a seleção for feita pelo próprio THF e utilizar 03 essências quando for aplicada a sincronicidade como método de escolha.

5.3.5.2 Sistema Florais Australianos

5.3.5.2.1 Colocar 07 gotas de cada essência escolhida em vidro âmbar de 15 ml, com conta gotas, contendo ¾ água mineral e ¼ de brandy como conservante.
5.3.5.2.2 Tomar 07 gotas, sublingual, pela manhã e à noite. Limitar a um máximo de 05 essências. Pode-se utilizar também um copo com água mineral: acrescentar 07 gotas da fórmula já pronta.

5.3.6 Fitoflorais: Serão objeto de NTSV específica.

5.3.7 Boas práticas em TF

5.3.7.1 — Idade mínima do cliente: 18 anos; poderão ser aceitos clientes menores de idade, se permancerem presentes pelo menos um dos pais ou responsável legal ou se houver autorização escrita dos mesmos, devendo a autorização permancer guardada junto à ficha do cliente.
5.3.7.2 — Explicar o processo de TF com detalhes e certificar-se de que seu cliente compreendeu a proposta terapêutica, em especial, que inexiste vinculação religiosa ou de credo ao trabalho.
5.3.7.3 —O THF avaliará a personalidade, sintomas, comportamento do cliente e em especial, o quadro emocional, correlacionando às propriedades terapêuticas das essências florais a serem selecionadas, catalisando uma maior compreensão e o aflorar de um material psíquico mais profundo, ampliando, assim, o autoconhecimento, o que resulta numa melhoria da qualidade de vida como um todo, podendo chegar até à reversão das somatizações.

5.3.7.3.1 —O Aconselhamento é parte integrante da TF.

5.3.7.4 —A seleção das essências florais a serem recomendadas caso a caso deve basear-se na análise do quadro emocional do cliente fazendo uso de:

5.3.7.4.1 — Tabelas de correlação entre as essências florais e os distúrbios energéticos, emoções, sintomas e tipologia;
5.3.7.4.2 — Pulsologia e/ou de testes musculares (como por exemplo, o Omura Test);
5.3.7.4.3 — Sincronicidade como método de escolha das essências, cabendo ao THF a avaliação racional da seleção para detectar a ocorrência, ou não, do efeito de deslocamento pré ou pós-cognitivo e desvios negativos provocados por condições inibitórias, situações estas onde o profissional fará a devida correção.

5.3.8 Constatação de Conformidade: O TH que voluntariamente se compromete ao cumprimento desta NTSV igualmente se coloca à disposição do SINTE para que este averigue a qualquer tempo o integral cumprimento da mesma, estando este compromisso firmado pela expedição da Certificação Técnica que a esta Norma se vincula e cuja validade pode ser suspensa ou revogada pelo órgão expedidor, em caso de comprovado descumprimento.

6. ELEMENTOS SUPLEMENTARES

6.1 Anexos Informativos
Observação: Anexos Informativos apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas. Vide Capítulo Anexos Informativos.

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 11:54


NTSV — TO 001 Terapia Ortomolecular — Boas Práticas e Adequação de Terminologia

NTSV — TO 001
Terapia Ortomolecular — Boas Práticas e Adequação de Terminologia

1. SUMÁRIO
Norma Técnica Setorial Voluntária para a Terapia Holística
NTSV — TO 001
Terapia Ortomolecular — Boas Práticas e Adequação de Terminologia

2. PREFÁCIO
   Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal).
   A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.
   Ao contrário do que ocorre nas profissões regulamentadas por Lei Federal, onde um membro pode ser punido até mesmo com a cassação de seu direito ao exercício profissional, as entidades auto-regulamentadoras se limitam a aplicar sanções estatutárias aos seus associados espontaneamente filiados e, quando muito, excluir um membro do quadro social.
   As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia seus regulamentos à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às regras internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais. Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela "lei de mercado".
   A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.
   Ao final, foram acrescidos Anexos Informativos que apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

3. INTRODUÇÃO   A Terapia Ortomolecular conta com grande aceitação em nosso país, tendo sofrido interpretações divergentes quanto a sua correta utilização, bem como a qual legislação se aplica. Esta Norma define alguns princípios básicos para as boas práticas profissionais que nortearão a auto-regulamentação da Terapia Holística.

4. ELEMENTOS NORMATIVOS GERAIS

4.1 Título
Terapia Ortomolecular — Boas Práticas e Adequação de Terminologia

4.2 Objetivo
Definir a adequação de materiais, forma padrão de utilização, uso correto do BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica e veto à comercialização dos produtos em consultórios de Terapia Holística

4.3 Referências Normativas
NTSV — TH 001 — Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos
NTSV — TH 002 — BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica
NTSV — TH 003 — FC — Ficha de Cliente

5. ELEMENTOS NORMATIVOS TÉCNICOS

5.1 Definições

5.1.1 TERAPEUTA HOLÍSTICO, em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
5.1.2 TERAPEUTA CORPORAL — promove a avaliação sócio-somato-psíquica do cliente fazendo uso da observação corpórea, postural, gestual, além de analisar sua constituição biotipológica, formas de respirar e de olhar, dentre outros aspectos, possibilitando a detecção de distúrbios energéticos e as tendências de psicossomatização; por meio de técnicas de massoterapia, reeducação respiratória e postural, aplicação de movimentos específicos milenares (tai-chi-chuan, yoga, chi kung, dentre outros) ou modernos (quiropatia, vegetoterapia, bioenergética, rolfing, biodança, dentre outros) promove ao cliente a conscientização e desbloqueio de conteúdos psíquicos traumáticos, a serem trabalhados verbalmente em processo interativo e único entre terapeuta e cliente, catalizando o autoconhecimento e mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de no conhecimento e na habilidade para tomada de decisões, pessoais e profissionais. Promove, também, grupos de movimento para harmonização e autoconhecimento, podendo os mesmos serem realizados a nível empresarial almejando um maior entrosamento entre equipes e diminuição de fatores estressantes. Em recursos humanos, pode auxiliar na avaliação das contratações e na percepção das aptidões dos candidatos, utilizando das técnicas de leitura corporal.
5.1.3 CLIENTE — usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.
5.1.4 ACONSELHAMENTO: processo interativo, caracterizado por uma relação única entre Terapeuta Holístico e cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. O Aconselhamento é parte integrante do trabalho de todo verdadeiro Terapeuta, independentemente de quais outros métodos adote.
5.1.5 TERAPEUTA EM ESTÉTICA — promove a avaliação das queixas estéticas do cliente sob um enfoque holístico, analisando a sincronicidade destas com os distúrbios energéticos, bem como o quanto estas resultam de e/ou por consequências de questões a nível sócio-somato-psíquicos; atua fazendo uso, além dos recursos esteticistas convencionais, acrescentando a estes métodos naturalistas de harmonização energética, tais como acupuntura (e derivadas), fitoterapia, massoterapia, cromoterapia, ressonância biofotônica, terapia floral, terapia corporal, ortomolecular, dentre outros, sempre acompanhados de aconselhamento, promovendo a maior auto-aceitação psicocorpórea e despertando, assim, a beleza estética do interior para o exterior.
5.1.6 ALIMENTOTERAPIA — O uso selecionado de alimentos ou da combinação correta destes com o objetivo de manter ou restaurar a qualidade de vida.
5.1.7 ORTOMOLECULAR — Termo cunhado por Linus Pauling em 1960; tem o objetivo de manter ou restaurar o equilíbrio mediante a variação de nutrientes no organismo, que normalmente existem no corpo e onde desempenham funções essenciais. A palavra orto, derivada do grego, significa correto ou adequado. Na prática, seria a correção das moléculas do organismo, que faz uso de produtos industrializados, tais como vitaminas e oligoelementos para manter ou restaurar o equilíbrio.
5.1.8 OLIGOTERAPIA — inicialmente estudada pelos franceses Menetrier e Bertrand no final do século passado e início deste, consiste numa linha terapêutica através de minerais (Manganês, Cobre, Zinco, Magnésio etc.) em doses muito pequenas (oligoelementos), da ordem de microgramas, por absorção sublingual ou pela pele, que atuarão não por ação ponderal ou por reposição de carências, mas sim, por uma ação de retorno a homeostase (equilíbrio) dos sistemas catalíticos ou enzimáticos nos quais esses minerais estão envolvidos.
5.1.9 DIÁTESE — Palavra de origem grega, significa "disposição"; na Oligoterapia, o cliente de acordo com sua personalidade, sintomas e comportamento, enquadra-se em relação a 04 diáteses básicas (terrenos de pré-disposição) às quais correspondem oligoelementos catalisadores.
5.1.10 TERAPEUTA ORTOMOLECULAR — Através da avaliação da personalidade, sintomas e comportamento do cliente, o Terapeuta Ortomolecular correlaciona à carência de determinadas propriedades terapêuticas dos nutrientes, as quais serão supridas através de catalisadores, vitaminas, minerais, aminoácidos e oligoelementos a serem obtidos através da alimentação e/ou produtos de venda livre, catalisando a tendência natural ao auto-equilíbrio.

5.2 Símbolos e AbreviaturasTH — Terapeuta Holístico;
TO — Terapia Ortomolecular
THO — Terapeuta Ortomolecular
NTSV — Norma Técnica Setorial Voluntária

5.3 Requisitos e Métodos de Ensaio

5.3.1 CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado — O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Terapeuta Holístico Credenciado são impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois jamais haverá possibilidade de confundir um Terapeuta Holístico com um Psicólogo, ou um Fisioterapeuta, ou um Médico, justamente graças à utilização do número de CRT em seus cartões e anúncios. Esta diferenciação foi e sempre será objeto de ampla campanha de esclarecimento nos mais variados veículos de comunicação.
5.3.2 Qualificação Técnica — (neste item, preencher no mínimo um dos requisitos):

5.3.2.1 — Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou
5.3.2.2 — Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou
5.3.2.3 — Notório Saber: monografia sobre Terapia Ortomolecular aprovada pelo SINTE; e/ou
5.3.2.4 — Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.

5.3.3 Produtos Ortomoleculares e assemelhados — aquisição e indicação

5.3.3.1 Opção 1: aquisição pelo próprio TH em estabelecimentos legalmente constituídos, devendo ser conservada a Nota Fiscal comprovando a origem do produto. Importante: é vedada a comercialização no consultório, devendo ter isso em conta ao estabelecer o valor da consulta pois, neste caso, os produtos serão doados, jamais serão cobrados à parte (um só preço, quer o cliente vá consumir produtos ou não).
Opção 2: o cliente adquire diretamente nas boas casas do ramo, devendo ser utilizado o BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica para instruí-lo.
5.3.3.2 — O BRT jamais deve ser utilizado para prescrever fórmulas para manipulação; o TH deve indicar produtos já prontos para consumo, de venda livre, cuja rotulagem em português conste as especificações do produto, o farmacêutico e empresa responsáveis pela formulação e manipulação, o mesmo sendo válido para produtos importados, que deverão ter suas embalagens e rotulagens adequadas e traduzidas para o consumidor brasileiro.

5.3.4 — Boas Práticas em TO

5.3.4.1 — O THO avaliará a personalidade, sintomas e comportamento do cliente, correlacionando à carência de determinadas propriedades terapêuticas dos nutrientes, as quais serão supridas através de catalisadores, vitaminas, minerais, aminoácidos e oligoelementos a serem obtidos através da alimentação e/ou produtos de venda livre, catalisando a tendência natural ao auto-equilíbrio. A seleção dos elementos a serem recomendados caso a caso deve basear-se em testes para avaliar as necessidades do cliente fazendo uso de:

5.3.4.1.1 — Tabelas de correlação dos elementos com os distúrbios energéticos, sintomas e tipologia, tais como a dos Cinco Movimentos Chineses e/ou a das Diáteses de Menétriér;
5.3.4.1.2 — Pulsologia e/ou de testes musculares (como por exemplo, o Omura Test);
5.3.4.1.3 — Aparelho de biorressonância tipo VEGATEST e similares.

5.3.4.2 — Idade mínima do cliente: 18 anos; poderão ser aceitos clientes menores de idade, se permancerem presentes pelo menos um dos pais ou responsável legal ou se houver autorização escrita dos mesmos, devendo a autorização permancer guardada junto à ficha do cliente.

5.3.5 Constatação de Conformidade: O TH que voluntariamente se compromete ao cumprimento desta NTSV igualmente se coloca à disposição do SINTE para que este averigue a qualquer tempo o integral cumprimento da mesma, estando este compromisso firmado pela expedição da Certificação Técnica que a esta Norma se vincula e cuja validade pode ser suspensa ou revogada pelo órgão expedidor, em caso de comprovado descumprimento.

6. ELEMENTOS SUPLEMENTARES

6.1 Anexos Informativos
Observação: Anexos Informativos apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas. Vide Capítulo Anexos Informativos.

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 11:54


NTSV — TS 001 Terapia em Sincronicidade — Boas Práticas

NTSV — TS 001
Terapia em Sincronicidade — Boas Práticas

1. SUMÁRIO
Norma Técnica Setorial Voluntária para a Terapia Holística
NTSV — TS 001
Terapia em Sincronicidade — Boas Práticas

2. PREFÁCIO
   Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal).
   A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.
   Ao contrário do que ocorre nas profissões regulamentadas por Lei Federal, onde um membro pode ser punido até mesmo com a cassação de seu direito ao exercício profissional, as entidades auto-regulamentadoras se limitam a aplicar sanções estatutárias aos seus associados espontaneamente filiados e, quando muito, excluir um membro do quadro social.
   As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia seus regulamentos à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às regras internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais. Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela "lei de mercado".
   A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.
   Ao final, foram acrescidos Anexos Informativos que apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

3. INTRODUÇÃO   A Terapia em Sincronicidade conta com uma vasta bibliografia e grande aceitação em nosso país, tendo sofrido interpretações divergentes quanto a sua correta utilização. Esta Norma define alguns princípios básicos para as boas práticas profissionais que nortearão a auto-regulamentação da Terapia Holística.

4. ELEMENTOS NORMATIVOS GERAIS

4.1 TítuloTERAPIA EM SINCRONICIDADE — Boas Práticas

4.2 Objetivo
Definir a adequação padrão de utilização.

4.3 Referências Normativas
NTSV — TH 001 — Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos
NTSV — TH 002 — BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica
NTSV — TH 003 — FC — Ficha de Cliente

5. ELEMENTOS NORMATIVOS TÉCNICOS

5.1 Definições

5.1.1 TERAPEUTA HOLÍSTICO, em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
5.1.2 TERAPEUTA EM SINCRONICIDADE — distingue-se dos demais terapeutas por atuar junto ao seu cliente sem a obrigatoriedade do contato físico direto, sendo que em algumas situações nem sequer é necessária a presença do mesmo. Este profissional faz aplicações práticas da teoria da sincronicidade junguiana, utilizando métodos tradicionais e modernos de análise, tais como radiestesia, paranormalidade, astrologia, numerologia, tarot, I Ching, búzios, runas e similares, como formas auxiliares da avaliação do quadro do cliente, ou terapeuticamente, estimulando-lhe a intuição e o pensamento não-linear. De posse da análise sincronística, faz uso terapêutico de técnicas como reiki, radiônica, psicotrônica, mentalizações e similares, além da discussão interativa com o cliente de aspectos levantados ou astrologicamente, ou numerologicamente ou por demais métodos tradicionais de previsão, acrescidos de aconselhamento, levando ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisões, inclusive, profissionais. Realiza consultoria junto a empresas, além de particulares, aconselhando e otimizando a habilidade para tomada de decisões tanto na esfera pessoal, quanto profissional, além de promover a harmonização energética de ambientes.
5.1.3 CLIENTE: usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.
5.1.4 PARAPSICOLOGIA: estudo de uma série de fenômenos psíquicos, fisiológicos e físicos, inabituais, ainda não explicáveis pelas leis naturais conhecidas, os quais comumente, atuam como que dotados de intencionalidade e inteligência. Linha terapêutica que trabalha especificamente os chamados fenômenos paranormais, tais como, desdobramento consciente ("viagem astral"), regressão a vidas passadas, "poltergeist", possessão e similares.
5.1.5 VIVÊNCIAS: realizadas individualmente ou em grupo, utiliza tanto da Terapia Corporal, quanto do Relaxamento como introdução a estados profundos de auto-consciência e, desse modo, permitir o aflorar tanto de emoções reprimidas, lembranças traumáticas e sonhos (para serem trabalhados na Terapia Holística), quanto o despertar de uma sabedoria interior e intuitiva no cliente, capaz de orientá-lo na tomada de decisões ou, até mesmo, na resolução de questões de saúde.
5.1.6 RELAXAMENTO: vários métodos são utilizados para a obtenção de uma relaxação muscular e psíquica, dentre eles a Massagem, a Musicoterapia, a Cromoterapia, a Cristaloterapia, a Acupuntura e a sugestão verbal. Ver, também, Vivências.
5.1.7 "INSIGHT": termo utilizado na terapia junguiana e transpessoal — "lampejos" repentinos de uma consciência maior (quer seja sob a forma de lembranças ou de imagens simbólicas a serem decifradas) que possibilita apreender na forma de síntese uma série de fatores até então não compreendidos.
5.1.8 TERAPIA TRANSPESSOAL: a proposta é a transcendência dos limites da personalidade, conectando o cliente consigo mesmo, trazendo à consciência aspectos de seu "eu" mais profundo, integrando-se, ainda, com seu próprio corpo, sociedade e universo.
5.1.9 ACONSELHAMENTO: processo interativo, caracterizado por uma relação única entre Terapeuta Holístico e cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. O Aconselhamento é parte integrante do trabalho de todo verdadeiro TH, independentemente de quais outros métodos adote.
5.1.10 SINCRONICIDADE: teoria Junguiana da possibilidade de relação significativa, mas não causal, entre eventos; termo criado C. G. Jung para descrever a ocorrência quase simultânea de dois eventos, um interior e o outro, exterior, que parecem ter uma relação em comum, que não seja a de "causa e efeito".
5.1.11 JUNG — CARL GUSTAV JUNG: médico psiquiatra, discípulo dissidente de Freud, contribuiu de forma admirável à psicoterapia desenvolvendo as teorias da Sincronicidade e do Inconsciente Coletivo, dentre outras.
5.1.12 TRANSPESSOAL / TRANSPESSOALIDADE: expansão da consciência para além dos limites usuais do ego e da personalidade, levando, até mesmo, a estados alterados de consciência com sensações espirituais e religiosas.
5.1.13 ARQUÉTIPO: são padrões ou motivos universais que emanam do Inconsciente Coletivo (ou, como preferia Jung, Psique Objetiva), que foram incorporados por experiências reiteradas, coletivas e significativas da humanidade. Irrepresentáveis em si mesmos, contatamos seus efeitos quando se manifestam na conciência como imagens e idéias arquetípicas, ou seja, os Símbolos (melhor expressão possível para algo essencialmente desconhecido). Arquétipo e Símbolo são opostos complementares. O primeiro representa o passado, o herdado, o coletivo, aquilo que é a Verdadeira Realidade, a qual não pode ser contactada diretamente pelo nosso racional, mas apenas indiretamente, pelos seus efeitos. O segundo, constitui a cultura, o adquirido, o individual e se manifestam na realidade relativa de nosso conhecimento e consciência. Assim sendo, os arquétipos representam a dinâmica de nosso inconsciente e os símbolos são as referências de nossa consciência. As estruturas arquetípicas podem ser comparadas ao eixo, ao "molde-informação" de um cristal: este, ao formar-se, obedece a um padrão de forma pré-determinado por um eixo axial, o qual não possui, entretanto, existência própria, sendo, pois, pura forma. Mesmo assim, ele pré-determina a estrutura geométrica do cristal, não impedindo, porém que surjam particularidades que os diferenciem uns dos outros. Igualmente, as estruturas arquetípicas são pura forma, que dão estrutura aos símbolos. O arquétipo não é, necessariamente, um resíduo de experiências realmente acontecidas, sendo mais um desejo, que como tal, busca realizar-se e repetir-se. Por exemplo, não que alguma vez haja existido um "Ancião Sábio", que a tudo conhecia. O que sempre houve foi o desejo universal no homem de que ele existisse... O universo dos arquétipos é nosso passado vivo e nosso futuro possível, coordenadores de nossas energias, moldes comportamentais aos quais recorremos e incorporamos inconscientemente ou não, atraídos que somos pela ressonância entre nossa situação e a que eles representam.
5.1.14 SÍMBOLO: é a melhor expressão possível para designar algo desconhecido ou incapaz de ser descrito por palavras. Muitas vezes representado na forma de imagens ou sons, funciona como uma forma de linguagem do inconsciente, expressa nos sonhos, nas artes, nos exercícios de imaginação ativa, dentre outras situações. Pode ter um significado individual ou coletivo.
5.1.15 TERAPIA EM SINCRONICIDADE: sistema que utiliza métodos tradicionais e modernos de análise, tais como radiestesia, paranormalidade, astrologia, numerologia, tarot, I Ching, búzios, runas e similares para conhecimento e compreensão da personalidade e habilidades de um indivíduo ou organização, catalisando o cliente ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas) e na habilidade para tomada de decisões, inclusive, profissionais, além de promover a harmonização de ambientes.
Aplicação prática da teoria da sincronicidade junguiana e do paradigma holístico, faz uso da extreita conexão existente entre o objeto da análise e o instante universal em que ele se apresenta, o qual se torna interpretável por técnicas que exponham símbolos e arquétipos do inconsciente coletivo (astros, números, cartas, hexagramas, etc), pontos estes de referência sobre os quais tanto o profissional, quanto o cliente projetam seu psiquismo, intuição e o pensamento não-linear, identificando por "insight" simultaneidades significativas acausais, aflorando à consciência a síntese uma série de fatores até então não compreendidos.

5.2 Símbolos e Abreviaturas
TH — Terapeuta Holístico;
TS — Terapia em Sincronicidade;
THS — Terapeuta em Sincronicidade;
NTSV — Norma Técnica Setorial Voluntária.

5.3 Requisitos e Métodos de Ensaio

5.3.1 CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado — O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Terapeuta Holístico Credenciado são impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois jamais haverá possibilidade de confundir um Terapeuta Holístico com um Psicólogo, ou um Fisioterapeuta, ou um Médico, justamente graças à utilização do número de CRT em seus cartões e anúncios. Esta diferenciação foi e sempre será objeto de ampla campanha de esclarecimento nos mais variados veículos de comunicação.
5.3.2 Qualificação Técnica — (neste item, preencher no mínimo um dos requisitos):

5.3.2.1 — Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou
5.3.2.2 — Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou
5.3.2.3 — Notório Saber: monografia sobre RD e RDN aprovada pelo SINTE; e/ou
5.3.2.4 — Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.

5.3.3 Boas práticas em TS

5.3.3.1 — Idade mínima do cliente: 18 anos; poderão ser aceitos clientes menores de idade, se permancerem presentes pelo menos um dos pais ou responsável legal ou se houver autorização escrita dos mesmos, devendo a autorização permancer guardada junto à ficha do cliente.
5.3.3.2 — Explicar o processo de TS com detalhes e certificar-se de que seu cliente compreendeu a proposta terapêutica, em especial, que inexiste vinculação religiosa ou de credo ao trabalho.

5.3.3.2.1 — Esclarecer que os símbolos e arquétipos (astros, cartas, números, hexagramas, etc.) jamais determinam as características e acontecimentos sócio-psico-físicos do indivíduo, mas sim, por todos se regerem sincronisticamente pelas mesmas leis universais, servem como pontos de referência exteriores onde espelhamos e estudamos a nós mesmos.
5.3.3.2.2 — Tornar claro que a análise sincronística jamais se presta a previsões taxativas, podendo outrossim, detectar as tendências e predisposições com maior ou menor probabilidade de ocorrência em relação a um período ou opção, servindo de subsídio para a tomada de decisões.
5.3.3.2.3 — Fazer compreender os limites da intervenção sincronística, ou seja, que ao atuar intencionalmente sobre um símbolo ou arquétipo (alteração de letras em um nome, seleção astrológica de datas para eventos, uso de pedras, gráficos, aromas e similares) com o objetivo de sincronizar-se com as influências desejadas, aumenta-se tal predisposição, outrossim, considerando-se a infinidade de fenômenos igualmente significativos envolvidos, é vedada qualquer promessa taxativa de resultados.

5.3.3.3 — O THS tem por obrigação manter-se em treinamento sistemático para desenvolver sua intuição e pensamentp não-linear, observando a sua adequação quanto a superar a interferência de seu próprio consciente ou de interferências estranhas ao objeto de pesquisa, a fadiga e os estados emocionais alterados.

5.3.3.3.4 — O THS avalia o cliente e/ou do ambiente, interpretando os símbolos e arquétipos do inconsciente coletivo, identificando quais as potencialidades e predisposições a serem adequadamente trabalhadas por aconselhamento e demais técnicas pertinentes.
5.3.3.3.5 — O THS ao selecionar as terapêuticas a serem recomendadas caso a caso:

5.3.3.3.5.1 — Somente fará uso das técnicas em TH para as quais esteja devidamente registrado junto ao SINTE.
5.3.3.3.5.2 — Ao detectar a necessidade de técnicas que extrapolem suas atribuições, encaminhar ao profissional especializado.
5.3.3.3.5.3 — Ao detectar a necessidade de técnicas que extrapolem suas atribuições, encaminhar ao profissional especializado.

5.3.3.3.6 — Cabe ao THS a avaliação racional da análise sincronística obtida para detectar o efeito de deslocamento pré ou pós-cognitivo e desvios negativos provocados por condições inibitórias, situações estas onde o profissional fará a devida correção.

5.3.4 Produtos para TS — aquisição e indicação

5.3.4.1 Opção 1: aquisição pelo próprio THS em estabelecimentos legalmente constituídos, devendo ser conservada a Nota Fiscal comprovando a origem do produto. Importante: é vedada a comercialização no consultório, devendo ter isso em conta ao estabelecer o valor da consulta pois, neste caso, os produtos serão doados, jamais serão cobrados à parte (um só preço, quer o cliente vá consumir produtos ou não).
Opção 2: o cliente adquire diretamente nas boas casas do ramo, devendo ser utilizado o BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica para instruí-lo.
5.3.4.2 — O BRT jamais deve ser utilizado para prescrever fórmulas para manipulação; o TH deve indicar produtos já prontos para consumo, de venda livre, cuja rotulagem em português conste as especificações do produto, o farmacêutico e empresa responsáveis pela formulação e manipulação, o mesmo sendo válido para produtos importados, que deverão ter suas embalagens e rotulagens adequadas e traduzidas para o consumidor brasileiro.

5.3.5 Constatação de Conformidade: O TH que voluntariamente se compromete ao cumprimento desta NTSV igualmente se coloca à disposição do SINTE para que este averigue a qualquer tempo o integral cumprimento da mesma, estando este compromisso firmado pela expedição da Certificação Técnica que a esta Norma se vincula e cuja validade pode ser suspensa ou revogada pelo órgão expedidor, em caso de comprovado descumprimento.

6. ELEMENTOS SUPLEMENTARES

6.1 Anexos InformativosObservação: Anexos Informativos apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas. Vide Capítulo Anexos Informativos.

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 12:04


NTSV — TS 002 Terapia em Sincronicidade - Radiestesia e Radiônica Boas Práticas

NTSV — TS 002
Terapia em Sincronicidade - Radiestesia e Radiônica Boas Práticas

1. SUMÁRIO
Norma Técnica Setorial Voluntária para a Terapia Holística
NTSV - TS 002 - Terapia em Sincronicidade - Radiestesia e Radiônica - Boas Práticas

2. PREFÁCIO
   Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal).
   A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.
   Ao contrário do que ocorre nas profissões regulamentadas por Lei Federal, onde um membro pode ser punido até mesmo com a cassação de seu direito ao exercício profissional, as entidades auto-regulamentadoras se limitam a aplicar sanções estatutárias aos seus associados espontaneamente filiados e, quando muito, excluir um membro do quadro social.
   As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia seus regulamentos à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às regras internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais. Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela "lei de mercado".
   A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.
   Ao final, foram acrescidos Anexos Informativos que apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

3. INTRODUÇÃO   A Radiestesia e a Radiônica contam com uma vasta bibliografia e grande aceitação em nosso país, tendo sofrido interpretações divergentes quanto a sua correta utilização. Esta Norma define alguns princípios básicos para as boas práticas profissionais que nortearão a auto-regulamentação da Terapia Holística no tocante à Terapia em Sincronicidade – modalidades Radiestesia e Radiônica.

4. ELEMENTOS NORMATIVOS GERAIS

4.1 TítuloTERAPIA EM SINCRONICIDADE - Radiestesia e Radiônica - Boas Práticas

4.2 Objetivo
Definir a adequação padrão de utilização.

4.3 Referências Normativas
NTSV — TH 001 — Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos
NTSV — TH 002 — BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica
NTSV — TH 003 — FC — Ficha de Cliente
NTSV — TH 004 — STH - Símbolos da Terapia Holística
NTSV — TS 001 — Terapia em Sincronicidade - Boas Práticas

5. ELEMENTOS NORMATIVOS TÉCNICOS

5.1 Definições

5.1.1 TERAPEUTA HOLÍSTICO,

em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
5.1.2 TERAPEUTA EM SINCRONICIDADE - distingue-se dos demais terapeutas por atuar junto ao seu cliente sem a obrigatoriedade do contato físico direto, sendo que em algumas situações nem sequer é necessária a presença do mesmo. Este profissional faz aplicações práticas da teoria da sincronicidade junguiana, utilizando métodos tradicionais e modernos de previsão, tais como radiestesia, paranormalidade, astrologia, numerologia, tarot, I Ching, búzios, runas e similares, como formas auxiliares da avaliação do quadro do cliente, ou terapeuticamente, estimulando-lhe a intuição e o pensamento não-linear; de posse da análise sincronística, faz uso terapêutico de técnicas como reiki, radiônica, psicotrônica, mentalizações e similares, além da discussão interativa com o cliente de aspectos levantados ou astrologicamente, ou numerologicamente ou por demais métodos tradicionais de previsão, acrescidos de aconselhamento, levando ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisões, inclusive, profissionais. Realiza consultoria junto a empresas, além de particulares, aconselhando e otimizando a habilidade para tomada de decisões tanto na esfera pessoal, quanto profissional, além de promover a harmonização energética de ambientes;
5.1.3 CLIENTE: usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.
5.1.4 PARAPSICOLOGIA: estudo de uma série de fenômenos psíquicos, fisiológicos e físicos, inabituais, ainda não explicáveis pelas leis naturais conhecidas, os quais comumente, atuam como que dotados de intencionalidade e inteligência. Linha terapêutica que trabalha especificamente os chamados fenômenos paranormais, tais como, desdobramento consciente ("viagem astral"), regressão a vidas passadas, "poltergeist", possessão e similares.
5.1.5 VIVÊNCIAS: realizadas individualmente ou em grupo, utiliza tanto da Terapia Corporal, quanto do Relaxamento como introdução a estados profundos de auto-consciência e, desse modo, permitir o aflorar tanto de emoções reprimidas, lembranças traumáticas e sonhos (para serem trabalhados na Terapia Holística), quanto o despertar de uma sabedoria interior e intuitiva no cliente, capaz de orientá-lo na tomada de decisões ou, até mesmo, na resolução de questões de saúde.
5.1.6 RELAXAMENTO: vários métodos são utilizados para a obtenção de uma relaxação muscular e psíquica, dentre eles a Massagem, a Musicoterapia, a Cromoterapia, a Cristaloterapia, a Acupuntura e a sugestão verbal. Ver, também, Vivências.
5.1.7 "INSIGHT": termo utilizado na terapia junguiana e transpessoal - "lampejos" repentinos de uma consciência maior (quer seja sob a forma de lembranças ou de imagens simbólicas a serem decifradas) que possibilita apreender na forma de síntese uma série de fatores até então não compreendidos.
5.1.8 TERAPIA TRANSPESSOAL: a proposta é a transcendência dos limites da personalidade, conectando o cliente consigo mesmo, trazendo à consciência aspectos de seu "eu" mais profundo, integrando-se, ainda, com seu próprio corpo, sociedade e universo.
5.1.9 ACONSELHAMENTO: processo interativo, caracterizado por uma relação única entre Terapeuta Holístico e cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. O Aconselhamento é parte integrante do trabalho de todo verdadeiro Terapeuta*, independentemente de quais outros métodos adote.
5.1.10 SINCRONICIDADE: teoria Junguiana da possibilidade de relação significativa, mas não causal, entre eventos; termo criado C. G. Jung para descrever a ocorrência quase simultânea de dois eventos, um interior e o outro, exterior, que parecem ter uma relação em comum, que não seja a de "causa e efeito".
5.1.11 JUNG - CARL GUSTAV JUNG: médico psiquiatra, discípulo dissidente de Freud, contribuiu de forma admirável à psicoterapia desenvolvendo as teorias da Sincronicidade e do Inconsciente Coletivo, dentre outras.
5.1.12 TRANSPESSOAL / TRANSPESSOALIDADE: expansão da consciência para além dos limites usuais do ego e da personalidade, levando, até mesmo, a estados alterados de consciência com sensações espirituais e religiosas.
5.1.13 RADIESTESIA: (Radium = radiação; Aesthesis = sensibilidade) - técnica de anamnese paranormal, onde se utiliza de instrumentos tais como um pêndulo e suas variantes para amplificar os movimentos inconscientes do THR perante perguntas, regiões do corpo examinado ou de ambientes, até mesmo, à distância, por fotos, objetos ou mapas. Pela interpretação do movimento do instrumento, avalia-se os desequilíbrios energéticos do cliente ou do local, os quais serão harmonizados pelas mais variadas técnicas pertinentes à Terapia Holística, especialmente, a Radiônica.
5.1.14 RADIÔNICA: utiliza-se da energia das formas, tais como pirâmides, cristais, "pilhas" feitas pela sobreposição de diversos materiais (madeiras, metais, etc.), visando o equilíbrio energético do cliente ou local..
5.1.15 RADIESTESISTA: distingue-se dos demais terapeutas por atuar junto ao seu cliente utilizando da Radistesia, sem a obrigatoriedade do contato físico direto, sendo que em algumas situações nem sequer é necessária a presença do mesmo. Pela interpretação do movimento do instrumento, avalia-se os desequilíbrios energéticos do cliente ou do local, os quais serão harmonizados fazendo-se uso das mais variadas técnicas pertinentes à Terapia Holística, especialmente, a Radiônica.

5.2 Símbolos e Abreviaturas

TH - Terapeuta Holístico;
TS – Terapia em Sincronicidade;
TR – Terapia em Radiestesia
THR – Terapeuta em Radiestesia ou Radiestesista
RD – Radiestesia
RDN - Radiônica
NTSV - Norma Técnica Setorial Voluntária;

5.3 Requisitos e Métodos de Ensaio

5.3.1 CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado

5.3.2 Qualificação Técnica

5.3.2.1 -

5.3.2.2

5.3.2.3

5.3.2.4

- Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão. - Notório Saber: monografia sobre RD e RDN aprovada pelo SINTE; e/ou - Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou

5.3.3 Boas práticas em TR:

5.3.3.1 - Idade mínima do cliente:

5.3.3.2

5.3.3.3

5.3.3.4

5.3.3.5

5.3.3.5.1

5.3.3.5.2

5.3.3.5.3

– Cabe ao THR a avaliação racional da análise radiestésica obtida para detectar a ocorrência, ou não, do efeito de deslocamento pré ou pós-cognitivo e desvios negativos provocados por condições inibitórias, situações estas onde o profissional fará a devida correção. – Ao detectar a necessidade de técnicas que extrapolem suas atribuições, encaminhar ao profissional especializado. – Somente fará uso das técnicas em TH para as quais esteja devidamente registrado junto ao SINTE.
– O THR ao selecionar as terapêuticas a serem recomendadas caso a caso: – O THR avalia os desequilíbrios energéticos do cliente ou do local, interpretando segundo sua convenção pré-definida, seus movimentos inconscientes que se manifestam perante a pesquisa, os quais são amplificados pelo uso de instrumentos. – O THR tem por obrigação manter-se em treinamento sistemático para desenvolver seu sentido radiestésico, observando a sua adequação quanto a superar a interferência de seu próprio consciente ou de emissões estranhas ao objeto de pesquisa, a fadiga e os estados emocionais alterados. - Explicar o processo de TR com detalhes e certificar-se de que seu cliente compreendeu a proposta terapêutica, em especial, que inexiste vínculação religiosa ou de credo ao trabalho.

Opção 1: aquisição pelo próprio THR em estabelecimentos legalmente constituídos, devendo ser conservada a Nota Fiscal comprovando a origem do produto. Importante: é vedada a comercialização no consultório, devendo ter isso em conta ao estabelecer o valor da consulta pois, neste caso, os produtos serão doados, jamais serão cobrados à parte (um só preço, quer o cliente vá consumir produtos ou não).

Opção 2

5.3.4.2 -

O BRT jamais deve ser utilizado para prescrever fórmulas para manipulação; o TH deve indicar produtos já prontos para consumo, de venda livre, cuja rotulagem em português conste as especificações do produto, o farmacêutico e empresa responsáveis pela formulação e manipulação, o mesmo sendo válido para produtos importados, que deverão ter suas embalagens e rotulagens adequadas e traduzidas para o consumidor brasileiro.: o cliente adquire diretamente nas boas casas do ramo, devendo ser utilizado o BRT - Bloco de Recomendação Terapêutica para instruí-lo.

5.3.5 Adequação de Intrumentos, gráficos e assemelhados para TR:

5.3.5.1

5.3.6 Constatação de Conformidade:

O TH que voluntariamente se compromete ao cumprimento desta NTSV igualmente se coloca à disposição do SINTE para que este averigue a qualquer tempo o integral cumprimento da mesma, estando este compromisso firmado pela expedição da Certificação Técnica que a esta Norma se vincula e cuja validade pode ser suspensa ou revogada pelo órgão expedidor, em caso de comprovado descumprimento.Serão objeto de NTSV específica.18 anos; poderão ser aceitos clientes menores de idade, se permancerem presentes pelo menos um dos pais ou responsável legal ou se houver autorização escrita dos mesmos, devendo a autorização permancer guardada junto à ficha do cliente.Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou

6. ELEMENTOS SUPLEMENTARES

6.1 Anexos InformativosObservação: Anexos Informativos apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas. Vide Capítulo Anexos Informativos.

- (neste ítem, preencher no mínimo um dos requisitos): - O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Terapeuta Holístico Credenciado são impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois jamais haverá possibilidade de confundir um Terapeuta Holístico com um Psicólogo, ou um Fisioterapeuta, ou um Médico, justamente graças à utilização do número de CRT em seus cartões e anúncios. Esta diferenciação foi e sempre será objeto de ampla campanha de esclarecimento nos mais variados veículos de comunicação.

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 12:02


NTSV — TS 003 Terapia em Sincronicidade — REIKI — Boas Práticas

NTSV — TS 003
Terapia em Sincronicidade — REIKI — Boas Práticas

1. SUMÁRIO
Norma Técnica Setorial Voluntária para a Terapia Holística
NTSV — TS 003
Terapia em Sincronicidade — REIKI — Boas Práticas

2. PREFÁCIO
   Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para a Terapia Holística (normas = regras; técnicas = padrões adequados de procedimentos profissionais; setoriais = específicas para o setor da Terapia Holística; voluntárias = sem obrigação por Lei Federal).
   A Auto-Regulamentação pressupõe uma atitude voluntária dos profissionais a partir de uma conscientização para a necessidade da autodisciplina que abrangerá pontos básicos, estabelecendo regras éticas e técnicas de atuação, tais como Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, Códigos de Ética, Resoluções, Pareceres, os quais deverão ser cumpridos não por força de Lei, mas sim, por força contratual que se estabelece por ocasião da filiação espontânea de cada membro junto à entidade auto-regulamentadora.
   Ao contrário do que ocorre nas profissões regulamentadas por Lei Federal, onde um membro pode ser punido até mesmo com a cassação de seu direito ao exercício profissional, as entidades auto-regulamentadoras se limitam a aplicar sanções estatutárias aos seus associados espontaneamente filiados e, quando muito, excluir um membro do quadro social.
   As entidades Auto-Regulamentadoras divulgam através da mídia seus regulamentos à sociedade a qual, esclarecida, espontaneamente dá preferência aos serviços e produtos que se enquadrem voluntariamente às regras internas da organização. O reconhecimento ao enquadramento é tornado público através de Selos de Qualidade aos produtos e por Certificações Técnicas e Carteiras de Associados aos serviços e profissionais. Mesmo sem obrigatoriedade legal, este reconhecimento torna-se um diferencial muito favorável a quem o obtém, que passa a ser favorecido pela "lei de mercado".
   A Auto-Regulamentação é o caminho do meio, que cada vez tem mais seguidores e que na teoria, tanto quanto na prática, mostra crescentes vantagens sobre os sistemas utópicos de liberdade total ou do total controle do governo.
   Ao final, foram acrescidos Anexos Informativos que apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas.

3. INTRODUÇÃO   O REIKI conta com uma vasta bibliografia e grande aceitação em nosso país, tendo sofrido interpretações divergentes quanto a sua correta utilização. Esta Norma define alguns princípios básicos para as boas práticas profissionais e de ensino que nortearão a auto-regulamentação da Terapia Holística no tocante à Terapia em Sincronicidade — REIKI.

4. ELEMENTOS NORMATIVOS GERAIS

4.1 Título
REIKI — Boas Práticas Para Utilização e Ensino

4.2 ObjetivoDefinir a adequação padrão de utilização e ensino

4.3 Referências NormativasNTSV — TH 001 — Código de Ética da Categoria dos Terapeutas Holísticos
NTSV — TH 002 — BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica
NTSV — TH 003 — FC — Ficha de Cliente
NTSV — TS 001 — Terapia em Sincronicidade — Boas Práticas

5. ELEMENTOS NORMATIVOS TÉCNICOS

5.1 Definições

5.1.1 TERAPEUTA HOLÍSTICO, em geral, procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Faz uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade: promove a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
5.1.2 TERAPEUTA EM SINCRONICIDADE — distingue-se dos demais terapeutas por atuar junto ao seu cliente sem a obrigatoriedade do contato físico direto, sendo que em algumas situações nem sequer é necessária a presença do mesmo. Este profissional faz aplicações práticas da teoria da sincronicidade junguiana, utilizando métodos tradicionais e modernos de previsão, tais como radiestesia, paranormalidade, astrologia, numerologia, tarot, I Ching, búzios, runas e similares, como formas auxiliares da avaliação do quadro do cliente, ou terapeuticamente, estimulando-lhe a intuição e o pensamento não-linear; de posse da análise sincronística, faz uso terapêutico de técnicas como reiki, radiônica, psicotrônica, mentalizações e similares, além da discussão interativa com o cliente de aspectos levantados ou astrologicamente, ou numerologicamente ou por demais métodos tradicionais de previsão, acrescidos de aconselhamento, levando ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisões, inclusive, profissionais. Realiza consultoria junto a empresas, além de particulares, aconselhando e otimizando a habilidade para tomada de decisões tanto na esfera pessoal, quanto profissional, além de promover a harmonização energética de ambientes;
5.1.3 CLIENTE — usuário de serviços de Terapia Holística, em pleno gozo de suas faculdades mentais que, a seu juízo, ou, quando for o caso, mediante autorização de seu representante legal, aceita a prosposta de trabalho terapêutico apresentada pelo profissional.
5.1.4 PARAPSICOLOGIA: estudo de uma série de fenômenos psíquicos, fisiológicos e físicos, inabituais, ainda não explicáveis pelas leis naturais conhecidas, os quais comumente, atuam como que dotados de intencionalidade e inteligência. Linha terapêutica que trabalha especificamente os chamados fenômenos paranormais, tais como, desdobramento consciente ("viagem astral"), regressão a vidas passadas, "poltergeist", possessão e similares.
5.1.5 VIVÊNCIAS: realizadas individualmente ou em grupo, utiliza tanto da Terapia Corporal, quanto do Relaxamento como introdução a estados profundos de auto-consciência e, desse modo, permitir o aflorar tanto de emoções reprimidas, lembranças traumáticas e sonhos (para serem trabalhados na Terapia Holística), quanto o despertar de uma sabedoria interior e intuitiva no cliente, capaz de orientá-lo na tomada de decisões ou, até mesmo, na resolução de questões de saúde.
5.1.6 RELAXAMENTO: vários métodos são utilizados para a obtenção de uma relaxação muscular e psíquica, dentre eles a Massagem, a Musicoterapia, a Cromoterapia, a Cristaloterapia, a Acupuntura e a sugestão verbal. Ver, também, Vivências.
5.1.7 "INSIGHT": termo utilizado na terapia junguiana e transpessoal — "lampejos" repentinos de uma consciência maior (quer seja sob a forma de lembranças ou de imagens simbólicas a serem decifradas) que possibilita apreender na forma de síntese uma série de fatores até então não compreendidos.
5.1.8 TERAPIA TRANSPESSOAL: a proposta é a transcendência dos limites da personalidade, conectando o cliente consigo mesmo, trazendo à consciência aspectos de seu "eu" mais profundo, integrando-se, ainda, com seu próprio corpo, sociedade e universo.
5.1.9 ACONSELHAMENTO: processo interativo, caracterizado por uma relação única entre Terapeuta Holístico e cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. O Aconselhamento é parte integrante do trabalho de todo verdadeiro Terapeuta*, independentemente de quais outros métodos adote.
5.1.10 SINCRONICIDADE: teoria Junguiana da possibilidade de relação significativa, mas não causal, entre eventos; termo criado C. G. Jung para descrever a ocorrência quase simultânea de dois eventos, um interior e o outro, exterior, que parecem ter uma relação em comum, que não seja a de "causa e efeito".
5.1.11 JUNG — CARL GUSTAV JUNG: médico psiquiatra, discípulo dissidente de Freud, contribuiu de forma admirável à psicoterapia desenvolvendo as teorias da Sincronicidade e do Inconsciente Coletivo, dentre outras.
5.1.12 TRANSPESSOAL / TRANSPESSOALIDADE: expansão da consciência para além dos limites usuais do ego e da personalidade, levando, até mesmo, a estados alterados de consciência com sensações espirituais e religiosas.
5.1.13 MIKAO USUI: redescobridor e organizador do REIKI, tornando-se o sensei (professor) nesta arte através de estudos e, em especial, por um evento transpessoal no qual obteve por insight o conhecimento necessário ao REIKI.
5.1.14 REIKI: (jap REI = Universal; KI = Energia Vital) é a terapêutica da ativação, do direcionamento e da aplicação da Energia Vital Universal, para promover o equilíbrio energético, prevenção das disfunções e para proporcionar maior qualidade de vida. Termo de uso exclusivo aos que se iniciaram segundo os preceitos estabelecidos por Mikao Usui e seus discípulos.
5.1.15 REIKIANO ou TERAPEUTA REIKI: distingue-se dos demais terapeutas por atuar junto ao seu cliente utilizando o REIKI, sem a obrigatoriedade do contato físico direto, sendo que em algumas situações nem sequer é necessária a presença do mesmo. Da mesma forma, para o REIKI é desnecessária qualquer anamnese prévia do quadro do cliente, pois sua forma de aplicação independe desta informação. Este profissional faz uso terapêutico da Energia Vital Universal com a proposta de harmonização e ampliação da qualidade de vida, além da discussão interativa com o cliente de aspectos levantados, acrescidos de aconselhamento, levando ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisões, inclusive, profissionais. De acordo com a qualificação técnica estabelecida em 5.3.2.1.
5.1.16 MESTRE: (lat magistru) O mesmo que professor, instrutor; aquele que é versado e/ou ensina uma arte ou profissão. Na Terapia Holística, a expressão mestre tem o mesmo sentido técnico que a palavra recebe nas demais profissões, tais como "mestre-de-obras", "mestre-cuca" e similares.

5.1.16.1 MESTRE REIKI: instrutor habilitado para ministrar cursos livres sobre Terapia REIKI e iniciar novos profissionais, de acordo com a qualificação técnica estabelecida em 5.3.2.2.
5.1.16.2 MESTRE REIKI INDEPENDENTE:aquele que, estando igualmente de acordo com a qualificação técnica estabelecida em 5.3.2.2 optou por não manter-se filiado a nenhuma associação de REIKI.

5.2 Símbolos e Abreviaturas
TH — Terapeuta Holístico;
TS — Terapia em Sincronicidade;
TRK — Terapia REIKI
THRK — Terapeuta Reikiano
NTSV — Norma Técnica Setorial Voluntária;

5.3 Requisitos e Métodos de Ensaio

5.3.1 CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado — O fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Terapeuta Holístico Credenciado são impressas dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois jamais haverá possibilidade de confundir um Terapeuta Holístico com um Psicólogo, ou um Fisioterapeuta, ou um Médico, justamente graças à utilização do número de CRT em seus cartões e anúncios. Esta diferenciação foi e sempre será objeto de ampla campanha de esclarecimento nos mais variados veículos de comunicação.
5.3.2 Qualificação Técnica — (neste item, preencher no mínimo um dos requisitos):

5.3.2.1 — Para aplicação da TRK:

5.3.2.1.1 — Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou
5.3.2.1.2 — Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou
5.3.2.1.3 — Notório Saber: monografia sobre REIKI aprovado pelo SINTE, acrescido de Certificados de Reiki Nível I e II, expedidos por mestres que comprovem documentalmente sua linhagem; e/ou
5.3.2.1.4 — Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.

5.3.2.2 — Para ministrar cursos livres sobre TRK e iniciar novos profissionais:

5.3.2.2.1 — Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE; e/ou
5.3.2.2.2 — Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE; e/ou
5.3.2.2.3 — Notório Saber: monografia sobre REIKI aprovado pelo SINTE, acrescido de Certificados de Reiki Nível III, expedidos por mestres que comprovem documentalmente sua linhagem; e/ou
5.3.2.2.4 — Direito Adquirido: Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CNPJ e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.

5.3.3 Boas práticas em TRK

5.3.3.1 — Idade mínima do cliente: 18 anos; poderão ser aceitos clientes menores de idade, se permancerem presentes pelo menos um dos pais ou responsável legal ou se houver autorização escrita dos mesmos, devendo a autorização permancer guardada junto à ficha do cliente.
5.3.3.2 — Explicar o processo de TRK com detalhes e certificar-se de que seu cliente compreendeu a proposta terapêutica, em especial, que inexiste vínculação religiosa ou de credo ao trabalho; o cliente deve ser inquerido sobre sua preferência quanto ao tratamento ser com ou sem toque, música, aromas e similares, para que se tenha certeza de que serão bem aceitos e de que estejam em conformidade com cada caso, devendo o TH adaptar-se aos pudores e limites de cada cliente, respeitando-os e ampliando-os de acordo com a necessidade técnica e com a conquista gradativa de confiança mútua;

5.3.4 — Boas práticas em cursos livres de TRK

5.3.4.1 — Idade mínima do aluno para cursos livres sobre TRK: 18 anos; excepcionalmente poderão ser aceitos alunos menores de idade, somente se houver autorização escrita de pelo menos um dos pais ou responsável legal e o Mestre avaliar como adequada a maturidade emocional do candidato; a autorização deve permancer guardada junto à ficha do aluno.
5.3.4.2 — A passagem pelos vários Níveis de REIKI aflora à consciência potencialidades e material psíquico reprimidos, bem como catalisa a manifestação das emoções e processos a serem trabalhados terapeuticamente, daí ser essencial ao Mestre aplicar ênfase ao Aconselhamento para que seus alunos elaborem o conteúdo vivenciado durante o processo de iniciação, conduzindo este ao autoconhecimento.
5.3.4.3 — O curso livre deve fornecer material didático impresso individual, inclusive com os símbolos do REIKI e a identificação da(s) linhagem(s) das quais o aluno passa a fazer parte.
5.3.4.4 — Intervalo mínimo de tempo entre o aprendizado de cada nível de REIKI: 3 meses;; excepcionalmente poderão ser aceitos alunos em intervalos menores, devendo o Mestre avaliar rigorosamente as condições do candidato, o qual deve assinar sua ciência do caráter de exceção a que está se submetendo.
5.3.4.5 — O curso livre deve ter a relação aluno/mestre/estabelecimento de ensino regido por contrato que estabeleça os critérios de avaliação a aprovação do candidato, as condições e formas de pagamento, bem como sobre o Certificado ao qual o formando terá direito.

5.3.5 — Honorários Profissionais

5.3.5.1 — Os honorários serão fixados com dignidade e com o devido cuidado, para que correspondam a uma justa retribuição aos serviços prestados, lembrando que o Terapeuta Holístico para manter a qualidade de seu trabalho precisa de recursos financeiros para investir em supervisão, cursos, estudos, terapia e/ou psicoterapia.
5.3.5.2 — A fim de tornar a TRK e seu ensino reconhecidos pela confiança e aprovação da sociedade, os honorários e valores de cursos livres poderão ser adaptados às condições financeiras dos interessados, a critério do Reikiano e/ou Mestre.
5.3.5.3 — Se o TH reduzindo o valor de seus honorários, deixar de cumprir qualquer recomendação do Código de Ética, em especial o item II dos Princípios Fundamentais e os §6 e§7 do 5.3.4.3.2, diminuindo, assim, o padrão de qualidade exigido, estará exercendo concorrência desleal.

5.3.6 — Constatação de Conformidade: O TH que voluntariamente se compromete ao cumprimento desta NTSV igualmente se coloca à disposição do SINTE para que este averigue a qualquer tempo o integral cumprimento da mesma, estando este compromisso firmado pela expedição da Certificação Técnica que a esta Norma se vincula e cuja validade pode ser suspensa ou revogada pelo órgão expedidor, em caso de comprovado descumprimento.

6. ELEMENTOS SUPLEMENTARES

6.1 Anexos Informativos
Observação: Anexos Informativos apresentam dados adicionais a servirem de subsídios para melhor entendimento do contexto que norteou a elaboração da NTSV, além de facilitar a compreensão de suas aplicações práticas. Vide Capítulo Anexos Informativos.

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 11:53


Anexos Informativos

Anexos Informativos

A PRÁTICA DO V.A.S.É de fundamental importância, pois sem o conhecimento da pulsologia de Nogier, é impraticável a Auriculoterapia e, menos ainda, a Calatonia Auricular. Você pode fazer auto-avaliação e aplicação, mas é mais fácil noutra pessoa. Toque a artéria radial (parte interna do braço, lado do polegar, junto ao pulso) com dois ou três dedos (os franceses preferem fazer o toque usando somente o polegar). É o local tradicional para se tomar o pulso, mas pode-se fazer uso do pedial ou o do pescoço. Não é preciso, nem recomendável, apertar em demasia. Vá aproximando um ou mais dedos de sua outra mão, apontando-os próximos à testa (da pessoa em que se está buscando captar o V.A.S.), mais particularmente entre as sombrancelhas. Note que, a uma determinada distância, ou, até mesmo ao toque, ocorrerá uma alteração no pulso captado, como se fosse um "tranco" ou uma sumida repentina da pulsação, que demora cerca de um segundo. Repita o processo uma ou duas vezes e note que a sensação no pulso se repete. Este é o V.A.S., "Sinal Autônomo Vascular". Os biofótons de seus dedos ao entrarem no campo biofotônico próximo à testa funcionam como um estímulo ressonante, o qual faz com que um fluxo de sangue maior passe, sendo percebida a "onda", ou no momento em que ela chega (sensação de "tranco", de aumento, não no número de batidas cardíacas, mas da intensidade da percepção das mesmas) ou quando ela acabou de passar (impressão de "queda" da intensidade da pulsação). Treine várias vezes até acostumar-se com a sensação. Tome a pulsação novamente e aproxime bastante ou, até mesmo, encoste na orelha uma ponta fina de aço, tipo uma agulha ou bastonete e "passeie" com ele por todo o pavilhão. Note que ao passar por algumas regiões específicas, ocorre o V.A.S.. Normalmente, encontrará cinco ou seis regiões/pontos e estes correspondem a zonas desequilibradas. Com o auxílio dos mapas auriculares (fim do livro), em especial o da Fase 01 (feto invertido), você poderá saber exatamente a parte do corpo afetada, de acordo com a localização dos desequilíbrios que repercutiram na orelha. Fora isso, usando Os Cinco Movimentos Chineses e baseando-se em seus dados estatísticos, já se pode traçar hipóteses sobre quais as questões psíquicas que estão por trás.

ABERTURA DE ESCOLA DE CURSOS LIVRESTanto para atender como consultório, quanto para ministrar cursos, a solução mais rápida é a abertura de Firma Individual. Como as condições de abertura variam em cada cidade, será fundamental encontrar um Contador experiente em sua própria região. Ao preencher a Declaração de Firma Individual, tome cuidado para escolher um Nome Comercial que não pareça com nome de "farmácia" ou de "consultório médico". Use, por exemplo, Centro de Terapia Holística M.E." No campo Objeto/Atividade Econômica, preencham com o máximo de detalhes, por exemplo: "PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS, ORIENTAÇÃO E CURSOS LIVRES EM TERAPIA HOLÍSTICA,TAIS COMO: TERAPIA FLORAL, CORPORAL, dentre outras." Se a empresa pretende crescer, ou ter vários sócios, talvez o ideal seja abrir uma Sociedade Civil Com Fins Lucrativos. Neste caso, é preciso ter pelo menos um sócio e registrarem o Contrato Social, tirar CGC junto à Receita Federal, o DIF — Documento de Identificação Fiscal junto à Secretaria de Fazenda e Planejamento. A Razão Social seria, por exemplo, "Centro de Terapia Holística S/C Ltda.", Tipo de Contribuinte: Sociedade Por Quota de Resp. Limitada, poderia ter, também, Nome Fantasia; Código de Atividade Econômica — ISS: o nº varia para cada região. O Alvará de Funcionamento deverá ser obtido junto à Divisão Regional de Licenciamento / Serviço de Licenciamento de Atividades Econômicas. Não se preocupe: para um Contador experiente isto será fácil.
O SINTE lhe dará toda a orientação necessária para que possa trabalhar dentro da legalidade.

MODELO DE CONTRATO ESCOLA/ALUNO
CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS
REQUERIMENTO DE INSCRIÇÃO NO CURSO LIVRE DE XXXXXXXXXXXXXXXXXX

Eu, ________________________________________ venho requerer junto ao XXXXXXX (nome da escola, como consta no CGC) minha inscrição no CURSO LIVRE DE XXXXXXX(nome do curso) turma de _________________________, estando de acordo com as normas abaixo:
CLÁUSULA I
O CURSO LIVRE DE XXXXXXXXXXXX tem uma duração de XXX horas/aula teóricas e práticas.
§ 1º -O sistema de avaliação se faz com provas periódicas, devendo o aluno atingir no mínimo 75 pontos num total de 100 pontos para ser aprovado na matéria, além de frequência mínima de 75%. Caso contrário, deverá repetir a disciplina na turma seguinte;
§ 2º -As avaliações poderão ser objetivas ou dissertativas, de acordo com o critério estipulado pelo professor e coordenação do curso. São feitas também, provas práticas nas disciplinas que as exigem. A nota final do aluno é uma média da prova teórica, prova prática (se houver) e avaliação do desempenho do aluno em sala de aula. Após a conclusão de cada disciplina, o aluno aprovado receberá um certificado, com o objetivo de fazer estágios e começar a praticar a técnica, ainda com supervisão da escola e professores;
§ 3º — As aulas serão ministradas nos locais em que o XXXXXXXXXXXX indicar, tendo em vista a natureza do conteúdo e da técnica pedagógica que se fizerem nelas;
§ 4º — Este curso enquadra-se na categoria de CURSOS LIVRES, não estando, pois sob a tutela do MEC (Ministério da Educação), não sendo reconhecido por este, inexistindo tal obrigatoriedade nesta classificação.
CLÁUSULA II
Cada TURMA do Curso obedecerá o calendário anexo, o qual faz parte integrante desde Contrato.
CLÁUSULA III
No ato da inscrição deverá ser paga a primeira mensalidade (de um total de XXXXX) no valor de R$ XXX,00 (XXX reais) cada, sendo as demais subsequentes de igual valor, e entregue junto à Secretaria do Curso os seguintes documentos:
1) Comprovante de conclusão do Segundo Grau ou equivalente;
2) Comprovante de filiação ao SINTE (cópia do CRT);
2ª) Os não filiados providenciarão a mesma junto à Secretaria do Curso, no ato da inscrição, preenchendo a Proposta Oficial de Filiação, com o pagamento da primeira parcela, recebendo, posteriormente instruções para quitação das outras 2 parcelas mensais e da GRCS. à Proposta deve ser acrescidos os seguintes ítens:
1 Cópia do RG;
1 Cópia do CPF/CIC;
1 Comprovante de Residência (exemplos: cópia de conta de luz, telefone, água, onde conste seu endereço);
3 Fotos 3x4.
CLÁUSULA IV
O aluno que desejar dispensa de alguma disciplina deverá apresentar o diploma de conclusão da mesma em escola reconhecida pelo MEC ou pelo SINTE e conforme o caso a ser estudado pela diretoria do XXXXXXXXXX e deverá se submeter a uma prova, onde deverá ser aprovado segundo os critérios descritos na Cláusula I.
CLÁUSULA V
§ 1º — O pagamento do Curso será dividido em XX (XX) parcelas mensais iguais no valor de R$ XXX,00 (XXXX reais) cada, pagas na rede bancária ou na secretaria do curso, com vencimento no dia 10 (dez) de cada mês acarretando multa de 2% no caso de atraso não justificado. O reajuste das mensalidades, se houver, obedecerá às normas determinadas pelo governo para as escolas. O material básico deverá ser adquirido pelo aluno na secretaria da escola, no início de cada Turma.
§ 2º — O presente contrato tem duração até o final do Curso contratado e poderá ser rescindido pelo aluno, devendo este comunicar-se com a Secretaria para assinar sua desistência, que somente poderá ser formalizada mediante a comprovação dos pagamentos devidos, sendo o aluno obrigado a pagar o valor da mensalidade em que ocorreu o evento, além de outros débitos eventualmente existentes; o XXXXXXXXXXXX também pode rescindir este contrato, em caso de inadimplência, sendo o aluno obrigado a pagar o valor da mensalidade em que ocorreu o evento, além de outros débitos eventualmente existente.
CLÁUSULA VI
No final do curso, o aluno aprovado em todas as disciplinas do currículo e em dia com suas mensalidades, receberá o diploma do Curso Livre:
TERAPEUTA EM XXXXXXXXXXXXX,
certificado este APOIADO/AVALIADO/RECONHECIDO como comprovante de capacitação técnica para obtenção de CRT definitivo junto ao SINTE e o exercício profissional será segundo as normas vigentes.
, de de 2000.
Nome completo e assinatura do Aluno
Testemunha 1 Testemunha 2

ACUPUNTURA — TÉCNICA DE LIVRE EXERCÍCIOÉ de conhecimento público que, na metade última do ano de 1995, fazendo-se valer de uma simples resolução do CFM (Conselho Federal de Medicina) sobre a Acupuntura (a qual não poderia jamais pretender ingerir sobre outras categorias profissionais que não fosse a classe médica), alguns médicos se dirigiram aos meios de comunicação dizendo-se representantes do CFM, e, iniciaram uma campanha difamatória, tentaram prejudicar seriamente os Acupunturistas, induzindo a perseguições indevidas dos órgãos públicos tais como Centros de Vigilância Sanitária, Secretarias de Saúde e Prefeituras de alguns pontos do território nacional, as quais, foram levadas ao erro, pois trataram as simples entrevistas nos meios de comunicação como se fossem leis. Na verdade, um Conselho profissional pode criar regras tão somente para seus próprios membros, ou seja, o Conselho de Medicina poderia criar regras para os médicos exercerem acupuntura, mas não tem direito legal de criar regras para os fisioterapeutas, nutricionistas, biomédicos, terapeutas holísticos, nenhuma outra profissão que não a própria... Assim sendo, tentaram lesar o Acupunturista em seus direitos constitucionais, em especial o ARTIGO 05 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL que lhe garante livre exercício deste ofício. Os membros dignos da classe médica, ou seja, a sua grande maioria, estão de pleno acordo com a nossa posição e nos opoiam, pois sabem que é moralmente insustentável que apenas os médicos possam exercer a Acupuntura, já que tal matéria nem sequer é estudada nos cursos de medicina.
Esta temática já foi objeto de avaliação recente em vários colegiados, sendo unânime a conclusão de que PRATICAR ACUPUNTURA NÃO É ATO MÉDICO. Já houve tentativa anterior de monopolizar a técnica para a classe médica, isto em 1993, por parte, inclusive, de alguns indivíduos que novamente nos dias de hoje procuram o mesmo objetivo. Tal absurdo partiu de alguns membros da Secretaria de Vigilância Sanitária (Brasília) que emitiu um "Relatório Final e Recomendações/ Seminário Sobre O Exercício Da Acupuntura No Brasil", onde extrapolando as suas atribuições, procuravam, numa atitude corporativista, monopolizar a Acupuntura como exclusividade médica. TODOS OS CONSELHOS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE ASSINARAM DOCUMENTO DIRIGIDO AO EXCELENTÍSSIMO SENHOR MINISTRO DA SAÚDE ONDE DISCORDAM DO RELATÓRIO E CONCLUEM SOBRE A ACUPUNTURA: " A MESMA NÃO É UMA PRÁTICA MÉDICA MAS, SIM, E TÃO SOMENTE UMA METODOLOGIA TERAPÊUTICA APLICÁVEL EM QUALQUER CAMPO DO SABER NA SAÚDE". E mais, afirmam OFICIALMENTE ser a Acupuntura: "Em se tratando de uma Metodologia Terapêutica Milenar montada em bases Filosóficas dispares de qualquer formação acadêmica, em qualquer área profissional do campo da Saúde no país"; "Estas bases Filosóficas que movimentaram os Métodos e as Técnicas de Acupuntura são distintos dos princípios de diagnóstico e metodologia terapêuticas que movimentam academicamente as práticas de Saúde do mundo ocidental"; " Para a Acupuntura não há exigência de pré-qualificação no campo da medicina tanto no Brasil como no exterior. A mesma não é uma prática médica mas, sim, e tão somente uma Metodologia Terapêutica aplicável em qualquer campo do Saber na Saúde". Acrescentam ainda, de forma muito justa e honesta: "O Seminário contou apenas com a participação restrita e não representativa das profissões de Saúde, haja visto não terem sido convidados outros profissionais e mesmo autodidatas, que sempre demonstraram grau de responsabilidade com a questão da Acupuntura em nosso país". Relembrando: assinam este documento os representante oficiais dos Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Conselho Federal de Nutricionistas, Conselho Federal de Biologia, Conselho Federal de Odontologia, Conselho Federal de Farmácia, Conselho Federal de Biomedicina, Conselho Federal de Psicologia, Conselho Federal de Enfermagem, Conselho Federal de Medicina Veterinária, Conselho Federal de Serviço Social, Conselho Federal de Fonoaudiologia e, até mesmo, o próprio Conselho Federal de Medicina. Documento de teor semelhante é a Recomendação 27/93 da Comissão Técnica de Atuação Profissional na Área de Saúde, do Ministério da Saúde, afirmando: "Que no documento conclusivo do Seminário de Acupuntura transparece, fortemente, a vontade da criação de reserva mercantil para o exercício de tal atividade desconsiderando o aprofundamento necessário das discussões científicas e acadêmicas que envolvem a matéria".
Convém lembrar que só uma lei federal pode restringir as práticas da Acupuntura para os filiados ao SINTE e só há um simples e único projeto que tenta enquadrá-la como prática médica. Todos os existentes visavam incluí-la como uma técnica distinta da classe médica. Como exemplos, podemos citar o próprio projeto desenvolvido pelo Conselho Federal de Terapia que propõe a criação da profissão de Terapeuta Holístico, que foi apresentado pelo ilustre Deputado José de Abreu, além dos anteriores do então senador Valmir Campelo que propunha a profissão de Terapeuta em Medicina Natural (projeto de Lei do Senado número 306, de 1991), além do PLC 67/95, e, o projeto mais explícito sobre Acupuntura, de autoria do então senador, e ex-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, que dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico em Acupuntura. Muito nos gratifica saber que o próprio Presidente da República concorda com nosso ponto de vista.
Igualmente interessante é a jurisprudência sobre as técnicas naturalistas serem ou não atividades lícitas e se são ou não ato médico: TODOS os pareceres concluiram ser LIVRE o exercício profissional. Tanto isso é verdade que o CFM abriu mão de seu direito de se manifestar na ocasião em que o Sr. Dr. Waldir Paiva Mesquita, M. D. Presidente do Conselho Federal de Medicina, recebeu a Notificação nossa remetida via Cartório do 2º Ofício de Brasília, onde interpelamos: "Pretende o CFM, de acordo com as suas resoluções, impedir o terapeuta "não-médico" de exercer a acupuntura?". Esta Notificação, somada a outras ações de nossa entidade pôs fim a uma série de informações incorretas sobre o exercício da Acupuntura, conquistando o máximo de tranquilidade para nossos filiados.
Curiosamente, após tanta polêmica, conforme noticiado no próprio Jornal do CFM (Ago/Set/96), acabou não sendo validada a "especialidade médica de acupuntura", pois, "... situações como a da Associação Médica Brasileira de Acupuntura, que foi reconhecida pelo CFM mas não integra a AMB, não podendo, portando, conceder título de especialista" (o grifo é nosso).

COBRANÇA DE HONORÁRIOS EM CASO DE FALTA DO CLIENTESe o atendimento deixar de ocorrer por indisponibilidade do Terapeuta Holístico, certamente deixará de ser cobrado, podendo, de comum acordo entre o profissional e o cliente, sua remarcação. Outrossim, quando o cliente é quem falta, inexiste um padrão absoluto. Na linha psicanalítica, a cobrança é usual, inclusive para desestimular a ocorrência de faltas por resistência consciente ou não ao momento terapêutico. Em outras abordagens, tais como Terapia em Estética, comumente propõe-se o reagendamento da falta.
É ética a opção profissional de fazer valer seu direito à remuneração pelo horário disponibilizado na agenda ao seu cliente, mesmo em caso de falta deste, desde que esta postura esteja prévia e claramente estabelecida no acordo verbal entre ambos e, preferencialmente, em contrato escrito e assinado. Uma alternativa à formalidade contratual seria uma folha de seu BRT estipulando as datas e horários de atendimento e honorários estabelecidos, e/ou como recibo de pagamento, onde poderá constar por escrito a política que regerá a forma de remuneração à relação profissional contratada. Ou, ainda, seu folheto de propaganda pode conter a definição de Terapia Holística (igual ao estabelecido nas NTSVs), as técnicas que utilizará e uma "observação" quanto às regras em caso de não comparecimento do cliente.
Exemplos:
Rígido:
"Serão devidos os honorários por cada agendamento, independentemente do comparecimento do cliente".
Flexível:
"Serão devidos os honorários em caso de falta do cliente não comunicada com antecedência mínima de 24 horas".
Caso a postura seja absolutamente liberal, com o cliente podendo faltar e reagendar à vontade, torna-se desnecessária qualquer formalização escrita.
Qualquer que seja a postura do Terapeuta Holístico quanto a esta questão, ela tem que ser bem esclarecida junto ao cliente desde o primeiro momento, evitando com esta atitude possíveis desgastes na relação entre ambos. O Terapeuta Holístico filiado pode nos remeter para apreciação uma página impressa de seu próprio modelo de contrato adaptado à sua forma de trabalhar, sendo que retornaremos um parecer sobre sua adequação ou não orientações para correção, se for este o caso.

COMO ESTIMULAR TERAPEUTICAMENTE OS PONTOS SELECIONADOSExiste uma grande variedade de tipos de estimulação. Assim sendo, limitarei o texto àquelas que sejam eficientes e, ao mesmo tempo, ausentes de risco em sua forma de aplicação.
I — PARA QUEM NÃO POSSUI APARELHAGEM ELETRÔNICA
Pode-se massagear com os dedos ou com um bastonete. Outra alternativa é a colocação por sobre os pontos de pequeninas esferas de aço, que já vem, inclusive, com fita adesiva apropriada, ou, ainda, de micro-agulhas descartáveis, vendidas nas casas especilizadas, ou, ainda, de pequeninas sementes que marcarão os pontos a serem massageados.
Quando se tem o domínio da técnica do V.A.S., há um ganho em sofisticação e em resultados. Utilize-a não só para a escolha correta dos pontos, como para se testar qual será a melhor estimulação. Pode-se usar, por exemplo, pequenas esferas de ouro ou prata por sobre os pontos, ao invés das de aço (estímulo neutro) descritas acima. Para se saber qual das duas opções é a mais adeqüada, basta aproximá-las, uma a uma, até encostar em cada ponto. A opção que for a mais necessária dará a reação maior de V.A.S.. O mesmo pode ser feito em relação aos ímãs, no referente à escolha de Polo Norte ou Sul (existem uns, pequenos, que podem ser grudados aos pontos por fita "microporo" e outros, maiores, para serem aproximados e tocarem, massagendo o local).
Quando o estímulo for massagem ou do tipo que não fica grudado à orelha (aproximação de ímãs, cristais coloridos e similares), basta fazê-lo por um ou dois minutos, diariamente, mas sempre realizando uma nova pesquisa para avaliar quais pontos ainda estão "abertos" para tratamento. Por sua vez, se a estimulação ficar fixada aos pontos com fita adesiva (agulhas, pequenas esferas e ímãs), deixe-a por uma semana, após a qual devem ser retiradas as estimulações e uma nova seleção de pontos deve ser feita (nem sempre corresponderá aos mesmos da semana anterior ou à mesma localização), com retomada da estimulação. E, assim, sucessivamente, a cada semana que passar…
II- PARA QUEM POSSUI APARELHAGEM ELETRÔNICAMuitas dos aparatos eletrônicos existentes no mercado brasileiro possuem a capacidade de realizar a localização auricular dos pontos desequilibrados e de estimulá-los das mais variadas maneiras. Conforme a marca, entretanto, terá que adquirir mais de um para poder realizar ambas as funções. Se possuirem diferentes opções de regulagem, teste-as uma a uma aplicando-as nos pontos selecionados e verifique qual provocou uma reação mais nítida de V.A.S.. Uma vez descoberta a regulagem ideal, aplique-a por 01 a 02 minutos em cada ponto. Por exemplos: a) Um aparelho que permita a aplicação de variadas cores. Qual surtirá maior efeito? Teste-as, uma a uma, e a que possibilitar o V.A.S. mais nítido é a ideal. b) Equipamento que possua várias regulagens rítmicas, tipo 01, 2.5, 05, 10, 20, 40, 80, 160 hertz, quer seja de estímulo elétrico ou luminoso (laser, biorressonância, etc.). Proceda da mesma maneira que na explicação anterior.
Não importa qual o tipo de estimulação que seu aparelho faça (inclusive, para aplicações fora do pavilhão auricular, ou seja, em qualquer parte do corpo), o V.A.S. otimizará a aplicação, pois graças a ele sempre se obtém a regulagem exata e, por ressonância, despertará todos os recursos internos disponíveis para a auto-harmonia.

CURSOS DE TERAPIA HOLÍSTICA VINCULADOS A INSTITUIÇÕES DE ENSINO ESTRANGEIRAS E/OU VINCULADOS A EXPRESSÕES DO TIPO
"PÓS-GRADUAÇÃO", "UNIVERSIDADE LIVRE", "OPEN UNIVERSITY", "FACULDADE LIVRE", "FORMAÇÃO DE NÍVEL SUPERIOR", "3º GRAU", "DOUTORADO", "MESTRADO" E SIMILARES

Historicamente, é pública e notória a dificuldade prática em validar no Brasil diplomas emitidos por instituições de ensino estrangeiras, em qualquer campo do saber e, no caso específico da Terapia Holística (em suas mais diversas modalidades), simplesmente não possuem validade nacional, inexistindo nenhuma Lei onde se possa reivindicar esta possibilidade.
Quanto ao chamado MERCOSUL, a possibilidade de reconhecimento se dá tão somente aos diplomas de 1º e 2º graus, desde que não sejam profissionalizantes (DECRETO LEGISLATIVO 101 DE 03/07/1995 — DOU 05/07/1995 — Aprova o Texto do Protocolo sobre Integração Educativa e Reconhecimento de Certificados, Títulos e Estudos de Nível Primário e Médio Não-Técnico, Concluído em Buenos Aires, no Âmbito Mercosul, e Assinado pelo Brasil em 5 de agosto de 1994). Ou seja, diplomas de curso superior expedidos nos demais países do Mercosul, não serão reconhecidos no Brasil.
Quaisquer controvérsias nestas questões foram esclarecidas pelo recente DECRETO Nº 3.007, DE 30 DE MARÇO DE 1999, assinado pelo PRESIDENTE DA REPÚBLICA, o qual Revoga o Decreto nº 80.419, de 27 de setembro de 1977, que dispõe sobre a execução da Convenção Regional sobre o Reconhecimento de Estudos, Títulos e Diplomas de Ensino Superior na América Latina e no Caribe.
Em suma, os diplomas superiores não serão reconhecidos no Brasil, tanto dos países integrantes do Mercosul, quanto das demais nações da América Latina e Caribe.
Nossa busca na Legislação Brasileira, da mesma forma, conclui inexistir qualquer texto legal que ampare a hipótese de serem reconhecidos diplomas emitidos em instituições de ensino Norte Americanas, Européias, Asiáticas ou da Oceania, em especial, voltados à Terapia Holística.
Outra Parecer muito solicitado é o que trata da inadequação das expressões "Pós-graduação", "Universidade LIVRE", "Open University", "Faculdade LIVRE", "Formação de Nível Superior", "3o grau", "Doutorado", "Mestrado" e similares, quando aplicadas aos cursos brasileiros voltados à nossa profissão. Todas as instituições que fizeram uso deste tipo de marketing sofreram processos e acusações por propaganda enganosa. é verdade que em alguns casos, o limite entre o correto e o ilegal (ou imoral) é tênue; em outros casos, não, o limite é claríssimo. Mas, à parte as questões legais, há um princípio maior para todos. é o princípio da ÉTICA. Para evitar controvérsias, é recomendável que a instituição de ensino abra mão deste tipo questionável de propaganda. Para emitir certificados, é importante que se possua uma empresa, que deverá ter claro nas cláusulas contratuais que se trata de um "Instituto de Cursos Livres em Terapia Holística", sempre frizando bem a expressão LIVRE. Em todo o material didático é bom constar: "estes cursos enquadram-se na categoria "livres", estando fora da jurisdição do Ministério da Educação". Da mesma forma, é imprescindível a existência de um Contrato assinado entre a Instituição de Ensino e o Aluno, onde fique muito claro os direitos e deveres de ambas as partes, em especial no referente a formas de pagamento, critérios de avaliação, sempre referindo-se de forma clara e objetiva que se trata de um CURSO LIVRE.
Inexiste, no Brasil, títulos de "doutorado" ou "mestrado" reconhecidos em nossa área, pois tais títulos exigem, primeiro, que o profissional seja graduado (tenha diploma de curso superior reconhecido pelo MEC), segundo, que conclua uma Pós-Graduação Stric Sensu, o que em muito difere da chamada Pós-Graduação Lato Sensu, que é tão somente mais um curso livre, ou seja, sem reconhecimento do Ministério da Educação, cuja exigência INTERNA da instituição que ensina é que os alunos já sejam graduados. Quando uma Pós-Graduação é reconhecida pelo Ministério da Educação ela se denomina Pós-Graduação Strict Sensu, cujo objetivo é formar Mestres e/ou Doutores e não existe nenhuma em nossa área profissional.
Os cursos que não se adaptarem aos critérios acima descritos não poderão contar com a aprovação do SINTE, que recomenda explicitamente aos alunos interessados em aprimorar seu aprendizado na Terapia Holística, que não se iludam com promessas de títulos, mas que definam suas escolhas baseados no critério que realmente interessa: a qualidade técnica e ética do curso e de seus instrutores.

DIFERENÇAS ENTRE CURSOS LIVRES, CURSOS RECONHECIDOS PELO MEC (OU SEUS PREPOSTOS) E CURSOS RECONHECIDOS PELOS CONSELHOS PROFISSIONAIS
Para que um curso possa ser reconhecido pelo MEC, necessário se faz a pré-existência de um currículo mínimo aprovado pelo mesmo. Por exemplo: tramita no MEC a criação da Habilitação de Técnico em Terapia Holística, com proposta de currículo mínimo apresentada pela nossa organização. Uma vez aprovado, qualquer escola regularmente constituída, cujos cursos sigam este padrão, poderão ter seus cursos reconhecidos pelo Ministério da Educação. O mesmo pode ser feito via Conselhos Estaduais de Educação, só que, nestes casos, a validade do diploma seria apenas regional. O fato de haver ou não cursos reconhecidos não é pré-requisito para se regulamentar uma profissão. Da mesma forma que ser possuidor de diploma com a chancela do MEC não basta para garantir, necessariamente, seu direito ao exercício profissional: na prática, o essencial é que o mesmo seja aceito pelo respectivo CONSELHO PROFISSIONAL. Observem o caso dos diplomados nos cursos de Reabilitação Corporal Modalidade Fisioterapia: mesmo reconhecidos pelo MEC, tais cursos não foram reconhecidos como capacitadores ao exercício profissional pelo Conselho de Fisioterapia, o qual, por não outorgar aos formandos seus "CRs" (a carteira de CREFITO), impediu-lhes o exercício da profissão.
CURSOS "LIVRES", sem que isto constitua um demérito, são aqueles que não estão sujeitos à tutela do MEC. Este é o caso, por exemplo, da grande maioria dos cursos de computação, dos cursos de língua estrangeira e da área da Terapia Holística. Para valorizarem seus alunos, necessitam ter boa credibilidade entre os profissionais e conquistar mercado de trabalho para seus formandos. Uma das formas de atingir-se tais objetivos é o estabelecimento de convênios de apoio mútuo e reconhecimento junto aos órgãos de classe. Por exemplo: por meio de uma Resolução publicada no Diário Oficial, o Conselho Federal de Enfermagem permitiu aos seus membros o exercício de terapias "alternativas", desde que registrassem junto ao referido Conselho seus diplomas de cursos "livres" com determinada carga horária. Da mesma forma, a nossa organização reconhece, como comprovação de capacitação profissional, os formandos de cursos livres nas técnicas abrangidas pela Terapia Holística que sejam conveniados e que cumpram uma série de requisitos qualitativos.

É VEDADO AO TERAPEUTA HOLÍSTICO INTERVIR EM OUTROS TRATAMENTOSCaso a pessoa atendida já esteja sob tratamento de saúde com outros profissionais, este não deve ser interrompido, pois a Terapia Holística é sem contra-indicações e casa bem com qualquer outra forma de tratamento. Caso a pessoa atendida esteja tomando algum medicamento, a decisão de suspender ou continuar a usá-lo compete exclusivamente ao próprio médico que o receitou e não ao Terapeuta Holístico. Este, simplesmente, poderá recomendar o acréscimo de algum produto natural como complementação ao seu trabalho.

EMISSÃO DE CERTIFICADOS — EMPRESA DE CURSOS LIVRESPara emitir certificados, é recomendável que possua uma empresa, que deverá ter claro nas cláusulas contratuais que se trata de um "Instituto de Cursos Livres em Terapia Holística", sempre frizando bem a expressão LIVRE, única tábua de salvação nos prováveis processos que sofrerá. Sim, pois todo mundo que fez uso do marketing "Pós-graduação", "Universidade LIVRE", "Faculdade LIVRE" sofreu processos, tanto de seus próprios alunos, quanto de invejosos de plantão, que fazem denúncias junto ao Ministério Público e DECON. Desculpe a dureza de minhas palavras, mas prevenir e alertar é uma de nossas obrigações. Muito cuidado ao apresentar-se como tendo feito "mestrado" em nossa área, pois tal título exige, primeiro, que você seja graduado (tenha diploma de curso superior reconhecido pelo MEC), segundo que, o único curso nesta linha que existiu era tão somente mais um curso LIVRE. A tradução de Pós-Graduação Lato Sensu é tão somente mais um curso livre, ou seja, sem reconhecimento do Ministério da Educação, cuja exigência INTERNA da instituição que ensina é que os alunos já sejam graduados. Quando uma Pós-Graduação é reconhecida pelo Ministério da Educação ela se denomina Pós-Graduação Strict Sensu, cujo objetivo é formara Mestres e/ou Doutores e não existe nenhuma em nossa área profissional. Em todo o seu material didático é bom constar: "este cursos enquadram-se na categoria "livres", estando fora da jurisdição do Ministério da Educação".

ESCLARECIMENTOS SOBRE HIPNOSE — TÉCNICA DE LIVRE EXERCÍCIOCom referência a legislação comumente citada por nossos filiados como forma de defesa do uso da Hipnose, na verdade, sob o ponto de vista extritamente jurídico, em nada auxiliam, pelo contrário, alguma vezes até depõem contra. A seguir, transcrevemos os trechos mais significativos, com breves comentários:

DECRETO — 051009 de 22/07/1961

SITUAÇÃO: REVOGADA
ORIGEM: PODER EXECUTIVO
FONTE:
PUBLICAÇÃO DOFC 22 07 1961 PÁG 006542 COL 3 Diário Oficial da União
RETIFICAÇÃO DOFC 24 07 1961 PÁG 006667 COL 3 Diário Oficial da União
EMENTA:
PROÍBE ESPETÁCULOS OU NÚMEROS ISOLADOS DE HIPNOTISMO E LETARGIA, DE QUALQUER TIPO OU FORMA, EM CLUBES, AUDITÓRIOS, PALCOS OU ESTÚDIOS DE RÁDIO E DE TELEVISÃO, E DA OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
INDEXAÇÃO:
PROIBIÇÃO, EXPLORAÇÃO, ESPETÁCULO, HIPNOTISMO, AUDITÓRIO, INSTITUIÇÃO RECREATIVA, RÁDIO, TELEVISÃO.
Comentário nosso: este Decreto, que proibia o uso da Hipnose em espetáculos, era desfavorável à nossa causa, mas isto agora é irrelevante, por ter sido REVOGADO, ou seja, não está mais em vigor.
LEI 5.081 DE 24/08/1966 — DOU DE 26/08/1966
Regula o Exercício da Odontologia.ART.6 — Compete ao cirurgião-dentista:
I — praticar todos os atos pertinentes à Odontologia, decorrentes de conhecimentos adquiridos em curso regular ou em cursos de pós-graduação;
II — prescrever e aplicar especialidades farmacêuticas de uso interno e externo, indicadas em Odontologia;
III — atestar, no setor de sua atividade profissional, estados mórbidos e outros, inclusive, para justificação de faltas ao emprego;
* Inciso III com redação dada pela Lei número 6.215 de 30/06/1975.
IV — proceder à perícia odontolegal em foro civil, criminal, trabalhista e em sede administrativa;
V — aplicar anestesia local e truncular;
VI — empregar a analgesia e hipnose, desde que comprovadamente habilitado, quando constituírem meios eficazes para o tratamento.
VII — manter, anexo ao consultório, laboratório de prótese, aparelhagem e instalação adequadas para pesquisas e análises clínicas, relacionadas com os casos específicos de sua especialidade, bem como aparelhos de Raios X, para diagnóstico, e aparelhagem de fisioterapia;
VIII — prescrever e aplicar medicação de urgência no caso de acidentes graves que comprometam a vida e a saúde do paciente;
IX — utilizar, no exercício da função de perito-odontólogo, em casos de necropsia, as vias de acesso do pescoço e da cabeça.
Comentário nosso: Esta Lei autoriza ao odontólogo o uso da Hipnose em analgesia, desde que devidamente habilitado, sem entretando, definir qual seria esta "habilitação". Em suma: em nada auxilia e em nada atrapalha o exercício profissional da Hipnose pelos Terapeutas Holísticos.
LEI 4119 DE 27/08/1962
DOU 05/09/1962
Dispõe sobre os Cursos de Formação em Psicologia e Regulamenta a Profissão de Psicólogo.
CAPÍTULO I — Dos Cursos
ART. 1 — A formação em psicologia far-se-á nas Faculdades de Filosofia, em cursos de bacharelado, licenciado e Psicólogo.
ART. 4 (vetado).
§ 1 — (Vetado).
§ 2 — (Vetado).
§ 3 — (Vetado).
§ 4 — (Vetado).
§ 5 — (Vetado).
§ 6 — (Vetado).
§ 7 — (Vetado).

Comentário nosso: esta Lei tem sido comumente citada por nossos filiados, em especial o seu artigo 4, mas, na verdade, este ARTIGO foi VETADO em todos os seus ítens, ou seja é irrelevante e até mesmo, inconveniente, fazer referência a um texto legal que foi descartado. Em suma: em nada auxilia e em nada atrapalha o exercício profissional da Hipnose pelo Terapeutas Holísticos.
De forma resumida, podemos afirmar, categoricamente, que inexiste quaisquer textos legais que proibam a Hipnose, ou que monopolizem seu uso para uma só profissão, ou seja, a HIPNOSE é DE USO LEGAL E LIVRE EM QUALQUER PROFISSÃO.

FITOTERÁPICOS, ESSÊNCIAS FLORAIS, LINHA ORTOMOLECULAR E ASSEMELHADOS, PRODUTOS DE VENDA LIVRE, RESOLUÇÃO DO CFM, FÓRMULAS MAGISTRAIS, LEGISLAÇÃO SOBRE O TEMA
A Ortomolecular é uma técnica de LIVRE EXERCÍCIO, justamente por inexistir LEI FEDERAL que a regulamente. Simples pareceres do Conselho de Medicina não possuem valor legal, outrossim, a vigilância sanitária prefere ignorar este fato e baseia-se neles como se fossem textos sagrados...
Na verdade, quanto à Ortomolecular, longe de estimulá-la, o Conselho de Medicina tão somente tolerou sua prática, com várias restrições, pois tornou proibida aos médicos, segundo a Resolução 1.500 do CFM, a divulgação da "medicina" ortomolecular como terapia de antienvelhecimento, anticâncer, antiaterosclerose ou voltada para patologias crônicas degenerativas, proibindo também a análise de fios de cabelo para caracterizar desequilíbrios bioquímicos.
Perante o Direito, ninguém poderá ser impedido de exercer a Ortomolecular pura e simplesmente, pois só existe crime se houver uma lei anterior que a preveja e, neste caso, inexiste. Outrossim, conforme o uso que dela for feito, pode ser enquadrado como exercício ilegal de medicina, este sim, crime previsto em lei. Por exemplo: se pela iridologia, pulsologia, etc, detectar uma "desarmonia da energia de fígado", tudo bem, mas se disser que detectou uma "hepatite", fica caracterizada a prática ilegal de medicina, pois tanto o diagnóstico, quanto o tratamento de DOENÇAS é uma prerrogativa EXCLUSIVA da classe médica. Pelo mesmo raciocício, o TH pode tratar a "desarmonia energética do fígado", mas jamais poderá alegar que trata qualquer forma de "doença". Cada vez que um profissional de destaca, fica alvo crescente de perseguições e, como via de regra, inexiste um cliente sequer que tenha sido lesado, os detratores terão que se apegar ao famoso "pêlo-em-ovo", comumente encontrado nas expressões infelizes empregadas em cartões de visita, propagandas e registros profissionais como autônomo e/ou empresa nos códigos errados. Jamais use termos como "receituário", vejam com atenção nosso modelo de BRT — Bloco de Recomendação Terapêutica. O uso do título de "Dr", na prática, ao invés de valorizar o TH, tão somente reforçará os argumentos de acusação, que farão uso disto para alegar que é uma tentativa de falsear sua formação, tentando se fazer passar por médico. Na interpretação das "autoridades" legalmente constituídas, ter consultório e permitir ser chamado de "dr" sem ser médico, é processo na certa, em especial se usar roupas brancas.
Em 1999, em resposta a Consulta 6114/99 da Associação Médica Homeopática Brasileira, que questionava ter ou não o farmacêutico direito a prescrever fórmulas homeopáticas, magistrais e similares, uma médica conselheira promulgou o que eles chamaram de Parecer "Jurídico" onde alegavam que só médicos poderiam prescrever quaisquer receitas e caberia tão somente ao farmacêutico aviá-las. Cópia disto foi veiculada às farmácias, as quais simplesmente acataram e, por analogia, se nem aos próprios farmacêuticos eles permitem, menos ainda aos demais profissionais...

DECRETO Nº 74.170, DE 10 DE JUNHO DE 1974.

Regulamenta a Lei número 5.991, de 17 de dezembro de 1973, que dispõe sobre o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos
CAPITULO VI
Do Receituário
Art 35. Somente será aviada a receita:
l — que estiver escrita a tinta, em vernáculo, por extenso e de modo legivel, observados a nomenclatura e o sistema de pesos e medidas oficiais;
ll — que contiver o nome e o endereço residencial do paciente e, expressamente, o modo de usar a medidação;
lll — que contiver a data e a assinatura do profissional, endereço do consultório ou, endereço e o número de incrição no respectivo Conselho Profissional.
Parágrafo único. O receituário de medicamentos entorpecentes ou a estes equiparados e os demais sob regime especial de controle de acordo com a sua classificação obedecerá às disposições de legislação federal específica.
Na prática, o Terapeuta Holístico só pode recomendar produtos de VENDA LIVRE, ou seja, que não necessitem de receita médica. Uma vez que inexiste LEI que defina este tema, qualquer órgão público baseia-se na Portaria No 2 / 1995 da Vigilância Sanitária:
Portaria nº 2, de 24 de janeiro de 1995.
O Secretário de Vigilância Sanitária, do Ministério da Saúde, no uso de suas atribuições, e:
CONSIDERANDO a necessidade de regulamentar o cumprimento dos arts. 52 e 53 da Medida Provisória Nº 731/94, que dispõe sobre o Plano Real, o Sistema Monetário e dá outras providências;
CONSIDERANDO a necessidade de aprimorar a relação de produtos de venda sem prescrição médica, constantes da Portaria 02/DIMED, de 08/09/93;
CONSIDERANDO a revisão da referida Portaria feita pela Comissão Técnica de Assessoramento em Assuntos de Medicamentos e Correlatos CRAME, resolve:
Art. 1º — Considerar como medicamentos de venda, sem exigência de prescrição médica, os produtos abrangidos nos grupos terapêuticos especificados na relação anexa.
Art. 2º — Para efeito de enquadramento na categoria de venda livre, de que trata esta Portaria será considerada a indicação principal do medicamento, constante do respectivo registro ou licença.
Art. 3º — Ficam excluídos da categoria de venda livre, os medicamentos apresentados de forma farmacêutica para uso injetável, mesmo que integrantes dos grupos terapêuticos constantes da relação anexa a esta Portaria, os quais só poderão ser vendidos sob prescrição médica.
Parágrafo Único. Da mesma forma, ficam excluídos da categoria, os produtos novos, de uso sistêmico, os quais durante o primeiro período de validade de licença correspondente, só poderão ser vendidos mediante prescrição médica.
Art. 4º — Estabelecer o prazo de 30 (trinta) dias, a contar a data de publicação da presente Portaria, para apresentação de possíveis questionamentos, devidamente fundamentados, visando o seu aperfeiçoamento.
Parágrafo Único. Determinar que as propostas, sugestões e questionamentos com vistas ao aperfeiçoamento dos textos, ora apresentados, sejam formalmente enviados para: Dr. João Batista Calixto, Secretário Executivo da Comissão Técnica de Assessoramento em Assuntos de Medicamentos e Correlatos CRAME, Universidade Federal de Santa Catarina UFSC, Rua Ferreira Lima, 72 CEP 88015-420 Florianópolis SC, Fax Nº 0482 224164.
Art. 5º — Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Elisaldo A. Carlini

ANEXO
MEDICAMENTOS DE VENDA SEM EXIGÊNCIA DE PRESCRIÇÃO MÉDICA

I. Profiláticos da cárie.
II. Anti-sépticos bucais.
III. Soluções isosmóticas, de cloreto de sódio, para uso oftálmico.
IV. Produtos para uso oftálmico, com ação emoliente ou protetora. Soluções isosmóticas de cloreto de sódio.
V. Antiácidos simples, antiácidos com antifiséticos ou carminativos( ANTIFLATULENTOS). Antifiséticos simples e carminativos.
VI. Colagogos e coleréticos.
VII. Laxantes suavizantes e emolientes. Laxantes incrementadores do bolo intestinal.
VIII. Absorventes intestinais.
IX. Digestivos contendo exclusivamente enzimas.
X. Suplementos dietéticos com vitaminas. Suplementos dietéticos protéicos. Produtos para dietas especiais.
XI. Tônicos e reconstituintes para uso oral.
XII. Vitamina B1. Vitamina B6. Vitamina C. Associações de Vitamina B1 com até três Vitaminas do Complexo B. Complexo B. Associações do Complexo B com até outras três Vitaminas. Polivitamínicos com cinco ou mais Vitaminas. Polivitamínicos com minerais.
XIII. Hidratantes eletrolíticos orais.
XIV. Preparações contendo ferro.
XV. Emolientes e protetores da pele e mucosas. Ceratolíticos e ceratoplásticos. Agentes cicatrizantes, adstringentes e rubefacientes. Anti-sépticos e desinfetantes.
XVI. Analgésicos não narcóticos.
XVII. Balsâmicos e mucolíticos. Ungüentos percutâneos. Inalantes tradicionais.
XVIII. Antiinflamatórios não esteroidais de uso tópico.
XIX. Produtos fitoterápicos.

Como se pode observar, o mais próximo da Terapia Holística que se encaixa na categoria "livre", seriam: Suplementos dietéticos com vitaminas, Suplementos dietéticos protéicos, Produtos para dietas especiais, Vitamina B1, Vitamina B6, Vitamina C, Associações de Vitamina B1 com até três Vitaminas do Complexo B, Complexo B, Associações do Complexo B com até outras três Vitaminas, Polivitamínicos com cinco ou mais Vitaminas, Polivitamínicos com minerais, Hidratantes eletrolíticos orais e Preparações contendo ferro. Até mesmo os fitoterápicos, classificados OFICIALMENTE como sendo de VENDA LIVRE, vem sofrendo controvérsias devido a uma nova Resolução — RDC n.º 17 / 2000, da Vigilância Sanitária e que dispõe sobre o registro de "medicamentos" fitoterápicos, afirma em seu item "7.3 Conforme a indicação terapêutica, o medicamento fitoterápico deverá ser vendido somente sob prescrição médica".
O que podemos concluir disto tudo? Que, na prática, tudo o que se referir a "doença" ("diagnóstico de" e "tratamento de") é monopólio médico (por isso, Terapeuta Holístico trata do "todo", jamais da "doença") e que produtos de VENDA LIVRE são somente aqueles previamente concebidos e manipulados, vendidos prontos já com indústria e técnicos responsáveis (químico e farmacêutico) definidos na embalagem, bem como estampado o registro no Ministério da Saúde ou da Agricultura (conforme o caso...) ou, ainda, a Portaria publicada em Diário Oficial isentando do registro.
Exemplo em Ortomolecular: o Terapeuta Holístico certamente pode fazer uso do BRT e recomendar "Gel Terreno Anérgico" HeloCatal (que já vem de fábrica com Cu-Au-Ag, com registro no MS, empresa responsável, etc.). Porém, se mandar aviar uma "receita" de "base suave de gel + glicerina bi-destilada, renovitase, Cu-Au-Ag", o pedido será recusado. Ou seja, é o mesmíssimo produto final, outrossim, o primeiro já vem de fábrica pré-concebido e com a responsabilidade técnica bem definida na embalagem... A farmácia necessita passar adiante a RESPONSABILIDADE pelo preparado, isentando o farmacêutico de "culpa" em caso de algum problema posterior e isto só possível quando a receita a ser aviada vier de um médico (que "tudo pode" na legislação brasileira...) ou se o produto que comercializam for de uma empresa regularmente constituída com as devidas licenças e registros sobre o que fabrica.
Gostaríamos nós de dizer que o Terapeuta Holístico "tudo pode" como o médico, mas se o fizéssemos estaríamos faltando com a verdade. Preferimos "assustar" alertando sobre os riscos que correm e preveni-los, evitando que tenha que passar pelos mesmos problemas que outros profissionais menos informados tiveram que enfrentar. Para sua prórpia tranquilidade, recomendamos que todo Terapeuta Holístico encare como um desafio a mais e adapte seu modo de trabalhar para que utilize tão somente produtos de "venda livre", ou seja, industrializados com formulações pré-concebidas.

INADEQUAÇÃO DO TERMO "PACIENTE" NA TERAPIA HOLÍSTICADo ponto de vista técnico "paciente" designa pessoa que se submete a uma cirurgia ou está hospitalizada. Na Terapia Holística, o recomendável é "cliente", pois por definição traduz-se no indíviduo que confie seus interesses habitualmente a uma mesma pessoa.

INADEQUAÇÃO DOS TERMOS "DOUTOR", "DOENTE", "DIAGNÓSTICO", "RECEITA" E "CURA" NA TERAPIA HOLÍSTICAA profissão que os Terapeutas Holísticos abraçaram requer o dobro de cuidados das demais, inclusive no referente ao modo de se expressar, tanto verbalmente, quanto por escrito.
Se um bacharel em Direito ou um médico, sem nunca terem feito doutorado, são chamados de "doutor", ninguém se sente lesado. Se um Terapeuta Holístico aceitar ser tratado como "doutor", em pouco tempo é acusado de falsidade ideológica... Assim sendo, um Terapeuta Holístico jamais "receita", mas sim, "recomenda"; ele nunca "diagnostica", ele "avalia", "analisa"; jamais "doenças", mas sim, "disfunções", "desequilíbrios energéticos", "predisposições". Da mesma forma, jamais usa "medicamentos" (que pressupõe, pela própria gênese da palavra, a existência de um "médico"), recomenda, isto sim, "remédios", "essências", "extratos".
IMPORTANTE: jamais o Terapeuta deve alegar ter recomendado algum produto para tratar alguma "doença" (doença é monopólio médico), deve, isto sim, afirmar que o "recomendou" para "harmonizar, equilibrar, etc." os "desequilíbrios energéticos, as disfunções, etc.".
Outra área polêmica é a dos Oráculos (Astrologia, Tarot, Runas, I Ching, etc.), pois, qualquer uso profissional feito fora de um conteúdo terapêutico, até a bem pouco tempo, poderia ser considerado "charlatanismo" ou "curandeirismo", crime este até a pouco tempo, passível de prisão. Exemplo: há muitas diferenças entre uma simples "leitora de sorte" e uma Terapeuta que use tais técnicas dentro de um enfoque psicoterapêutico junguiano...
Dentro desta temática, devemos aproveitar para alertar aos profissionais que, no Brasil, não devemos usar a expressão "Cura Prânica", pois a palavra "cura" em nosso país é por muitos considerada crime, havendo, no Código Penal, descrições detalhadas de procedimentos como "imposição de mãos". Ou seja, se uma pessoa má intencionada quiser prejudicar aqueles que definam seus trabalhos como "cura prânica", bastará ir à delegacia de polícia mais próxima e registrar queixa. Assim sendo, orientamos aos nossos filiados adotarem as expressões "Terapia Prânica" para evitarem problemas. Melhor ainda será se fizer uso de nosso título genérico, que é o de Terapeuta Holístico, que, do ponto de vista legal, pode ser exercida por qualquer pessoa.
Já houve inúmeras tentativas de prejudicar os profissionais destas áreas, o que culmina com ações nossas junto às Promotorias de Justiça e Defesa do Consumidor — Ministério Público, onde anexamos dezenas de documentos comprobatórios da existência e licissitude das entidades e das técnicas que representamos. Desse modo, sempre temos conseguido defender aos nossos filiados.

INADEQUAÇÃO DOS TERMOS "MASSAGEM" E "MASSAGISTA" NA TERAPIA HOLÍSTICASe o profissional faz uso de técnicas corporais, jamais deverá chamar este trabalho de "massagem", não só pelo sentido pejorativo que a confusão com prostituição trouxe à palavra, como, também, pelo fato de que estaria sendo enquadrado dentro de alguns requisitos impossíveis de serem cumpridos, pois estaria sujeito às seguintes diretrizes, dentre outras:

DECRETO-LEI 4.113 DE 14/02/1942

Regula a Propaganda de Médico, Cirurgiões Dentistas, Parteiras, Massagistas, Enfermeiros, de Casas de Saúde e de Estabelecimentos Congêneres, e a de Preparados Farmacêuticos
Das Parteiras, dos Massagistas e Enfermeiros (artigos 2 e 3)
ART.2 — é proibido às parteiras, aos massagistas e aos enfermeiros fazer referências a tratamentos de doenças ou de estado mórbido de qualquer espécie.
ART.3 — As parteiras, os massagistas e os enfermeiros estão obrigados a mencionar em seus anúncios o nome, título profissional e local onde são encontrados.
LEI 3.968 DE 05/10/1961
Dispõe sobre o Exercício da Profissão de Massagista, e dá outras Providências.
ART.1 — O exercício da profissão de Massagista só é permitido a quem possua certificado de habilitação expedido e registrado pelo Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina após aprovação, em exame, perante o mesmo órgão.
ART.2 — O massagista devidamente habilitado, poderá manter gabinete em seu próprio nome, obedecidas as seguintes normas:
1 — a aplicação da massagem dependerá de prescrição médica, registrada a receita em livro competente e arquivada no gabinete;
2 — somente em casos de urgência, em que não seja encontrado o médico para a prescrição de que trata o item anterior, poderá ser esta dispensada;
3 — será, somente, permitida a aplicação de massagem manual sendo vedado o uso de aparelhagem mecânica ou fisioterápica;
4 — a propaganda dependerá de prévia aprovação da autoridade sanitária fiscalizadora.

Como podem perceber, será muito melhor nominar seus trabalhos como "Terapia Corporal", evitando, assim, se enquadrarem nas leis acima citadas, as quais só podem ter sido criadas para coibir a prática da Massagem. Ultimamente, a expressão "massoterapia" igualmente passou a ser sinônimo de prostituição, além de que, no Paraná, os órgãos públicos identificam como sinônimo de "massagem" e passaram a exigir daqueles que alegam trabalhar com esta técnica, o cumprimento das legislações impraticáveis (DECRETO-LEI 4.113 DE 14/02/1942 e LEI 3.968 DE 05/10/1961). Portanto, a melhor solução é o termo "Terapia Corporal" e aproveitar a oportunidade para que os cursos se aperfeiçõem para fazer justiça a este nome e acrescentem ensinamentos de Reich e Lowen (psicanálise/vegetoterapia e bioenergética) às já consagradas manobras corporais orientais e ocidentais.

INADEQUAÇÃO DOS TERMOS "MEDICINA" E "MÉDICO" NA TERAPIA HOLÍSTICAOutro tema importante a abordar é o perigo de usar expressões definidas por lei. Por exemplo: as palavras "medicina" e "médico". Muitos Terapeutas Holísticos, formados em outros países, de forma ingênua, fazem uso das mesmas expressões utilizadas em outras línguas, tais como "médico naturista", "medicina tradicional chinesa", ignorando serem estas expressões definidas e limitadas por Lei Federal, podendo serem acusados de exercício ilegal de medicina.

INADEQUAÇÃO DOS TERMOS "NUTRIÇÃO" E "NUTRICIONISMO" NA TERAPIA HOLÍSTICACerta vez, inadvertidamente, fizeram uso na propaganda de uma conceituada profissional da área de trofoterapia ("trofo" = comida) naturalista, da expressão "formada em nutricionismo pela antidieta", referindo-se a um de seus inúmeros diplomas estrangeiros. No Brasil, porém, as palavras "nutricionismo" e "dieta", são termos definidos por Lei e privativos dos Nutricionistas, que a denunciaram à Delegacia do Consumidor, acusando-a de "exercício ilegal de profissão"...

INADEQUAÇÃO DOS TERMOS "PSICOLOGIA" E "PSICÓLOGO" NA TERAPIA HOLÍSTICAÉ importante a abordar é o perigo de usar expressões definidas por lei. Por exemplo: as palavras "psicologia" e "psicólogo". Muitos Terapeutas Holísticos, formados em outros países, de forma ingênua, fazem uso das mesmas expressões utilizadas em outras línguas, tais como "psicólogo oriental", "psicologia indiana", ignorando serem estas expressões definidas e limitadas por Lei Federal, podendo serem acusados de exercício ilegal de profissão, pois tais expressões são prerrogativas de quem estiver devidamente inscrito junto ao CRP (Conselho Regional de Psicologia).

INCONVENIÊNCIA DOS TERMOS "ESTETICISTA" E "ESTÉTICA" NA TERAPIA HOLÍSTICADa mesma forma que alertamos sobre as inconveniências das expressões "massagem" e "massagista", igual perigo correm as ESTETICISTAS, cujas atividades estão enquadradas e definidas em inúmeros textos da Vigilância Sanitária, bem como em determinadas Leis Estaduais, que lhes fazem exigências quase que impossíveis de serem cumpridas. Pensando justamente no bem estar destes profissionais é que firmou-se convênio com o CIDESCO — Comitê Internacional de Estética e Cosmetologia, lançando a auto-regulamentação do Terapeuta em Estética, categoria que após o cumprimento de certos requisitos éticos e qualitativos, passa a contar com o aval e apoio de ambas estas entidades, o que já está lhes proporcionando um diferencial de aceitação no mercado, destacando-os junto à concorrência, além de protegerem-se dessa polêmica legislação que possibilita tantas perseguições à Estética no Brasil.

INCONVENIÊNCIA DOS TERMOS "NATURISTA" E "NATURALISTA" NA TERAPIA HOLÍSTICAUm enorme número de reportagens popularizou a expressão "naturismo" como sinônimo de "nudismo", o que torna o uso desta palavra, no mínimo, estranha, quando aplicada a um consultório. Além da consagração pela mídia como sendo sempre referente ao nudismo, o "naturismo" também é uma expressão definida em Projeto de Lei, de autoria de Fernando Gabeira, onde igualmente se consolida, desta vez de modo "oficial", a palavra como sinônimo de "nudismo". Holístico, por sua vez, vindo do grego holos, que significa totalidade, torna muito mais ampla a gama de possibilidades de atuação do profissional.

INSCRIÇÃO COMO TERAPEUTA HOLÍSTICO AUTÔNOMO — ABERTURA DE FIRMA INDIVIDUAL — CRIAÇÃO DO CÓDIGO ESPECÍFICO EM SEU MUNICÍPIO
Todo profissional que estabelece consultório necessita, sim, de inscrição como autônomo e/ou empresa e/ou firma individual e consideramos que esta é essencial para a segurança dos próprios filiados. Quem trabalha sem registro, é "clandestino" e, como tal, fica à total mercê e sem defesa perante qualquer tipo de fiscalização, além de desperdiçar a oportunidade de ter mais um documento oficial que ateste seu tempo de exercício profissional, fator que conta muito se tiver que brigar judicialmente pelo seus direitos ao exercício da Terapia Holística.
Municípios de todo o Brasil, de forma majoritária, acatam a inscrição como Terapeuta Holístico autônomo, pois, afinal, são mais impostos entrando nos cofres públicos.
Algumas cidades ainda não possuem este código e é impossível obrigar uma Prefeitura a criar um código específico para Terapeuta Holístico, ficando a cargo do bom-senso. Neste caso, a melhor e mais rápida alternativa é a abertura de Firma Individual (código — 85.16-2 Outras atividades relacionadas com a atenção à saúde), uma saída eficiente e barata.
Como as condições de abertura variam em cada cidade, será fundamental encontrar um Contador experiente em sua própria região. Ao preencher a Declaração de Firma Individual, tome cuidado para escolher um Nome Comercial que não pareça com nome de "farmácia" ou de "consultório médico". Usem, por exemplo, "FULANO DE TAL — Terapia Holística M.E." No campo Objeto/Atividade Econômica, preencham com o máximo de detalhes, por exemplo: "PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E ORIENTAÇÃO EM TERAPIA HOLÍSTICA,TAIS COMO: ACUPUNTURA, SHIATSU, MASSOTERAPIA E SIMILARES." Observação: as técnicas citadas são meramente ilustrativas; cada um pode adaptar esta lista com as técnicas que realmente use ou pretenda vir a usar. Se a empresa pretende crescer, talvez o ideal seja abrir uma Sociedade Civil Com Fins Lucrativos. Neste caso, é preciso ter pelo menos um sócio e registrarem o Contrato Social, tirar CGC junto à Receita Federal, o DIF — Documento de Identificação Fiscal junto à Secretaria de Fazenda e Planejamento. A Razão Social seria, por exemplo, "Centro de Atendimento de Terapia Holística FULANO DE TAL S/C Ltda.", Tipo de Contribuinte: Sociedade Por Quota de Resp. Limitada, poderia ter, também, Nome Fantasia; Código de Atividade Econômica — ISS: o nº varia para cada região. O Alvará de Funcionamento deverá ser obtido junto à Divisão Regional de Licenciamento / Serviço de Licenciamento de Atividades Econômicas. Não se preocupe: para um Contador experiente isto será fácil.
MUITA ATENÇÃO: é questionável se o Terapeuta Holístico precisa de alvará da Vigilância Sanitária para trabalhar, da mesma forma que psicólogos e psicanalistas, que são dispensados. Entretanto, a Vigilância Sanitária em todo o país é extremamente rigorosa. Portanto, se estiverem pretendendo atender como Terapeutas e vender os produtos que recomendam, não convém: a Vigilância Sanitária considera anti-ético este tipo de atitude e tudo fará para fechar o local. Por este mesmo motivo é que um médico não pode ser dono de farmácia: para não ser "tentado" a receitar cada vez mais medicamentos, já que teria lucro nas vendas dos mesmos... É claro que, algumas pessoas, fazem uso de artifícios, tipo o médico tem seu consultório montado num local e a esposa tem uma farmácia, montada em outro e ele recomenda aos seus pacientes que comprem lá. Convenhamos, é um assunto muito polêmico, razão pela qual não recomendamos a ninguém que monte seu consultório junto com seu ponto de venda de produtos naturalistas.

JURISPRUDÊNCIA: ACUPUNTURA NÃO CARACTERIZA EXERCÍCIO ILEGAL DE MEDICINAÉ de conhecimento público que, na metade última do ano de 1995, fazendo-se valer de uma simples resolução do CFM (Conselho Federal de Medicina) sobre a Acupuntura (a qual não poderia jamais pretender ingerir sobre outras categorias profissionais que não fosse a classe médica), alguns médicos se dirigiram aos meios de comunicação dizendo-se representantes do CFM, e, iniciaram uma campanha difamatória, tentaram prejudicar seriamente os Acupunturistas, induzindo a perseguições indevidas dos órgãos públicos tais como Centros de Vigilância Sanitária, Secretarias de Saúde e Prefeituras de alguns pontos do território nacional, as quais, foram levadas ao erro, pois trataram as simples entrevistas nos meios de comunicação como se fossem leis. Na verdade, um Conselho profissional pode criar regras tão somente para seus próprios membros, ou seja, o Conselho de Medicina poderia criar regras para os médicos exercerem acupuntura, mas não tem direito legal de criar regras para os fisioterapeutas, nutricionistas, biomédicos, terapeutas holísticos, nenhuma outra profissão que não a própria... Assim sendo, tentaram lesar o Acupunturista em seus direitos constitucionais, em especial o ARTIGO 05 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL que lhe garante livre exercício deste ofício. Os membros dignos da classe médica, ou seja, a sua grande maioria, estão de pleno acordo com a nossa posição e nos opoiam, pois sabem que é moralmente insustentável que apenas os médicos possam exercer a Acupuntura, já que tal matéria nem sequer é estudada nos cursos de medicina.
Esta temática já foi objeto de avaliação recente em vários colegiados, sendo unânime a conclusão de que PRATICAR ACUPUNTURA NÃO É ATO MÉDICO. Já houve tentativa anterior de monopolizar a técnica para a classe médica, isto em 1993, por parte, inclusive, de alguns indivíduos que novamente nos dias de hoje procuram o mesmo objetivo. Tal absurdo partiu de alguns membros da Secretaria de Vigilância Sanitária (Brasília) que emitiu um "Relatório Final e Recomendações/ Seminário Sobre O Exercício Da Acupuntura No Brasil", onde extrapolando as suas atribuições, procuravam, numa atitude corporativista, monopolizar a Acupuntura como exclusividade médica. TODOS OS CONSELHOS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE ASSINARAM DOCUMENTO DIRIGIDO AO EXCELENTÍSSIMO SENHOR MINISTRO DA SAÚDE ONDE DISCORDAM DO RELATÓRIO E CONCLUEM SOBRE A ACUPUNTURA: "A MESMA NÃO É UMA PRÁTICA MÉDICA MAS, SIM, E TÃO SOMENTE UMA METODOLOGIA TERAPÊUTICA APLICÁVEL EM QUALQUER CAMPO DO SABER NA SAÚDE". E mais, afirmam OFICIALMENTE ser a Acupuntura: "Em se tratando de uma Metodologia Terapêutica Milenar montada em bases Filosóficas dispares de qualquer formação acadêmica, em qualquer área profissional do campo da Saúde no país"; "Estas bases Filosóficas que movimentaram os Métodos e as Técnicas de Acupuntura são distintos dos princípios de diagnóstico e metodologia terapêuticas que movimentam academicamente as práticas de Saúde do mundo ocidental"; " Para a Acupuntura não há exigência de pré-qualificação no campo da medicina tanto no Brasil como no exterior. A mesma não é uma prática médica mas, sim, e tão somente uma Metodologia Terapêutica aplicável em qualquer campo do Saber na Saúde". Acrescentam ainda, de forma muito justa e honesta: "O Seminário contou apenas com a participação restrita e não representativa das profissões de Saúde, haja visto não terem sido convidados outros profissionais e mesmo autodidatas, que sempre demonstraram grau de responsabilidade com a questão da Acupuntura em nosso país". Relembrando: assinam este documento os representante oficiais dos Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Conselho Federal de Nutricionistas, Conselho Federal de Biologia, Conselho Federal de Odontologia, Conselho Federal de Farmácia, Conselho Federal de Biomedicina, Conselho Federal de Psicologia, Conselho Federal de Enfermagem, Conselho Federal de Medicina Veterinária, Conselho Federal de Serviço Social, Conselho Federal de Fonoaudiologia e, até mesmo, o próprio Conselho Federal de Medicina. Documento de teor semelhante é a Recomendação 27/93 da Comissão Técnica de Atuação Profissional na Área de Saúde, do Ministério da Saúde, afirmando: "Que no documento conclusivo do Seminário de Acupuntura transparece, fortemente, a vontade da criação de reserva mercantil para o exercício de tal atividade desconsiderando o aprofundamento necessário das discussões científicas e acadêmicas que envolvem a matéria". Convém lembrar que só uma lei federal pode restringir as práticas da Acupuntura para nossos filiados ao e não há um único projeto de lei que seja que tentasse enquadrá-la como monopólio médico. Todos os existentes visavam incluí-la como uma técnica distinta da classe médica. Como exemplos, podemos citar o próprio projeto desenvolvido pelo SINTE, que propõe a regulamentação da profissão de Terapeuta Holístico, que foi apresentado pelo ilustre Deputado José de Abreu, além dos anteriores do então senador Valmir Campelo que propunha a profissão de Terapeuta em Medicina Natural (projeto de Lei do Senado número 306, de 1991), além do PLC 67/95, e, o projeto mais explícito sobre Acupuntura, de autoria do então senador, e ex- PRESIDENTE DA REPÚBLICA, FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, que dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico em Acupuntura. Muito nos gratifica saber que o próprio Presidente da República concorda com nosso ponto de vista. Igualmente interessante é a jurisprudência sobre as técnicas naturalistas serem ou não atividades lícitas e se são ou não ato médico: TODOS os pareceres concluiram ser LIVRE o exercício profissional. Tanto isso é verdade que o CFM abriu mão de seu direito de se manifestar na ocasião em que o Sr. Dr. Waldir Paiva Mesquita, M. D. Presidente do Conselho Federal de Medicina, recebeu a Notificação do CFT — Conselho Federal de Terapia, remetida via Cartório do 2º Ofício de Brasília, onde interpelamos: "Pretende o CFM, de acordo com as suas resoluções, impedir o terapeuta "não-médico" de exercer a acupuntura?". Esta Notificação, somada a outras ações do CFT pôs fim a uma série de informações incorretas sobre o exercício da Acupuntura, conquistando o máximo de tranquilidade para nossos filiados.
Curiosamente, após tanta polêmica, conforme noticiado no próprio Jornal do CFM (Ago/Set/96), acabou não sendo validada a "especialidade médica de acupuntura", pois, "... situações como a da Associação Médica Brasileira de Acupuntura, que foi reconhecida pelo CFM mas não integra a AMB, não podendo, portando, conceder título de especialista" (o grifo é nosso).
Veja o texto A prática de acupuntura não caracteriza exercício ilegal de Medicina na figura a seguir:

tribunais.jpg

JUSTIFICATIVA SEMÂNTICA SOBRE QUIROPATIA
Historicamente em português o primeiro termo a ser usado para definir a profissão foi quiroprática, uma vez que é a tradução literal de chiropractic, palavra que identifica esta atividade nos países de língua inglesa. No entanto, nas línguas latinas quando se associa a palavra prática a uma atividade qualquer, fica a impressão que trata-se de uma profissão adquirida apenas pela prática, que não há necessidade de estudos formais e treinamento específico para sua execução.
Para evitar esse erro de interpretação, a partir de 1965 logo após a formação do primeiro grupo de profissionais brasileiros decidiu-se adotar a termo quiropatia, por identidade fonética a outras profissões, também na área da saúde, como homeopatia, alopatia, etc.
A partir de 1992 com a vinda de novos profissionais formados nos EEUU., convencionou-se usar o termo quiropraxia uma vez que estaria mais de acordo com a origem grega do nome que define a profissão.
Preferimos, no entanto, a grafia quiropatia por um hábito de mais de 30 anos, para designar a profissão, no entanto, o significado das 3 palavras são idênticos:

profissão profissional palavras derivadas
quiropatia quiropata quiropaticamente, saudações quiropáticas, etc
quiroprática quiroprático quiropraticamente, saudações quiropráticas, etc
quiropraxia quiropraxista quiropraxicamente, saudações quiropráxicas, etc

Todas traduzindo o significado do termo original em inglês chiropractic e chiropractor.
Isto significa que toda vez que usarmos a palavra quiropatia ou um de seus derivados, pode-se substituir por quiroprática ou quiropraxia e seus derivados sem incorrer-se em erro. Todos os links internacionais serão acessados na grafia em inglês chriropractic.

MANIPULAÇÃO E VENDA DE FITOTERÁPICOS, ESSÊNCIAS FLORAIS, LINHA ORTOMOLECULAR E ASSEMELHADOSA Vigilância Sanitária exige requisitos semelhantes aos de Farmácia sempre que existir a manipulação. Talvez o ideal seja terceirizar e conseguir sensibilizar um laboratório ou farmácia de manipulação para que assumam a responsabilidade na manipulação dos preparados.Quando se tratar da venda e/ou fornecimento tão somente de produtos já previamente manipulados, vendidos já prontos, devidamente industrializados e embalados, com farmacêutico e/ou químico responsável, constando o laboratório e/ou indústria fabricante, com CGC, endereço, acrescido do necessário registro ou no Ministério da Saúde ou no Ministério da Agricultura (em caso de estar dispensado de registro, esta condição terá que vir impressa no rótulo, juntamente com o número da Lei ou Portaria que autoriza a exceção), para estes casos, terá que ser aberto um estabelecimento comercial, com CGC, CCM, Contrato Social, além do alvará de funcionamento, pois não é qualquer local que pode obter a autorização para armazenagem de produtos para consumo. Os fitoterápicos tem como órgão encarregado da questão o Ministério da Saúde, através da Secretaria de Vigilância Sanitária e, para eles, todos são medicamentos, ou seja, pressupõem a existência de um médico, o qual dará o diagnóstico da doença e receitará o preparado. Este posicionamento, felizmente, fica difícil de ser aplicado, já que, legalmente, a maior parte dos fitoterápicos são de venda livre, ou seja, sem necessidade de receita médica. Assim sendo, na prática, as autuações da Vigilância Sanitária tem priorizado os casos em que o profissional tem seu consultório junto ao ponto de comercialização dos produtos. Ou seja, o profissional vende os próprios produtos que recomenda aos seus clientes. Portanto, se estiverem pretendendo atender profissionalmente e venderem os produtos que recomendam, preparem-se para aborrecimentos: a Vigilância Sanitária considera anti-ético. Por este mesmo motivo é que um médico não pode ser dono de farmácia: para não ser "tentado" a receitar cada vez mais medicamentos, já que teria lucro nas vendas dos mesmos... É claro que, algumas pessoas poderiam fazer uso de artifícios, tipo um médico ter seu consultório montado num local e a esposa ter uma farmácia montada em outro e ele recomendaria aos seus pacientes que comprassem lá... Convenhamos, é um assunto muito polêmico, razão pela qual não se recomenda que sejam montados consultórios junto a pontos de venda de produtos naturalistas... FITOTERÁPICOS, PRODUTOS ORTOMOLECULARES e ESSÊNCIAS FLORAIS, legalmente, por serem de "venda livre", qualquer pessoa, Terapeuta Holístico ou não, pode "recomendá-los" (lembre-se: nunca nomine estes produtos como "medicamentos" e jamais os "prescreva" ou "receite", deve-se, apenas, "recomendá-los"). Na prática, entretanto, todas as "vozes corporativistas" se levantam contra e vão até o fim, mesmo sabendo que irão perder a causa. IMPORTANTE: jamais o Terapeuta Holístico deve alegar ter recomendado algum produto para tratar alguma "doença" (exemplos: varizes, celulite, micose, dermatite, bronquite, enxaqueca, etc., são palavras de uso comum, mas que designam doenças e doença é diagnóstico e monopólio médico), deve, isto sim, afirmar que o "recomendou" para "harmonizar, equilibrar, etc." os "desequilíbrios energético, as disfunções, etc.". Na prática, as autuações da Vigilância Sanitária tem priorizado os casos em que o profissional tem seu consultório junto ao ponto de comercialização dos produtos. Ou seja, o Terapeuta Holístico vende os próprios produtos que recomenda aos seus clientes. Portanto, se estiverem pretendendo atender profissionalmente e venderem os produtos que recomendam, preparem-se para aborrecimentos: a Vigilância Sanitária considera anti-ético. Por este mesmo motivo é que um médico não pode ser dono de farmácia: para não ser "tentado" a receitar cada vez mais medicamentos, já que teria lucro nas vendas dos mesmos... É claro que, algumas pessoas poderiam fazer uso de artifícios, tipo um médico ter seu consultório montado num local e a esposa ter uma farmácia montada em outro e ele recomendaria aos seus pacientes que comprassem lá... Convenhamos, é um assunto muito polêmico, razão pela qual não se recomenda que sejam montados consultórios junto a pontos de venda de produtos naturalistas... O ideal é recomendar seu cliente a comprar os produtos em casas de naturalistas e farmácias (estes sim, os locais habilitados para comercialização e emitir Notas Fiscais pelas vendas), se não tiver como evitar de ter produtos em seu consultório, ter a Nota Fiscal de compra dos mesmos e jamais vendê-los, ou seja, se atende um cliente com florais, produtos ortomoleculares e/ou fitoterápicos, você vai "dar" o produto, jamais vai vendê-los à parte, devendo ter isso em conta ao estabelecer o preço da consulta (importante: um só preço, quer a pessoa vá usar produtos ou não).

MODELO DE AUTORIZAÇÃO DE ATENDIMENTO COM TH A CLIENTE MENOR DE 18 ANOSA privacidade cliente / terapeuta holístico é justificável, outrossim, se as técnicas que utilizadas possibilitarem, melhor será a presença dos responsáveis durante o atendimento. Em ambos os casos, é correto obter a autorização assinada de pelo menos um dos pais ou responsável, a qual deve ser anexada junto à ficha do cliente. Para tanto, pode-se utilizar uma folha do BRT, com o seguinte texto:

Eu, Fulano(a) de Tal, pai, mãe ou responsável, autorizo o atendimento com Terapia Holística, com as técnicas XXXXXXXXXXXX, ao(à) menor Fulano(a) de Tal Júnior, com o(a) Terapeuta Holístico Ciclano de Tal — CRT XXXXX
Local, data e assinatura

MODELO DE BLOCO DE RECOMENDAÇÃO TERAPÊUTICA — BRTUm fator importante para todo Terapeuta Holístico é distinguir claramente a sua profissão das demais atividades ligadas à saúde. Registramos inúmeros casos onde ocorreram acusações de "exercício ilegal de medicina" e de "estar de posse e fazer uso de Receituário Médico falsificado", pelo simples fato do Terapeuta Holístico fazer uso de um bloco com texto e modelos de impressão completamente desaconselháveis do ponto de vista legal. Abaixo, está o formato recomendado por nossa organização. O BRT serve também para estas circunstâncias: "Declaro, para os devidos fins, que a Sra. Fulana de Tal realiza comigo sessões de Terapia Holística, por tempo indeterminado, ao custo de R$ 50,00 cada". Lembrando que isto só é possível se o colega for registrado como autônomo na Prefeitura e que deve declarar isto em seu imposto de renda. Caso não queira usar seu BRT, pode fazer uso de um recibo vendido em papelarias chamado RPA. O BRT também pode ser utilizado para atestar presença: "Atesto para os devidos fins que Fulano de Tal esteve em consulta na data de XX de XX de 2000, das XXhs às XXhs" — atenção: inexiste lei que obrigue qualquer empresa a reembolsar, a abonar faltas ou atrasos de seus funcionários por estarem em atendimento com Terapia Holística, por isso, cuidado com possíveis usos indevidos de seus atestados de presença.

MODELO DE FICHA DE CLIENTE — FCUm fator importante para todo Terapeuta Holístico é distinguir claramente a sua profissão das demais atividades ligadas à saúde. Registramos inúmeros casos onde ocorreram acusações de "exercício ilegal de medicina" e de posse e uso de "Prontuário Médico falsificado", pelo simples fato do Terapeuta Holístico fazer uso de uma ficha com texto e modelos de impressão completamente desaconselháveis do ponto de vista legal. Muitos colegas substimam as implicações que podem decorrer do uso de termos inadequados nas fichas de seus clientes, supondo serem estas invioláveis. Entretando há registros de apreensão dos cadastros de clientes de profissionais, sob o pretexto de investigar-se suposto exercício ilegal de profissão, sendo as fichas submetidas à perícia de, é claro, médicos, os quais ao localizarem uma simples menção a um nome de doença, darão seus pareceres confirmando a existência do crime de exercício ilegal de medicina, pois tanto diagnóstico, quanto tratamento de doenças é monopólio médico segundo a legislação vigente. Como Terapeuta Holístico trabalha sobre um paradigma absolutamente distinto, realmente inexiste justificativa para constar este tipo de dados na FC, exceto se estiver explicitado o médico responsável pela informação, comprovando que em momento algum, o Terapeuta Holístico extrapolou as atribuições de sua profissão.

NORMAS TÉCNICAS SETORIAIS VOLUNTÁRIAS PARA O REIKI: UM GRANDE DESAFIOUma NTSV deve ser redigida isenta de passionalismos, quer seja a favor, quer seja contra, levando em consideração o equilíbrio entre os justos interesses dos profissionais e os do público consumidor de seus serviços. O REIKI vem conquistando um espaço cada vez maior e, em igual proporção, chama a atenção dos não-simpatizantes da Terapia Holística, que sentem seus interesses financeiros, filosóficos e até religiosos supostamente ameaçados. Uma vez que inexiste qualquer possibilidade de lesão física do cliente da TRK, resta aos opositores o caminho do enquadrar seus perseguidos nas "armadilhas" de nossa legislação, cuja interpretação maleável permite a ocorrência de enormes injustiças. Como diz o ditado: "para os amigos, tudo; para os inimigos, a LEI". No Código Penal, se observamos os Artigo 284 (CURANDEIRISMO) — Exercer o curandeirismo: I — Prescrevendo, ministrando ou aplicando, habitualmente, qualquer substância; II — Usando gestos, palavras ou qualquer outro meio; III — Fazendo diagnóstico; e o Artigo 283 (CHARLATANISMO) — Inculcar ou anunciar cura por meio secreto ou infalível. Ou seja, se uma pessoa má intencionada quiser prejudicar aqueles que INADVERTIDAMENTE, utilizem expressões como "cura" ou que utilize símbolos "secretos" do REIKI, bastará ir à delegacia de polícia mais próxima e registrar queixa... Atentem para o detalhe que o delito é caracterizado independentemente da qualidade dos resultados terapêuticos e de ter havido ou não remuneração. A terminologia utilizada nas NTSV pode causar estranheza ao profissional numa primeira observação, porém, cada expressão foi selecionada cuidadosamente com o objetivo de prevenir quanto às "armadilhas" legais ocasionadas por palavras mal aplicadas em publicidade, cartões de visita, páginas na Internet e similares. Ainda na linha de evitar controvérsias jurídicas, é fundamental que os símbolos do REIKI sejam tornados cada vez mais públicos (jamais confundir "sagrado" com "oculto", "secreto"), pois, desta forma, fica descaracterizada qualquer acusação de que esteja sendo utilizado um "meio secreto".
Devemos, também, reavaliar de forma autocrítica e construtiva, certas suposições transformadas em "fatos" pela paixão. Muito comum é vermos na literatura supostas aprovações oriundas da OMS — Organização Mundial da Saúde em relação ao REIKI e aos Florais de Bach, o que é uma inverdade. O que de fato houve, e isto em 1969, é a Declaração de Alma Ata, onde a OMS definiu que os países membros deveriam fazer uso das terapias "alternativas" (daí que se iniciou este termo "inadequado"...) como complemento, sem, em absoluto, citar nominalmente o REIKI ou as essências florais. Claro que isto em nada diminui a eficácia destas técnicas, que funcionam, quer sejam estimuladas ou não pelos organismos oficiais. Outrossim, tentar apaixonadamente "valorizar" as técnicas, sem confirmar a veracidade do que se divulga, com o tempo acaba surtindo efeito contrário, pois um simples consulta ao site da OMS via Internet põe por terra o que se alegou, o que acaba por afastar as pessoas mais criteriosas. Da mesma forma, "romancear" a biografia dos grandes nomes em cada técnica também se tornou um hábito perigoso. MIKAO USUI foi, sem dúvida, um grande homem e nos legou uma obra significativa, por isso, é desnecessário se deixar levar pela paixão a atribuir-lhe títulos, viagens e diplomas os quais uma simples consulta junto às entidades citadas em suas "biografias" mostra o contrário. E isto pode ser usado contra em debates, reportagens ou, pior, em processos legais. As técnicas funcionam, por isso "florear" suas histórias torna-se desnecessário e até inconveniente. Por exemplo: alegarmos que esta ou aquela técnica são comprovadas pela "ciência". Ora, o que os meios de comunicação e as leis consideram "ciência" é justamente aquela promovida pelos grandes laboratórios e universidades, cujos representantes discordarão veementemente desta afirmação. Deus, amor, ódio existem e jamais podem ser considerados "científicos"; nem por isso se tornam mais ou menos importantes a atuantes. O REIKI nada tem de "científico", do ponto de vista laboratorial; e daí? Todas as técnicas utilizadas na Terapia Holística também estão fora do padrão da "ciência oficial" e nem por isso deixaram de funcionar nos últimos milhares e milhares de anos...
As NTSVs, repetimos, devem ser isentas de paixão para se adequarem aos padrões internacionais, baseando-se em correlatos de outras profissões, legislação, normas já estabelecidas e no consenso. Por exemplo: para quem é Reikiano pode parecer inconcebível que outra pessoa que não Mikao Usui possa apreender a técnica diretamente, via "insight", sem ser iniciado por um Mestre. Já para quem é "de fora", isto pode parecer perfeitamente possível... Do ponto de vista extritamente legal, é impossível impedir alguém de fazer uso da expressão REIKI em suas atividades profissionais, quer tenha sido iniciado por um Mestre de linhagem comprovada ou não; poderia alegar, inclusive (lembre-se, do ponto de vista da legislação...) que é autodidata... Já que a Lei não impede, somente a ÉTICA pode estabelecer uma solução e é aí que as NTSVs adquirem importância ainda maior. Dizer-se Reikiano sem cumprir os requisitos tradicionais, não é ilegal, mas sem dúvida, é ANTI-ÉTICO. Ou seja, a 1a NTSV — REIKI dá o primeiro passo para definir e esclarecer à sociedade e aos profissionais o que é ser um Terapeuta em Reiki, independente das controvérsias entre as diversas associações estabelecidas de fato ou de direito na área. Com o devido respeito a estas entidades, as quais cumprem importante papel, o fato é que sindicatos são organismos de hierarquia superior, ainda mais no caso do SINTE, que é reconhecido pelo governo como NACIONAL. Justamente por isso é que as associações se filiam ao SINTE, que atua como polo de UNIÃO e de conciliação. O Reiki foi a primeira técnica de aplicação de energia vital a ser apreciada com uma NTSV, devido ao grande número de filiados registrados nesta técnica. Em hipótese alguma, isto pode ser considerado demérito para as demais técnicas energéticas, já existentes ou que venham a ser criadas, as quais, por respeito e ética, certamente terão suas próprias nomenclaturas e regras a ser seguidas, distintas das estabelecidas pelo sistema Usui e que serão objeto de suas respectivas Normas Técnicas futuras.

O QUE É QUIROPATIACIÊNCIA E ARTE DE RECUPERAR A SAÚDE COM AS MÃOS
Tratando a causa, não apenas os sintomas...
A QUIROPATIA é a terapia complementar que mais cresce no mundo hoje. Nos Estados Unidos, os quiropatas (ou chiropractors) são o terceiro maior grupo de profissionais ligados a saúde, ficando abaìxo apenas dos médicos e dos dentistas. A principal! razão deste crescimento é o resultado.
O tratamento quiropático é seguro, e essencialmente indolor. A QUIROPATlA restabelece a saúde e alivia a dor sem medicamentos ou cirurgias.
O Gray's Anatomy — um dos mais importantes livros de medicina — (30" edição, página 5) diz: "A finalidade do sistema nervoso é controlar e coordenar a função de todos os tecidos, órgãos e sistemas da corpo". Assim, a base científica da QUIROPATIA está fundamentada no livre funcionamento do sistema nervoso.
Este é o objetivo principal da QUIROPATIA, eliminar eventuais interferências no sistema nervoso. lsto é feito através do ajuste quiropático feito nas sessões de QUIROPATIA. Ao fazer esse ajuste, o quiropata atua no que chamamos "subluxação vertebral". Em termos simplificados, a subluxação ocorre quando uma determinada articulação não está se movimentando adequadamente e trazendo como consequência uma alteração nas fibras nervosas.
Cientificamente conceituamos atualmente a subluxação como um "complexo de mudanças histológicas e/ou estruturais e/ou funcionais que comprometem a integridade neural e que interfere na função dos órgãos e na saúde em geral".
Estes fatos levam freqüentemente as pessoas a pensarem no Quiropata como um especialista em ossos, rnas o quiropata é também, na verdade um especialista do sistema nervoso. O ajuste osteo-articular libera assim as estruturas nervosas de pinçamentos ou irritações. Livre para funcionar corretamente, o sistema nervoso pode fazer restabelecer e condição de saúde deste organismo.

OS MELHORES ESTÍMULOS PARA A CALATONIA AURICULARDos atuais recursos disponíveis, sem dúvida, os biofótons são os mais capacitados. Para tanto, pode-se usar os próprios dedos (são bons emissores de biofótons), em toques suaves nos pontos detectados ou fazer aplicações por aparelhos que emitam luz visível ou infravermelha, o mais próximo possível do padrão "softlaser" (monocromaticidade, feixe coerente e potência reduzida, não térmica), principalmente os que possibilitam regulagens rítmicas, que são ótimos fatores de ressonância.

OUTRAS MANEIRAS DE DETECTAR OS DESEQUILÍBRIOSOs assim chamados "pontos de acupuntura" possuem baixa resistência elétrica, o que possibilita a aparelhagens específicas, capazes de injetar uma corrente elétrica sutil, obterem a sua localização exata. Aí é que reside a grande vantagem da Auriculoterapia sobre a Acupuntura convencional: nesta última, os pontos serão localizados, quer sirvam para tratamento, ou não; já no caso da orelha, só existirão pontos se eles estiverem desequilibrados, ou seja, com o correto uso da aparelhagem, ela própria acaba por realizar a avaliação de quais os desequilíbrios existentes. Outros modos de detectar-se os desequilíbrios: procure na orelha regiões descamadas, feridas ou com espinhas, pois isto não ocorre ao acaso. Observe os mapas auriculares e verá que suas localizações correspondem às partes corpóreas afetadas. Mais uma dica: quando houver dor no físico, igualmente haverá na região auricular correspondente. Portanto, basta palpar o pavilhão auricular com o dedo ou com um bastonete que, onde doer, significa que igual sensação está ocorrendo na zona do corpo que lhe é reflexa.

PROJETOS DE LEI FEDERAL- AFETAM OU NÃO NOSSOS DIREITOS?De tempos em tempos, surgem boatos de que a classe médica passou a monopolizar esta ou aquela técnica. Recentemente, foi a vez da Acupuntura passar pela "boataria", só porque um Projeto de Lei (veja bem: projeto, ou seja, não aprovado...) passou por uma votação em mais uma simples etapa das inúmeras que terá que percorrer por muitos e muitos anos, ainda. Ou seja, nada mudou: você que é filiado ao SINTE é LIVRE para exercer a Terapia Tradicional Chinesa.
Independente das técnicas que você pratica, é bom que saiba como tramita um Projeto de Lei (para que jamais leve um "susto" com outros boatos). Tomemos como exemplo, o PL 67/95, que trata sobre o exercício da Acupuntura. Primeiramente, em 1991, ele foi apresentado à Câmara Federal pelo Deputado Marcelino Romano Machado, sob o número PL 383/91, e tramitou durante anos e anos pelas mais diversas Comissões (Justiça e Redação, Assuntos Sociais, etc, etc.), onde eram propostas e votadas alterações em seu texto, até, finalmente ser apresentada para apreciação em Plenário, para todos os Deputados, o que só ocorreu quatro anos depois, com a aprovação como sendo uma prática médica. Claro, isto não tem valor prático, pois, o Projeto ainda teria que ser remetido para o Senado e passar pelo mesmo processo (Comissão por Comissão, até ser apresentada em Plenário...). O Senador Valmir Campelo apresentou em 1995 um substitutivo à redação original, tornando-o menos injusto e ganhou novo nome: PL 67/95, reiniciando a maratona de Comissões, durante anos e anos. Recentemente, em abril de 2000, um novo texto foi aprovado numa destas infindáveis etapas, voltando a propor a Acupuntura como exclusividade aos médicos e aos que já a exerçam nos últimos 3 anos. Resultado prático: nenhum, pois ainda terá que ser apresentado em Plenário para todos os Senadores (sabe-se lá quando entrará em pauta, pois nem assuntos absolutamente prioritários para o país são votados, imagine este...) e, se for aprovado, voltará para a Câmara Federal (de onde foi sua origem), reiniciando (de novo!) a maratona de etapas de tramitação pelas Comissões, sofrendo novos substitutivos em sua redação, etc., etc, enfim, anos e anos ainda pela frente. E, mesmo se daqui a inúmeros anos, este Projeto fosse aprovado, ainda restaria a etapa final: a sanção do Presidente da República (detalhe: outro Projeto de Lei anterior sobre Acupuntura, de autoria do próprio Fernando Henrique Cardoso, não passou...).
Na verdade, a busca desenfreada por uma Lei Federal é fruto da desatualização de muitos de nós, que ainda padecem de resquícios da ditadura militar sofrida recentemente por este país. Para sermos claros, melhor é a inexistência de leis sobre o exercício de nossa profissão, do que uma que seja mal elaborada. A ausência de Lei específica torna a Terapia Holística lícita, ou seja, sem impedimento legal e livre para ser exercida por qualquer cidadão e é justamente isto que permite que você e eu trabalhemos dignamente como Terapeutas Holísticos.
Sabendo disto tudo, você poderia perguntar, então, para que serve um Projeto de Lei Federal que regulamenta profissão, se tramitam por anos e anos e são sempre arquivados — somente para angariar votos dos eleitores para os políticos? Na verdade, a utilidade é servir de ponto de UNIÃO entre os profissionais, uma "bandeira" a somar a todos em suas justas reivindicações. Neste sentido é que apoiamos o Projeto de Lei 2783/97, que Regulamenta a Terapia Holística, pois este sim, UNE a todos nós, pois SOMA acupunturistas, terapeutas florais, cromoterapeutas, fitoterapeutas, psicanalistas, terapeutas corporais, arteterapeutas, enfim, TODOS sob a mesma e poderosa bandeira: a TERAPIA HOLÍSTICA.
Já imaginaram se os médicos, ao invés de criarem uma única lei, quisessem uma exclusiva para os ginecologistas, outra só para os pediatras, outra só para os ortopedistas, etc, etc? Estariam até hoje sem conseguir nada. Outro bom exemplo é o dos engenheiros, arquitetos e agrimensores: UNIDOS, conseguiram se regulamentar; se tivessem perdido tempo querendo uma lei só para os engenheiros civis, outra só para os eng. eletrônicos, outra só para os arquitetos, outra só para os agrimensores, etc, etc, também nada teriam conseguido, pois ficariam tão divididos que estariam até hoje sem representatividade.
Devemos seguir estes exemplos bem-sucedidos e parar com a tentação da dispersão: chega de ilusões com projetos de lei separados, um para acupuntura, outro para massoterapia, outro para estética, outro e mais outro e mais outro, pois assim, a HISTÓRIA provou que nada se consegue.
Todos vamos permanecer UNIDOS num PROJETO DE LEI UNIFICADO, que é o que regulamenta a TERAPIA HOLÍSTICA.
E, ao invés de perder-se tempo tomando "sustos" com notícias de projetos e mais projetos de lei federal, que tal todos fazermos algo de realmente útil e obtermos DIREITO ADQUIRIDO ao exercício da Terapia Holística? Como o nome sugere e a História comprova, Lei nova alguma tira o Direito Adquirido, por isso trate de comprovar OFICIALMENTE que exerce o maior número de técnicas possíveis.
E como comprovar isto OFICIALMENTE? Primeiramente, quanto mais anos você for filiado ao SINTE, maior é a sua comprovação OFICIAL, pois nosso sindicato é o único NACIONAL, reconhecido pelo MINISTÉRIO DO TRABALHO e que tem sob sua jurisdição TODAS as técnicas. Já pensou se você tivesse que se inscrever num sindicato só para acupuntura, noutro só de massagem, noutro só de estética, noutro só de florais, etc, etc.,? Novamente teríamos uma divisão que só enfraqueceria a categoria e, o que é pior, como todo bom profissional trabalha com várias técnicas distintas, não estaria garantido porque teria se filiado a uma entidade muito específica, que abrange uma só ou poucas técnicas... Ao manter-se em dia com seus investimentos junto ao SINTE, você está obtendo comprovação Oficial dos anos que exerce a profissão, proporcionado direito adquirido para todas as técnicas, e eis a grande vantagem da UNIFICAÇÃO de todos nós como Terapeutas Holísticos. Ao registrar-se como autônomo ou como empresa, opte sempre por nominar-se Terapeuta Holístico, ao invés de se "dividir" para uma ou outra técnica: eis mais uma garantia para você, pois quitar impostos comprova seu tempo de exercício profissional. Da mesma forma, ao quitar sua GRCS — Guia de Recolhimento de Contribuição Sindical expedida pelo SINTE, único sindicato em nossa categoria autorizado pelo Ministério do Trabalho a fazê-lo, igualmente se vincula Oficialmente ao governo como Terapeuta Holístico. E eis mais um DOCUMENTO MÁXIMO a comprovar seu direito ao livre exercício da Terapia Holística: a RESIDÊNCIA em Terapia Holística no Serviço Público de Saúde, mais uma exclusividade do SINTE, que conquistou este direito para seus filiados já em 10 Prefeituras (sempre estamos expandindo...): se você pode exercer sua profissão OFICIALMENTE (com Decreto municipal, convênio e contrato assinados) no serviço PÚBLICO de saúde, é claro que você já garantiu para sempre seu direito adquirido a exercer a Terapia Holística em seu consultório particular...
Você ainda quer SOMAR mais garantias de Direito Adquirido, especificando técnica por técnica que exerce? Também temos a solução: invista em sua Certificação nas Normas Técnicas Setoriais Voluntárias, que é mais um DOCUMENTO a lhe diferenciar positivamente no mercado de trabalho, além de Oficializar sua capacitação, pois a imensa maioria de nós tem diplomas de cursos livres (por melhor que sejam, não tem chancela do MEC...), ou de escolas estrangeiras (que não são reconhecidos no Brasil...), por isso, eis a grande oportunidade de obter a merecida CERTIFICAÇÃO emitida e referendada por ÓRGÃO OFICIAL: o SINTE, que é reconhecido pelo governo federal (MTb), o que possibilita Fé Pública a todos os documentos que emite.
Ou seja, para obter DIREITO ADQUIRIDO e nos garantir, independentemente, dos anos e anos sem fim que demora a tramitação de uma Lei Federal, vamos investir na melhor proposta existente, que é a AUTO-REGULAMENTAÇÃO.
O maior valor de todos nós, Terapeutas Holístico é que, ao contrário de certas profissões, onde tudo é obrigado por lei, nossa adesão é voluntária, espontânea e democrática, onde cada um de nós adere ao cumprimento de nosso Código de Ética e às Normas Técnicas Setoriais Voluntárias por consciência de classe, por maturidade profissional e graças ao apoio maciço da mídia, a sociedade saberá retribuir prestigiando cada dia mais somente aos consultórios de quem possui Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado e, ainda mais, a quem aderir às Normas Técnicas Setoriais Voluntárias.
A UNIÃO de todos ao SINTE é que transforma a Terapia Holística na profissão do Século 21!

RADIESTESIA, RADIÔNICA, FENG SHUI E LEGISLAÇÃO BRASILEIRAUma NTSV deve ser redigida isenta de passionalismos, quer seja a favor, quer seja contra, levando em consideração o equilíbrio entre os justos interesses dos profissionais e os do público consumidor de seus serviços. A Radiestesia, a radiônica e o Feng Shui vem conquistando um espaço cada vez maior e, em igual proporção, chama a atenção dos não-simpatizantes da Terapia Holística, que sentem seus interesses financeiros, filosóficos e até religiosos supostamente ameaçados. Uma vez que inexiste qualquer possibilidade de lesão física do cliente da TR, resta aos opositores o caminho do enquadrar seus perseguidos nas armadilhas de nossa legislação, cuja interpretação maleável permite a ocorrência de enormes injustiças. Como diz o ditado: "para os amigos, tudo; para os inimigos, a LEI". No Código Penal, se observamos os Artigo 284 (CURANDEIRISMO)— Exercer o curandeirismo: I — Prescrevendo, ministrando ou aplicando, habitualmente, qualquer substância; II — Usando gestos, palavras ou qualquer outro meio; III — Fazendo diagnóstico; e o Artigo 283 (CHARLATANISMO) — Inculcar ou anunciar cura por meio secreto ou infalível. Ou seja, se uma pessoa má intencionada quiser prejudicar aqueles que INADVERTIDAMENTE, utilizem expressões como "cura" ou que utilize símbolos "secretos" (gráficos radiônicos...), bastará ir à delegacia de polícia mais próxima e registrar queixa... Atentem para o detalhe que o delito é caracterizado independentemente da qualidade dos resultados terapêuticos e de ter havido ou não remuneração. A termilogia utilizada nas NTSV podem causar estranheza ao profissional numa primeira observação, porém, cada expressão foi selecionada cuidadosamente a prevenir as "armadilhas" legais ocasionadas por palavras mal aplicadas em publicidade, cartões de vista, páginas na Internet e similares. Ainda na linha de prevenir controvérsias, é fundamental que os gráficos radiônicos sejam tornados cada vez mais públicos (jamais confundir "sagrado" com "oculto"), pois, desta forma, fica descaracterizada qualquer acusação de que esteja sendo utilizado um "meio secreto".
Devemos, também, reavaliar de forma autocrítica e construtiva, certas suposições transformadas em "fatos" pela paixão. As técnicas funcionam, por isso "florear" suas histórias torna-se até inconveniente, como, por exemplo, alegarmos que são comprovadas pela "ciência". Ora, o que os meios de comunicação e as leis consideram "ciência" é justamente aquela promovida pelos grandes laboratórios e universidades, discordarão veementemente desta afirmação. Deus, amor, ódio existem e jamais podem ser considerados "científicos"; nem por isso se tornam mais ou menos importantes a atuantes. O Radiestesia e a Radiônica nada tem de "científico"; e daí? Todas as técnicas utilizadas na Terapia Holística também estão fora do padrão da "ciência" e nem por isso deixaram de funcionar nos últimos milhares e milhares de anos... Dentre as abordagens mais respeitadas, há de se destacar a Teoria da Sincronicidade Junguiana, fundamental para o entendimento das mais variadas técnicas que utilizamos em nossos consultórios.
As NTSVs, repetimos, devem ser isentas de paixão para se adequarem aos padrões internacionais, baseando-se em correlatos de outras profissões, legislação, normas já estabelecidas e no consenso.

INADEQUAÇÃO QUANTO AO USO DE ROUPAS BRANCASInexiste qualquer Lei que proiba o branco, ou que o torne exclusivo de uma só profissão: açougueiros, vendedores de picolé, pais e mães-de-santo, etc. muita gente o usa.
Outrossim, o bom-senso nos leva a desaconselhar o seu uso, tendo em vista ser muito tênue a linha que separa o gosto pessoal pelo branco com a acusação de falsidade ideológica e de exercício ilegal de medicina. A recomendação expressa é higiêne, bom gosto ao se vestir e abolir o branco, cor, aliás, que nem os médicos mais estão usando: suja muito.

SIMPLIFICANDO A SELEÇÃO DOS PONTOSConforme dito anteriormente, dificilmente se encontrará mais que uns 05 pontos a serem equilibrados. Se possui conhecimentos maiores de anatomia, estará bem servido pelos mapas auriculares da escola francesa. Se a sua formação tender mais para a "anatomia energética", um bom procedimento é fazer a pesquisa nos órgãos equivalentes aos Cinco Movimentos Chineses: coração e intestino delgado (Fogo), baço-pâncreas e estômago (Terra), pulmão e intestino grosso (Metal), rim e bexiga (Água) e fígado e vesícula bilear (Madeira). Em minha prática de consultório, opto por esta segunda alternativa, acrescida de uma pesquisa de pontos na região correspondente à coluna e em outras relativas às queixas do cliente ou suspeitas devido aos sintomas apresentados.

TERAPEUTA EM ESTÉTICA E A LEI 9474/96 — SPCONSIDERANDO a definição de Terapeuta em Estética estabelecida nas NTSV, CONSIDERANDO os estudos realizados no referente à devida interpretação da Lei nº 9.474, de 30 de dezembro de 1996, promulgada pelo Governador do Estado de São Paulo, que "estabelece normas relativas às condições de funcionamento de clínicas, estabelecimentos e congêneres especializados no trato da obesidade e estabelecimento", CONSIDERANDO a necessidade de orientar, no referente à Terapia Holística, as repartições federais, estaduais e municipais na concessão de registros ou licenças para funcionamento ou renovação de atividades, bem como aos órgãos ligados à saúde, e, à sociedade em geral, resolve: Art. 1º — Tornar público, inclusive, para fins de direito, que o profissional possuidor de CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado, que seja reconhecido pelo SINTE como Terapeuta em Estética, não se enquadra na Lei nº 9.474, de 30 de dezembro de 1996, promulgada pelo Governador do Estado de São Paulo; Art. 2º — A retrocitada Lei não se aplica aos Terapeutas em Estética que possuam CRT, tento em vista que, na abordagem holística em que trabalham, não cabe a possibilidade de se enquadrarem como especialistas no trato de obesidade e emagrecimento.

TERAPEUTA EM ESTÉTICA, TERAPEUTA ORTOMOLECULAR E A PORTARIA CVS-15/99 — SPComo é de costume, mais uma Portaria da Vigilância Sanitária idealizada por e para uma única classe profissional, a qual parte do pressuposto que todo estabelecimento que utilize estética e/ou ortomolecular tem um médico responsável. CONSIDERANDO que somente o governo federal, por meio de processo legislativo (Câmara Federal, Senado e Presidência da República) pode estabelecer regras para o exercício de profissões, é de pressupor que a CVS não pretende ultrapassar seus limites legais e tentar definir qual profissão pode ou não utilizar a estética e/ou a ortomolecular, no que se conclui que todo estabelecimento não-médico está fora do enquadramento da CVS — 15/99. Qualquer tentativa de se obrigar um consultório de um Terapeuta Holístico (claro, que atue dentro dos limites definidas nas NTSVs...) em mudar de categoria e contratar um médico responsável deve ser objeto de contestação, inclusive judicialmente.

TERAPIA EM SINCRONICIDADE E LEGISLAÇÃO BRASILEIRAUma NTSV deve ser redigida isenta de passionalismos, quer seja a favor, quer seja contra, levando em consideração o equilíbrio entre os justos interesses dos profissionais e os do público consumidor de seus serviços. Astrologia, Numerologia, I Ching, Taro, Radiestesia, Feng Shui, toda a gama de técnicas que atuem sobre a sincronicidade vem conquistando um espaço cada vez maior e, em igual proporção, chama a atenção dos não-simpatizantes da Terapia Holística, que sentem seus interesses financeiros, filosóficos e até religiosos supostamente ameaçados. Uma vez que inexiste qualquer possibilidade de lesão física do cliente da TS, resta aos opositores o caminho do enquadrar seus perseguidos nas armadilhas de nossa legislação, cuja interpretação maleável permite a ocorrência de enormes injustiças. Como diz o ditado: "para os amigos, tudo; para os inimigos, a LEI". Até a bem pouco tempo, existia a ameaça do Art. 27 do Decreto-Lei 3.688 — Lei das Contravenções Penais: "Explorar a credulidade pública mediante sortilégios, predição do futuro, explanação do sonho ou práticas congêneres: pena de prisão simples de um a seis meses e multa". Atentem para o detalhe que o delito é caracterizado independentemente da qualidade dos resultados e de ter havido ou não remuneração... Ou seja, se uma pessoa má intencionada quisesse prejudicar aqueles que utilizassem astrologia, taro, quiromância análise de sonhos e similares, bastaria ir à delegacia de polícia mais próxima e registrar queixa... Um trabalho conjunto e silencioso de vários grupos, dos quais fazemos parte, pelas mãos do então Deputado Federal Almino Afonso, obteve sanção do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso para a Lei 9521/97, revogando o absurdo Art. 27 da Lei das Contravenções Penais.
Vários outros Artigos de Lei merecem igualmente serem revogados ou revistos, porém, como continuam em vigor, devemos redobrar nossas atenções. No Código Penal, se observamos o Artigo 284 (CURANDEIRISMO) — Exercer o curandeirismo: I — Prescrevendo, ministrando ou aplicando, habitualmente, qualquer substância; II — Usando gestos, palavras ou qualquer outro meio; III — Fazendo diagnóstico; e o Artigo 283 (CHARLATANISMO) — Inculcar ou anunciar cura por meio secreto ou infalível. Ou seja, se alguém quiser prejudicar aqueles que INADVERTIDAMENTE, utilizem expressões como "cura" ou que utilize símbolos "secretos" (gráficos radiônicos, mapas astrológicos, cabalísticos, etc...), basta registrar queixa em qualquer delegacia...
A termilogia utilizada nas NTSV podem causar estranheza ao profissional numa primeira observação, porém, cada expressão foi selecionada cuidadosamente a prevenir as "armadilhas" legais ocasionadas por palavras mal aplicadas em publicidade, cartões de vista, páginas na Internet e similares.
Devemos, também, reavaliar de forma autocrítica e construtiva, certas suposições transformadas em "fatos" pela paixão. As técnicas funcionam, por isso "florear" suas histórias torna-se até inconveniente, como, por exemplo, alegarmos que são comprovadas pela "ciência". Ora, o que os meios de comunicação e as leis consideram "ciência" é justamente aquela promovida pelos grandes laboratórios e universidades, discordarão veementemente desta afirmação. Deus, amor, ódio existem e jamais podem ser considerados "científicos"; nem por isso se tornam mais ou menos importantes a atuantes. A Terapia Em Sincronicidade nada tem de "científico"; e daí? Todas as técnicas utilizadas na Terapia Holística também estão fora do padrão da "ciência" e nem por isso deixaram de funcionar nos últimos milhares e milhares de anos... Dentre as abordagens mais respeitadas, há de se destacar a Teoria da Sincronicidade Junguiana, fundamental para o entendimento das mais variadas técnicas que utilizamos em nossos consultórios.
As NTSVs, repetimos, devem ser isentas de paixão para se adequarem aos padrões internacionais, baseando-se em correlatos de outras profissões, legislação, normas já estabelecidas e no consenso.

TVP — TERAPIA DE VIDAS PASSADAS: INTERFERÊNCIA DO TERAPEUTA HOLÍSTICO NA FILOSOFIA OU RELIGIÃO DO CLIENTE?A interpretação do material psíquico aflorado como sendo um fato real ou meramente símbólico é de exclusivo direito do cliente, que o fará de acordo com sua filosofia e crenças religiosas, jamais devendo o TH impor seu ponto de vista pessoal. Quer seja interpretado como fato concreto, quer seja considerado uma fantasia do inconsciente, tecnicamente, o que importa é que a vivência proporciona "insights" sob a forma de lembranças ou de imagens simbólicas a serem decifradas em conjunto pelo cliente e TH, o que possibilita apreender na forma de síntese uma série de fatores até então não compreendidos, os quais, via aconselhamento, proporcionam ao cliente condições de elaborar a vivência em autoconhecimento.

USO DOS TERMOS "PSICANÁLISE" E "PSICOTERAPIA" NA TERAPIA HOLÍSTICAIndependentemente das definições de dicionário, somente as expressões abordadas em Lei Federal tem restrição de uso. A princípio, o Terapeuta Holístico pode, livremente, fazer uso das expressões "psicanálise" e "psicoterapia", pois nenhuma delas é limitada ou definida como exclusiva para uma só profissão por Lei Federal, podendo ser utilizada por qualquer pessoa. Outrossim, desaconselhamos o uso da expressão "psicoterapia", precedida da palavra "instituto", pois os Institutos de Psicoterapia se enquadram no DECRETO 20.931 DE 11/01/1932, que Regula e Fiscaliza o Exercício da Medicina, da Odontologia, da Medicina Veterinária e das Profissões de Farmacêutico, Parteira e Enfermeira, no Brasil, e Estabelece Penas, no "ART.24 — Os institutos hospitalares de qualquer natureza, públicos ou particulares, os laboratórios de análises e pesquisas clínicas, os laboratórios de soros, vacinas e outros produtos biológicos, os gabinetes de raios X e os institutos de psicoterapia, fisioterapia e os estabelecimentos de duchas ou banhos medicinais, só poderão funcionar sob responsabilidade e direção técnica de médicos ou farmacêuticos, nos casos compatíveis com esta profissão, sendo indispensável para o seu funcionamento, licença da autoridade sanitária", ou seja, se nominar seu estalecimento como sendo um Instituto de Psicoterapia, terá que ter médico responsável e alvará da vigilância sanitária. Outrossim, se você for autônomo e utilizar a expressão "psicoterapeuta", ou disser que pratica "psicoterapia", inexistirá impedimento legal.
Já os termos "psicanálise" e "psicanalistas" são absolutamente livres para serem utilizados pelos Terapeutas Holísticos, pois o único texto legal em que se aborda a técnica é quanto ao Imposto de Renda retido na fonte: DECRETO 1.041 DE 11/01/1994, que Aprova o Regulamento para a Cobrança e Fiscalização do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza, no ART.663 — Estão sujeitas à incidência do imposto na fonte, à alíquota de seis por cento, as importâncias pagas ou creditadas por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas, civis ou mercantis, pela prestação de serviços caracterizadamente de natureza profissional (Decretos-lei números 2.030/83, ART.2, e 2.065/83, ART.1, III, e Lei número 7.450/85, ART.52).

§ 1 — Compreendem-se nas disposições deste artigo os serviços a seguir indicados:
01 a 31.................omissis.........................
32. psicologia e psicanálise;
33 a 40.................omissis.........................
§ 2 — O imposto incide independentemente da qualificação profissional dos sócios da beneficiária e do fato desta auferir receitas de quaisquer outras atividades, seja qual for o valor dos serviços em relação à receita bruta.

UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS TIPO RYODORAKU, VEGATESTE, RADIÔNICOS, DE ESTÉTICA, IRIDOLÓGICOS E SIMILARESInexiste qualquer impedimento legal ao uso deste tipo de equipamentos, desde que, é claro, jamais seja utilizado para diagnóstico ou tratamento de doenças, ou seja, só o use para avaliar e tratar desequilíbrios energéticos. Da mesma forma, jamais os usem com ou para testar produtos que necessitem de receita médica, utilize-os apenas para produtos de venda livre. Estes cuidados básicos ajudam, mas não garantem que não terá dor-de-cabeça. Afinal, pela legislação brasileira, todo tipo de aparelho destinado à saúde tem que ter registro no Ministério da Saúde, ou uma certidão do mesmo, dispensando-o deste registro. Simplesmente, nenhum equipamento de nossa área conseguiu vencer esta etapa burocrática.

UTILIZAÇÃO DE MEDIDORES DE PRESSÃO ARTERIALÉ uma prerrogativa exclusiva do Médico, pois a informação se a pressão está alta ou baixa é utilizada comumente para diagnósticos de doenças. Até mesmo farmacêuticos já foram processados por exercício ilegal de medicina pelo simples fato de terem medido a pressão de seus clientes. Quem atua em nossa área profissional deve ter o dobro de cuidados, daí a inconveniência de realizar medições de pressão no atendimento de consultório, pois este simples ato pode ser usado contra você.

COMO CONTACTAR O SINTE?Atendimento ao público:
Al. Santos, 211 — cj. 1403 — CEP 01419-000 — São Paulo — SP
próximo ao Metrô Brigadeiro,
1ª paralela à Av. Paulista — 2ª a 6ª feira, das 9h00 às 18h00.
(Discagem Direta Gratuita): 0800-117810
TRONCO-CHAVE: (11) 3171-1913
Internet: www.sinte.com.br
E-mail: contato@sinte.com.br

A esmagadora maioria das situações pode e deve ser resolvida diretamente com nossas atendentes. É bom lembrar que elas são seres humanos, merecem o carinho e respeito de todos nós e são justamente elas que estão preparadas e treinadas para triar os atendimentos e dar-lhes o encaminhamento correto.
Diretoria é sempre a última instância, jamais a primeira, em qualquer organização. A inversão desta ordem tornaria impossível atender aos nossos milhares de associados em termos de prioridades de interesse GERAL.
Todos são bem-vindos a visitar nossa sede. Existe, também, inúmeros meios de contato eficientes e mais rápidos do que pessoalmente e que solucionam a grande maioria das situações.
A aproximação entre a Direção e os associados é fundamental, devendo ser adequada às dimensões continentais de nosso país e do grande número de filiados (felizmente, cada vez maior), em equilíbrio com a racionalização da verba limitada. Não há como ser íntimo de milhares de associados distribuídos por todo o Brasil, razão pela qual a Diretoria se torna disponível de forma cada vez mais eletrônica: e-mails, faxs, boletins, televisão, salas de bate-papo em nosso site, cartas, teleconferência (com auditórios da EMBRATEL disponíveis nas capitais, além de poder ser captado por parabólicas) e, pessoalmente, nas Residências em Terapia Holística nos Serviços Públicos de Saúde, nos Congressos, nas Cerimônias de Entrega de CRT e similares, ou, ainda, com hora marcada, em reuniões (desde que o tema seja pertinente, claro).

COMO SOLICITAR A FILIAÇÃO AO SINTE
O interessado entra em contato ou pelos telefones DDG 0800-117810, ou (11) 3171-1913, ou pela Internet em www.sinte.com.br e basta passar seus dados cadastrais para nossos atendentes. No menor espaço de tempo possível, estaremos enviando Proposta Oficial via correio, juntamente com boletos bancários referentes ao valor do investimento na filiação.
Outra opção vantajosa é a quitação via cartão de crédito, que pode ser feita, também pelos telefones acima. Se preferir, venha conhecer nossa sede principal à Al. Santos, 211 — cj. 1403 — CEP 01419-000 — São Paulo — SP, onde poderá acelerar a tramitação, preenchendo na mesma hora sua Proposta Oficial de filiação e obtendo, além das opções que quitação acima, mais duas: o cheque convencional e o cheque eletrônico, ou seja, diretamente com seu cartão magnético do banco, podendo pré-datar a compensação.

OBRIGATORIEDADE DO CRTO fato do Terapeuta Holístico possuir ou não CRT ou estar filiado a qualquer entidade de nossa área, do ponto de vista legal, é irrelevante, uma vez que inexiste obrigatoriedade por Lei Federal. Entretanto, possuir um CRT é motivo cada vez maior de orgulho e de aceitação, tanto é que as Carteiras de Identidade Profissional de Terapeuta Holístico estão sendo impressas nas próprias gráficas oficiais da Casa da Moeda, dentro dos mais rigorosos requisitos de qualidade e segurança. E é justamente toda esta segurança e "status" é que retransmitimos aos nossos filiados, proporcionando tranquilidade e uma clientela maior. A população, por sua vez, finalmente pode ficar segura quanto ao profissional que procura, pois bastará telefonar gratuitamente de qualquer lugar do Brasil para 0800-117810, ou por carta, fax, internet e as nossas atendentes indicarão os filiados qualificados com CRT mais próximos da região do interessado.

O QUE É PRECISO PARA OBTER O CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado PROVISÓRIO (VALIDADE DE 6 MESES)?Ser filiado ao SINTE, ter quitado integralmente as parcelas do investimento anual e remeter-nos via correio (SEDEX), ou entregar diretamente em nossa sede:
Cópia simples do RG,
Cópia simples do CPF/CIC
03 Fotos 3x4 RECENTES (menos de 01 ano)
Cópia simples da GRCS — Guia de Recolhimento de Contribuição Sindical quitada, que é um Imposto Anual que o identifica como Terapeuta Holístico junto ao Ministério do Trabalho — você recebe esta Guia juntamente com sua Proposta Oficial de filiação.
Observação: se entregou este material diretamente em nossa sede, exija RECIBO/PROTOCOLO junto aos nossos atendentes e guarde-o; se nos remeteu via SEDEX, convém telefonar-nos em 01 semana para obter a confirmação de nosso recebimento. Prazo máximo para receber seu CRT provisório (após chegada da documentação em nossa sede): 15 dias. Caso não tenha recebido neste prazo, favor entrar em contato conosco.

O QUE É PRECISO PARA OBTER O CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado DEFINITIVO (VALIDADE 2 ANOS)?Ser filiado ao SINTE, ter quitado integralmente as parcelas do investimento anual, ter CRT provisório e remeter-nos via correio (SEDEX), ou entregar diretamente em nossa sede:
Atestado de Antecedentes (obtido gratuitamente em qualquer Delegacia ou junto a despachantes);
Atestado de Saúde Física e Mental (obtido junto a qualquer médico, gratuitamente em Postos de Saúde Pública ou junto a consultórios particulares);
Qualificação Técnica (neste item escolha somente uma das opções)
3.1 — Monografia sobre as técnicas exercidas: Texto como se fosse uma apostila de um curso, ensinado ao leitor o que é e como exercer corretamente cada uma das técnicas que utiliza, incluindo descrição de casos reais (mantendo o anonimato dos envolvidos) e formas de tratamento; ou
3.2 — Comprovação de atuação há mais de 4 anos, seja por registro como empregado, autônomo registrado na Prefeitura ou como empresa da área, apresentando os documentos pertinentes: em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CGC e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão; ou
3.3 — Três declarações de pessoas diferentes com firma reconhecida em cartório, de sua atuação há mais de 4 anos (modelo a seguir):

DECLARAÇÃO
NOME DO DECLARANTE, RG TAL, CPF TAL declaro sob as penas de lei que, NOME DO TERAPEUTA, atua na área de Terapia Holística há mais de 4 anos. E por ser verdade firmo a presente.
LOCAL/DATA
ASSINATURA COM FIRMA RECONHECIDA

3.4 — Diploma de curso superior na área de saúde ou outro a critério exclusivo do SINTE.
3.5 — Diploma de cursos da área reconhecidos pelo MEC ou pelo SINTE
Registro profissional específico na área da Terapia Holística, ou como empregado e/ou autônomo e/ou empresa valendo como prova respectivamente, carteira de trabalho assinada, inscrição na Prefeitura, ou CGC e Estatuto/Contrato Social atualizados: Em caso de empregado, cópia do conteúdo da Carteira de Trabalho; se for profissional autônomo, cópia do ISS contendo a data de início da atividade; se for empresa, CGC e Contrato Social, onde comprove a vinculação com a nossa profissão.
Taxa de Transferência a ser pago em boleto enviado próximo a data da emissão da Carteira Definitiva.
ESTES ITENS DEVEM SER PROVIDENCIADOS ATÉ O MÊS INDICADO NA VALIDADE DA SUA CARTEIRA. EM CASO DE DÚVIDA ENTRE EM CONTATO CONOSCO,
ESTAMOS À SUA DISPOSIÇÃO.
Observações:
Se entregou este material diretamente em nossa sede, exija RECIBO/PROTOCOLO junto aos nossos atendentes e guarde-o; se nos remeteu via SEDEX, convém telefonar-nos em 01 semana para obter a confirmação de nosso recebimento.
Prazo máximo para receber seu o COMUNICADO de que o CRT definitivo (a contar após chegada da documentação em nossa sede) está pronto: 15 dias. Caso não tenha recebido nenhum COMUNICADO neste prazo, favor entrar em contato conosco.
O COMUNICADO será preferencialmente via telefone e, em caso de desencontro, por carta, fax ou e-mail, ocasião em que será combinado se o filiado tem possibilidade ou preferência de efetivar a assinatura e datiloscopia do documento pessoalmente em nossa sede, ou se opta por realizar a tramitação via correio.

O QUE É CERTIFICADO DE CONFORMIDADE TÉCNICA EM TERAPIA HOLÍSTICA?Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas, a atividade de Certificação desenvolveu-se bastante nos últimos anos no mundo. É reconhecida como um instrumento indispensável para elevar o nível de qualidade dos produtos, serviços e empresas num país.
A certificação consiste na emissão de Marcas e Certificados de Conformidade para as empresas, consultórios e profissionais que demonstram que um produto, serviço, ou sistema de gestão atende às Normas aplicáveis, sejam nacionais, estrangeiras ou internacionais. Uma reivindicação antiga de nossos associados era ter Certificados que possam ser "colocados em parede", atestando publicamente sua capacitação profissional, valorizando, assim, o consultório de nossos filiados. Pois bem, assim surgiu o CERTIFICADO DE CONFORMIDADE TÉCNICA EM TERAPIA HOLÍSTICA, atestando que o filiado que o possui está comprometido com o cumprimento das Normas desenvolvidas para o correto exercício da Terapia Holística.
Os maiores nomes da Terapia Holística e cada um de nós irá colaborar com a elaboração das Normas Técnicas Setoriais Voluntárias para cada técnica terapêutica e serão expedidos Certificados de Conformidade diferentes para cada setor.

PRÉ-REQUISITOS PARA OBTENÇÃO DO CERTIFICADO DE NORMAS TÉCNICASSer filiado ao SINTE nas técnicas em que deseja obter a Certificação e possuir CRT — Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado.
A Certificação de Conformidade Técnica em Terapia Holística deverá ser obtida primeiramente, sendo pré-requisito para conquistar as demais certificações específicas para cada técnica.

MODELOS DE SÍMBOLOS DA TERAPIA HOLÍSTICAO símbolo da Terapia Holística tem que ser absolutamente distinto das demais áreas da saúde (afinal, o DIFERENCIAL é nosso maior fator de crescimento) e expressar arquetipicamente possa abordagem TOTAL do ser humano, com har e qualidade. As profissões em geral, usam símbolos genéricos, evitando desta forma, quaisquer conotações religiosas, ou o risco de privilegiar mais a um grupo do que a outro. A Medicina, por exemplo, usa o caduceu de Mercúrio, da mitologia grego-romana e justamente por isso, é desaconselhável que o símbolo da Terapia Holística lhe seja assemelhado. Outra boa opção de neutralidade é o uso de letras gregas, como a Psicologia, que usa a marca “psi”. No início, o SINTE usou a mesma linha de raciocínio,adotando as letras alfa e ômega (princípio e fim) para simbolizar a abordagem integral de nossa profissão. Outrossim, a experiência nos alertou quanto a uma possível interpretação errônea que lhe emprestasse uma conotação bíblica/religiosa. Adotar opções como Yin-Yang ou Ôm também seria destacar a corrente chinesa/japonesa, na primeira alternativa, ou a indiana, na segunda, o que foge do princípio da neutralidade que deve orientar a toda marca profissional. O movimento Holístico extrapola o campo terapêutico, tendo sido adotado no ramo empresarial, na educação, na economia e em todos os setores do conhecimento humano, fazendo surgir sincronisticamente em todo o mundo o concenso de utilizar o símbolo matemático do INFINITO como emblema universal do paradigma holístico. Neutro e ao mesmo tempo, expressando com perfeição o conceito da abordagem sistêmica/integral, é o melhor “logotipo” possível para o Holus (do grego = totalidade). Em sintonia com esta tendência mundial, a Terapia Holística assume seu símbolo universal e contou com a participação dos filiados nesta nova etapa de elaboração. Versão oficial do símbolo da Terapia Holística:

O que é preciso para atuar profissionalmente como Terapeuta Holístico?Habilitar-se para trabalhar como Terapeuta Holística e filiar-se à nossa organização são atos totalmente distintos e independentes, já que absolutamente ninguém é obrigado a se filiar à nossa organização nem a nenhuma outra para poder exercer a profissão; é uma questão de consciência de classe de cada um; quem vier de livre e espontânea vontade, será bem-vindo. Se desejar emitir RPA (Recibo de Prestação de Serviços Autônomos, à venda em qualquer papelaria) basta inscrever-se na Secretaria da Fazenda do município em que irá trabalhar como Terapeuta Holística autônoma, obtendo seu CCM (Cadastro de Contribuinte Municipal) e quitar seu ISS (Imposto Sobre Serviço, via de regra, um valor fixo sobre lucro presumido próximo a um salário mínimo) e, é claro, seu IR. Se fizer questão de Nota Fiscal, neste caso precisará obter Personalidade Jurídica como empresa prestadora de serviços, podendo o ser tanto como FIRMA INDIVIDUAL, quanto como SOCIEDADE CIVIL COM FINS LUCRATIVOS, registrando o ato de criação no cartório de títulos e documentos e obter seu CNPJ (antigo CGC) junto à Receita Federal. Claro, também terá que pagar ISS e IR, além dos demais impostos pertinentes, caso venha a ter funcionários. Tudo isto é relativamente simples para qualquer contador profissional de seu município, que pode resolver a questão em um ou dois meses.

PARECER DA CASA DOS MUNÍCIPIOS EM RELAÇÃO À VIGILÃNCIA SANITÁRIA

Ofício nº 762/97
Porto Alegre, 07 de maio de 1997.

Senhor Prefeito:
Acusamos o recebimento de correspondência endereçada a esta Delegações, firmada pelo Dr. Robison Fabiano da Silva Jahn, da Procuradoria Jurídica desse Município de Cachoeira do Sul, contendo solicitação de "informações acerca do exercício da profissão de Parapsicólogo e Terapeuta Holístico, para efeito de licença para localização e funcionamento. Tendo em vista que se trata se profisão ainda não regulamentada, mas que tem seu exercício permitido em todo o país, inclusive em nosso Estado, como demonstram os documentos juntados nesta ocasião."
Anexo à correspondência encontram-se inúmeros documentos, entre os quais a Ficha de cadastro de contribuinte TL/ISS, da Secretaria da Fazenda, da qual consta indeferimento da outorga de licença para o exercício da atividade e, Parecer exarado pelo Serviço de Vigilância Sanitária Municipal indeferitório da outorga do Alvará Sanitário, sob o fundamento de que "o solicitante não apresenta titulação para a atividade em questão, conforme parecer do Conselho Regional de Psicologia – 7ª Região."
Em atenção à consulta passamos a tecer as seguintes considerações sobre o tema:
A exigência do Alvará de Licença para Localização e Funcionamento de Estabelecimento Comercial ou Industrial ou de Prestação de Serviços decorre do Poder de Polícia de que é detentor o Município, no ordenamento e disciplina da organização da vida urbana.
Assim, quando o Município fornece ou expede o "Alvará de Licença", não tem por fim licenciar o exercício de quaisquer atividades, mas, exclusivamente, autorizar a localização do estabelecimento em função da legislação disciplinadora do zoneamento do uso do solo urbano.
A SUA SENHORIA
O SR. TAUSIK PADULO NETO
…A administração municipal não pode estabelecer qualquer empecilho, seja por lei, seja por norma administrativa, ao exercício da atividade considerada em si mesma, pois tal conduta resultaria em cerceamento do direito assegurado constitucionalmente a todos os cidadãos ao "livre exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer" (art 5º, XIII, CF). A lei a que se refere o texto constitucional, é a que disciplina o exercício e controle das profissões, cabendo ao órgão controlador fiscalizar a situação particular do prestador da atividade em função das exigências legais aplicáveis, caso a caso.
De sorte que o Alvará de Licença para Localização do Estabelecimento traduz, tão somente, a atividade típica administrativa fundada no poder de polícia cujo escopo é evitar que o ramo de negócios a ser desenvolvido seja incompatível com a previsão de uso para determinada zona da cidade. Nada mais. Uma vez atendidas as exigências da legislação edilícia municipal relativas à localização do estabelecimento, usos conforme a edificação, não pode o Município impedir que o interessado se isntale com o ramo de atividades pretendida, e nem subsumir-se na pessoa de direito a quem a lei comete competência para fiscalizar o exercício da profissão.
Ademais disso salienta-se que a atual Constituição Federal, ao dispor sobre os princípios gerais da atividade econômica, no art. 170, preceitua:
"Art. 170 — A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios:
IV — LIVRE CONCORRÊNCIA
Parágrafo único — É assegurado a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica, independente de autorização de órgãos públicos, salvo nos casos previstos em lei" (grifou-se).
Da análise do dispositivo legal resulta bem claro que a todos é assegurada a garantia da livre iniciativa em qualquer atividade, observado, ainda, o princípio da livre concorrência, independente de autorização de órgão públicos, federais, estaduais ou municipais.
Em determinadas circunstâncias em caráter facultativo, não compulsório, poderá a Administração comunicar, por correspondência, usual às entidades interessadas (Conselhos de Fiscalização de Profissões) o ato concessivo de Licença para a prática de determinada atividade, a fim de que, sendo o caso, exerçam àquelas entidades a fiscalização, por competência legal, do exercício da atividade licenciada.
Quanto ao Alvará Sanitário, certamente decorre ele de atividade administrativa calcada no poder de polícia sanitária que "abrange tudo quanto possa interessar à salubridade pública", como afirma Hely Lopes Meirelles, em sua consultada obra DIREITO MUNICIPAL BRASILEIRO, 4ª ed. Ed. Rev. Trib pag 395. Ao dissertar sobre o assunto, o renomado Autor citado destaca a missão do Poder Público na defesa e preservação contra doenças e moléstias de toda a espécie, de consições de habitabilidade, de alimentação, de assistência médica e hospitalar, de higiene pública, em última análise do asseio da cidade e do abastecimento saudável de sua população.
O poder de polícia necessário à fiscalização sanitária das coisas e locais, públicos ou particulares, que devam manter-se higienizados, em benefício da salubridade pública, coletiva, é que poderá impor sanções cabíveis, na forma regulamentar, inclusive pela não concessão ou cassação do Alvará Sanitário, quando, comprovadamente, em ação fiscal, ficar evidenciado descumprimento às normas sanitárias preconizadas no Município por pessoas físicas ou jurídicas, responsáveis pela prática de atividades comerciais, industriais ou de prestação de serviços no território municipal.
Na espécie, como o despacho indeferitório da concessão do Alvará de Licença e Localização não se encontra devidamente fundamentado, impossibilitando-nos a análise das razões fático-jurídicas que justificam o indeferimento, recomendamos revisão do ato administrativo com atenção às considerações acima expressadas, em acordo com o ordenamento constitucional vigente. Igual recomendação para o ato indeferitório do Alvará Sanitário, cuja fundamentação ajude à questões alheias ao objeto da fiscalização sanitária a ser desenvolvida no Município, segundo a lei instituidora.
Cordialmente,
OSCAR BRENO STAHNKE
DIRETOR

Autor: : SINTE
Última atualização: 01-11-2016 11:53


SINTE e CRT » Como se filiar

Como se Credenciar, benefícios, investimento

CRT - Todo o Brasil

 
    
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CRT - Conselho de Auto Regulamentação da Terapia Holística é uma sociedade civil, de base territorial Nacional, sem fins lucrativos, sem vínculos com o Governo, nem partidos políticos, que desenvolve padrões técnicos, éticos e qualitativos, aos quais os Profissionais voluntariamente assumem o compromisso contratual de cumprimento.    
    
    O Profissional zeloso que espontaneamente se dispõe a seguir as boas práticas, firma o Termo de Compromisso e passa a identificar-se publicamente com a Marca Registrada, consagrada e respeitada pela sociedade, composta pelo Símbolo da Terapia Holística e sigla CRT, seguida de uma numeração exclusiva.

    Fisicamente, o compromisso qualitativo é sacramentado pela CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado, bem como via Certificado de Terapeuta Holístico Credenciado e Certificados de Conformidade Técnica em Terapia Holística.

    A conquista dos Selos Qualitativos aqui descritos ocorre mediante análise documental, de idoneidade e avaliação de capacitação técnica, sendo o usufruto condicional, podendo ser revogado a qualquer tempo, especialmente em caso de descumprimento dos padrões éticos estabelecidos.

    Perante a inexistência de leis específicas para a Profissão, a Auto Regulamentação é o caminho idealista que beneficia tanto aos Verdadeiros Profissionais, que tem a oportunidade de aderir, quanto à Sociedade como um todo, que passa a ter parâmetros para identificar e prestigiar àqueles que, sem nenhuma obrigação legal, fazem questão de compromissar-se com a excelência técnica e ética.
 
CRT - Conselho de Auto Regulamentação da Terapia Holística

 

Missão: 
                Ser a referência máxima em Terapia Holística perante os Profissionais e à Sociedade


Visão: 
                A Terapia Holística como meio de maximização do potencial individual, propiciando mais qualidade de vida para todos.

Valores: 

Independência

O CRT - Conselho de Auto Regulamentação da Terapia Holística é uma instituição sem fins lucrativos e independente, que não mantém vínculos com governos ou partidos políticos. Nosso trabalho é integralmente custeado pelos próprios Profissionais Credenciados. A independência econômica garante a liberdade de posicionamento e a certeza de comprometimento exclusivo com os Profissionais e com a Sociedade Civil.


Adesão Espontânea

Sem nenhuma lei obrigando a se Credenciar, contamos tão somente com os mais qualificados e zelosos Profissionais da Terapia Holística, unindo e valorizando os que compartilham os mesmos valores e ideais.

Paradigma Holístico

Nossas ações sempre levam em conta beneficiar além dos Profissionais Credenciados, igualmente aos interesses da Sociedade como um todo. A execução de nossas atividades consideram o respeito à Ecologia, com a adoção de procedimentos que minimizem e compensem a "pegada de carbono". 


Objetivos:
 
Consolidar a Terapia Holística como Profissão
Disponibilizar à Sociedade parâmetros de qualidade para o correto exercício da Terapia Holística.
Destacar e valorar publicamente os Profissionais que espontaneamente se Credenciam
Prestar assessoria e orientação aos Credenciados
Qualificar os padrões técnicos, éticos e qualitativos de atendimentos em consultórios 
Desenvolver e aplicar as NTSV - Normas Técnicas Setoriais Voluntárias da Terapia Holística
Proporcionar aperfeiçoamento técnico e ético continuados por meio de Pareceres, NTSVs, Cursos, Eventos e desenvolvimento de materiais didáticos e de apoio aos Profissionais.
Identificar e promover novos talentos, identificar artigos e materiais correlatos de elevado nível ético e qualitativo como fontes Certificadas de informação.
 
 

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 04-03-2016 15:13


Instruções para preenchimento e envio da Proposta de Filiação

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 04-11-2015 10:53


Como se Credenciar, benefícios, investimento associativo

CRT - Todo o Brasil

 
    
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CRT - Conselho de Auto Regulamentação da Terapia Holística é uma sociedade civil, de base territorial Nacional, sem fins lucrativos, sem vínculos com o Governo, nem partidos políticos, que desenvolve padrões técnicos, éticos e qualitativos, aos quais os Profissionais voluntariamente assumem o compromisso contratual de cumprimento.    
    
    O Profissional zeloso que espontaneamente se dispõe a seguir as boas práticas, firma o Termo de Compromisso e passa a identificar-se publicamente com a Marca Registrada, consagrada e respeitada pela sociedade, composta pelo Símbolo da Terapia Holística e sigla CRT, seguida de uma numeração exclusiva.

    Fisicamente, o compromisso qualitativo é sacramentado pela CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado, bem como via Certificado de Terapeuta Holístico Credenciado e Certificados de Conformidade Técnica em Terapia Holística.

    A conquista dos Selos Qualitativos aqui descritos ocorre mediante análise documental, de idoneidade e avaliação de capacitação técnica, sendo o usufruto condicional, podendo ser revogado a qualquer tempo, especialmente em caso de descumprimento dos padrões éticos estabelecidos.

    Perante a inexistência de leis específicas para a Profissão, a Auto Regulamentação é o caminho idealista que beneficia tanto aos Verdadeiros Profissionais, que tem a oportunidade de aderir, quanto à Sociedade como um todo, que passa a ter parâmetros para identificar e prestigiar àqueles que, sem nenhuma obrigação legal, fazem questão de compromissar-se com a excelência técnica e ética.
 
CRT - Conselho de Auto Regulamentação da Terapia Holística

 

Missão: 
                Ser a referência máxima em Terapia Holística perante os Profissionais e à Sociedade


Visão: 
                A Terapia Holística como meio de maximização do potencial individual, propiciando mais qualidade de vida para todos.

Valores: 

Independência

O CRT - Conselho de Auto Regulamentação da Terapia Holística é uma instituição sem fins lucrativos e independente, que não mantém vínculos com governos ou partidos políticos. Nosso trabalho é integralmente custeado pelos próprios Profissionais Credenciados. A independência econômica garante a liberdade de posicionamento e a certeza de comprometimento exclusivo com os Profissionais e com a Sociedade Civil.


Adesão Espontânea

Sem nenhuma lei obrigando a se Credenciar, contamos tão somente com os mais qualificados e zelosos Profissionais da Terapia Holística, unindo e valorizando os que compartilham os mesmos valores e ideais.

Paradigma Holístico

Nossas ações sempre levam em conta beneficiar além dos Profissionais Credenciados, igualmente aos interesses da Sociedade como um todo. A execução de nossas atividades consideram o respeito à Ecologia, com a adoção de procedimentos que minimizem e compensem a "pegada de carbono". 


Objetivos:
 
Consolidar a Terapia Holística como Profissão
Disponibilizar à Sociedade parâmetros de qualidade para o correto exercício da Terapia Holística.
Destacar e valorar publicamente os Profissionais que espontaneamente se Credenciam
Prestar assessoria e orientação aos Credenciados
Qualificar os padrões técnicos, éticos e qualitativos de atendimentos em consultórios 
Desenvolver e aplicar as NTSV - Normas Técnicas Setoriais Voluntárias da Terapia Holística
Proporcionar aperfeiçoamento técnico e ético continuados por meio de Pareceres, NTSVs, Cursos, Eventos e desenvolvimento de materiais didáticos e de apoio aos Profissionais.
Identificar e promover novos talentos, identificar artigos e materiais correlatos de elevado nível ético e qualitativo como fontes Certificadas de informação.
 
 

Autor: : CRT
Última atualização: 04-03-2016 15:15


Instruções para preenchimento e envio do Termo de Credenciamento

Parabéns por seu zelo em iniciar a conquista de seu Credenciamento !
A solicitação de seu Credenciamento é via internet, "clicando" no link a seguir: Valorize-se !
 
Também via internet (direto no preenchimento da solicitação de credenciamento, por e-mail....), receberá anexado um arquivo em formato PDF, contendo a original do Termo de Credenciamento, personalizado com seus dados, para que preencha e nos remeta de volta, podendo optar por digitalizar e enviar por e-mail, em formato PDF ou JPG (para contato@crt.org.br ), ou, via SEDEX para Alameda Santos, 211 cj 1511 - São Paulo -SP - CEP 01419-000.
Basta imprimir e seguir as instruções de preenchimento, que incluem campos para sua assinatura, bem como coleta de sua digital, itens estes que serão digitalizados para possibilitar a inserção em sua CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado (clique aqui, caso deseje ver o modelo de CRT, frente e verso).
Conjuntamente, deve nos enviar (seja por e-mail, ou correio), foto atualizada, 3x4, padrão documental e cópia de documento de identidade oficial (ou RG, ou CNH...).
Existe a necessidade de quitar seu investimento, bastando seguir o passo a passo online, no link a seguir: Investimento - Credenciamento CRT. O formato é semelhante ao de uma "loja" virtual, sendo que, após concluir todas as etapas de seu Credenciamento junto ao CRT, passará a ter bônus para a aquisição de itens que desejar no site Livroteca
Uma vez estes passos iniciais sejam concretizados, manteremos contato continuado, para complementar seu histórico profissional, ao mesmo tempo que disponibilizarmos o acesso a serviços que complementem suas atividades terapêuticas e oportunidades especialmente selecionadas para o aperfeiçoamento das técnicas.
Nossas boas vindas e, desde já, conte sempre com nosso apoio.
Orientações extras:
 
Quanto à foto 3 x 4:

O ideal é enviar sua fotografia POR E-MAIL, em arquivo anexado, formato JPG, 
para contato@crt.org.br , lembrando de incluir seu nome completo e CRT, no texto do e-mail.

Na verdade, serve até foto tirada por celular, ou se tiver WEBCAM em seu computador, poderá fazer sua foto 3x4 online, bastando CLICAR AQUI e seguir as instruções online.


Lembre-se que a foto tem que estar adequada aos padrões DOCUMENTAIS... Tenha como exemplo, suas fotos na identidade, carteira de habilitação, carteira de trabalho e similares...

 

Atente que a foto 3x4 tem que estar NÍTIDA, RECENTE e em conformidade com as orientações transcritas na sequência deste e-mail:

 


Em relação à FOTOGRAFIA, para sua CRT - Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado, por princípio, o objetivo é IDENTIFICAR o indivíduo, daí estar de frente e sem nada que encubra detalhes faciais. 


Quanto ao fundo da foto, ele será RECORTADO, daí a necessidade de ser UNIFORME e de cor distinta à da pele, cabelo e roupas, sendo o mais tradicional, de cor branca ou cinza claro.

 

Eis algumas regras básicas, para qualquer foto documental, inclusive, para sindicatos:


1) Recente (não mais de 6 meses).

2) Formato 3 X 4 e colorida.

3) Enquadramento com o rosto de frente e centralizado, corte próximo à cabeça e no alto dos ombros, de forma que a face tome 70% a 80% da foto.

4) Foco nítido, olhar direto para a câmera, tom natural da pele, sem sombras ou brilho.

5) Para quem usa óculos, não pode ser escuros, nem de lentes coloridas e sem reflexo de luz, de forma a possibilitar que se veja os olhos.

6) Não serão aceitos bonés, gorros, chapéus, lenços, correntes, tiaras, ou qualquer item de vestuário ou acessório que encubra total ou parcialmente o cabelo ou a imagem do rosto.

7) Utilizar vestimenta compatível e sóbria e JAMAIS de cor branca (isto resultaria em confundir-se com o fundo, impedindo o recorte digital automático).

8) Se for em arquivo digital, preferencialmente em formato JPG, com resolução de 300 DPIs e se impressa vir em papel de alta qualidade, além de estar em fundo brancoou cinza claro.

9) A fotografia não poderá conter qualquer tipo de mancha, perfuração, retoque ou correção, seja manual ou digital, nem serão aceitas fotomontagens.

10) Fundo NEUTRO, de preferência cinza ou branco, sem variação de cores, nem relevo.

 

Nossas congratulações e conte sempre com nosso apoio.


Autor: : CRT
Última atualização: 28-07-2015 20:42


SINTE e CRT » CEATH Comunidade de Estudos Avançados em Terapia Holística

O que é CEATH - comunidade de Estudos Avançados em Terapia Holística

   Este é mais um benefício EXCLUSIVO para filiados ao SINTE.

São cursos LIVRES (sem vinculação ao MEC) ministrados pelo método EAD - Ensino à Distância. 

    A cada ano que passa vencemos o gratificante desafio de ampliar ainda mais os serviços exclusivos que prestamos aos nossos filiados exemplares como VOCÊ !
    Analisamos em profundidade as centenas de sugestões recebidas (agradecemos muito por tanto interesse !) e gostaríamos de ter a SUA participação em mais este projeto muito importante.

Aperfeiçoamento Profissional do Terapeuta Holístico
X
Ausência de Recursos: Tempo, Dinheiro e Material Didático Adequado

Como profissional que ama o que faz, certamente que você está continuamente se aperfeiçoando. Isso demanda muito tempo, dinheiro e ainda existe o sério problema de ausência de material didático adequado às NTSV - Normas Técnicas Setoriais Voluntárias. Uma alternativa economicamente viável é a criação de uma COMUNIDADE DE ESTUDOS AVANÇADOS EM TERAPIA HOLÍSTICA, sob a coordenação do SINTE, através da qual, filiados em dia, de todo o Brasil terão acesso (nossa intenção é que seja sem nenhum custo extra para associados !) via Internet a uma vasta gama de materiais didáticos especialmente desenvolvidos para o aprendizado via EAD - Ensino à Distância. As dúvidas e trocas de idéias serão esclarecidas via e-mail, fóruns, salas-de-chat e transmissões online, além da possibilidade de realização de avaliações individuais, e recebimento de Certificados de Conformidade Técnica e de Atualização (mediante avaliação positiva, é claro...).

 

Tamanho projeto demandará que o SINTE aplique valores superiores a toda a sua arrecadação anual nesta proposta, contudo cremos que disponibilizar EDUCAÇÃO CONTINUADA a todos os filiados é MUITO IMPORTANTE.


 Somos otimistas e contamos com o crescimento ainda maior de NOVOS ASSOCIADOS, cujo investimento anual trará a receita necessária para que ampliemos cada vez MAIS este grande benefício aos filiados ao SINTE.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 18-03-2015 03:49


Como fazer inscrição na Comunidade de Estudos Avançados em Terapia Holística ?

Antes de mais nada, é preciso ser filiado ao SINTE e em dia com suas obrigações estatutárias, além de estar participando da Campanha Quite Fácil de Antecipação da Anuidade (que se iniciam em março de cada ano).

Basta manter atenção às nossas correspondências (cartas e e-mails), pois entre março e abril de cada ano, são comunicadas as aberturas de novas matrículoas. De acordo com nossas experiências anteriores, logo nos 1os dias em que as inscrições se abrem, todas as vagas são preenchidas !

   Via e-mail e em www.sinte.com.br , comunicamos  a abertura das inscrições e as REGRAS, sendo que uma delas será que os candidatos estejam participando da Campanha Quite Fácil de Antecipação da Anuidade, pois esta receita é fundamental para manutenção e ampliação da proposta.

Claro que todos percebem que um curso que faça já mais do que terá valido a pena a quitação do investimento associativo (além de, é claro, os inúmeros outros serviços especiais, pois um deles que utilize, já mais do que compensou a anuidade, pelo valor que economiza...).

    Gradativamente, o SINTE disponibilizará em seu site www.sinte.com.br novas turmas de Estudos para cada técnica (para o momento, teremos Terapia Floral de Bach, Holopuntura, Psicoterapia Holística, I Ching e Fitoterapia).

    Observe que cada curso possui mais de 300 horas/aula de dedicação necessária e, além das atividades a serem realizadas livremente, existem aulas semanais ao vivo, ministradas via Internet, cuja presença a pelo menos 75% é obrigatória. Há também leitura de bibliografia recomendada, tarefas, supervisão, provas e TCC - Trabalho de Conclusão de Curso, valendo nota, ou seja, o grau técnico e o nível de exigência são bastante elevados, sendo nossa intenção que a Comunidade de Estudos Avançados seja reconhecida pela sociedade pela excelência de ensino e boa qualidade de seus formandos.

    O Contrato de Adesão (será disponibilizado via www.sinte.com.br à época da abertura das incrições...), onde constam o conteúdo programático, a bibliografia recomendada, bem como as exigências de horário e material didático devem ser lidos, compreendidos e aceitos ANTES de registrarem suas inscrições: contamos com a consciência de cada um para que ocupem vagas somente quem de fato deseja e possa cumprir os cursos em sua íntegra. 

    Juntos, TODOS UNIDOS AO SINTE, em pouco tempo transformaremos a Comunidade de Estudos Avançados em mais um grande passo na consolidação da Terapia Holística como A Profissão do Século 21 !

    É o SINTE prestando cada vez MAIS e MELHORES serviços para VOCÊ !

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 18-03-2015 03:48


O que é a opção CEATH Auditório SINTE ?

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 18-03-2015 03:57


O que é Quite Fácil ?

Nossa organização, habitualmente, realiza as chamadas Campanhas Quite Fácil de antecipação de anuidade, mediante bons descontos, parcelamentos e premiações.

Importante frizar que nossas premiações sempre atuam sob enfoque educativo/ilustrativo, razão pela qual, por uma questão de coerência a esta proposta, focamos em ofertar produtos e serviços que orientem quanto às boas práticas profissionais, ao mesmo tempo em que também sirvam de Modelos e que, é claro, sejam de fato úteis e práticos para as atividades de consultório.

Neste prisma e buscando uma variedade suficiente para atender à maior parte dos gostos pessoais, desenvolvemos vários prêmios distintos, tais como o Tutorial Terapia Holística (e, antes desse, o Manual Oficial do Terapeuta Holístico e o Auto-Regulamentação da Terapia Holística...), BRT - Bloco de Recomendação Terapêutica, participação nas Certificações de Conformidade Técnica em Terapia Holística (Fórum NTSV - EAD) e, mais recentemente, a publicação Marketing Para Consultórios de Terapia Holística, kit com 100 cartões de visita coloridos (e em conformidade com as NTSVs, inclusive, o Símbolo de Terapeuta Holístico Credenciado),  Agenda Profissional, Coleção de Mapas Exclusivos e mais recentemente VCDs.

 
    Claro que seria economicamente inviável premiarmos com todas as opções simultaneamente, por isso, alternamos as ofertas a cada opção Quite Fácil remetida, justamente buscando acertar a proposta que agrade a cada um. Cremos que por esta variedade de premiações distintas é que o colega tenha a oportunidade de observar em sua escola outros colegas recebendo produtos diferenciados ou em outros períodos, sendo nossa intenção que cada associado tenha oportunidade de receber todas as opções, variando-as a cada ano e, ao mesmo tempo, com a atenção de não "repetirmos" um mesmo prêmio que já tenha recebido anteriormente.

Existe as opções Quite Fácil via boletos bancários, ou automatizadas, via cartões de crédito, sendo que as opções via cartão são as que mais ganham benefícios, como recompensa pelos lançamentos e renovações automáticas, o que diminui os custos e repassamos a economia na forma de maiores descontos e mais premiações. Neste formato, o Quite Fácil é o sistema de renovação automática que soma a economia proporcionada pelos descontos exclusivos oferecidos a quem antecipar a anuidade, à comodidade do Cartão de Crédito, à semelhança do que as grandes revistas e jornais fazem para renovação de suas assinaturas.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 04-11-2015 10:49


SINTE e CRT » Pagamentos

O que é GRCSU

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:21


O que é Quite Fácil ?

Nossa organização, habitualmente, realiza as chamadas Campanhas Quite Fácil de antecipação de anuidade, mediante bons descontos, parcelamentos e premiações.

Importante frizar que nossas premiações sempre atuam sob enfoque educativo/ilustrativo, razão pela qual, por uma questão de coerência a esta proposta, focamos em ofertar produtos e serviços que orientem quanto às boas práticas profissionais, ao mesmo tempo em que também sirvam de Modelos e que, é claro, sejam de fato úteis e práticos para as atividades de consultório.

Neste prisma e buscando uma variedade suficiente para atender à maior parte dos gostos pessoais, desenvolvemos vários prêmios distintos, tais como o Tutorial Terapia Holística (e, antes desse, o Manual Oficial do Terapeuta Holístico e o Auto-Regulamentação da Terapia Holística...), BRT - Bloco de Recomendação Terapêutica, participação nas Certificações de Conformidade Técnica em Terapia Holística (Fórum NTSV - EAD) e, mais recentemente, a publicação Marketing Para Consultórios de Terapia Holística, kit com 100 cartões de visita coloridos (e em conformidade com as NTSVs, inclusive, o Símbolo de Terapeuta Holístico Credenciado),  Agenda Profissional, Coleção de Mapas Exclusivos e mais recentemente VCDs.

 
    Claro que seria economicamente inviável premiarmos com todas as opções simultaneamente, por isso, alternamos as ofertas a cada opção Quite Fácil remetida, justamente buscando acertar a proposta que agrade a cada um. Cremos que por esta variedade de premiações distintas é que o colega tenha a oportunidade de observar em sua escola outros colegas recebendo produtos diferenciados ou em outros períodos, sendo nossa intenção que cada associado tenha oportunidade de receber todas as opções, variando-as a cada ano e, ao mesmo tempo, com a atenção de não "repetirmos" um mesmo prêmio que já tenha recebido anteriormente.

Existe as opções Quite Fácil via boletos bancários, ou automatizadas, via cartões de crédito, sendo que as opções via cartão são as que mais ganham benefícios, como recompensa pelos lançamentos e renovações automáticas, o que diminui os custos e repassamos a economia na forma de maiores descontos e mais premiações. Neste formato, o Quite Fácil é o sistema de renovação automática que soma a economia proporcionada pelos descontos exclusivos oferecidos a quem antecipar a anuidade, à comodidade do Cartão de Crédito, à semelhança do que as grandes revistas e jornais fazem para renovação de suas assinaturas.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 04-11-2015 10:49


SINTE e CRT » GRCSU

O que é GRCSU

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:21


Holokut

Como adicionar fotos

Uma vez logados acessem "Menu do Usuário", em seguida "Meus Recursos", selecione "Enviar". No alto a direita selecione a aba "Photo", em seguida "add new photo", dê um título a foto e clique em procurar para que busque junto ao seus arquivos. Ao final clique em "Enviar". Repita este procedimentos a cada foto que for adicionar.
Ao final verá as miniaturas das fotos inseridas em seu álbum, desejando que alguma delas seja exibida em seu perfil (foto de entrada) selecione a foto desejada, quando em destaque notará dois simbolos logo embaixo um X envolto num circulo vermelho (destinado para deletar as fotos não desejadas) e uma estrela azul, ao clicar nesse simbolo (make primary) a foto estará marcada para ser exibida em seu perfil.  Ao finalizar, um lembrete será enviado ao administrador do site que terá 48 horas para liberar (ou não) as imagens, encerrando assim o processo.  

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 18-09-2007 15:22


Holokut » Como adicionar fotos ao perfil

Como adicionar fotos

Uma vez logados acessem "Menu do Usuário", em seguida "Meus Recursos", selecione "Enviar". No alto a direita selecione a aba "Photo", em seguida "add new photo", dê um título a foto e clique em procurar para que busque junto ao seus arquivos. Ao final clique em "Enviar". Repita este procedimentos a cada foto que for adicionar.
Ao final verá as miniaturas das fotos inseridas em seu álbum, desejando que alguma delas seja exibida em seu perfil (foto de entrada) selecione a foto desejada, quando em destaque notará dois simbolos logo embaixo um X envolto num circulo vermelho (destinado para deletar as fotos não desejadas) e uma estrela azul, ao clicar nesse simbolo (make primary) a foto estará marcada para ser exibida em seu perfil.  Ao finalizar, um lembrete será enviado ao administrador do site que terá 48 horas para liberar (ou não) as imagens, encerrando assim o processo.  

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 18-09-2007 15:22


SINTE e CRT » Assessoria Técnica / Jurídica

Inadequações legais a serem evitadas em Iridologia e Ortomolecular

A Terapia Holística, devido ao seu sucesso, é muito visada quanto a fiscalizações para verificar a adequação e cumprimento às leis brasileiras.

Por nossa experiência, lamentamos constatar que vários cursos de Ortomolecular e Iridologia são PÉSSIMOS quanto ao modo em que ensinam a trabalhar, ferindo frontalmente a legislação brasileira. Conforme orienta o livro Tutorial e também em www.sinte.com.br, DOENÇAS são monopólio médico. Tanto diagnosticar, quanto tratar DOENÇA é exclusividade médica. Absurdamente, quando os cursos de Iridologia ensinar a descobrir "doenças" pela iris, automaticamente estão ensinando a serem presos por exercício ilegal de medicina...

Da mesma forma, nos cursos de Ortomolecular e Oligoterapia, ao ensinarem a escolher oligoelementos, vitaminas, etc, basendo-se no quadro de "doenças", novamente está carecterizado o exercício ilegal de medicina... TUDO deveria basear-se em questões "energéticas" (meridianos, chacras, etc...) e, com isso, evitariam as controvérsias judiciais.

Outro erro comum é mandar aviar formulações: excetuando-se o caso da terapia floral, TODA formulação é considerada monopólio médico, inclusive, quanto a produtos ortomoleculares.

Todo tipo de "exame" também é considerado monopólio da classe médica, já que objetivam descobrir "doenças". Por exemplo, "exame do fio de cabelo", além de invadir a área médica, no Brasil também é considerado charlatanismo.

Se coletar sangue para examinar em microscópio, ainda que seja uma gota, também é caso para prisão...

"Dieta do Sangue", então, é outra aberração jurídica, em termos de ferir a legislação. Qualquer coisa envolvendo "sangue", do ponto de vista legal, exige a presença de MÉDICO responsável... "Dieta", então, implica em exercer ilegalmente duas profissões: SE a "dieta" for individualizada e/ou para alguém "doente", trata-se de MONOPÓLIO MÉDICO; SE a "dieta" for coletiva e/ou dirigida a pessoas "sadias", aí é EXCLUSIVIDADE DE NUTRICIONISTA...

Se for falar sobre diplomas, MUITA atenção para não "ofender a inteligência" de quem perguntar, pois há uma ENORME diferença entre cursos feitos DENTRO de uma faculdade, com cursos VERDADEIRAMENTE DE FACULDADE, ou seja, cursos de graduação reconhecidos pelo MEC... Lembre-se que NENHUM curso em nossa profissão é de graduação, nem técnico, nem superior, e, menos ainda, de "pós-graduação"; são todos cursos LIVRES, ou seja, sem vinculação ao MEC ou seus prepostos.

Coloque-se no lugar de delegados, juízes, promotores, todos que lidam diariamente com enorme número de ilicitudes, e que acabam sempre por se tornarem indivíduos céticos por ofício e, perceberá que tais "diplomas" são tópicos que, para este tipo de autoridades, são vistos como algo suspeito...

Outro erro comum e que acaba, por si só, "condenando" é permitir ser chamado de "doutor" / "doutora"... Temos ciência de casos que um simples "dr" verbal já foi suficiente para formalizar acusasão de falsidade ideológica e exercício ilegal de medicina.

Do ponto de vista extrito, só quem possui DOUTORADO, ou seja, quem tem graduação e pós-graduação para doutorado reconhecidos pelo MEC é podem fazer uso deste título. Claro que existe uma hipocrisia nesta situação, já que cometem a mesma "falsidade" ao se titularem como "doutores" os bacharéis em direito, os engenheiros, os psicólogos, os médicos, etc, etc, já que suas graduações não lhe concedem este título. Contudo, como diz o ditado: "aos amigos, tudo... aos inimigos, A LEI !". E, ao pé-da-letra, usar título de "dr" sem o ser, é falsidade ideológica, o que, neste caso, agrava-se pelos "diplomas" controversos, além do atendimento terapêutico. Por sinal, SE estiver realizando tais atendimentos "trajado de médico", ou seja, com roupa branca, será certeza de condenação...

Também já chegou às nossas mãos, "modelos" de questionários e/ou fichas utilizadas em Ortomolecular e Iridologia que funcionam como provas de exercício ilegal de medicina... Como, do ponto de vista legal, só MÉDICOS tratam "doenças", constar nomes de doenças em fichas, sem fazer constar o nome do médico que as diagnosticou e que as trata, pode ser usado como prova de que estaria "diagnosticando" e/ou tratando "doenças", ou seja: exercício ilegal de medicina...

Deve SEMPRE titular-se claramente como TERAPEUTA HOLÍSTICO e lembrar que CRT - Carteira de Terapeuta Holística Credenciada de forma alguma é obrigação legal, mas sim, a comprovação de que ESPONTANEAMENTE filiou-se a nós e, com isso, está contratualmente compromissado ao cumprimento das regras éticas e qualitativas da entidade.

Estar filiada ao SINTE, ou a qualquer outra entidade, por si só NÃO lhe dá direito legal a atender... Ainda que do ponto de vista de mercado, é importante destaque estar filiada, o fato é que, do ponto de vista da legislação, os requisitos são tão somente do tipo se o local em que atende está em região adequada (lei de zoneamento, por exemplo...), se você possui CCM - Cadastro de Contribuinte Municipal, inscrição como Terapeuta Holístico autônomo, se quita ISS - Imposto Sobre Serviços, Taxa de Funcionamento, Taxa de Publicidade, se emite RPA - Recibo de Prestação de Serviço Autônomo, se quita mensaleão (carnê mensal de imposto de renda...).

Pior ainda SE estiver vendendo produtos, pois, além de antiético e ilegal, já que exerce profissão incompatível com esse tipo de comércio, ainda que "esqueçam" essa incompatilidade, para poder realizar vendas, obrigatoriamente teria que ter uma EMPRESA COMERCIAL ABERTA, regularmente constituída, com CNPJ,  CCM, ISS, Imposto de Renda, além de, por lidar com produtos para consumo humano, de ter alvará da vigilância sanitária para tal.

Ainda que tenha toda essa documentação em dia, resta ainda avaliar-se os produtos, que tem que ser de VENDA LIVRE e já vindo do fabricante previamente manipulado e embalado (caso contrário, teria que ser uma farmácia e ter farmacêutico responsável) e, claro, todos esses produtos tem que ter registro junto ao Ministério da Saúde e/ou a Portaria que os isentasse, tudo devidamente impresso na embalagem. E, claro, estar devidamente documentada quanto à procedência dos produtos, no mínimo com a Nota Fiscal de compra de cada um. SE tais requisitos não estiverem cumpridos, poderão enquadrá-lo na mesma legislação que trata de "falsificação de medicamentos", que é considerado crime hediondo e, como tal, inafiançável (permaneceria preso durante todo o processo, sendo culpado ou não...). Mesmo que os produtos sejam doados gratuitamente, os requisitos de legislação sanitária acima igualmente se aplicam.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 11-10-2007 12:03


Dedução dos Recibos no Imposto de Renda


Dedução dos Recibos no Imposto de Renda


Os recibos NÃO são dedutíveis do imposto de renda e também não servem como abono de faltas ao trabalho.

Como todo profissional que exerce atividade remunerada, o Terapeuta Holístico autônomo tem a obrigação de emitir recibo RPA Recibo de Prestação de Serviços Autônomos, à venda em qualquer papelaria.

Ou seja, todos os seus clientes tem direito a este recibo e nenhum de nós pode negá-lo, tanto do ponto de vista legal, quanto moral. Certamente que seus clientes aproveitarão para pleitear reembolsos ou lançar como despesas de saúde a abater do Imposto de Renda, lembrando que o seu CPF, se citado, pode facilitar ao governo fiscalizar a sua declaração de renda, por cruzamento computadorizado de informações. Afinal, todos estamos sugeitos a "cair na malha fina".

Outrossim, existe muitas controvérsias quanto ao que é aceito ou não pela Receita Federal como "despesas de saúde"; certeza absoluta somente mesmo despesas médicas, pois, muitos fiscais entendem que gastos com psicólogos, fisioterapeutas, enfermeiros, etc, etc, somente seriam aceitos se constarem como serviços em Notas Fiscais deestabelecimentos de saúde tipo hospitais, casas de repouso e similares.

Em resumo: nós, Terapeutas Holísticos, temos a obrigaçãode fornecer recibos aos clientes, os quais, certamente lançarão como dedução no Imposto de Renda, porém, caso eles caiam na malha fina, existe a possibilidade de questionarem estes lançamentos, da mesma forma que questionariam despesas com qualquer outro profissional não-médico (psicólogos, fisioterapeutas, etc, etc.).

 

Autor: : SINTE
Última atualização: 31-10-2016 20:21


Holística

O que é Holística VIP ?

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 18-03-2015 03:56


O que é Holística FIT ?

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 02-05-2011 16:20


O que é Coleção Holopédia?

Esta entrada está sendo revisada e não pode ser mostrada.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 18-03-2015 03:58


O que é Holística FIT ?

Holística FIT
O melhor e mais tradicional evento em nossa profissão, agora EM SUA CASA!!!

Aderindo ao Quite Fácil e ficando em dia, já pode optar por participar do congresso à distância e ter a oportunidade de conquistar seu Certificado.

Você não quer, ou não pode comparecer pessoalmente ao evento? Receba em seu endereço, após o evento o DVD Holística, gravado com os palestrantes do evento!

E ainda poderá receber o Certificado de Participação, intitulado "Jornada de Aperfeiçoamento em Terapia Holística", isso SE responder a um questionário especial em www.sinte.com.br, demonstrando que assistiu e aprendeu com o conteúdo do DVD!

Atenção: esta opção NÃO dá direito a comparecer pessoalmente nos auditórios e as vagas estão limitadas aos primeiros que quitarem o valor do investimento.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 02-05-2011 16:20


Holística Light

Holística Light

Só de aderir ao Quite Fácil e manter-se em dia, já pode participar, sem investir mais nada.
Em comemoração aos 19 anos do SINTE, todos os filiados participantes da Campanha Quite Fácil de Antecipação da Anuidade 2012 podem se inscrever sem custo extra (vagas limitadas: 50 primeiros inscritos), podendo trazer até 01 acompanhante e participar dos eventos mensais, programados para as seguintes datas:

09/06 - 5ª feira
08/07 - 6ª feira
08/08 - 2ª feira
10/10 - 2ª feira

Os temas serão variados, preferencialmente escolhidos por votação em nosso site www.sinte.com.br, com palestras, vivências, mini-cursos, debates e participação também via internet!

Auditório SINTE
Alameda Santos, 211 - térreo - São Paulo - SP
região do metrô Brigadeiro
e também em SUA CASA, via internet, na página oficial do SINTE.

Acompanhe os detalhes e as regras em www.sinte.com.br, mês a mês.

Autor: : SINTE SINDICATO DOS TERAPEUTAS
Última atualização: 31-10-2016 20:18